CALENDÁRIO +Info...

Terça-Feira, 1 de Agosto de 2017

Segunda-Feira, 7 de Agosto de 2017

  • ITRM 2017 - 30ª Semana: Últ. dia

Quinta-Feira, 10 de Agosto de 2017

  • IMPI 2017 - Jul: Últ. dia
  • IVNE 2017 - Jul: Últ. dia

Sábado, 12 de Agosto de 2017

  • ICC 2017 - Ago: Últ. dia

Segunda-Feira, 14 de Agosto de 2017

  • ICC 2017 - Ago: Últ. dia
  • ICCOP 2017 - Ago: Últ. dia
  • ICIT 2017 - Ago: Últ. dia
  • ICS 2017 - Ago: Últ. dia
  • ITRM 2017 - 31ª Semana: Últ. dia

Terça-Feira, 15 de Agosto de 2017

Domingo, 20 de Agosto de 2017

Segunda-Feira, 21 de Agosto de 2017

  • ITRM 2017 - 32ª Semana: Últ. dia

Terça-Feira, 22 de Agosto de 2017

  • IMGA 2017 - Jul: Últ. dia
  • IMLV 2017 - Jul: Últ. dia

Sexta-Feira, 25 de Agosto de 2017

  • IPMC 2017 - Ago: Últ. dia
  • IPPI 2017 - Ago: Últ. dia

Segunda-Feira, 28 de Agosto de 2017

  • ITRM 2017 - 33ª Semana: Últ. dia

INFORMAÇÕES

O conhecimento de informação estatística fiável, pertinente e atual é indispensável à tomada de decisão a todos os níveis. A sua colaboração na resposta aos inquéritos do INE é decisiva para a produção e difusão das estatísticas oficiais.

EM DESTAQUE

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Imagem sobre Indicador de atividade económica estabilizou em junho e indicador de clima económico, já disponível para julho, aumentou 18-08-2017

Indicador de atividade económica estabilizou em junho e indicador de clima económico, já disponível para julho, aumentou

Na Área Euro (AE), o PIB em termos reais registou uma variação homóloga de 2,2% no 2º trimestre de 2017 (1,9% no trimestre anterior). Entre maio e julho, os indicadores de confiança dos consumidores e de sentimento económico aumentaram na AE. Em julho, os preços das matérias-primas e do petróleo apresentaram variações em cadeia de 2,8% e 2,0%, respetivamente (-1,2% e -9,3% em junho).
Em Portugal, de acordo com a estimativa rápida, o PIB, em volume, registou uma variação homóloga de 2,8% no 2º trimestre de 2017 (taxa idêntica à verificada no 1º trimestre), enquanto a variação em cadeia foi 0,2% (1,0% no trimestre anterior). O indicador de atividade económica estabilizou em junho, depois de ter aumentado nos dois meses precedentes. O indicador de clima económico aumentou entre janeiro e julho, atingindo o valor máximo desde junho de 2002. O indicador quantitativo do consumo privado acelerou em junho, refletindo o contributo positivo mais expressivo da componente de consumo corrente. No mesmo mês, o indicador de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) abrandou, em resultado do contributo positivo menos intenso das componentes de material de transporte e de máquinas e equipamentos.
Em termos nominais, as exportações e importações de bens apresentaram variações homólogas de 7,5% e 13,3% em junho, respetivamente (13,3% e 16,3% em maio). Considerando a evolução da atividade económica na perspetiva da produção, em junho os índices de volume de negócios na indústria e serviços desaceleraram em junho, enquanto que o índice de produção da construção acelerou.
No 2º trimestre de 2017, a taxa de desemprego situou-se em 8,8%, que compara com 10,1% no trimestre anterior e 10,8% em igual trimestre do ano anterior. O emprego aumentou 3,4% em termos homólogos (3,2% no 1º trimestre) e a população ativa aumentou 1,2% (0,6% no trimestre precedente).
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) apresentou uma variação homóloga de 0,9% em junho e julho, observando-se uma taxa de variação nula na componente de bens no último mês (-0,1% no mês anterior) e de 2,2% na de serviços (2,4% em junho).

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Imagem sobre Seca afeta a produção de cereais de outono/inverno e a alimentação dos efetivos pecuários 18-08-2017

Seca afeta a produção de cereais de outono/inverno e a alimentação dos efetivos pecuários

As previsões agrícolas, em 31 de julho, apontam para uma diminuição generalizada na produção de cereais de outono/inverno (globalmente cerca de -20%, face a 2016), consequência das condições adversas (temperaturas muito elevadas e baixos teores de humidade do solo) em que decorreu grande parte do ciclo cultural.
No tomate para a indústria as perspetivas são de uma boa campanha, prevendo-se um aumento da produtividade, que deverá rondar as 94 toneladas por hectare (+15% face a 2016). Também na batata de regadio esperam-se aumentos no rendimento unitário (+10% face à campanha anterior). Quanto ao arroz e ao girassol, a expectativa é de manutenção das produtividades alcançadas em 2016.
Os pomares apresentam, de um modo geral, avanços significativos no ciclo vegetativo, perspetivando-se aumentos de 20% na produtividade da maçã, pera e pêssego, face à má campanha de 2016. As vinhas também apresentam um avanço de duas semanas e, apesar de algumas manifestarem sintomas de stress hídrico, prevê-se um aumento no rendimento unitário de 10% face à vindima anterior.

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Imagem sobre Preços na Produção Industrial abrandaram 18-08-2017

Preços na Produção Industrial abrandaram

O Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) apresentou uma variação homóloga de 2,2% (2,8% em junho). Excluindo o agrupamento de Energia, esta variação fixou-se em 1,2% (variação de 1,3% no mês precedente). A variação mensal foi -0,3% (0,3% em igual mês de 2016).

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Imagem sobre Produto Interno Bruto aumentou 2,8% em volume 14-08-2017

Produto Interno Bruto aumentou 2,8% em volume

O Produto Interno Bruto (PIB), em termos homólogos, aumentou 2,8% em volume no 2º trimestre de 2017 (taxa idêntica à verificada no trimestre anterior). A procura externa líquida registou um contributo ligeiramente negativo para a variação homóloga do PIB, refletindo uma mais acentuada desaceleração em volume das Exportações de Bens e Serviços do que das Importações de Bens e Serviços. A procura interna manteve um contributo positivo elevado, superior ao do trimestre precedente, em resultado da aceleração do Investimento.
Comparativamente com o 1º trimestre de 2017, o PIB aumentou 0,2% em termos reais (variação em cadeia de 1,0% no trimestre anterior). O contributo da procura externa líquida para a variação em cadeia do PIB foi negativo; em contrapartida, o contributo da procura interna aumentou devido à evolução do Investimento, em que o contributo quer da Variação de Existências, quer da FBCF foram positivos, o desta última inferior ao observado no trimestre anterior.

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Imagem sobre Crescimento da atividade na hotelaria baseado no mercado externo 14-08-2017

Crescimento da atividade na hotelaria baseado no mercado externo

A hotelaria registou 2,1 milhões de hóspedes e 5,9 milhões de dormidas em junho de 2017, correspondendo a variações  de 8,5% e 8,0% (7,0% e 6,5% em maio, respetivamente). O mercado interno recuou 0,2%, interrompendo a tendência crescente (+3,8% em maio), enquanto os mercados externos aceleraram (+11,2% face a +7,2% em maio).
A estada média (2,89 noites) decresceu 0,5%. A taxa de ocupação-cama (61,3%) aumentou 3,8 p.p.
Os proveitos continuaram a aumentar (+18,3%), em nível semelhante ao do mês anterior (+18,5%), tendo atingido 350,4 milhões de euros. Os proveitos de aposento atingiram 258,3 milhões de euros e apresentaram um crescimento de 20,3% (+20,2% em maio).
No 1º semestre de 2017 as dormidas de residentes aumentaram 4,3% e as de não residentes cresceram 11,6%.

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Imagem sobre Custo do Trabalho aumentou 2,9% face ao trimestre homólogo de 2016 14-08-2017

Custo do Trabalho aumentou 2,9% face ao trimestre homólogo de 2016

O Índice de Custo do Trabalho (ICT) ajustado de dias úteis registou um acréscimo homólogo de 2,9%, no 2.º trimestre de 2017. No trimestre anterior tinha sido observado um acréscimo homólogo de 3,4%.
As duas principais componentes dos custos do trabalho – custos salariais e os outros custos (por hora efetivamente trabalhada) – aumentaram 2,8% e 3,5%, respetivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior.
A variação homóloga do ICT foi também o resultado de um aumento de 1,4% no custo médio por trabalhador e de uma diminuição de 1,6% no número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador. O acréscimo da primeira componente foi transversal a todas as atividades, enquanto o decréscimo da última componente ocorreu essencialmente nas atividades na esfera do setor público.

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Imagem sobre O crescimento do Volume de Negócios nos Serviços abrandou 11-08-2017

O crescimento do Volume de Negócios nos Serviços abrandou

O índice de volume de negócios nos serviços passou de um crescimento homólogo de 7,0% em maio para 5,9% em junho. No 2º trimestre de 2017, as vendas de serviços aumentaram 7,1% (5,1% no trimestre anterior).
Os índices de emprego, de remunerações brutas e de horas trabalhadas ajustado de efeitos de calendário, apresentaram variações homólogas de 3,6%, 5,5% e 4,0%, respetivamente (3,7%, 4,7% e 3,4% em maio, pela mesma ordem).

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC manteve-se em 0,9% 10-08-2017

Taxa de variação homóloga do IPC manteve-se em 0,9%

A variação homóloga do IPC situou-se em 0,9% em julho de 2017, taxa idêntica à registada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação homóloga de 1,0%, menos 0,1 pontos percentuais (p.p.) que no mês anterior.
A variação mensal do IPC foi -0,7% (-0,4% no mês anterior e -0,7% em julho de 2016). A variação média dos últimos doze meses fixou-se em 1,1%, taxa idêntica à registada no mês anterior.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de 1,0%, valor idêntico ao mês anterior e inferior em 0,3 p.p. à estimativa do Eurostat para a área do Euro (em junho, a diferença entre as duas taxas foi também de 0,3 p.p.). O IHPC registou uma variação mensal de -0,6% (-0,5% no mês anterior e -0,6% em julho de 2016) e uma variação média dos últimos doze meses de 1,2% (valor idêntico ao registado no mês anterior).

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Imagem sobre Produção na Construção com evolução homóloga positiva 10-08-2017

Produção na Construção com evolução homóloga positiva

O índice de produção na construção registou uma taxa de variação homóloga de 1,2% em junho (0,8% no mês anterior). Os índices de emprego e de remunerações cresceram 2,1% e 1,6%, respetivamente (2,0% e 1,7%, em maio), respetivamente.

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Imagem sobre Volume de Negócios na Indústria abrandou em termos homólogos 09-08-2017

Volume de Negócios na Indústria abrandou em termos homólogos

O Índice de Volume de Negócios na Indústria apresentou um crescimento homólogo nominal de 5,6% em junho (10,8% no mês anterior). Os índices relativos ao mercado externo e ao mercado nacional passaram de aumentos, respetivamente, de 12,3% e 9,6% em maio, para 8,8% e 2,8% em junho. No 2º trimestre de 2017, as vendas na indústria aumentaram 5,9% (11,4% no trimestre anterior).
Os índices do emprego, das remunerações e das horas trabalhadas apresentaram variações homólogas de 3,2%, 5,4% e 2,0%, respetivamente (2,9%, 8,9% e 5,0% em maio, pela mesma ordem).

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Imagem sobre Taxa de desemprego estimada em 8,8% 09-08-2017

Taxa de desemprego estimada em 8,8%

A taxa de desemprego do 2.º trimestre de 2017 foi de 8,8%. Este valor é inferior em 1,3 pontos percentuais (p.p.) ao do trimestre anterior e em 2,0 p.p. ao do trimestre homólogo de 2016.
A população desempregada, estimada em 461,4 mil pessoas, registou uma diminuição trimestral de 11,9% (menos
62,5 mil), prosseguindo as diminuições trimestrais observadas desde o 2.º trimestre de 2016. Em relação ao trimestre homólogo, verificou-se uma diminuição de 17,5% (menos 97,9 mil).
A população empregada, estimada em 4 760,4 mil pessoas, verificou um acréscimo trimestral de 2,2% (mais
102,3 mil). Em relação ao trimestre homólogo, verificou-se um aumento de 3,4% (mais 157,9 mil), o maior desde o 4.º trimestre de 2013.
A taxa de desemprego de jovens (15 a 24 anos) foi de 22,7%, menos 2,4 p.p. do que no trimestre anterior e menos 4,2 p.p. do que no trimestre homólogo de 2016.
Entre os jovens dos 15 aos 34 anos, 10,8% não estavam empregados, nem em educação ou formação, o que representa uma diminuição de 1,0 p.p. face ao trimestre anterior e de 1,9 p.p. face ao homólogo.
A proporção de desempregados à procura de emprego há 12 e mais meses (longa duração) foi de 59,2%, mais
0,3 p.p. do que no trimestre anterior e menos 4,9 p.p. do que no trimestre homólogo de 2016.
A taxa de subutilização do trabalho foi de 16,6%, tendo diminuído 1,6 p.p. face ao trimestre anterior e 2,7 p.p. em relação ao 2.ºtrimestre de 2016.
Nestas estimativas trimestrais foi considerada a população com 15 e mais anos e os valores não são ajustados de sazonalidade.

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Imagem sobre As exportações e importações aumentaram 6,8% e 7,1%, respetivamente, em termos nominais 09-08-2017

As exportações e importações aumentaram 6,8% e 7,1%, respetivamente, em termos nominais

Em junho de 2017, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de, respetivamente, +6,8% e +7,1% (+15,6% e +21,8% em maio de 2017, pela mesma ordem). Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, as exportações aumentaram 7,4% e as importações cresceram 7,7% (respetivamente +14,2% e +18,7% em maio de 2017).
O défice da balança comercial de bens situou-se em 1 004 milhões de euros em junho de 2017, o que representa um aumento de 80 milhões de euros face ao mês homólogo de 2016. Excluindo os Combustíveis e lubrificantes a balança comercial atingiu um saldo negativo de 723 milhões de euros, correspondente a um aumento de 64 milhões de euros em relação ao mesmo mês de 2016.
No 2º trimestre de 2017, as exportações e as importações de bens aumentaram respetivamente 7,5% e 13,3% face ao período homólogo.
No 1º semestre de 2017 verificaram-se aumentos de 12,1% nas exportações e 14,5% nas importações (-1,4% em ambos os fluxos no 1º semestre de 2016). Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, os acréscimos foram de 10,1% e 11,5% respetivamente (+1,1% e +4,3% no 1º semestre de 2016).

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Imagem sobre Custos de construção de habitação nova desaceleraram 08-08-2017

Custos de construção de habitação nova desaceleraram

A taxa de variação homóloga do Índice de Custos de Construção de Habitação Nova foi 1,5% em junho, 0,2 pontos percentuais (p.p.) inferior à registada no mês anterior. O Índice de Preços de Manutenção e Reparação Regular da Habitação apresentou uma taxa de variação homóloga de 2,8% (2,6% em maio).

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Imagem sobre Perfil dos emigrantes portugueses no mercado de trabalho europeu 07-08-2017

Perfil dos emigrantes portugueses no mercado de trabalho europeu

A população portuguesa emigrante na Europa era, em 2014, mais jovem do que a residente em Portugal e nos países de acolhimento.
A segunda geração de emigrantes era mais escolarizada e tinha um perfil escolar semelhante à média dos países europeus.
A família e o trabalho foram as principais razões para os emigrantes de primeira geração saírem de Portugal.
A participação no mercado de trabalho da população emigrante era mais elevada do que em Portugal e na Europa.

 

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Imagem sobre Alojamento turístico acelera crescimento 04-08-2017

Alojamento turístico acelera crescimento

De acordo com a Organização Mundial de Turismo, em 2016 registaram-se 1,2 mil milhões de chegadas de turistas internacionais em todo o Mundo, refletindo um crescimento de 3,9%. Cerca de metade dos turistas internacionais (615,2 milhões) visitaram a Europa (+2,1% face a 2015).
A atividade de alojamento turístico em Portugal (hotelaria, turismo no espaço rural e alojamento local) registou 21,3 milhões de hóspedes (+11,1%) e 59,4 milhões de dormidas (+11,6%), o que correspondeu a uma aceleração face a 2015 (+10,9% e +9,1%, respetivamente).
Os proveitos totais e os de aposento do setor de alojamento turístico ascenderam, respetivamente, a 3,1 mil milhões de euros e 2,3 mil milhões de euros, com assinaláveis crescimentos de 18,1% e 19,2% (+15,0% e +16,7%).
A hotelaria registou 17,95 milhões de hóspedes e 51,4 milhões de dormidas. As dormidas dos residentes (14,2 milhões) evidenciaram um crescimento de 6,3% (+5,7% em 2015) e as de estrangeiros (37,2 milhões) aumentaram 12,1% (7,5% em 2015). O rendimento médio por quarto disponível na hotelaria (RevPAR) foi de 44,6 euros, correspondente a um acréscimo de 14,2% face ao ano anterior (+13,4% em 2015).
Relativamente a turismo internacional, verificou-se que os estrangeiros que visitaram Portugal entraram principalmente por rodovia (55,6%). Por avião chegaram 41,0% dos visitantes e o remanescente em navios de cruzeiro. Cerca de 69% dos turistas não residentes chegados a Portugal vieram por lazer, recreio ou férias. As visitas a familiares ou amigos atraíram 20,3% dos turistas enquanto os motivos profissionais ou de negócios corresponderam a 8,0% do total.

 

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Imagem sobre As sociedades com perfil exportador representaram em média 32,6% do total do volume de negócios das sociedades não financeiras 31-07-2017

As sociedades com perfil exportador representaram em média 32,6% do total do volume de negócios das sociedades não financeiras

No período 2010-2015, existiam em média em Portugal 20.362 sociedades com perfil exportador, representando 5,6% do total de sociedades não financeiras, 32,6% do volume de negócios gerado e 21,5% do pessoal ao serviço.
No período em análise, a dimensão média destas sociedades em termos de volume de negócios e de pessoal ao serviço foi respetivamente de 5.039.733 euros e 28 pessoas, o que compara com 621.196 euros e 6 pessoas para as sociedades sem esse perfil.
Entre as sociedades com perfil exportador 55,8% do volume de negócios concentrou-se nas grandes empresas, em média no período em análise.
Entre 2010-2015, as sociedades com perfil exportador registaram, em termos gerais, melhores resultados nos seus rácios económico-financeiros, comparativamente às sociedades sem perfil exportador. Em 2015, metade destas sociedades evidenciou um crescimento do volume de negócios superior a 5,0% e uma rendibilidade operacional das vendas superior a 4,3. A autonomia financeira das sociedades com perfil exportador superou em 5,4 p.p. o resultado das restantes sociedades.
Numa análise por mercados e bens transacionados, apenas possível nas sociedades com perfil exportador de bens, em 2015 destacam-se Espanha, França e Alemanha como os principais mercados de destino e as Máquinas e aparelhos, Veículos e outro material de transporte e Combustíveis minerais como os principais grupos de produtos exportados por estas sociedades.

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Imagem sobre A taxa de desemprego de maio foi de 9,2% 28-07-2017

A taxa de desemprego de maio foi de 9,2%

A taxa de desemprego de maio de 2017 situou-se em 9,2%, menos 0,3 pontos percentuais (p.p.) do que no mês anterior e menos 0,7 p.p. em relação a três meses antes. Aquele valor representa uma revisão de menos 0,2 p.p. face à estimativa provisória divulgada há um mês e constitui o valor mais baixo observado desde novembro de 2008 (8,9%).
A população desempregada de maio foi estimada em 473,7 mil pessoas, tendo diminuído 3,3% em relação ao mês precedente (menos 16,2 mil pessoas), enquanto a população empregada foi estimada em 4 670,3 mil pessoas, tendo aumentado 0,1% (mais 5,9 mil pessoas) face ao mês anterior.
A estimativa provisória da taxa de desemprego de junho de 2017 foi de 9,0%. Neste mês, a estimativa provisória da população desempregada foi de 462,6 mil pessoas e a da população empregada foi de 4 672,3 mil pessoas.

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Imagem sobre Produção Industrial registou uma variação homóloga de 0,6% 28-07-2017

Produção Industrial registou uma variação homóloga de 0,6%

O índice de produção industrial apresentou uma variação homóloga de 0,6% (2,4% em maio). A taxa de variação da secção das Indústrias Transformadoras foi 0,1% (3,0% no mês anterior). No 2.º trimestre de 2017, o índice agregado aumentou 0,6% face ao trimestre homólogo (no trimestre anterior, esta variação tinha sido 3,1%).

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Imagem sobre Vendas no Comércio a Retalho mantêm crescimento homólogo intenso 28-07-2017

Vendas no Comércio a Retalho mantêm crescimento homólogo intenso

O Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho registou uma variação homóloga de 5,2% (5,3% em maio). Os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas ajustadas de efeitos de calendário, apresentaram taxas de variação de 3,4%, 5,5% e 2,2%, respetivamente (3,5%, 8,0% e 0,8% em maio, pela mesma ordem). No 2.º trimestre de 2017, as vendas no comércio a retalho subiram 5,0% em termos homólogos (3,0% no trimestre anterior).

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Imagem sobre Indicador de confiança dos Consumidores e indicador de clima económico continuam a aumentar 28-07-2017

Indicador de confiança dos Consumidores e indicador de clima económico continuam a aumentar

O indicador de confiança dos Consumidores aumentou em julho, prolongando a trajetória positiva observada desde o início de 2013 e renovando o valor máximo da série iniciada em novembro de 1997.
O indicador de clima económico aumentou nos últimos sete meses, atingindo o máximo desde junho de 2002. No mês de referência, os indicadores de confiança aumentaram na Construção e Obras Públicas, no Comércio e nos Serviços, tendo diminuído na Indústria Transformadora.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Julho de 2017 18-08-2017

Boletim Mensal de Estatística - Julho de 2017

O Boletim Mensal de Estatística, contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Estatísticas do Turismo - 2016 04-08-2017

Estatísticas do Turismo - 2016

Apresentam-se os principais resultados de estatísticas de Turismo nas vertentes de procura turística dos residentes em Portugal, bem como na perspetiva da oferta de alojamento turístico coletivo e sua ocupação. Adicionalmente, apresentam-se resultados sintéticos sobre turismo internacional.


No âmbito da procura turística são disponibilizados os principais resultados do Inquérito às Deslocações dos Residentes, caracterizando turistas e as suas viagens, bem como informação sobre excursionismo.
Relativamente à oferta em alojamento turístico coletivo, são apresentados os dados provenientes do Inquérito à Permanência de Hóspedes na Hotelaria e Outros Alojamentos (IPHH), bem como de inquéritos similares realizados pelo INE aos parques de campismo, colónias de férias e pousadas de juventude. Destaca-se a divulgação de informação detalhada não só sobre estabelecimentos hoteleiros e similares mas também sobre alojamento local, e ainda turismo no espaço rural e turismo de habitação.

Apresentam-se ainda capítulos dedicados ao contexto económico internacional e nacional, com base em informação complementar de fontes diversas, designadamente a Organização Mundial de Turismo, Eurostat, Fundo Monetário Internacional, Banco de Portugal e Administrações portuárias.
São ainda divulgados resultados preliminares sobre visitantes (não residentes) chegados a Portugal.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Junho de 2017 25-07-2017

Boletim Mensal de Estatística - Junho de 2017

O Boletim Mensal de Estatística, contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Julho de 2017 21-07-2017

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Julho de 2017

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

Nota - até Fevereiro de 2009 editado com o título: Boletim mensal da agricultura e pescas e agro-indústria

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Imagem sobre Estatísticas Agrícolas - 2016 20-07-2017

Estatísticas Agrícolas - 2016

A publicação Estatísticas Agrícolas - 2016 está organizada em 13 capítulos, com textos de análise e respetivos quadros estatísticos. A informação divulgada diz respeito à agricultura e a alguns setores da economia nacional relacionados com o setor agrícola, incluindo assuntos tão diversificados como a produção vegetal, animal e florestal; a economia agrícola, analisada através das contas económicas da agricultura, da silvicultura e preços e índices de preços na agricultura, bem como a estrutura das explorações agrícolas e o comércio internacional de produtos agrícolas e florestais, entre outros.

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Imagem sobre REVSTAT - Statistical Journal - Julho de 2017 19-07-2017

REVSTAT - Statistical Journal - Julho de 2017

REVSTAT - Statistical Journal (Vol.15 Number 3 - July 2017)


Publicação de artigos de relevante conteúdo científico, abrangendo todos os ramos da Probabilidade e da Estatística, e que oferece um contributo efetivo para o esclarecimento e a divulgação de métodos estatísticos inovadores fundamentados em problemas reais.  Edição em língua inglesa.

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Imagem sobre Estatísticas da Construção e Habitação - 2016 17-07-2017

Estatísticas da Construção e Habitação - 2016

A presente publicação insere-se na série anual das Estatísticas da Construção e Habitação, disponibilizando um vasto conjunto de indicadores sobre a construção e habitação em Portugal.


Da informação agora disponibilizada, destaca-se a divulgação das Estimativas do Parque Habitacional 1991-2016 e de indicadores sobre Obras Concluídas e Licenciadas, relativos a 2016.


Incluem-se nesta publicação, elementos informativos sobre o mercado de habitação: vendas de alojamentos familiares, evolução de preços, valores de avaliação de peritos ao serviço de instituições bancárias, evolução dos custos de construção e índice de preços das propriedades comerciais.


Os resultados da edição de 2015 do Inquérito à Caracterização da Habitação Social são também integrados nesta publicação.
Os quadros de resultados são disponibilizados separadamente e os resultados são apresentados com uma desagregação geográfica ao nível das regiões NUTS III, para a maior parte das variáveis. No entanto, grande parte desta informação está disponível no Portal de Estatísticas Oficiais com desagregação ao nível do município e, para alguns indicadores, atingindo o nível da freguesia.

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Imagem sobre Orçamentos Familiares - 2015 / 2016 17-07-2017

Orçamentos Familiares - 2015 / 2016

O Inquérito às Despesas das Famílias 2015/2016 (IDEF 2015/2016) foi realizado pelo Instituto Nacional de Estatística entre março de 2015 e março de 2016. Nesta publicação são apresentados os resultados estatísticos relativos à estrutura das despesas e distribuição dos rendimentos dos agregados familiares residentes em Portugal, e ainda sobre as condições de conforto dos mesmos agregados familiares. Corresponde à edição mais recente da série de inquéritos sobre os orçamentos familiares, iniciada na década de 60.


A informação estatística encontra-se organizada em cinco dimensões: a partição dos agregados familiares de acordo com diferentes características socioeconómicas; a despesa anual média por agregado familiar; o rendimento médio por agregado familiar; o rendimento por adulto equivalente, a pobreza e a desigualdade; e ainda alguns indicadores de conforto. A publicação integra ainda um capítulo sobre a metodologia de amostragem e estimação de resultados.


Adicionalmente aos quadros da publicação que apresentam os principais resultados do inquérito, disponibilizam-se dois ficheiros .XLS com os respetivos coeficientes de variação e a despesa anual média do agregado até ao 4º nível de desagregação da Classificação do Consumo Individual por Objetivo (COICOP).


Na infografia Orçamentos familiares apresenta-se uma ilustração de alguns dados estatísticos sobre a despesa anual média por agregado em 2010/2011 e 2015/2016.

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Imagem sobre Revista de Estudos Demográficos 05-07-2017

Revista de Estudos Demográficos

A Revista de Estudos Demográficos (RED) tem uma longa tradição na divulgação de estudos da população em Portugal. O primeiro número foi editado, pelo Instituto Nacional de Estatística, em Junho de 1945 e, desde então, tornou-se uma referência para a divulgação de estudos que procuram caracterizar as principais linhas de evolução da situação demográfica nacional e o seu enquadramento na situação internacional.

O número 56 da RED é composto pelos seguintes artigos:


A igualdade entre mulheres e homens e a tomada de decisão na esfera económica: o longo percurso do enquadramento político e dos instrumentos normativos / Sara Falcão Casaca

Poderá a saúde melhorar num ciclo de empobrecimento? Mortalidade prematura e privação na AML, 2001-2011 /H. Nogueira, A. Lourenço

Saúde e despesa em saúde num Portugal envelhecido / João Estevens

Naturalidade versus Residência em Portugal 2011 / Humberto Moreira, André Maias

A Revista de Estudos Demográficos: história de um percurso / Maria José Carrilho

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Maio de 2017 26-06-2017

Boletim Mensal de Estatística - Maio de 2017

O Boletim Mensal de Estatística, contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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