CALENDÁRIO +Info...

Sábado, 1 de Julho de 2017

Domingo, 2 de Julho de 2017

Segunda-Feira, 3 de Julho de 2017

  • ITRM 2017 - 25ª Semana: Últ. dia
  • IVAFO 2016: Últ. dia

Quarta-Feira, 5 de Julho de 2017

Segunda-Feira, 10 de Julho de 2017

  • IMPI 2017 - Jun: Últ. dia
  • ITRM 2017 - 26ª Semana: Últ. dia
  • IVNE 2017 - Jun: Últ. dia

Quinta-Feira, 13 de Julho de 2017

  • ICC 2017 - Jul: Últ. dia
  • ICCOP 2017 - Jul: Últ. dia
  • ICIT 2017 - Jul: Últ. dia
  • ICS 2017 - Jul: Últ. dia

Sábado, 15 de Julho de 2017

Segunda-Feira, 17 de Julho de 2017

  • ITRM 2017 - 27ª Semana: Últ. dia

Quinta-Feira, 20 de Julho de 2017

Sexta-Feira, 21 de Julho de 2017

  • IMGA 2017 - Jun: Últ. dia
  • IMLV 2017 - Jun: Últ. dia

Sábado, 22 de Julho de 2017

  • ITFPV 2017 - 2º Trim: Últ. dia
  • ITTM 2017 - 2º Trim: Últ. dia

Segunda-Feira, 24 de Julho de 2017

  • ITRM 2017 - 28ª Semana: Últ. dia

Terça-Feira, 25 de Julho de 2017

Segunda-Feira, 31 de Julho de 2017

  • APNPS 2016: Últ. dia
  • ITRM 2017 - 29ª Semana: Últ. dia

INFORMAÇÕES

O conhecimento de informação estatística fiável, pertinente e atual é indispensável à tomada de decisão a todos os níveis. A sua colaboração na resposta aos inquéritos do INE é decisiva para a produção e difusão das estatísticas oficiais.

EM DESTAQUE

1208
INE - Informar, Saber, Decidir
  • <
  • 1 de 30
  • >
Imagem sobre Apesar da diminuição da proporção de residentes a viajar, o número total de viagens turísticas aumentou 25-07-2017

Apesar da diminuição da proporção de residentes a viajar, o número total de viagens turísticas aumentou

No 1º trimestre de 2017 os residentes em Portugal efetuaram 4,0 milhões de deslocações turísticas, +6,1% face ao 1ºT 2016  (+6,2% no 4ºT 2016), das quais 10,3% para o estrangeiro (9,4% no 1ºT 2016).
Enquanto as viagens de curta duração aumentaram 8,2%, as de longa duração diminuíram 4,4%.
A “visita a familiares ou amigos” justificou a realização de 2,1 milhões de viagens (51,8% do total, +0,2 p.p.), seguindo-se o “lazer, recreio ou férias”, com 1,4 milhões de viagens (33,9%, +1,0 p.p.). Realizaram-se ainda 395,7 mil deslocações por motivos “profissionais ou de negócios” (9,9% do total, -0,9 p.p.).
Salientou-se o aumento do peso das viagens por avião para 10,8% no 1ºT 2017 (9,1% no 1ºT 2016). O “alojamento particular gratuito” foi a escolha para ¾ das dormidas (+3,5 p.p.). Os “Hotéis e similares” perderam relevância (-3,7 p.p.) e agregaram 19,1% das dormidas totais.

SABER +
Imagem sobre Descida da taxa de juro e manutenção da prestação média vencida 20-07-2017

Descida da taxa de juro e manutenção da prestação média vencida

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação fixou-se nos 1,007% em junho, valor inferior em 0,5 pontos base ao observado em maio (1,012%). A prestação média vencida foi 237 euros pelo décimo mês consecutivo.

SABER +
Imagem sobre Decréscimos nos frutos, vinho, azeite, leite e ovos e aumentos nas carnes de bovino e aves 20-07-2017

Decréscimos nos frutos, vinho, azeite, leite e ovos e aumentos nas carnes de bovino e aves

No ano agrícola 2015/2016 a produção vegetal foi afetada pelas condições climatéricas, com impactos nos preços à produção (índice de preços da produção vegetal aumentou 11,6%) e nas importações, nomeadamente do grupo “frutas, cascas de citrinos e de melões” cujo valor aumentou 21,9%. A atividade pecuária registou aumentos de produção das carnes de bovino (+2,3%) e aves (+4,9%) e decréscimos nas produções de leite (-4,4%) e ovos (-2,9%). No setor florestal, assinala-se a dimensão da área ardida, que mais do que duplicou face a 2015 (160,7 mil hectares), a maior desde os grandes incêndios de 2005.

 

Consulte aqui a publicação

SABER +
Imagem sobre Indicadores de atividade económica e de clima aumentam 19-07-2017

Indicadores de atividade económica e de clima aumentam

Em junho, os indicadores de confiança dos consumidores e de sentimento económico aumentaram na Área Euro (AE). No mesmo mês, os preços das matérias-primas e do petróleo apresentaram variações em cadeia de -1,2% e -9,3%, respetivamente (0,5% e -6,7% em maio).
Em Portugal, o indicador de atividade económica aumentou entre março e maio, após ter estabilizado em fevereiro, prolongando a trajetória ascendente iniciada em agosto de 2016. O indicador de clima económico aumentou entre janeiro e junho, atingindo o valor máximo desde junho de 2002. O indicador quantitativo do consumo privado aumentou em maio, dando continuidade ao movimento ascendente do mês anterior. A evolução do indicador refletiu um contributo positivo mais intenso da componente de consumo corrente, tendo o contributo da componente de consumo duradouro estabilizado. No mesmo mês, o indicador de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) aumentou, prolongando a expressiva trajetória ascendente iniciada em junho de 2016, em resultado do comportamento de todas as componentes, material de transporte, máquinas e equipamentos e construção, com destaque para esta última. Em termos nominais, as exportações e importações de bens apresentaram variações homólogas de 13,2% e 16,5% em maio, respetivamente (11,0% e 12,3% em abril). Considerando a atividade económica na perspetiva da oferta, observou-se, em maio, uma aceleração em termos homólogos dos índices de volume de negócios da indústria e dos serviços, um aumento do índice de produção da indústria e uma desaceleração do índice de produção da construção e obras públicas.
A taxa de desemprego (15 a 74 anos), ajustada de sazonalidade, situou-se em 9,4% em maio, menos 0,1 p.p. face ao valor definitivo do mês anterior (9,9% em fevereiro e 11,2% em maio de 2016). A estimativa da população empregada (15 a 74 anos), ajustada de sazonalidade, aumentou 3,0% em termos homólogos (3,3% em abril) e diminuiu 0,1% face ao mês anterior (aumento de 0,3% em abril).
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) apresentou uma variação homóloga de 0,9% em junho (1,5% em maio), observando-se uma taxa de variação de -0,1% na componente de bens (1,0% no mês anterior) e de 2,4% na de serviços (2,1% em maio).

SABER +
Imagem sobre Preços na Produção Industrial desaceleraram 19-07-2017

Preços na Produção Industrial desaceleraram

O Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) registou uma taxa de variação homóloga de 2,7% (4,1% no mês anterior). Excluindo o agrupamento de Energia, esta variação fixou-se em 1,3% (variação de 1,4% em maio). A variação mensal foi -0,2% (1,2% em igual mês de 2016).
No 2.º trimestre de 2017, o índice total apresentou uma variação homóloga de 3,9% (4,5% no trimestre precedente).

SABER +
Imagem sobre 60% das despesas das famílias são em habitação, transportes e alimentação 17-07-2017

60% das despesas das famílias são em habitação, transportes e alimentação

De acordo com os dados definitivos do Inquérito às Despesas das Famílias 2015/2016, a despesa total anual média dos agregados familiares foi de 20 363€, menos 28€ do que a despesa média obtida em 2010/2011 (20 391€). Em conjunto, as três principais componentes da despesa (habitação, alimentação e transportes) concentravam 60,3% da despesa total anual média das famílias residentes em Portugal em 2015/2016 ou seja mais 3,3 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao início da década (57,0%).
A despesa total anual média dos agregados com crianças dependentes (25 254€) era cerca de 44% superior à dos agregados sem crianças dependentes (17 494€).
Por região NUTS II, apenas o valor da despesa anual média da Área Metropolitana de Lisboa (23 148€) ultrapassava significativamente a média da despesa nacional (20 363€). O valor médio mais baixo situava-se em 16 856€, registado na Região Autónoma dos Açores.
Nas regiões autónomas dos Açores e da Madeira registaram-se em 2014 taxas de risco de pobreza subjacente ao rendimento total  superiores a 20%. Estas duas regiões, a par da Área Metropolitana de Lisboa, registavam também coeficientes regionais de desigualdade superiores ao valor nacional.
Os rendimentos não monetários tiveram em 2014 um papel “equalizador” e de atenuação do fenómeno da pobreza e da exclusão social. Os rendimentos não monetários, correspondentes a autoconsumo, autoabastecimento, autolocação e recebimentos e salários em géneros, com um peso de 22,2% no rendimento total das famílias, permitiram uma redução de 3,4 p.p. no coeficiente de Gini e de 3,3 p.p. na taxa de risco de pobreza em 2014.
Faz-se notar que os dados relativos à despesa são definitivos, refletindo apenas ajustamentos face aos provisórios, divulgados em dezembro de 2016; os dados relativos ao rendimento total, pobreza e desigualdade, e a bens de conforto, são agora divulgados pela primeira vez.

 

Consulte a infografia

SABER +
Imagem sobre Edifícios licenciados alteram tendência decrescente dos últimos anos 17-07-2017

Edifícios licenciados alteram tendência decrescente dos últimos anos

Em 2016 o número de edifícios licenciados em Portugal cresceu 10,9% (-3,7% em 2015), tendo sido licenciados 16 738 edifícios, alterando a tendência de decréscimo dos últimos anos. O número de fogos licenciados registou um acréscimo de 37,4% (+12,4% em 2015), correspondendo a um total de 17 944 fogos.
Foram concluídos 10 661 edifícios, correspondendo a um decréscimo de 3,2% (-13,8% em 2015). O número de fogos concluídos no país em 2016 (cerca de 9,8 mil fogos) registou um acréscimo de 9,4% (-17,2% em 2015).
Em 2016 as vendas de alojamentos familiares ultrapassaram os 14,8 mil milhões de euros, correspondendo a um acréscimo de 18,7% (+30,8% em 2015). As vendas de novos alojamentos totalizaram 3,4 mil milhões de euros, tendo diminuído 3,9% (+7,2% em 2015) e as de alojamentos existentes corresponderam a 11,4 mil milhões de euros, tendo aumentado 27,6% (+43,1% em 2015).
O Índice de Preços da Habitação apresentou um aumento anual dos preços de 7,1% (mais 4 p.p. por comparação com 2015), tendo sido o terceiro ano consecutivo em que se observou um acréscimo nos preços, mais intenso no caso dos alojamentos existentes (8,7%) face aos alojamentos novos (3,3%).

 

Consulte aqui a publicação

SABER +
Imagem sobre Crescimento menos acentuado das dormidas na hotelaria 14-07-2017

Crescimento menos acentuado das dormidas na hotelaria

A hotelaria registou 2,0 milhões de hóspedes e 5,4 milhões de dormidas em maio de 2017, correspondendo a variações de 7,9% e 7,2% (21,3% e 24,5% em abril, respetivamente). As dormidas de residentes aumentaram 7,0% (28,0% em abril) e as de não residentes subiram 7,3% (23,3% em abril). A desaceleração reflete o efeito de calendário da Páscoa que afetou positivamente os resultados correspondentes ao mês anterior e negativamente os do mês de março. No conjunto dos três meses (março, abril e maio) as dormidas de residentes aumentaram 7,8% e as de não residentes cresceram 11,3%, cifrando-se em 10,4% o acréscimo das dormidas totais.  
A estada média (2,73 noites) decresceu 0,7%. A taxa de ocupação-cama (55,0%) aumentou 3,3 p.p.
Os proveitos continuam a aumentar (19,5%), apesar de menos intensamente que no mês anterior (31,1% em abril), tendo atingido 318,8 milhões de euros. Os proveitos de aposento atingiram 230,0 milhões de euros, correspondendo a +21,0% (34,4% em abril).

SABER +
Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC diminuiu para 0,9% 12-07-2017

Taxa de variação homóloga do IPC diminuiu para 0,9%

A variação homóloga do IPC passou de 1,5% em maio para 0,9% em junho de 2017, refletindo sobretudo a desaceleração dos preços da classe dos Produtos alimentares e bebidas não alcoólicas. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação homóloga de 1,1%, menos 0,1 pontos percentuais (p.p.) que no mês anterior.
A variação mensal do IPC foi -0,4% (-0,2% no mês anterior e 0,1% em junho de 2016). A variação média dos últimos doze meses fixou-se em 1,1%, taxa superior em 0,1 p.p. à registada no mês anterior.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de 1,0%, taxa inferior em 0,7 p.p. à verificada no mês anterior e inferior em 0,3 p.p. à estimada pelo Eurostat para a área do Euro (em maio, a taxa do IHPC português foi superior em 0,3 p.p. à da área do Euro). O IHPC registou uma variação mensal de -0,5% (-0,3% no mês anterior e 0,2% em junho de 2016) e a taxa de variação média dos últimos doze meses foi 1,2% (valor superior em 0,1 p.p. ao registado no mês anterior).

SABER +
Imagem sobre Empresas perspetivam aumento nominal de 7,5% nas exportações de bens em 2017, revendo em alta (+2,2 p.p.) a 1ª previsão indicada em novembro de 2016 11-07-2017

Empresas perspetivam aumento nominal de 7,5% nas exportações de bens em 2017, revendo em alta (+2,2 p.p.) a 1ª previsão indicada em novembro de 2016

As empresas exportadoras de bens perspetivam um crescimento nominal de 7,5% das suas exportações em 2017, revendo 2,2 pontos percentuais (p.p.) em alta a 1ª previsão indicada em novembro de 2016. Esta revisão resulta da atualização das expetativas das exportações para ambos os tipos de comércio: +2,3 p.p. nas exportações Extra-UE, para uma variação de 11,2% e +2,2 p.p. nas exportações Intra-UE, para +6,3% de crescimento nominal.
Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, as perspetivas reveladas pelas empresas indicam um aumento de 6,2% em 2017 (+1,7 p.p. face à 1ª previsão).

SABER +
Imagem sobre Volume de Negócios nos Serviços desacelerou 11-07-2017

Volume de Negócios nos Serviços desacelerou

O índice de volume de negócios nos serviços apresentou uma variação homóloga nominal de 7,5% em maio (8,7% no mês anterior).
Os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas ajustado de efeitos de calendário registaram variações homólogas de 3,9%, 4,8% e 3,3%, respetivamente (3,9%, 3,3% e 0,8% em abril, pela mesma ordem).

SABER +
Imagem sobre As exportações e importações aumentaram 15,4% e 22,4%, respetivamente, em termos nominais 10-07-2017

As exportações e importações aumentaram 15,4% e 22,4%, respetivamente, em termos nominais

Em maio de 2017, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de, respetivamente, +15,4% e +22,4% (+0,1% e +11,4% em abril de 2017, pela mesma ordem). Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, as exportações aumentaram 14,0% e as importações cresceram 19,2% (respetivamente -2,6% e +6,8% em abril de 2017).
O défice da balança comercial de bens situou-se em 1 438 milhões de euros em maio de 2017, o que representa um aumento de 503 milhões de euros face ao mês homólogo de 2016. Excluindo os Combustíveis e lubrificantes a balança comercial atingiu um saldo negativo de 1 074 milhões de euros, correspondente a um aumento de 344 milhões de euros em relação ao mesmo mês de 2016.
No trimestre terminado em maio de 2017, as exportações e as importações de bens aumentaram respetivamente 13,2% e 16,5% face ao período homólogo.

SABER +
Imagem sobre Índice de Produção na Construção desacelerou em termos homólogos 10-07-2017

Índice de Produção na Construção desacelerou em termos homólogos

O índice de produção na construção apresentou, em maio, uma taxa de variação homóloga de 0,8%, o que compara com a variação de 1,3%, verificada em abril. Os índices de emprego e de remunerações aumentaram 2,1% e 1,8%, respetivamente (1,7% e 0,5%, no mês anterior), pela mesma ordem.

SABER +
Imagem sobre Vendas no Comércio a Retalho aceleraram 07-07-2017

Vendas no Comércio a Retalho aceleraram

O Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho registou uma variação homóloga de 5,1% (4,5% no mês anterior). Os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas ajustadas de efeitos de calendário, apresentaram taxas de variação de 3,7%, 5,7% e 0,1%, respetivamente (3,2%, 8,4% e 2,9% em abril, pela mesma ordem).

SABER +
Imagem sobre Volume de Negócios na Indústria intensificou crescimento homólogo 07-07-2017

Volume de Negócios na Indústria intensificou crescimento homólogo

Em termos nominais, o Índice de Volume de Negócios na Indústria apresentou uma variação homóloga de 10,8% em maio (1,2% no mês anterior). O índice relativo ao mercado externo registou um crescimento de 12,3% (2,6% em abril), enquanto a variação do índice do mercado nacional se fixou em 9,6% (variação nula no mês precedente).
Os índices de emprego, das remunerações e das horas trabalhadas apresentaram aumentos homólogos de 2,9%, 8,9% e 5,0%, respetivamente (2,7%, 1,5% e 1,4% em abril, pela mesma ordem).

SABER +
Imagem sobre Empresas perspetivam um aumento nominal de 5,1% do seu investimento em 2017 07-07-2017

Empresas perspetivam um aumento nominal de 5,1% do seu investimento em 2017

De acordo com as intenções manifestadas pelas empresas no Inquérito de Conjuntura ao Investimento de abril de 2017 (com período de inquirição entre 1 de abril e 28 de junho de 2017), o investimento empresarial em termos nominais deverá apresentar uma taxa de variação de 5,1% em 2017, que compara com a previsão de 3,8% obtida pelo inquérito de outubro de 2016. Os resultados deste inquérito apontam ainda para que se tenha registado um crescimento de 7,4% do investimento em 2016.
Entre os objetivos do investimento, perspetiva-se um aumento do peso relativo do investimento orientado para a racionalização e restruturação e para outras finalidades, com a consequente diminuição da importância relativa do investimento de substituição e do investimento associado à extensão da capacidade de produção, continuando este, no entanto, a ser o objetivo mais referido.
O principal fator limitativo do investimento empresarial identificado pelas empresas nos dois anos analisados foi a deterioração das perspetivas de venda, seguindo-se, em 2016, a incerteza sobre a rentabilidade dos investimentos e, em 2017, a insuficiência da capacidade de autofinanciamento. Entre 2016 e 2017 prevê-se um aumento do peso relativo da insuficiência da capacidade de autofinanciamento e uma redução do peso relativo da incerteza sobre a rentabilidade dos investimentos.

SABER +
Imagem sobre Custos de construção de habitação nova desaceleraram 06-07-2017

Custos de construção de habitação nova desaceleraram

A taxa de variação homóloga do Índice de Custos de Construção de Habitação Nova foi 1,7% em maio, 0,1 pontos percentuais (p.p.) inferior à registada no mês anterior. O Índice de Preços de Manutenção e Reparação Regular da Habitação apresentou uma taxa de variação homóloga de 2,6% (2,0% em abril).

SABER +
Imagem sobre Produção Industrial registou variação homóloga de 2,4% 30-06-2017

Produção Industrial registou variação homóloga de 2,4%

O índice de produção industrial apresentou uma variação homóloga de 2,4% (-1,2% em abril). A variação homóloga da secção das Indústrias Transformadoras foi de 3,0% (0,2% no mês anterior).

SABER +
Imagem sobre A taxa de desemprego de abril foi de 9,5% 30-06-2017

A taxa de desemprego de abril foi de 9,5%

A taxa de desemprego de abril de 2017 situou-se em 9,5%, menos 0,3 pontos percentuais (p.p.) do que no mês anterior e menos 0,6 p.p. em relação a três meses antes. Aquele valor representa uma revisão de menos 0,3 p.p. face à estimativa provisória divulgada há um mês e constitui o valor mais baixo observado desde dezembro de 2008 (9,3%).
A população desempregada de abril foi estimada em 490,7 mil pessoas, tendo diminuído 2,4% em relação ao mês precedente (menos 12,2 mil pessoas), enquanto a população empregada foi estimada em 4 663,5 mil pessoas, tendo aumentado 0,3% (mais 13,4 mil pessoas) face ao mês anterior.
A estimativa provisória da taxa de desemprego de maio de 2017 foi de 9,4%. Neste mês, a estimativa provisória da população desempregada foi de 484,8 mil pessoas e a da população empregada foi de 4 658,9 mil pessoas.

SABER +
Imagem sobre Valor médio de avaliação bancária aumentou ligeiramente 29-06-2017

Valor médio de avaliação bancária aumentou ligeiramente

O valor médio de avaliação bancária para o total do País fixou-se em 1 111 euros/m2 em maio, registando um aumento de 1 euro/m2 (0,1%) face ao observado no mês anterior. A variação homóloga fixou-se nos 4,8% (5,3% em abril).

SABER +
Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Junho de 2017 25-07-2017

Boletim Mensal de Estatística - Junho de 2017

O Boletim Mensal de Estatística, contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

SABER +
Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Julho de 2017 21-07-2017

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Julho de 2017

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

Nota - até Fevereiro de 2009 editado com o título: Boletim mensal da agricultura e pescas e agro-indústria

SABER +
Imagem sobre Estatísticas Agrícolas - 2016 20-07-2017

Estatísticas Agrícolas - 2016

A publicação Estatísticas Agrícolas - 2016 está organizada em 13 capítulos, com textos de análise e respetivos quadros estatísticos. A informação divulgada diz respeito à agricultura e a alguns setores da economia nacional relacionados com o setor agrícola, incluindo assuntos tão diversificados como a produção vegetal, animal e florestal; a economia agrícola, analisada através das contas económicas da agricultura, da silvicultura e preços e índices de preços na agricultura, bem como a estrutura das explorações agrícolas e o comércio internacional de produtos agrícolas e florestais, entre outros.

SABER +
Imagem sobre REVSTAT - Statistical Journal - Julho de 2017 19-07-2017

REVSTAT - Statistical Journal - Julho de 2017

REVSTAT - Statistical Journal (Vol.15 Number 3 - July 2017)


Publicação de artigos de relevante conteúdo científico, abrangendo todos os ramos da Probabilidade e da Estatística, e que oferece um contributo efetivo para o esclarecimento e a divulgação de métodos estatísticos inovadores fundamentados em problemas reais.  Edição em língua inglesa.

SABER +
Imagem sobre Estatísticas da Construção e Habitação - 2016 17-07-2017

Estatísticas da Construção e Habitação - 2016

A presente publicação insere-se na série anual das Estatísticas da Construção e Habitação, disponibilizando um vasto conjunto de indicadores sobre a construção e habitação em Portugal.


Da informação agora disponibilizada, destaca-se a divulgação das Estimativas do Parque Habitacional 1991-2016 e de indicadores sobre Obras Concluídas e Licenciadas, relativos a 2016.


Incluem-se nesta publicação, elementos informativos sobre o mercado de habitação: vendas de alojamentos familiares, evolução de preços, valores de avaliação de peritos ao serviço de instituições bancárias, evolução dos custos de construção e índice de preços das propriedades comerciais.


Os resultados da edição de 2015 do Inquérito à Caracterização da Habitação Social são também integrados nesta publicação.
Os quadros de resultados são disponibilizados separadamente e os resultados são apresentados com uma desagregação geográfica ao nível das regiões NUTS III, para a maior parte das variáveis. No entanto, grande parte desta informação está disponível no Portal de Estatísticas Oficiais com desagregação ao nível do município e, para alguns indicadores, atingindo o nível da freguesia.

SABER +
Imagem sobre Orçamentos Familiares - 2015 / 2016 17-07-2017

Orçamentos Familiares - 2015 / 2016

O Inquérito às Despesas das Famílias 2015/2016 (IDEF 2015/2016) foi realizado pelo Instituto Nacional de Estatística entre março de 2015 e março de 2016. Nesta publicação são apresentados os resultados estatísticos relativos à estrutura das despesas e distribuição dos rendimentos dos agregados familiares residentes em Portugal, e ainda sobre as condições de conforto dos mesmos agregados familiares. Corresponde à edição mais recente da série de inquéritos sobre os orçamentos familiares, iniciada na década de 60.


A informação estatística encontra-se organizada em cinco dimensões: a partição dos agregados familiares de acordo com diferentes características socioeconómicas; a despesa anual média por agregado familiar; o rendimento médio por agregado familiar; o rendimento por adulto equivalente, a pobreza e a desigualdade; e ainda alguns indicadores de conforto. A publicação integra ainda um capítulo sobre a metodologia de amostragem e estimação de resultados.


Adicionalmente aos quadros da publicação que apresentam os principais resultados do inquérito, disponibilizam-se dois ficheiros .XLS com os respetivos coeficientes de variação e a despesa anual média do agregado até ao 4º nível de desagregação da Classificação do Consumo Individual por Objetivo (COICOP).


Na infografia Orçamentos familiares apresenta-se uma ilustração de alguns dados estatísticos sobre a despesa anual média por agregado em 2010/2011 e 2015/2016.

SABER +
Imagem sobre Revista de Estudos Demográficos 05-07-2017

Revista de Estudos Demográficos

A Revista de Estudos Demográficos (RED) tem uma longa tradição na divulgação de estudos da população em Portugal. O primeiro número foi editado, pelo Instituto Nacional de Estatística, em Junho de 1945 e, desde então, tornou-se uma referência para a divulgação de estudos que procuram caracterizar as principais linhas de evolução da situação demográfica nacional e o seu enquadramento na situação internacional.

O número 56 da RED é composto pelos seguintes artigos:


A igualdade entre mulheres e homens e a tomada de decisão na esfera económica: o longo percurso do enquadramento político e dos instrumentos normativos / Sara Falcão Casaca

Poderá a saúde melhorar num ciclo de empobrecimento? Mortalidade prematura e privação na AML, 2001-2011 /H. Nogueira, A. Lourenço

Saúde e despesa em saúde num Portugal envelhecido / João Estevens

Naturalidade versus Residência em Portugal 2011 / Humberto Moreira, André Maias

A Revista de Estudos Demográficos: história de um percurso / Maria José Carrilho

SABER +
Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Maio de 2017 26-06-2017

Boletim Mensal de Estatística - Maio de 2017

O Boletim Mensal de Estatística, contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

SABER +
Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Junho de 2017 23-06-2017

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Junho de 2017

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

Nota: Até Fevereiro de 2009 editado com o título: Boletim mensal da agricultura e pescas e agro-indústria

SABER +
Imagem sobre Estatísticas da Pesca - 2016 31-05-2017

Estatísticas da Pesca - 2016

 

A publicação Estatísticas da Pesca, para o ano de 2016, apresenta-se organizada em 9 capítulos com textos de análise e respetivos quadros estatísticos.


Assim, esta publicação associa-se uma vez mais às comemorações do dia do Pescador (31 de maio), disponibilizando um conjunto de informação relativa às Pescas em Portugal, bem como a alguns sectores da economia nacional relacionados. Os dados estatísticos divulgados incidem sobre assuntos tão diversificados como descargas e capturas por portos, espécies e NUTS II, mercado dos produtos da pesca e estruturas organizativas, frota de pesca, número de pescadores matriculados, informações relativas à indústria transformadora da pesca e aquicultura, comércio internacional do sector da pesca e atividades correlacionadas e dados relativos aos “stocks” e níveis de exploração.

SABER +
#