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CALENDÁRIO +Info...

Domingo, 1 de Fevereiro de 2026

  • IAPA 2025: Últ. dia
  • ICC 2026 - Fev: Início
  • ICCOP 2026 - Fev: Início
  • ICGRAM 2026 - Jan: Início
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  • ICS 2026 - Fev: Início
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  • IMAMI 2026 - Jan: Início
  • IMAOC 2026 - Jan: Início
  • IMGA 2026 - Jan: Início
  • IMLV 2026 - Jan: Início
  • IMPI 2026 - Jan: Início
  • IMTM 2026 - Jan: Início
  • IMVC 2026 - Jan: Início
  • INTRA-CH 2026 - Fev: Início
  • INTRA-EX 2026 - Fev: Início
  • IPCAMP 2026 - Jan: Início
  • IPCOL 2026 - Jan: Início
  • IPHH 2026 - Jan: Início
  • IREPEXP 2026 - Fev: Início
  • IREPIMP 2026 - Fev: Início
  • ITF 2026 - Jan: Início
  • IUTICE 2026: Início
  • IVNE 2026 - Jan: Início

Segunda-Feira, 2 de Fevereiro de 2026

  • IRE 2025: Últ. dia
  • ITRM 2026 - 4ª Semana: Últ. dia

Quarta-Feira, 4 de Fevereiro de 2026

Segunda-Feira, 9 de Fevereiro de 2026

  • IEV 2025: Início
  • ITRM 2026 - 5ª Semana: Últ. dia

Terça-Feira, 10 de Fevereiro de 2026

  • ICC 2026 - Fev: Últ. dia
  • ICCOP 2026 - Fev: Últ. dia
  • ICIT 2026 - Fev: Últ. dia
  • ICS 2026 - Fev: Últ. dia
  • IMPI 2026 - Jan: Últ. dia
  • IPCAMP 2026 - Jan: Últ. dia
  • IPCOL 2026 - Jan: Últ. dia
  • IPHH 2026 - Jan: Últ. dia
  • IVNE 2026 - Jan: Últ. dia

Domingo, 15 de Fevereiro de 2026

Segunda-Feira, 16 de Fevereiro de 2026

  • ICGRAM 2026 - Jan: Últ. dia
  • IMUS 2025: Início
  • ITRM 2026 - 6ª Semana: Últ. dia
  • PIPMC 2026: Início

Sexta-Feira, 20 de Fevereiro de 2026

  • IMAMI 2026 - Jan: Últ. dia
  • IMAOC 2026 - Jan: Últ. dia
  • IMGA 2026 - Jan: Últ. dia
  • IMLV 2026 - Jan: Últ. dia
  • IMVC 2026 - Jan: Últ. dia

Segunda-Feira, 23 de Fevereiro de 2026

  • ITRM 2026 - 7ª Semana: Últ. dia

Quarta-Feira, 25 de Fevereiro de 2026

  • IAPI 2025: Início
  • IMAAC 2026 - Jan: Últ. dia
  • IPMC 2026 - Fev: Últ. dia
  • IPPI 2026 - Fev: Últ. dia

INFORMAÇÕES

EM DESTAQUE

  • 1 de 31
Imagem sobre O caminho que percorrem os dados no INE 15-12-2023

O caminho que percorrem os dados no INE

O caminho que percorrem os dados no INE

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Imagem sobre Em 2024, registaram-se 277,7 mil pessoas lesadas/ofendidas em 354,9 mil crimes 20-02-2026

Em 2024, registaram-se 277,7 mil pessoas lesadas/ofendidas em 354,9 mil crimes

Por ocasião do Dia Europeu da Vítima de Crime, que se assinala em 22 de fevereiro, o Instituto Nacional de Estatística (INE) e a Direção-Geral da Política de Justiça (DGPJ) apresentam alguns indicadores estatísticos oficiais sobre as estatísticas da criminalidade registada.

Este dia, criado em 1990 pela Victim Support Europe, que agrega serviços de apoio às vítimas de vários países europeus, tem por objetivo sensibilizar para a proteção e salvaguarda dos direitos das vítimas de crime, bem como dar a conhecer os mecanismos a que as pessoas podem recorrer, caso sejam elas vítimas de crime ou o tenham presenciado, independentemente da sua natureza. Portugal é um dos Estados-membros que implementou o número 116 006 para apoio às vítimas de crime, proporcionando informação inicial e atendimento a todas as vítimas, em questões sociais, jurídicas e psicológicas.

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Imagem sobre Em 2024, o contributo dos impostos para a redução da desigualdade medida pelo rácio S80 20-02-2026

Em 2024, o contributo dos impostos para a redução da desigualdade medida pelo rácio S80/S20 foi superior ao contributo das transferências sociais

Os resultados do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (EU-SILC) realizado em 2025 sobre rendimentos do ano anterior (2024) revelam uma distribuição do rendimento monetário líquido por adulto equivalente concentrada em torno dos valores mais baixos, com 15,4% da população em risco de pobreza por viver com um rendimento monetário anual líquido por adulto equivalente inferior a 723 euros por mês.

Os dados relativos ao Coeficiente de Gini revelam um contributo positivo e relativamente estável dos impostos diretos e das contribuições sociais obrigatórias para a atenuação da desigualdade na distribuição do rendimento.

Em 2023, Portugal apresentava o sétimo rácio S80/S20 mais elevado no contexto da União Europeia. O contributo dos impostos para a redução da desigualdade na distribuição do rendimento medida pelo rácio S80/S20 foi maior do que o contributo das transferências sociais – no caso dos impostos, superior à média europeia e, no caso das transferências sociais, inferior ao observado para o conjunto da União Europeia.

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Imagem sobre Aplicação Interativa - Indicadores de Conjuntura 19-02-2026

Aplicação Interativa - Indicadores de Conjuntura

A Aplicação Interativa em destaque, incluída no tema da Conjuntura, integra os indicadores mais relevantes para o acompanhamento da evolução da economia portuguesa. Trata-se de um relatório interativo de divulgação que visa proporcionar uma visão abrangente, intuitiva e permanentemente atualizada sobre os principais indicadores de conjuntura, reforçando a acessibilidade, a dinâmica de exploração e a rapidez de análise da informação estatística.

Aplicação Interativa dos Indicadores de Conjuntura

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Imagem sobre Preços na Produção Industrial diminuíram 2,1% 19-02-2026

Preços na Produção Industrial diminuíram 2,1%

O Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) registou, em janeiro, uma variação homóloga de -2,1%, menos negativa em 1,2 pontos percentuais (p.p.) do que a observada no mês anterior. Esta evolução refletiu reduções de preços nos agrupamentos de Energia, Bens Intermédios e Bens de Consumo, com contributos de -1,5 p.p., -0,6 p.p. e -0,3 p.p., respetivamente.

A variação mensal situou-se em -0,1%, taxa superior em 1,2 p.p. à registada em janeiro de 2025.

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Imagem sobre Taxa de juro no crédito à habitação diminuiu para 3,111% 19-02-2026

Taxa de juro no crédito à habitação diminuiu para 3,111%

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação diminuiu para 3,111% em janeiro de 2026, traduzindo uma descida de 1,9 pontos base (p.b.) face a dezembro de 2025 (3,130%). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro desceu de 2,850% em dezembro de 2025, para 2,847% em janeiro de 2026. A prestação média fixou-se em 399 euros, 2 euros acima do mês anterior, valor idêntico ao registado em janeiro de 2025. No último mês, a parcela relativa a juros representou 48,9% da prestação média. Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio da prestação aumentou 1 euro, para 676 euros verificando-se uma subida de 12,5% em termos homólogos. O capital médio em dívida para a totalidade dos créditos à habitação aumentou 724 euros, atingindo 75 994 euros.

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Imagem sobre 14,3% dos trabalhadores por conta própria em dependência económica e 11,4% em dependênc 18-02-2026

14,3% dos trabalhadores por conta própria em dependência económica e 11,4% em dependência organizacional

Do total de 773,0 mil trabalhadores por conta própria em 2025, 14,3% (110,9 mil; menos 0,7 pontos percentuais (p.p.) do que em 2024) tiveram um cliente que representou 75% ou mais do rendimento da sua atividade (após deduzidos os impostos), um indicador de dependência económica. Daquele total de trabalhadores, 11,4% (87,9 mil; mesma proporção de 2024) indicaram que são os clientes quem estabelece o seu horário de trabalho, um indicador de dependência organizacional. Conjugando os dois tipos de dependência, identificaram-se 1,9% (14,8 mil; menos 0,8 p.p.) de trabalhadores por conta própria simultaneamente em dependência económica e organizacional.

Do total de 8 035,2 mil pessoas dos 16 aos 74 anos, 11,9% (957,1 mil; mais 0,2 p.p. do que em 2024) indicaram ter frequentado educação formal e 30,7% (2 465,7 mil; mais 2,0 p.p.) um curso de educação não-formal nos últimos 12 meses. Conjugando estes dois tipos de educação, observou-se que 37,4% (3 006,4 mil; mais 1,9 p.p.) das pessoas daquele grupo etário participaram em pelo menos um tipo de atividades de educação e formação nos últimos 12 meses.

Do total de 5 275,3 mil pessoas empregadas, 51,1% (2 696,0 mil; mais 0,4 p.p. do que em 2024) avaliaram o seu estado geral de saúde como bom. Ainda assim, 0,7% (38,6 mil; menos 0,1 p.p.) consideraram estar severamente limitadas por problemas de saúde que as impediam, há pelo menos 6 meses, de realizar atividades ou tarefas consideradas habituais para a generalidade das pessoas.

No âmbito da Estratégia Portugal 2030, o indicador relativo à proporção da população desempregada dos 25 aos 64 anos a frequentar atividades de educação ou formação nas últimas quatro semanas situou-se em 19,5%, a 0,5 p.p. do objetivo mínimo de 20% definido para 2025.

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Imagem sobre 68 municípios em situação de calamidade concentram 17,0% da população residente e 15,2% 13-02-2026

68 municípios em situação de calamidade concentram 17,0% da população residente e 15,2% das exportações nacionais de bens

Em 2021, cerca de 1,8 milhões de pessoas (17,0% da população residente em Portugal) viviam nos 68 municípios onde foi declarada situação de calamidade, que concentravam também 19,0% dos alojamentos do país. Em 2024, estes municípios representavam 15,8% das empresas não financeiras e, em 2025, foram responsáveis por 15,2% das exportações nacionais de bens.

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Imagem sobre Em 2025, a natalidade aumentou 3,3% em relação a 2024 13-02-2026

Em 2025, a natalidade aumentou 3,3% em relação a 2024

Em janeiro de 2026, registaram-se 13 405 óbitos, mais 614 (+4,8%) do que no mês precedente. Comparativamente com o mês homólogo de 2025, registou-se um acréscimo de 1 133 óbitos (+9,2%). O número de óbitos de crianças com menos de 1 ano foi de 16, mais três do que em janeiro de 2025.

No total, em 2025, registaram-se 122 332 óbitos em Portugal, valor superior ao de 2024 (119 027), representando um acréscimo de 3 305 óbitos (+2,8%).

Em dezembro de 2025, registaram-se 7 421 nados-vivos, menos 25 (-0,3%) do que em novembro de 2025, mas mais 389 (+5,5%) do que no mês homólogo de 2024. No total, em 2025, nasceram 87 732 nados-vivos em Portugal, mais 2 798 (+3,3%) do que em 2024 (84 934).

Em dezembro de 2025, o saldo natural foi de -5 352, tendo-se agravado em relação ao do mês homólogo de 2024, quando registou o valor de -3 878. Em 2025, o saldo natural foi de -34 244, tendo-se agravado em relação ao observado em 2024 (-33 732).

Em dezembro de 2025, celebraram-se 2 264 casamentos, mais 185 (+8,9%) do que em novembro de 2025 e mais 20 (+0,9%) do que em dezembro de 2024. No total, em 2025, registaram-se 37 702 casamentos em Portugal, mais 1 069 (+2,9%) do que em 2024 (36 633).

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Imagem sobre O Índice de Custo do Trabalho aumentou 6,9% no 4.º trimestre de 2025 e 5,5% em 2025 13-02-2026

O Índice de Custo do Trabalho aumentou 6,9% no 4.º trimestre de 2025 e 5,5% em 2025

No 4.º trimestre de 2025, o Índice de Custo do Trabalho (ICT) registou um acréscimo homólogo de 6,9%. No trimestre anterior, tinha aumentado 4,8%.

Os custos salariais (por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 7,0% e os outros custos (também por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 6,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A evolução homóloga do ICT resultou também da conjugação do acréscimo de 4,9% no custo médio por trabalhador e do decréscimo de 1,7% no número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador. O acréscimo do custo médio por trabalhador foi transversal a todas as atividades económicas, tendo os aumentos sido maiores na Construção (6,4%) e menores na Administração Pública (4,8%). Com exceção da Indústria, que apresentou um acréscimo maior do que o registado no trimestre anterior, e da Construção, cujo valor se manteve inalterado, a Administração Pública e os Serviços registaram aumentos menores. As horas efetivamente trabalhadas por trabalhador aumentaram 0,7% na Administração Pública e 0,6% na Construção e diminuíram 4,2% nos Serviços e 0,8% na Indústria. Em resultado destas variações, o ICT aumentou em todas as atividades económicas, tendo o maior acréscimo sido observado nos Serviços (9,7%).

Em 2025, o ICT aumentou 5,5%, a que corresponderam acréscimos de 5,5% nos custos salariais e nos outros custos. O custo médio por trabalhador aumentou 5,5% e o número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador aumentou 0,2%.

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Imagem sobre Dependência dos mercados externos diminuiu no 4º trimestre de 2025 13-02-2026

Dependência dos mercados externos diminuiu no 4º trimestre de 2025

O setor do alojamento turístico registou 7,2 milhões de hóspedes e 17,1 milhões de dormidas no 4.º trimestre de 2025, correspondendo a variações de +2,9% e de +1,9%, respetivamente (+2,1% e +1,9%, pela mesma ordem, no 3.º trimestre de 2025). Os proveitos totais atingiram 1,4 mil milhões de euros e os de aposento totalizaram 1,0 mil milhões de euros, traduzindo acréscimos de 5,5% e 4,5%, respetivamente (+7,4% e +6,8% no trimestre anterior). 

Os mercados externos mantiveram-se dominantes (69,2% do total), embora com menor peso relativo face ao período homólogo, ao registarem 11,8 milhões de dormidas (+0,9%). Este foi o 5.º trimestre consecutivo em que se observou uma redução do peso dos mercados externos, em termos homólogos. Por sua vez, as dormidas de residentes aumentaram 4,2% para 5,3 milhões.

No 4.º trimestre, a dependência dos mercados externos, medida pela proporção  de dormidas de não residentes, foi mais elevada na RA Madeira (84,0% do total), seguida do Algarve (82,1%) e da Grande Lisboa (79,0%). Em contraste, o Centro e o Alentejo apresentaram menor dependência dos mercados externos (28,0% e 35,6%, respetivamente).

A Grande Lisboa foi a região com mais dormidas no 4.º trimestre de 2025 (26,8% do total), seguida do Algarve (21,0% do total) e do Norte (18,9%). As dormidas de residentes concentraram-se, sobretudo, no Norte (24,3% do total), enquanto as dos não residentes ocorreram, principalmente, na Grande Lisboa (30,6% do total).

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Imagem sobre Em termos reais, a remuneração bruta mensal média por trabalhador aumentou 2,8%. Em 202 13-02-2026

Em termos reais, a remuneração bruta mensal média por trabalhador aumentou 2,8%. Em 2025, aumentou 3,2% e a remuneração bruta base mensal média atingiu 1277€

A remuneração bruta total mensal média por trabalhador (por posto de trabalho) aumentou 5,1%, para 1 877 Euros, no trimestre terminado em dezembro de 2025 (correspondente ao 4.º trimestre do ano), em relação ao mesmo período de 2024. A componente regular e a componente base daquela remuneração aumentaram 5,1% e 5,4%, situando-se em 1 370 Euros e 1 282 Euros, respetivamente. Em termos reais, tendo por referência a variação do Índice de Preços do Consumidor, a remuneração bruta total mensal média e a sua componente regular aumentaram, ambas, 2,8% e a componente base aumentou 3,0%. Estes resultados abrangem 4,9 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações, mais 1,9% do que no mesmo período de 2024.

Em relação a dezembro de 2024, a remuneração bruta total mensal média aumentou em quase todas as dimensões de análise deste Destaque (atividade económica, dimensão de empresa, sector institucional, intensidade tecnológica e intensidade de conhecimento). Os maiores aumentos foram observados nas atividades de “Agricultura, produção animal, caça, floresta e pesca” (secção A; 13,4%), nas empresas de 5 a 9 trabalhadores (6,1%), no sector privado (5,3%) e nas empresas de “Baixa tecnologia industrial” (5,6%).

Em 2025, a remuneração bruta total mensal média por trabalhador aumentou, em relação a 2024, para 1 694 Euros (5,6%), a componente regular para 1 365 Euros (5,4%) e a componente base para 1 277 Euros (5,2%). Em termos reais, na comparação anual, os três tipos de remuneração aumentaram: 3,2%, 3,0% e 2,8%, respetivamente.

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Imagem sobre Produção na Construção abrandou para 1,8% 12-02-2026

Produção na Construção abrandou para 1,8%

O Índice de Produção na Construção aumentou 1,8% em dezembro, variação inferior em 1,1 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior.

O índice de emprego desacelerou 0,2 p.p., para 2,4%, enquanto o das remunerações abrandou 0,1 p.p., para uma variação homóloga de 8,0%.

No conjunto do ano 2025, a Produção na Construção cresceu 2,2%, desempenho igual ao verificado no ano anterior. O emprego e as remunerações apresentaram variações médias anuais de 2,5% e 8,8%, respetivamente (2,4% e 10,8% no ano anterior).

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Imagem sobre Movimento de passageiros nos aeroportos nacionais aumentou 4,7% em 2025 12-02-2026

Movimento de passageiros nos aeroportos nacionais aumentou 4,7% em 2025

Em dezembro de 2025, os aeroportos nacionais movimentaram 4,9 milhões de passageiros e 20,2 mil toneladas de carga e correio, correspondendo a variações homólogas de +4,6% e -8,8%, respetivamente (+5,0% e -2,3% no mês anterior, pela mesma ordem).

Nesse mês desembarcaram em média 82,1 mil passageiros por dia, resultado superior aos cerca de 78 mil registados em dezembro de 2024, o que representa um crescimento de 5,2%.

No conjunto do ano 2025 (dados preliminares), o movimento de passageiros cresceu 4,7%, enquanto o tráfego de carga e correio diminuiu 0,5% (+4,3% e +14,2%, respetivamente, em 2024).

Em 2025, o ranking dos cinco principais países de origem e de destino dos voos manteve-se inalterado face ao ano anterior. O Reino Unido continuou a ser o principal país, registando crescimentos tanto no número de passageiros desembarcados (+2,4%), como nos embarcados (+2,2%), face a 2024. A França manteve a 2ª posição, apesar de apresentar decréscimos de 2,3% nos passageiros desembarcados e de 1,9% nos passageiros embarcados. Espanha, Alemanha e Itália completaram o grupo dos principais países de origem e de destino, ocupando a 3ª, 4ª e 5ª posições, respetivamente.

Consulte a informação através da Aplicação Interativa das Estatísticas do Transporte Aéreo.

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Imagem sobre Do 3.º para o 4.º trimestre de 2025, 30,6% dos desempregados transitaram para o emprego 11-02-2026

Do 3.º para o 4.º trimestre de 2025, 30,6% dos desempregados transitaram para o emprego. Entre 2024 e 2025, essa proporção foi 46,7%

No 4.º trimestre de 2025

Do total de pessoas que estavam desempregadas no 3.º trimestre de 2025, 52,2% (170,4 mil) permaneceram nesse estado no 4.º trimestre de 2025, 30,6% (99,8 mil) transitaram para o emprego e 17,3% (56,4 mil) transitaram para a inatividade.

No mesmo período, 32,6% (50,0 mil) dos homens desempregados e 28,8% (49,8 mil) das mulheres desempregadas transitaram para o emprego.

Do 3.º para o 4.º trimestre de 2025, 35,6% (74,4 mil) dos desempregados de curta duração e 22,5% (29,9 mil) dos inativos pertencentes à “força de trabalho potencial” transitaram para o emprego.

Ao mesmo tempo, transitaram para um trabalho por conta de outrem 9,6% (75,0 mil) das pessoas que tinham um trabalho por conta própria e 27,1% (88,6 mil) das pessoas que se encontravam desempregadas.

Do total de trabalhadores por conta de outrem que, no 3.º trimestre de 2025, tinham um contrato de trabalho com termo ou outro tipo de contrato, 24,1% (165,0 mil) passaram a ter um contrato sem termo no 4.º trimestre de 2025.

Do número de pessoas que, no 3.º trimestre de 2025, tinham um emprego a tempo parcial, 19,4% (81,1 mil) passaram a trabalhar a tempo completo no 4.º trimestre de 2025.

A percentagem de pessoas que permaneceram empregadas entre o 3.º e o 4.º trimestre de 2025, mas que mudaram de emprego, fixou-se nos 3,5% (178,1 mil).

No mesmo período, 3,4% (173,8 mil) das pessoas que permaneceram empregadas continuaram a ter dois ou mais empregos e 2,0% (101,3 mil) das pessoas que tinham um emprego passaram a ter dois ou mais empregos.

Do total de jovens dos 16 aos 34 anos que, no 3.º trimestre de 2025, não estavam empregados, nem em educação ou formação (NEEF), 24,3% (47,9 mil) transitaram para o emprego no 4.º trimestre de 2025, enquanto 19,2% (38,0 mil) passaram a frequentar o ensino ou formação.

Em 2025

Do total de pessoas que estavam desempregadas em 2024, 33,9% (119,1 mil) permaneceram nesse estado em 2025, 46,7% (164,0 mil) transitaram para o emprego e 19,4% (68,0 mil) transitaram para a inatividade.

No mesmo período, 48,9% (81,4 mil) dos homens desempregados e 44,7% (82,6 mil) das mulheres desempregadas transitaram para o emprego.

De 2024 para 2025, 56,4% (124,9 mil) dos desempregados de curta duração e 30,8% (38,8 mil) dos inativos pertencentes à “força de trabalho potencial” transitaram para o emprego.

Ao mesmo tempo, transitaram para um trabalho por conta de outrem 12,8% (94,5 mil) das pessoas que tinham um trabalho por conta própria e 40,9% (143,8 mil) das pessoas que se encontravam desempregadas.

Do total de trabalhadores por conta de outrem que, em 2024, tinham um contrato de trabalho com termo ou outro tipo de contrato, 40,8% (282,8 mil) passaram a ter um contrato sem termo em 2025.

Do número de pessoas que, em 2024, tinham um emprego a tempo parcial, 32,3% (138,8 mil) passaram a trabalhar a tempo completo em 2025.

A percentagem de pessoas que permaneceram empregadas entre 2024 e 2025, mas que mudaram de emprego, fixou-se nos 9,5% (464,9 mil).

No mesmo período, 2,9% (143,3 mil) das pessoas que permaneceram empregadas continuaram a ter dois ou mais empregos e 2,5% (124,2 mil) das pessoas que tinham um emprego passaram a ter dois ou mais empregos.

Do total de jovens dos 16 aos 34 anos que, em 2024, não estavam empregados, nem em educação ou formação (NEEF), 39,1% (78,8 mil) transitaram para o emprego em 2025, enquanto 21,5% (43,3 mil) passaram a frequentar o ensino ou formação.

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Imagem sobre Volume de Negócios nos Serviços cresceu 3,4% 11-02-2026

Volume de Negócios nos Serviços cresceu 3,4%

Em dezembro, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços registou uma variação homóloga nominal de 3,4%, representando uma aceleração de 1,8 pontos percentuais (p.p.) face à taxa registada no mês anterior. Em termos reais, o índice deflacionado caiu 1,0%, após uma queda de 1,4% em novembro.

No 4.º trimestre de 2025, o índice agregado cresceu 3,1% face ao mesmo período de 2024 (3,3% no trimestre anterior). No conjunto do ano 2025, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços aumentou 3,7%, após o crescimento de 4,8% registado em 2024.

Os índices de emprego e remunerações apresentaram variações homólogas de 2,3% e 7,9%, respetivamente, em dezembro (2,9% e 9,3% no mês anterior). No conjunto do ano de 2025, os índices de emprego e de remunerações registaram taxas de variação média anual de 3,4% e 9,5%, respetivamente (4,8% e 11,0% em 2024).

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC diminuiu para 1,9% 11-02-2026

Taxa de variação homóloga do IPC diminuiu para 1,9%

A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 1,9% em janeiro de 2026, taxa inferior em 0,3 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação de 1,8% (2,1% em dezembro de 2025). A variação do índice relativo aos produtos energéticos foi -2,2% (-2,4% no mês anterior) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados registou uma variação de 5,8% (6,1% em dezembro de 2025). 

A variação mensal do IPC foi -0,7% (0,1% no mês precedente e -0,5% em janeiro de 2025). A variação média dos últimos doze meses foi 2,3% (valor idêntico no mês anterior). 

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português apresentou uma variação homóloga de 1,9% (2,4% no mês anterior), taxa superior em 0,2 p.p. ao valor estimado pelo Eurostat para a área do Euro (em dezembro de 2025, esta diferença tinha-se fixado em 0,4 p.p.). 

Excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, o IHPC em Portugal atingiu uma variação homóloga de 1,9% em janeiro (2,4% em dezembro de 2025), taxa inferior à da área do Euro (estimada em 2,2%).

O IHPC registou uma variação mensal de -1,0% (0,0% no mês anterior e -0,6% em janeiro de 2025) e uma variação média dos últimos doze meses de 2,1% (2,2% no mês precedente).

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Imagem sobre Exportações e importações decresceram em dezembro de 2025 09-02-2026

Exportações e importações decresceram em dezembro de 2025

Em dezembro de 2025, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de, respetivamente, -0,7% e -2,7% (-1,5% e -7,2%, pela mesma ordem, em novembro de 2025). Quando excluídas as transações sem transferência de propriedade (TTE), a contração foi idêntica nas exportações (-6,1% em novembro), mas mais acentuada nas importações (-4,0%, -2,2% em novembro). O défice da balança comercial de bens atingiu 2 871 milhões de euros, refletindo um desagravamento de 190 milhões de euros face a dezembro de 2024. Excluindo as TTE, o défice comercial registou um desagravamento de 302 milhões de euros.

Em dezembro de 2025, os índices de valor unitário (preços) mantiveram variações negativas nas exportações (-2,6%) e nas importações (-2,4%). Estas variações comparam com -0,5% e -1,8%, respetivamente, em novembro de 2025 e com -0,7% e -0,2% em dezembro de 2024. 

Neste destaque, foi incluída uma síntese dos primeiros resultados anuais de 2025, por Grandes Categorias Económicas de Bens (CGCE) e principais países parceiros. Estes resultados apontam para aumentos em ambos os fluxos: +0,5% nas exportações, em abrandamento face ao ano anterior (+2,0%); +3,9% nas importações, em aceleração face a 2024 (+2,0%). Excluindo as transações sem transferência de propriedade (TTE), é atenuado o aumento das importações (+2,3%), enquanto nas exportações se observa uma inversão, ao registar-se um decréscimo de 1,6%.

O défice da balança comercial registou um agravamento de 3 752 milhões de euros, atingindo os 32 100 milhões de euros em 2025. As transações sem transferência de propriedade contribuíram para atenuar o aumento do défice, tendo este atingido 32 309 milhões de euros (+3 544 milhões de euros comparativamente com 2024) quando excluído este tipo de movimentos. Por outro lado, os Combustíveis e lubrificantes, penalizaram o saldo da balança comercial em 2025, que se situou em -26 817 milhões de euros quando excluída esta categoria de bens, agravando-se em 4 457 milhões, face ao ano anterior, em resultado de aumentos mais acentuados nas exportações e importações: +2,5% e +6,6%, respetivamente (+1,5% e +3,1% em 2024, pela mesma ordem).

Os resultados divulgados com este destaque poderão ser objeto de revisões de maior magnitude do que é habitual nas próximas divulgações, em virtude do impacto das recentes alterações nos sistemas eletrónicos de declaração aduaneira na informação administrativa utilizada na compilação das estatísticas do Comércio Internacional de Bens.

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Imagem sobre Custos de construção de habitação nova aumentaram 4,0% 09-02-2026

Custos de construção de habitação nova aumentaram 4,0%

Em dezembro de 2025, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 4,0% em termos homólogos, 0,9 pontos percentuais (p.p.) abaixo do mês anterior. O preço dos materiais registou uma variação de 0,8% e o custo da mão de obra aumentou 7,7%. 

O Índice de Custos de Construção de Habitação Nova (ICCHN) apresentou uma variação média de 4,0% em 2025, valor 0,6 p.p. superior ao registado em 2024.

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Imagem sobre Volume de Negócios na Indústria cresceu 2,0% 09-02-2026

Volume de Negócios na Indústria cresceu 2,0%

Em dezembro, o Índice de Volume de Negócios na Indústria apresentou um crescimento homólogo nominal de 2,0%, invertendo a variação negativa de 1,3% observada no mês anterior. Excluindo o agrupamento da Energia, o volume de negócios aumentou 3,4% (0,9% em novembro). Os índices relativos ao mercado nacional e ao mercado externo registaram variações de 1,9% e 2,3% (2,4% e -7,4% no mês precedente).

As vendas na indústria aumentaram 0,6% no quarto trimestre de 2025 (1,1% no trimestre anterior).

No conjunto do ano de 2025, o volume de negócios na indústria teve um crescimento de 0,3%, que compara com a redução de 1,2% em 2024.

O emprego e as remunerações registaram variações homólogas de -0,2% e 4,4% em dezembro (-0,3% e 5,2% no mês anterior). Em 2025, as taxas médias de variação do emprego e das remunerações fixaram-se em -0,3% e 5,1% (0,0% e 7,2% em 2024).

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Imagem sobre A taxa de desemprego situou-se em 5,8% 04-02-2026

A taxa de desemprego situou-se em 5,8%

No 4.º trimestre de 2025, a população empregada (5 339,5 mil pessoas) aumentou 0,1% (7,4 mil) em relação ao trimestre anterior e 3,7% (190,7 mil) relativamente ao trimestre homólogo de 2024.

A proporção da população empregada em teletrabalho, isto é, que trabalhou a partir de casa com recurso a tecnologias de informação e comunicação, foi de 21,2% (1 129,4 mil pessoas), superior em 1,8 pontos percentuais (p.p.) à do 3.º trimestre de 2025 e em 0,7 p.p. à do 4.º trimestre de 2024.

A população desempregada, estimada em 326,3 mil pessoas, manteve-se praticamente inalterada em relação ao trimestre anterior e diminuiu 11,4% (42,0 mil) relativamente ao trimestre homólogo.

A taxa de desemprego foi estimada em 5,8%, valor idêntico ao do trimestre anterior e inferior em 0,9 p.p. ao do 4.º trimestre de 2024.

A subutilização do trabalho abrangeu 571,2 mil pessoas, valor inferior em 0,5% (2,7 mil) ao do trimestre anterior e em 8,7% (54,3 mil) ao do período homólogo. A taxa de subutilização do trabalho, estimada em 9,9%, igualou a do trimestre anterior e diminuiu 1,2 p.p. em termos homólogos.

A população inativa com 16 e mais anos (3 730,1 mil) aumentou 0,7% (26,5 mil) em relação ao trimestre anterior e diminuiu 0,2% (7,2 mil) relativamente ao homólogo.

Em 2025, a média anual da população empregada foi de 5 275,3 mil pessoas e aumentou 3,2% (163,0 mil) em relação ao ano anterior. Já a população desempregada, estimada em 337,1 mil pessoas, diminuiu 4,0% (14,0 mil) em relação a 2024.

A taxa de desemprego foi de 6,0% e a taxa de subutilização do trabalho foi de 10,2%, tendo ambas diminuído em relação a 2024 (0,4 p.p. e 0,8 p.p., respetivamente), correspondendo aos valores mais baixos desde 2011.

A taxa de desemprego de jovens (16 a 24 anos) situou-se em 19,5%, menos 2,1 p.p. do que no ano anterior, enquanto a proporção de desempregados de longa duração foi estimada em 36,8%, menos 0,1 p.p. do que em 2024.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Fevereiro de 2026 23-02-2026

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Fevereiro de 2026

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Janeiro de 2026 20-02-2026

Boletim Mensal de Estatística - Janeiro de 2026

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre REVSTAT - Statistical Journal 26-01-2026

REVSTAT - Statistical Journal

Publicação de artigos de relevante conteúdo científico, abrangendo todos os ramos da Probabilidade e da Estatística, e que oferece um contributo efetivo para o esclarecimento e a divulgação de métodos estatísticos inovadores fundamentados em problemas reais.

Special edition

The 15th International Conference on Ordered Statistical Data (OSD2024) was held at the Department of Mathematics of the University of Coimbra, Portugal, from June 11-14, 2024, continuing a series of biennial meetings that began in Mysore in 2000 and has since moved around the globe, fostering the sharing of results and new methodologies among an increasing community focused on the mathematical theory and applications of ordered or censored statistical data.

Todos os artigos estão disponíveis em REVSTAT-Statistical Journal

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Janeiro de 2026 22-01-2026

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Janeiro de 2026

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Dezembro de 2025 19-01-2026

Boletim Mensal de Estatística - Dezembro de 2025

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre As Pessoas - 2024 06-01-2026

As Pessoas - 2024

Brochura de síntese de informação estatística relativa aos temas: População, Educação, Cultura e Desporto, Saúde, Mercado de Trabalho, Proteção Social e Rendimento e Condições de Vida.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Novembro de 2025 23-12-2025

Boletim Mensal de Estatística - Novembro de 2025

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Dezembro de 2025 23-12-2025

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Dezembro de 2025

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre REVSTAT - Statistical Journal - Outubro de 2025 19-12-2025

REVSTAT - Statistical Journal - Outubro de 2025

Publicação de artigos de relevante conteúdo científico, abrangendo todos os ramos da Probabilidade e da Estatística, e que oferece um contributo efetivo para o esclarecimento e a divulgação de métodos estatísticos inovadores fundamentados em problemas reais.

Todos os artigos estão disponíveis em REVSTAT-Statistical Journal

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Estatísticas do Ambiente - 2024

A publicação Estatísticas do Ambiente - 2024 apresenta uma análise detalhada do setor do ambiente, privilegiando-se a divulgação da informação através de quadros com indicadores síntese, figuras e mapas

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