CALENDÁRIO +Info...

Terça-Feira, 1 de Maio de 2018

Quarta-Feira, 2 de Maio de 2018

Segunda-Feira, 7 de Maio de 2018

  • ITRM 2018 - 17ª Semana: Últ. dia

Terça-Feira, 8 de Maio de 2018

Quinta-Feira, 10 de Maio de 2018

Segunda-Feira, 14 de Maio de 2018

  • ICC 2018 - Mai: Últ. dia
  • ICCOP 2018 - Mai: Últ. dia
  • ICIT 2018 - Mai: Últ. dia
  • ICS 2018 - Mai: Últ. dia
  • ITRM 2018 - 18ª Semana: Últ. dia

Terça-Feira, 15 de Maio de 2018

Domingo, 20 de Maio de 2018

Segunda-Feira, 21 de Maio de 2018

  • ITRM 2018 - 19ª Semana: Últ. dia

Terça-Feira, 22 de Maio de 2018

  • IMGA 2018 - Abr: Últ. dia
  • IMLV 2018 - Abr: Últ. dia
  • IMTM 2018 - Abr: Últ. dia
  • IPEB 2018 - 2ª Previsão: Últ. dia

Sexta-Feira, 25 de Maio de 2018

  • IPMC 2018 - Mai: Últ. dia
  • IPPI 2018 - Mai: Últ. dia

Segunda-Feira, 28 de Maio de 2018

  • ITRM 2018 - 20ª Semana: Últ. dia

INFORMAÇÕES

O conhecimento de informação estatística fiável, pertinente e atual é indispensável à tomada de decisão a todos os níveis. A sua colaboração na resposta aos inquéritos do INE é decisiva para a produção e difusão das estatísticas oficiais.

EM DESTAQUE

0735
INE - Informar, Saber, Decidir
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Imagem sobre A idade média ao óbito foi de 73,1 anos para os tumores malignos e 81,1 para as doenças do aparelho circulatório 22-05-2018

A idade média ao óbito foi de 73,1 anos para os tumores malignos e 81,1 para as doenças do aparelho circulatório

Em 2016 registaram-se 110 970 óbitos no país. As doenças do aparelho circulatório (29,6%) e os tumores malignos (24,7%) estiveram na origem de mais de metade (54,2%) dos óbitos ocorridos no país em 2016, constituindo as duas principais causas básicas de morte.
Por doenças do aparelho circulatório ocorreram 32 805 mortes, menos 0,2% que no ano anterior. As mulheres continuaram a ser as mais afetadas, representando 55,1% do total de óbitos por estas doenças. A idade média ao óbito foi de 81,1 anos, mais baixa para os homens (78,0 anos) que para as mulheres (83,7 anos). O número de óbitos com idade inferior a 70 anos por esta causa aumentou 0,5% de 2015 para 2016.
Os tumores malignos causaram 27 357 óbitos, mais 2,7% que em 2015 (26 647 óbitos). Este conjunto de doenças esteve na origem de mais mortes masculinas (59,6%) que femininas (40,4%), com uma idade média ao óbito de 73,1 anos.
A mortalidade prematura (antes dos 70 anos) foi 36,7%, bastante mais elevada para os homens (39,5%) que para as mulheres (32,7%), e o número de anos potenciais de vida perdidos no país em 2016 devido às mortes por tumores malignos foi 111 072 anos.
Em 2016, diminuíram as mortes devidas a doenças do aparelho respiratório (12,1% face a 12,4% em 2015) e as causadas por diabetes mellitus (3,9% face a 4,0% em 2015).

 

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Imagem sobre Taxa de juro aumentou para 1,031% 21-05-2018

Taxa de juro aumentou para 1,031%

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação fixou-se nos 1,031%, valor superior em 0,6 pontos base (p.b.) ao observado em março. A prestação média vencida foi 240 euros, mais 1 euro que no mês anterior. O capital médio em dívida para a totalidade dos contratos de crédito à habitação aumentou para 51 817 euros.

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Imagem sobre Preços na Produção Industrial aumentaram 1,2% em termos homólogos 18-05-2018

Preços na Produção Industrial aumentaram 1,2% em termos homólogos

O Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) apresentou uma taxa de variação homóloga de 1,2% (1,0% em março). Excluindo o agrupamento de Energia, o índice passou de uma variação de 1,4% em março para 1,2% em abril. A variação mensal do índice agregado situou-se em 0,1% (-0,1% em abril de 2017).

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Imagem sobre Indicador de atividade económica diminui e indicador de clima económico estabiliza 18-05-2018

Indicador de atividade económica diminui e indicador de clima económico estabiliza

Na Área Euro, (AE), o PIB em termos reais registou uma variação homóloga de 2,5% no 1º trimestre de 2018 (2,8% no trimestre anterior). Em abril, o indicador de confiança dos consumidores e o indicador de sentimento económico diminuíram na AE. No mesmo mês, os preços das matérias-primas e do petróleo apresentaram variações em cadeia de 0,9% e 9,8%, respetivamente (-0,2% e 1,2% em março). No caso do petróleo, atingiu-se o preço expresso em euros mais elevado desde dezembro de 2014 (58,7 euros). 
Em Portugal, o PIB registou um crescimento, em termos homólogos, de 2,1% em volume no 1º trimestre de 2018 (2,4% no 4º trimestre de 2017). O indicador de atividade económica, disponível até março, diminuiu e o indicador de clima económico, disponível até abril, estabilizou. O indicador quantitativo do consumo privado estabilizou em março, verificando-se uma aceleração da componente de consumo corrente e um abrandamento da componente de consumo duradouro. O indicador de FBCF acelerou em março, devido ao maior contributo positivo das componentes de material de transporte e máquinas e equipamentos, enquanto a componente de construção apresentou um contributo positivo menos intenso. Em termos nominais, as exportações e importações de bens apresentaram variações homólogas de 2,7% e 6,3% em março, respetivamente (5,4% e 6,2% em fevereiro), refletindo, em parte, efeitos de calendário.
No 1º trimestre de 2018, a taxa de desemprego fixou-se em 7,9%, nível significativamente inferior ao observado em igual período de 2017 (10,1%). O emprego total desacelerou ligeiramente face ao trimestre anterior, passando de uma variação homóloga de 3,5% para 3,2% e a população ativa cresceu 0,7%, menos 0,1 p.p. que no trimestre anterior.
A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) situou-se em 0,4% em abril (0,7% em março). A taxa de variação da componente de bens foi 0,3% (-0,2% em março) enquanto a de serviços passou de 2,1% para 0,6%, refletindo em parte um efeito de base, tendo-se observado aumentos significativos dos preços de alguns produtos em abril de 2017 no período da Páscoa, em particular nas classes “Restaurantes e hotéis” e “Transportes”.
As remunerações médias mensais declaradas por trabalhador à Segurança Social abrandaram em março, apresentando uma variação homóloga de 0,5% (1,1% em fevereiro).

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Imagem sobre Empresas com práticas de gestão mais estruturadas apresentam melhor desempenho económico, trabalhadores mais qualificados e níveis superiores de utilização de TIC 17-05-2018

Empresas com práticas de gestão mais estruturadas apresentam melhor desempenho económico, trabalhadores mais qualificados e níveis superiores de utilização de TIC

A evidência empírica aponta para uma associação significativa entre práticas de gestão e performance económica. As empresas de maior dimensão, pertencentes a grupos, há mais anos no mercado, com elevada qualificação de recursos humanos e utilizando tecnologias de informação mais sofisticadas tendem não só a ser aquelas com melhor performance económica mas também as que exibem práticas de gestão mais estruturadas.

 

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Imagem sobre Páscoa influencia crescimento da atividade na hotelaria 15-05-2018

Páscoa influencia crescimento da atividade na hotelaria

Os estabelecimentos hoteleiros e similares registaram 1,5 milhões de hóspedes e 4,0 milhões de dormidas em março de 2018, correspondendo a variações de +11,6% e +10,3%, acelerando face a fevereiro (+6,5% e +6,2%, respetivamente). As dormidas do mercado interno evidenciaram-se com um crescimento de 16,3% (após +7,9% em fevereiro) e as dos mercados externos (72,6% do total) registaram um crescimento de 8,2% (+5,5% no mês anterior).
A estada média (2,64 noites) reduziu-se 1,1% (+4,7% no caso dos residentes e -3,2% nos não residentes). A taxa líquida de ocupação-cama (43,0%) aumentou 2,8 p.p.
Os aumentos acrescidos nas dormidas refletiram-se, naturalmente, nos proveitos, os quais, no total, apresentaram um crescimento de 17,5% (+10,9% em fevereiro) e atingiram 220,5 milhões de euros. Os proveitos de aposento aumentaram 21,1% (+11,5% em fevereiro) e ascenderam a 157,2 milhões de euros.
Estes resultados foram influenciados pelo efeito de calendário do período da Páscoa, com impacto no final de março.

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Imagem sobre Produto Interno Bruto aumentou 2,1% em volume 15-05-2018

Produto Interno Bruto aumentou 2,1% em volume

O Produto Interno Bruto (PIB), em termos homólogos, aumentou 2,1% em volume no 1º trimestre de 2018 (2,4% no trimestre anterior). A procura externa líquida registou um contributo mais negativo, em resultado da desaceleração mais acentuada das Exportações de Bens e Serviços que a registada nas Importações de Bens e Serviços. O contributo positivo da procura interna estabilizou no 1º trimestre, verificando-se uma ligeira desaceleração do consumo privado, enquanto o Investimento apresentou um crescimento ligeiramente mais acentuado, determinado pelo comportamento da Variação de Existências, refletindo o efeito base do contributo negativo verificado no 1º trimestre de 2017.
Comparativamente com o 4º trimestre de 2017, o PIB aumentou 0,4% em termos reais (0,7% no trimestre anterior). O contributo da procura externa líquida para a variação em cadeia do PIB foi negativo, após ter sido positivo no trimestre anterior, observando-se um aumento das Importações de Bens e Serviços superior ao das Exportações de Bens e Serviços. O contributo positivo da procura interna aumentou no 1º trimestre, em resultado da aceleração da Formação Bruta de Capital Fixo e do consumo privado.
 

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Imagem sobre O Índice de Custo do Trabalho diminuiu 1,5% em relação ao mesmo trimestre de 2017 14-05-2018

O Índice de Custo do Trabalho diminuiu 1,5% em relação ao mesmo trimestre de 2017

O Índice de Custo do Trabalho (ICT) ajustado de dias úteis registou um decréscimo homólogo de 1,5%, no 1.º trimestre de 2018. No trimestre anterior tinha sido observado um acréscimo homólogo de 3,8%.
As duas principais componentes dos custos do trabalho – custos salariais e outros custos (ambos por hora efetivamente trabalhada) – diminuíram 1,5% e 1,4%, respetivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior.
A variação homóloga do ICT foi também explicada pelo decréscimo de 1,0% no custo médio por trabalhador e pelo acréscimo de 0,3% no número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador.

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Imagem sobre Volume de Negócios nos Serviços desacelerou para 5,1% 14-05-2018

Volume de Negócios nos Serviços desacelerou para 5,1%

Em termos homólogos, o índice de volume de negócios nos serviços aumentou 5,1% em março, que compara com 5,3% no mês anterior. No 1.º trimestre de 2018, a variação homóloga das vendas nos serviços fixou.se em 5,7%, taxa idêntica à observada no trimestre anterior.

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Imagem sobre Carga fiscal aumenta para 34,7% do PIB 14-05-2018

Carga fiscal aumenta para 34,7% do PIB

Em 2017, a carga fiscal aumentou para 34,7% do PIB (34,3% no ano anterior). A variação positiva da receita foi determinada pelo crescimento de todas as componentes da carga fiscal. A receita com os impostos diretos aumentou 3,3%, tendo os impostos indiretos e as contribuições sociais subido 6,1% e 6,0%, respetivamente.
Relativamente aos impostos diretos, a receita do imposto sobre o rendimento de pessoas singulares (IRS) situou-se praticamente ao mesmo nível do ano anterior enquanto a receita do imposto sobre o rendimento de pessoas coletivas (IRC) cresceu 10,2%.
A receita com o imposto sobre o valor acrescentado aumentou 6,4%. Entre os restantes impostos indiretos, são de destacar os aumentos registados nas receitas com o imposto municipal sobre as transmissões onerosas de imóveis (31,6%), com o imposto sobre veículos (12,7%), com o imposto sobre o tabaco (4,0%) e com o imposto sobre produtos petrolíferos e energéticos (2,4%). As receitas com o imposto municipal sobre imóveis, devido à cobrança do adicional do IMI, regressaram a variações positivas, tendo aumentado 8,7%.
As contribuições sociais efetivas cresceram 6,0%, resultado que foi influenciado pelo crescimento do emprego e, em menor grau, pela reversão integral da medida de redução das remunerações dos trabalhadores da administração pública.
Excluindo os impostos recebidos pelas Instituições da União Europeia, Portugal manteve, em 2017, uma carga fiscal inferior à média da União Europeia (34,6%, que compara com 39,3% para a UE28).
Em 2015, o GAP do IVA foi estimado em 1,1 mil milhões de euros, o que equivale a 6,4% do IVA cobrado no ano, traduzindo uma diminuição de 1,4 pontos percentuais face ao valor estimado para o ano anterior (1,2 mil milhões de euros).

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC diminuiu para 0,4% 11-05-2018

Taxa de variação homóloga do IPC diminuiu para 0,4%

A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 0,4% em abril de 2018, taxa inferior em 0,3 pontos percentuais (p.p.) à do mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação homóloga de 0,2%, valor inferior em 0,6 p.p. ao registado em março. A desaceleração do IPC reflete em parte um efeito de base, tendo-se observado aumentos significativos dos preços de alguns produtos em abril de 2017 no período da Páscoa, em particular nas classes Restaurantes e hotéis e Transportes.
A variação mensal do IPC foi 0,7% (1,9% no mês precedente e 1,0% em abril de 2017). A variação média dos últimos doze meses fixou-se em 1,1%, taxa inferior em 0,1 p.p. à registada no mês anterior.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de 0,3%, taxa inferior em 0,5 p.p. à do mês anterior e inferior em 0,9 p.p. à estimativa do Eurostat para a área do Euro (em março, esta diferença foi de 0,5 p.p.). O IHPC registou uma variação mensal de 1,0% (2,2% no mês anterior e 1,5% em abril de 2017) e uma variação média dos últimos doze meses de 1,2% (valor inferior em 0,2 p.p. ao registado em março).

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Imagem sobre Produção na Construção abrandou para 2,5% 11-05-2018

Produção na Construção abrandou para 2,5%

O Índice de Produção na Construção apresentou em março uma taxa de variação homóloga de 2,5% (variação de 2,8% em fevereiro). Os índices de emprego e de remunerações cresceram 1,8% e 2,3% (1,7% e 2,4% em fevereiro) pela mesma ordem.

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Imagem sobre As exportações diminuíram 5,7% e as importações aumentaram 0,1%, respetivamente, em termos nominais 10-05-2018

As exportações diminuíram 5,7% e as importações aumentaram 0,1%, respetivamente, em termos nominais

Em março de 2018, as exportações de bens registaram uma variação homóloga nominal de -5,7%, em sentido contrário ao crescimento verificado no mês anterior (+5,8%). As importações de bens aumentaram 0,1%, correspondendo a uma desaceleração face à variação registada em fevereiro de 2018 (+8,1%). Estas evoluções refletem, em parte, efeitos de calendário, dado que março de 2018 teve menos dois dias úteis do que março de 2017.
O défice da balança comercial de bens foi de 1 207 milhões de euros em março de 2018, o que representa um acréscimo de 306 milhões de euros face ao mês homólogo de 2017. Excluindo os Combustíveis e lubrificantes a balança comercial atingiu um saldo negativo de 915 milhões de euros, correspondente a um aumento do défice de 231 milhões de euros em relação a março de 2017.
No 1º trimestre de 2018, as exportações e as importações de bens aumentaram respetivamente 2,7% e 6,3% face ao mesmo período de 2017.
Este destaque integra uma análise detalhada aos resultados do ano de 2017 e ao dinamismo das exportações e das importações portuguesas face ao desempenho global dos seus principais parceiros (Espanha, Alemanha e França), beneficiando da recente disponibilidade de informação adicional sobre esses países.

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Imagem sobre Volume de Negócios na Indústria registou variação nula 10-05-2018

Volume de Negócios na Indústria registou variação nula

O Índice de Volume de Negócios na Indústria apresentou uma variação homóloga nominal nula em março (6,8% no mês anterior). O índice relativo ao mercado nacional registou um aumento de 1,7% (7,4% no mês anterior), enquanto o do mercado externo diminuiu 2,3% (variação de 6,0% em fevereiro). No 1.º trimestre de 2018, a variação homóloga das vendas na indústria situou-se em 3,4% (8,4% no trimestre anterior).
Os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas apresentaram aumentos homólogos de 3,5%, 5,2% e 0,7% em março (3,6%, 3,4% e 2,6% no mês anterior, pela mesma ordem).

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Imagem sobre A taxa de desemprego foi 7,9% 09-05-2018

A taxa de desemprego foi 7,9%

A taxa de desemprego do 1.º trimestre de 2018 foi 7,9%. Este valor é inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) ao do trimestre anterior e em 2,2 p.p. ao do trimestre homólogo de 2017.
A população desempregada, estimada em 410,1 mil pessoas, diminuiu 2,8% (menos 11,9 mil) face ao trimestre anterior, prosseguindo os decréscimos trimestrais observados desde o 2.º trimestre de 2016. Em relação ao trimestre homólogo, verificou-se uma diminuição de 21,7% (menos 113,8 mil), ligeiramente inferior à observada no trimestre anterior.
A população empregada, estimada em 4 806,7 mil pessoas, registou uma variação trimestral relativa quase nula (associada a um ligeiro acréscimo de 1,8 mil pessoas) e um aumento homólogo de 3,2% (mais 148,6 mil).
A taxa de desemprego de jovens (15 a 24 anos) foi 21,9%, o valor mais baixo da série iniciada no 1.º trimestre de 2011.
A taxa de subutilização do trabalho foi 15,2%. Este valor é inferior em 0,3 p.p. ao do trimestre anterior e em 3,0 p.p. ao do trimestre homólogo de 2017.
Nestas estimativas trimestrais foi considerada a população com 15 e mais anos e os valores não são ajustados de sazonalidade.

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Imagem sobre Custos de construção mantêm variação homóloga de 1,5% 08-05-2018

Custos de construção mantêm variação homóloga de 1,5%

A variação homóloga do Índice de Custos de Construção de Habitação Nova foi 1,5% em março, taxa igual à registada em fevereiro. O Índice de Preços de Manutenção e Reparação Regular da Habitação aumentou 2,3% (1,6% no mês anterior).

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Imagem sobre Reduziu-se a população que vive com sobrecarga de despesas em habitação 07-05-2018

Reduziu-se a população que vive com sobrecarga de despesas em habitação

De acordo com os resultados definitivos do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento, em 2017 9,3% das pessoas viviam com insuficiência de espaço habitacional e a proporção de pessoas afetadas por condições severas de privação habitacional foi de 4,0%, menos 1 ponto percentual (p.p.) e 0,9 p.p. que no ano anterior.
Foi também positiva a evolução da taxa de sobrecarga das despesas em habitação, que atingiu 6,7% da população em 2017 (menos 0,8 p.p. que em 2016).
Os resultados definitivos do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (EU-SILC) indicam ainda que o rendimento monetário disponível mediano por adulto equivalente foi, em termos nominais, de 9 071 euros em 2016, que corresponde a um limiar de pobreza de 5 443 euros. Estes resultados confirmam a taxa de risco de pobreza de 18,3% em 2016, bem como a taxa de risco de pobreza ou exclusão social de 23,3%, divulgadas em novembro de 2017. 
O rendimento monetário disponível médio por agregado familiar foi de 18 396 euros anuais em 2016, mais 2,4% que no ano anterior e mais 8,6% que o valor mínimo da série registado em 2013, mas ainda inferior ao valor de 2009.

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Imagem sobre As cidades de Lisboa e do Porto registaram um crescimento de 18% dos preços da habitação face ao período homólogo 02-05-2018

As cidades de Lisboa e do Porto registaram um crescimento de 18% dos preços da habitação face ao período homólogo

No quarto trimestre de 2017 (últimos 12 meses) o valor mediano dos preços dos alojamentos familiares vendidos no país fixou-se em 932 euros por metro quadrado, +7,6% face ao valor registado no quarto trimestre de 2016 (866 euros por metro quadrado). No período em análise, 39 municípios localizados maioritariamente, no Algarve e na Área Metropolitana de Lisboa, apresentaram um preço mediano de venda de habitação acima do valor nacional.
Face ao período homólogo, as sete cidades do país com mais de 100 mil habitantes registaram uma subida dos preços da habitação. As cidades de Lisboa (+18,1%), do Porto (+17,6%) e da Amadora (+15,9%) apresentaram as taxas de crescimento mais expressivas face ao quarto trimestre de 2016. A cidade de Braga registou o menor crescimento relativo (+5,4%) entre as cidades com mais de 100 mil habitantes.

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Imagem sobre Viagens turísticas dos residentes com aumentos no 4º trimestre e no ano de 2017 02-05-2018

Viagens turísticas dos residentes com aumentos no 4º trimestre e no ano de 2017

No 4º trimestre de 2017, os residentes em Portugal realizaram 4,75 milhões de deslocações turísticas, o que correspondeu a um aumento de 7,4% face ao trimestre homólogo de 2016 (+1,1% no 3ºT). As viagens com destino ao estrangeiro representaram 9,9% do total e cresceram acima das viagens com destinos nacionais (+17,1% face a +6,5%; +8,5% e +0,4%, pela mesma ordem, no 3ºT).
As viagens para “visita a familiares ou amigos” (2,6 milhões, 54,6% do total) perderam alguma representatividade (-4,8 p.p.), reforçando-se o peso relativo das viagens por motivos de “lazer, recreio ou férias” (+5,0 p.p.), que originaram 1,6 milhões de viagens (33,2% do total). As deslocações por motivos “profissionais ou de negócios” (405,1 mil) pesaram 8,5% no total (+0,3 p.p.).
As dormidas em “hotéis e similares”, com uma quota de 15,5%, registaram um aumento de importância relativa de 1,1 p.p.
No conjunto do ano de 2017 as deslocações turísticas aumentaram 5,0% (+5,4% em 2016), para um total de 21,2 milhões. “Lazer, recreio ou férias” foi o principal motivo para viajar, correspondendo a 9,6 milhões de viagens (45,2% do total, +1,4 p.p.), seguindo-se “visita a familiares ou amigos”, com 9,3 milhões (44,0%, -0,1 p.p.).

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Imagem sobre Vendas no Comércio a Retalho aceleraram para 5,1% 30-04-2018

Vendas no Comércio a Retalho aceleraram para 5,1%

O Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho registou uma variação homóloga de 5,1% (4,3% em fevereiro). Os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas ajustadas de efeitos de calendário, apresentaram taxas de variação homóloga de 3,7%, 3,4% e 0,4%, respetivamente (3,7%, 4,7% e 0,3% em fevereiro, pela mesma ordem).
No primeiro trimestre de 2018, as vendas no comércio a retalho subiram 5,1% em termos homólogos (4,4% no 4.º trimestre de 2017).

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Abril de 2018 25-05-2018

Boletim Mensal de Estatística - Abril de 2018

 

O Boletim Mensal de Estatística, contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Causas de morte - 2016 22-05-2018

Causas de morte - 2016

 

A publicação apresenta os resultados estatísticos relativos à mortalidade por causas de morte em Portugal durante o ano de 2016. Está organizada em fichas individuais para 55 grupos de causas de morte baseados na lista utilizada pela «OECD Health Data», com apresentação de uma análise descritiva para cada causa ou grupo de causas de morte, bem como um quadro síntese com dados e indicadores de mortalidade.
Incluem-se ainda quadros de dados com informação mais detalhada por grupo de causas de morte, nomeadamente contagens de óbitos por sexo, grupo etário e região de residência, bem como indicadores estatísticos derivados.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Maio de 2018 22-05-2018

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Maio de 2018

 

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.


Nota: Até Fevereiro de 2009 editado com o título:Boletim mensal da agricultura e pescas e agro-indústria

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Imagem sobre Práticas de gestão - 2016 17-05-2018

Práticas de gestão - 2016

 

A publicação Práticas de Gestão - 2016 tem como objetivo caracterizar as práticas de gestão das sociedades com recurso a uma medida sintética da qualidade da gestão designada indicador gscore.

Esta análise foi desagregada em dois grupos — práticas mais estruturadas e práticas menos estruturadas — relacionando esta classificação com indicadores económicos, grau de qualificação dos recursos humanos e grau de utilização de tecnologias de informação e comunicação.
A evidência empírica aponta para uma associação significativa entre práticas de gestão e performance económica.
As empresas de maior dimensão, pertencentes a grupos, há mais anos no mercado, com elevada qualificação de recursos humanos e utilizando mais intensivamente tecnologias de informação e comunicação tendem não só a ser aquelas com melhor performance económica mas também as que exibem práticas de gestão mais estruturadas.

Os primeiros resultados deste inquérito foram divulgados no destaque à comunicação social: Inquérito às Práticas de Gestão 2016, em novembro de 2017.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Março de 2018 23-04-2018

Boletim Mensal de Estatística - Março de 2018

 

O Boletim Mensal de Estatística, contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Abril de 2018 20-04-2018

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Abril de 2018

 

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

Nota: Até Fevereiro de 2009 editado com o título:Boletim mensal da agricultura e pescas e agro-indústria

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Imagem sobre REVSTAT - Statistical Journal 12-04-2018

REVSTAT - Statistical Journal

REVSTAT - Statistical Journal (Vol.16 Number 2 - April 2018)
Publicação de artigos de relevante conteúdo científico, abrangendo todos os ramos da Probabilidade e da Estatística, e que oferece um contributo efetivo para o esclarecimento e a divulgação de métodos estatísticos inovadores fundamentados em problemas reais.  Edição em língua inglesa.

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Imagem sobre Estatísticas da Saúde - 2016 06-04-2018

Estatísticas da Saúde - 2016

A presente publicação apresenta os dados estatísticos sobre saúde relativos a Portugal em 2016, abrangendo – em geral com desagregação geográfica ao nível III da nova versão da  NUTS (NUTS 2013) – dez subtemas: hospitais, farmácias e medicamentos, pessoal de saúde inscrito, partos, morbilidade por doenças de declaração obrigatória, mortalidade geral, mortalidade infantil, mortalidade neonatal, mortalidade fetal e conta satélite da saúde.
Inclui ainda uma breve descrição das operações estatísticas que estão na origem dos dados publicados, bem como dos conceitos e classificações utilizados.


Consulte também a infografia Saúde em Portugal - 2016

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Imagem sobre Península Ibérica em Números - 2017 29-03-2018

Península Ibérica em Números - 2017

Os Institutos Nacionais de Estatística de Portugal e de Espanha publicam, conjuntamente, a 14.ª edição de Península Ibérica em Números | Península Ibérica en Cifras. A publicação contém indicadores estatísticos oficiais agrupados em 14 temas, que permitem comparar estes dois países e observar a posição de cada um no contexto da União Europeia. Em múltiplos casos, a informação é apresentada com detalhe a nível regional.


Está também disponível a edição interativa da publicação

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Fevereiro de 2018 23-03-2018

Boletim Mensal de Estatística - Fevereiro de 2018

 

O Boletim Mensal de Estatística, contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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