CALENDÁRIO +Info...

Segunda-Feira, 1 de Maio de 2017

Segunda-Feira, 8 de Maio de 2017

Terça-Feira, 9 de Maio de 2017

  • IPEB 2017 - 2ª Previsão: Início

Quarta-Feira, 10 de Maio de 2017

Quinta-Feira, 11 de Maio de 2017

  • ICC 2017 - Mai: Últ. dia
  • ICCOP 2017 - Mai: Últ. dia
  • ICIT 2017 - Mai: Últ. dia
  • ICS 2017 - Mai: Últ. dia

Segunda-Feira, 15 de Maio de 2017

Sábado, 20 de Maio de 2017

Segunda-Feira, 22 de Maio de 2017

  • IMGA 2017 - Abr: Últ. dia
  • IMLV 2017 - Abr: Últ. dia
  • ITRM 2017 - 19ª Semana: Últ. dia

Terça-Feira, 23 de Maio de 2017

  • IPEB 2017 - 2ª Previsão: Últ. dia

Quinta-Feira, 25 de Maio de 2017

  • IPMC 2017 - Mai: Últ. dia
  • IPPI 2017 - Mai: Últ. dia

Segunda-Feira, 29 de Maio de 2017

  • ITRM 2017 - 20ª Semana: Últ. dia

INFORMAÇÕES

O conhecimento de informação estatística fiável, pertinente e atual é indispensável à tomada de decisão a todos os níveis. A sua colaboração na resposta aos inquéritos do INE é decisiva para a produção e difusão das estatísticas oficiais.

EM DESTAQUE

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Imagem sobre Portugal e Espanha: Realidade ibérica e comparações no contexto europeu 26-05-2017

Portugal e Espanha: Realidade ibérica e comparações no contexto europeu

De 2006 a 2015, as taxas de crescimento da população em Espanha registaram grandes alterações: 17,4% no início deste período e -0,2% no final, com um pico de valores negativos em 2013 (-4,6%). Em Portugal, a oscilação foi menor, mas desde 2010 as taxas foram sempre negativas e, no final do período, o valor registado foi -3,2%.
No período 2008-2015, a variação média anual do Índice Harmonizado de Preços no Consumidor seguiu uma trajetória descendente em ambos os países, em linha com o que sucedeu em toda a UE. A amplitude dos valores registados foi maior em Espanha (4,1% em 2008; -0,6% em 2015) do que em Portugal (3,7% no início da série e 0,0% no final).
A Espanha foi o país da União Europeia que mais peixe capturou em 2015: mais de 900 000 toneladas (17,6% do total apurado para a UE), muito acima das cerca de 185 000 toneladas pescadas por Portugal.

 

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Imagem sobre Morre-se mais de doenças do aparelho circulatório, mas os tumores malignos matam mais cedo 23-05-2017

Morre-se mais de doenças do aparelho circulatório, mas os tumores malignos matam mais cedo

As doenças do aparelho circulatório continuaram a ser a principal causa de morte em Portugal, com 29,8% dos óbitos registados, em 2015, mais 0,5% do que no ano anterior. No conjunto das doenças do aparelho circulatório, evidenciam-se os acidentes vasculares cerebrais (AVC) que representaram 10,8% do total de mortes no país, a doença isquémica do coração com 6,7%, e o enfarte agudo do miocárdio com 4,0%.
No mesmo ano de 2015, e à semelhança dos anos anteriores, os tumores malignos constituíram a segunda causa de morte no país, com 24,5% dos óbitos, o que corresponde a um aumento de 1,6% face a 2014. De entre os tumores malignos, salientam-se as mortes por tumores malignos da traqueia, brônquios e pulmão, com 3,7% dos óbitos no país, e os tumores malignos do cólon, reto e ânus, com 3,5% da mortalidade.
Embora os tumores malignos tenham afetado mortalmente menos pessoas do que as doenças do aparelho circulatório, o seu impacto é muito superior em termos de anos potenciais de vida perdidos: em 2015, perderam-se 111 820 anos potenciais de vida, devido a tumores malignos, mais do dobro dos anos potenciais de vida perdidos, devido a doenças do aparelho circulatório.
Em 2015, aumentaram as mortes devidas a doenças do aparelho respiratório (10,7% face a 2014) e as causadas por diabetes mellitus (3,1%).

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Imagem sobre Taxa de juro acentuou descida. Prestação média inalterada 22-05-2017

Taxa de juro acentuou descida. Prestação média inalterada

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação fixou-se em 1,012% em abril, uma descida de 0,4 pontos base (p.b.) face ao mês de março. A prestação média vencida foi 237 euros pelo oitavo mês consecutivo.

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Imagem sobre Indicadores de atividade económica e de clima aumentam 18-05-2017

Indicadores de atividade económica e de clima aumentam

Na Área Euro (AE), o PIB em termos reais registou uma variação homóloga de 1,7% no 1º trimestre de 2017 (1,8% no trimestre anterior). Em abril, os indicadores de confiança dos consumidores e de sentimento económico aumentaram na AE. No mesmo mês, os preços das matérias-primas e do petróleo registaram taxas de variação em cadeia de -2,3% e 1,0% respetivamente (-2,4% e -6,3% em março).
Em Portugal, o PIB registou um crescimento, em termos homólogos, de 2,8% em volume no 1º trimestre de 2017 (2,0% no 4º trimestre de 2016). O indicador de atividade económica aumentou em março e o indicador de clima económico, já disponível até abril, também aumentou. O indicador quantitativo do consumo privado desacelerou entre janeiro e março, interrompendo a trajetória crescente observada até dezembro, em resultado de um contributo positivo menos intenso de ambas as componentes, consumo corrente e consumo de bens duradouros. O indicador de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) estabilizou em março, interrompendo a expressiva trajetória ascendente iniciada em junho de 2016. As componentes de material de transporte e de máquinas e equipamentos apresentaram um contributo positivo menos acentuado, o que foi compensado pelo contributo positivo mais intenso da componente de construção. Em termos nominais, as exportações e importações de bens aceleraram em março, registando variações homólogas de 17,1% e 15,3% (12,9% e 14,9% em fevereiro), o que em parte terá refletido efeitos de calendário. Considerando a atividade económica na perspetiva da produção, os índices de volume de negócios da indústria e dos serviços e o índice de produção da construção e obras públicas aceleraram em março. Por sua vez, o índice de produção industrial desacelerou em março.
No 1º trimestre de 2017, a taxa de desemprego fixou-se em 10,1%, inferior em 0,4 p.p. à taxa registada no trimestre anterior e significativamente mais baixa do que a observada no mesmo período de 2016 (12,4%). O emprego total cresceu expressivamente, passando de uma variação homóloga de 1,8% no 4º trimestre de 2016 para 3,2%, enquanto a população ativa registou um ligeiro crescimento homólogo de 0,6%, o que representou uma recuperação face ao trimestre anterior (variação de -0,2%). 
A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) passou de 1,4% em março para 2,0% em abril. No mês de referência, o índice da componente de bens registou uma variação homóloga de 1,1% (1,5% em março), tendo a componente de serviços apresentado um crescimento homólogo de 3,3% (1,2% no mês anterior).

 

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Imagem sobre Índice de Preços na Produção Industrial abrandou ligeiramente 17-05-2017

Índice de Preços na Produção Industrial abrandou ligeiramente

O Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) passou de uma taxa de variação homóloga de 4,9% em março para 4,8% em abril. Excluindo o agrupamento de Energia, o índice aumentou 1,6% (taxa igual à observada no mês anterior). A variação mensal situou-se em -0,1% (variação nula em abril de 2016).

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Imagem sobre 2,6 milhões de residentes em risco de pobreza ou exclusão social 16-05-2017

2,6 milhões de residentes em risco de pobreza ou exclusão social

Os resultados do Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (EU-SILC) indicam que o rendimento monetário disponível mediano por adulto equivalente foi, em termos nominais, de 8 782 euros em 2015, e que o rendimento equivalente mediano para as pessoas em risco de pobreza foi de 3 865 euros no mesmo ano. O crescimento dos rendimentos monetários equivalentes entre 2014 e 2015 foi abrangente a todas as classes de rendimento, mais expressiva para as pessoas com menores rendimentos (1º decil).
Em 2016, 2 595 milhares de residentes encontravam-se em risco de pobreza ou exclusão social, ou seja, 25,1%, o que representa menos 1,5 p.p. do que no ano anterior. Do total de pessoas em pobreza ou exclusão social, 18,8% (cerca de 487 mil) eram menores de 18 anos e 18,0% (cerca de 468 mil) eram pessoas com 65 ou mais anos.
As condições habitacionais adversas, como sejam o número de divisões habitáveis, a existência de instalações sanitárias e as condições físicas e de luminosidade do alojamento afetam mais frequentemente as pessoas em risco de pobreza e as famílias com crianças.
A sobrecarga das despesas em habitação afetou quase 30% da população com menores rendimentos em 2016. 

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Imagem sobre Atividade na hotelaria abranda 16-05-2017

Atividade na hotelaria abranda

A hotelaria registou 1,4 milhões de hóspedes e 3,7 milhões de dormidas em março de 2017, a que corresponderam variações  de 0,9% e -0,2% (8,6% e 8,2% em fevereiro de 2017, respetivamente). As dormidas de residentes diminuíram 9,9% (+5,7% em fevereiro), interrompendo a tendência crescente, enquanto as de não residentes desaceleraram para 3,7% (9,3% em fevereiro).
A estada média (2,67 noites) decresceu 1,1% e a taxa de ocupação-cama (39,8%) recuou 1,6 p.p.
Os proveitos totais continuaram a abrandar para um crescimento de 9,9% (14,5 no mês precedente), tendo atingido 188,9 milhões de euros. Os proveitos de aposento atingiram 130,1 milhões de euros e aumentaram 8,6% (16,0% em fevereiro).
Estes resultados foram influenciados pelo efeito de calendário associado ao período da Páscoa que ocorreu, em 2016, em março e, em 2017, em abril.

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Imagem sobre Produto Interno Bruto aumentou 2,8% em volume 15-05-2017

Produto Interno Bruto aumentou 2,8% em volume

O Produto Interno Bruto (PIB), em termos homólogos, aumentou 2,8% em volume no 1º trimestre de 2017 (2,0% no trimestre anterior). Esta aceleração resultou do maior contributo da procura externa líquida, que passou de negativo para positivo, refletindo a aceleração em volume mais acentuada das Exportações de Bens e Serviços que a das Importações de Bens e Serviços. A procura interna manteve um contributo positivo elevado, embora inferior ao do trimestre precedente, verificando-se uma desaceleração do consumo privado e uma aceleração do Investimento.
Comparativamente com o 4º trimestre de 2016, o PIB aumentou 1,0% em termos reais (variação em cadeia de 0,7% no trimestre anterior). O contributo da procura externa líquida para esta variação em cadeia do PIB passou de negativo para positivo, observando-se um significativo aumento das Exportações de Bens e de Serviços, mais elevado que o das Importações de Bens e Serviços. O contributo da procura interna diminuiu de forma expressiva devido, principalmente, ao comportamento do Investimento, verificando-se um contributo negativo da Variação de Existências. O contributo da FBCF foi positivo no 1º trimestre de 2017, mas inferior ao observado no trimestre anterior.

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Imagem sobre O Índice de Custo do Trabalho aumentou 2,6% face ao trimestre homólogo de 2016 15-05-2017

O Índice de Custo do Trabalho aumentou 2,6% face ao trimestre homólogo de 2016

O Índice de Custo do Trabalho (ICT) ajustado de dias úteis registou um acréscimo homólogo de 2,6%, no 1.º trimestre de 2017. No trimestre anterior tinha sido observado um acréscimo homólogo de 0,6%.
As duas principais componentes dos custos do trabalho – custos salariais e os outros custos (por hora efetivamente trabalhada) – aumentaram 3,0% e 1,4%, respetivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior.
Numa outra perspetiva, a variação homóloga do ICT foi também o resultado de um aumento de 0,2% no custo médio por trabalhador e de uma diminuição de 2,2% no número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador. O decréscimo desta última componente foi transversal a todas as atividades económicas analisadas, enquanto o acréscimo da primeira componente ocorreu em todas as atividades, com exceção da Administração Pública, onde diminuiu.

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Imagem sobre Carga fiscal diminuiu para 34,4% do PIB 11-05-2017

Carga fiscal diminuiu para 34,4% do PIB

Em 2016, a carga fiscal diminuiu para 34,4% do PIB (34,6% no ano anterior), verificando-se um aumento do PIB nominal (3,0%) superior ao crescimento da receita com impostos e contribuições sociais (2,5%). A variação positiva da receita foi determinada pelo crescimento da receita com os impostos indiretos e com as contribuições sociais (ambos com variações de 4,5%), uma vez que a receita com impostos diretos diminuiu (-1,9%).
Relativamente aos impostos diretos, registou-se um decréscimo da receita tanto do imposto sobre o rendimento de pessoas singulares – IRS (-3,8%), como do imposto sobre o rendimento de pessoas coletivas – IRC (-0,1%).
A receita com o imposto sobre o valor acrescentado aumentou 2,5%, dois pontos percentuais abaixo da variação da receita global com impostos indiretos. Entre estes impostos são de destacar os aumentos registados nas receitas com o imposto sobre produtos petrolíferos e energéticos (11,1%), o imposto sobre veículos (17,5%), o imposto sobre o tabaco (9,3%) e o imposto municipal sobre as transmissões onerosas de imóveis (15,3%). As receitas com o imposto municipal sobre imóveis caíram pela primeira vez desde a implementação da avaliação geral dos prédios urbanos  (-0,8%).
As contribuições sociais efetivas cresceram 4,5%, resultado que foi influenciado pelo crescimento do emprego e pela reposição salarial na administração pública.
Excluindo os impostos recebidos pelas Instituições da União Europeia, Portugal manteve, em 2016, uma carga fiscal inferior à média da União Europeia (34,2%, que compara com 39,2% para a UE28).
Em 2014, o GAP do IVA foi estimado em 1,2 mil milhões de euros, o que equivale a 7,8%% do IVA cobrado no ano, traduzindo uma diminuição de 3,3 pontos percentuais face ao valor estimado para o ano anterior (1,7 mil milhões de euros).

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Imagem sobre Produção na Construção acentuou variação positiva 11-05-2017

Produção na Construção acentuou variação positiva

O índice de produção na construção apresentou uma variação de 2,5% em termos homólogos (2,1% em fevereiro). Os índices de emprego e de remunerações cresceram 2,7% e 1,0%, respetivamente (2,5% e -0,4%, no mês anterior), pela mesma ordem.

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC aumentou para 2,0% 11-05-2017

Taxa de variação homóloga do IPC aumentou para 2,0%

A variação homóloga do IPC passou de 1,4% em março para 2,0% em abril de 2017. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação homóloga de 1,7%, mais 1,1 p.p. que no mês anterior. Esta aceleração foi em larga medida determinada pelos aumentos das contribuições para a variação homóloga do IPC da classe dos Restaurantes e Hotéis (classe 11) e dos Transportes (classe 7), refletindo sobretudo o efeito associado ao feriado móvel da Páscoa, que ocorreu em abril enquanto no ano anterior ocorreu em março.
A variação mensal do IPC foi 1,0% (1,8% no mês anterior e 0,4% em abril de 2016). A variação média dos últimos doze meses registou uma taxa de 0,9%, valor superior em 0,1 p.p. ao registado no mês anterior.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de 2,4%, valor superior em 1,0 p.p. ao verificado no mês anterior e superior em 0,5 p.p. ao estimado pelo Eurostat para a área do Euro (em março a taxa variação homóloga do IHPC português foi 0,1 p.p. inferior à do IHPC da área do Euro). O IHPC registou uma variação mensal de 1,5% (2,0% no mês anterior e 0,4% em abril de 2016) e a taxa de variação média dos últimos doze meses foi 1,0% (valor superior em 0,1 p.p. ao registado no mês anterior).

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Imagem sobre Taxa de desemprego estimada em 10,1% 10-05-2017

Taxa de desemprego estimada em 10,1%

A taxa de desemprego do 1.º trimestre de 2017 foi de 10,1%. Este valor é inferior em 0,4 pontos percentuais (p.p.) ao do trimestre anterior e em 2,3 p.p. ao do trimestre homólogo de 2016.
A população desempregada, estimada em 523,9 mil pessoas, registou uma diminuição trimestral de 3,5% (menos 19,3 mil), prosseguindo as diminuições trimestrais observadas desde o 2.º trimestre de 2016. Em relação ao trimestre homólogo, verificou-se uma diminuição de 18,2% (menos 116,3 mil), a maior desde o 3.º trimestre de 2013.
A população empregada, estimada em 4 658,1 mil pessoas, verificou um acréscimo trimestral de 0,3% (mais 14,5 mil), contrariando a evolução ocorrida em todos os primeiros trimestres da série iniciada em 2011. Em relação ao trimestre homólogo, verificou-se um aumento de 3,2% (mais 144,8 mil), o maior desde o 4.º trimestre de 2013.
A taxa de desemprego de jovens (15 a 24 anos) foi de 25,1%, menos 2,6 p.p. do que no trimestre anterior e 5,9 p.p. do que no trimestre homólogo de 2016.
A proporção de desempregados à procura de emprego há 12 e mais meses (longa duração) foi de 58,9%, menos
3,2 p.p. do que no trimestre anterior e menos 0,3 p.p. do que no trimestre homólogo de 2016.
Nestas estimativas trimestrais foi considerada a população com 15 e mais anos e os valores não são ajustados de sazonalidade.

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Imagem sobre Volume de Negócios nos Serviços com crescimento mais intenso 10-05-2017

Volume de Negócios nos Serviços com crescimento mais intenso

O índice de volume de negócios nos serviços passou de um crescimento homólogo de 5,2% em fevereiro para 6,3% em março. No 1.º trimestre de 2017, o índice aumentou 5,1% (7,1% no trimestre anterior).
Os índices de emprego, de remunerações brutas e de horas trabalhadas ajustado de efeitos de calendário, apresentaram variações homólogas de 4,3%, 1,8% e 4,8%, respetivamente (3,6%, 1,6% e 1,8% em fevereiro, pela mesma ordem).

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Imagem sobre As exportações e importações aumentaram 23,9% e 14,6%, respetivamente, em termos nominais 10-05-2017

As exportações e importações aumentaram 23,9% e 14,6%, respetivamente, em termos nominais

Em março de 2017, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de, respetivamente, +23,9% e +14,6% (+8,5% e +9,5% em fevereiro de 2017, pela mesma ordem). Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, as exportações cresceram 21,1% e as importações aumentaram 14,6% (respetivamente +5,0% e +4,6% em fevereiro de 2017). A aceleração das exportações e das importações refletiu em parte efeitos de calendário.
O défice da balança comercial de bens situou-se em 821 milhões de euros em março de 2017, o que representa uma diminuição de 241 milhões de euros face ao mês homólogo de 2016. Excluindo os Combustíveis e lubrificantes a balança comercial atingiu um saldo negativo de 602 milhões de euros, correspondente a uma redução de 154 milhões de euros em relação ao mesmo mês de 2016.
No 1º trimestre de 2017, as exportações e as importações de bens aumentaram respetivamente 17,1% e 15,3% face ao período homólogo.

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Imagem sobre Volume de Negócios na Indústria acelerou 09-05-2017

Volume de Negócios na Indústria acelerou

Em termos homólogos, o Índice de Volume de Negócios na Indústria registou um crescimento nominal de 13,1% em março (5,5% no mês anterior). Os índices relativos aos mercados externo e nacional passaram de variações de, respe-tivamente, 8,8% e 2,9% em fevereiro, para 20,3% e 7,6% em março. No 1.º trimestre de 2017, as vendas na indústria apresentaram um aumento de 11,1% (3,2% no trimestre anterior).
O emprego, as remunerações e as horas trabalhadas apresentaram crescimentos homólogos de 2,5%, 3,8% e 5,3%, respetivamente (2,3%, 3,6% e 1,9% em fevereiro, pela mesma ordem).

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Imagem sobre Custos de construção de habitação nova aceleraram ligeiramente 08-05-2017

Custos de construção de habitação nova aceleraram ligeiramente

A taxa de variação homóloga do Índice de Custos de Construção de Habitação Nova, no Continente, foi 2,1% em março, 0,1 pontos percentuais (p.p.) superior à registada em fevereiro. O Índice de Preços de Manutenção e Reparação Regular da Habitação, no Continente, apresentou a mesma taxa de variação homóloga do mês anterior (2,1%).

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Imagem sobre Indicadores de Desenvolvimento Sustentável - Agenda 2030 03-05-2017

Indicadores de Desenvolvimento Sustentável - Agenda 2030

Para procurar concentrar numa mesma plataforma a informação estatística existente, o INE passa a disponibilizar, no seu Portal, um dossiê temático sobre “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, permitindo a todos os utilizadores interessados uma consulta fácil da informação estatística disponível sobre os indicadores de acompanhamento e avaliação dos progressos no domínio da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

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Imagem sobre Viagens turísticas dos residentes aumentaram no 4º T e no ano de 2016, mas com desaceleração 02-05-2017

Viagens turísticas dos residentes aumentaram no 4º T e no ano de 2016, mas com desaceleração

No 4.º trimestre de 2016 os residentes em Portugal realizaram 4,4 milhões de viagens turísticas, +6,2% que no trimestre homólogo de 2015  (9,6% no 3ºT 2016). As deslocações de curta duração aumentaram 11,4% (11,8% no 3ºT 2016), equivalendo a 80,7% do total. As deslocações em território nacional cresceram 6,2% (9,9% no 3ºT 2016) e representaram 90,9% do total.
Para “visita a familiares ou amigos” efetuaram-se 2,6 milhões de deslocações (59,4% do total, -1,4 p.p., após -1,7 p.p. no 3ºT). Realizaram-se ainda 1,2 milhões de deslocações por “lazer, recreio e férias” (28,1% do total, +4,1 p.p.) e 364,1 mil por motivos “profissionais ou de negócios” (peso de 8,2%, -3,1 p.p.).
Com 85,7% das dormidas, o “alojamento particular gratuito” aumentou a sua representatividade (+1,5 p.p., após +2,1 p.p. no 3ºT). Os “hotéis e similares”, com 11,0% das dormidas, perderam expressão (-1,2 p.p.), tal como no trimestre anterior (-1,1 p.p. no 3ºT).
No total do ano de 2016 realizaram-se 20,05 milhões de deslocações turísticas, refletindo um aumento de 4,7% (7,0% em 2015). O principal motivo para viajar foi a “visita a familiares ou amigos”, que originou 8,81 milhões de viagens (43,9%, -0,9 p.p.), seguido de perto por “lazer, recreio ou férias”, com 8,78 milhões (43,8%, +1,6 p.p.).

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Imagem sobre Vendas no Comércio a Retalho aceleraram em termos homólogos 28-04-2017

Vendas no Comércio a Retalho aceleraram em termos homólogos

O Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho registou uma variação homóloga de 4,7% (1,6% no mês anterior). O índice de remunerações acelerou de 3,8% em fevereiro para 5,5% em março. Os índices de emprego e de número de horas trabalhadas ajustadas de efeitos de calendário, apresentaram taxas de variação de 2,2% e -0,1%, respetivamente (3,1% e 4,4% em fevereiro, pela mesma ordem).
No primeiro trimestre de 2017, as vendas no comércio a retalho subiram 2,8% em termos homólogos (4,2% no 4.º trimestre 2016).

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Imagem sobre Península Ibérica em Números - 2016 26-05-2017

Península Ibérica em Números - 2016

 

Os Institutos Nacionais de Estatística de Portugal e de Espanha publicam, conjuntamente, a 13.ª edição de Península Ibérica em Números | Península Ibérica en Cifras. A publicação contém indicadores estatísticos oficiais agrupados em 14 temas, que permitem comparar estes dois países e observar a posição de cada um no contexto da União Europeia. Em múltiplos casos, a informação é apresentada com detalhe a nível regional.
Esta publicação é apresentada em edição trilingue (português, espanhol e inglês) e inclui textos relativos a uma parte significativa dos seus quadros, gráficos e mapas.


Está também disponível a edição interativa da publicação

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Imagem sobre Sistema integrado de matrizes simétricas input-output : 2013 25-05-2017

Sistema integrado de matrizes simétricas input-output : 2013

A publicação Sistema Integrado de Matrizes Simétricas Input-Output apresenta as matrizes para a Economia Portuguesa, tendo como base o ano de 2013. Em anexo a esta publicação e no sítio do INE, na área dedicada às Contas Nacionais, é disponibilizado o conjunto completo de matrizes detalhadas (82 x 82 produtos). Esta publicação inclui as matrizes de multiplicadores da procura final, complementando assim a informação divulgada no Destaque de Dezembro de 2016.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Abril de 2017 24-05-2017

Boletim Mensal de Estatística - Abril de 2017

O Boletim Mensal de Estatística, contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Causas de morte - 2015 23-05-2017

Causas de morte - 2015

 

A publicação Causas de morte - 2015 apresenta os resultados estatísticos relativos à mortalidade por causas de morte em Portugal durante o ano de 2015. Está organizada em fichas individuais para 55 grupos de causas de morte baseados na lista utilizada pela «OECD Health Data», com apresentação de uma análise descritiva para cada causa ou grupo de causas de morte, bem como um quadro síntese com dados e indicadores de mortalidade.
Incluem-se ainda quadros de dados com informação mais detalhada por grupo de causas de morte, nomeadamente contagens do número de óbitos por sexo, grupos etários e regiões de residência dos falecidos, bem como indicadores estatísticos derivados.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Maio de 2017 22-05-2017

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Maio de 2017

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

Nota: Até Fevereiro de 2009 editado com o título:Boletim mensal da agricultura e pescas e agro-indústria

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Março de 2017 27-04-2017

Boletim Mensal de Estatística - Março de 2017

O Boletim Mensal de Estatística, contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Abril de 2017 24-04-2017

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Abril de 2017

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

Nota: Até Fevereiro de 2009 editado com o título:Boletim mensal da agricultura e pescas e agro-indústria

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Imagem sobre REVSTAT - Statistical Journal - Abril de 2017 18-04-2017

REVSTAT - Statistical Journal - Abril de 2017

 

REVSTAT - Statistical Journal (Vol.15 Number 2 - April 2017)

Publicação de artigos de relevante conteúdo científico, abrangendo todos os ramos da Probabilidade e da Estatística, e que oferece um contributo efetivo para o esclarecimento e a divulgação de métodos estatísticos inovadores fundamentados em problemas reais.  Edição em língua inglesa.

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Imagem sobre Síntese económica de conjuntura - Março de 2017 17-04-2017

Síntese económica de conjuntura - Março de 2017

A Síntese Económica de Conjuntura é uma publicação de acompanhamento da conjuntura destinada a quem necessita de indicações seguras acerca das tendências do crescimento da procura, da produção, do rendimento e dos preços. Contém informação actualizada e apresentada de modo a permitir avaliar o estado da economia no momento da análise e antever a sua evolução provável a curto prazo. Esta análise é suportada por um conjunto de quadros e gráficos dos principais indicadores que são complementados por diversos outros relativos à evolução da produção, da procura, do emprego e dos preços na União Europeia, Estados Unidos e Japão.

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Imagem sobre Portugal em números - 2015 10-04-2017

Portugal em números - 2015

Brochura bilingue (português e inglês) contendo informação estatística de síntese sobre Portugal organizada em quatro áreas: o território, as pessoas, a atividade económica e o estado.


Está também disponível a edição interativa da brochura

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