CALENDÁRIO +Info...

Quinta-Feira, 1 de Junho de 2017

Segunda-Feira, 5 de Junho de 2017

  • ITRM 2017 - 21ª Semana: Últ. dia

Sábado, 10 de Junho de 2017

  • IMPI 2017 - Mai: Últ. dia
  • IVNE 2017 - Mai: Últ. dia

Segunda-Feira, 12 de Junho de 2017

  • ICC 2017 - Jun: Últ. dia
  • ICCOP 2017 - Jun: Últ. dia
  • ICIT 2017 - Jun: Últ. dia
  • ICS 2017 - Jun: Últ. dia
  • ITRM 2017 - 22ª Semana: Últ. dia
  • IVAFO 2016: Início

Quarta-Feira, 14 de Junho de 2017

  • ITRM 2017 - 27ª Semana: Início
  • ITRM 2017 - 28ª Semana: Início
  • ITRM 2017 - 30ª Semana: Início
  • ITRM 2017 - 31ª Semana: Início
  • ITRM 2017 - 33ª Semana: Início
  • ITRM 2017 - 29ª Semana: Início
  • ITRM 2017 - 34ª Semana: Início
  • ITRM 2017 - 39ª Semana: Início
  • ITRM 2017 - 36ª Semana: Início
  • ITRM 2017 - 32ª Semana: Início
  • ITRM 2017 - 35ª Semana: Início
  • ITRM 2017 - 37ª Semana: Início
  • ITRM 2017 - 38ª Semana: Início

Quinta-Feira, 15 de Junho de 2017

Segunda-Feira, 19 de Junho de 2017

  • ITRM 2017 - 23ª Semana: Últ. dia

Terça-Feira, 20 de Junho de 2017

Sexta-Feira, 23 de Junho de 2017

  • IMGA 2017 - Mai: Últ. dia
  • IMLV 2017 - Mai: Últ. dia

Domingo, 25 de Junho de 2017

  • IPMC 2017 - Jun: Últ. dia
  • IPPI 2017 - Jun: Últ. dia

Segunda-Feira, 26 de Junho de 2017

  • ITRM 2017 - 24ª Semana: Últ. dia

INFORMAÇÕES

O conhecimento de informação estatística fiável, pertinente e atual é indispensável à tomada de decisão a todos os níveis. A sua colaboração na resposta aos inquéritos do INE é decisiva para a produção e difusão das estatísticas oficiais.

EM DESTAQUE

0311
INE - Informar, Saber, Decidir
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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do índice de preços da habitação foi 7,9% 23-06-2017

Taxa de variação homóloga do índice de preços da habitação foi 7,9%

No primeiro trimestre de 2017, o Índice de Preços da Habitação (IPHab) cresceu 7,9% em relação a idêntico período do ano anterior. No caso dos alojamentos existentes, os preços das habitações aumentaram 9,2%, o mesmo que no trimestre anterior. Nos alojamentos novos o aumento fixou-se nos 4,2%, a taxa mais elevada desde o primeiro trimestre de 2016.
Em relação ao trimestre anterior, o IPHab aumentou 2,1% (1,2% no quarto trimestre de 2016), elevando para oito o número trimestres consecutivos com crescimento dos preços das habitações.
Nos primeiros três meses de 2017 transacionaram-se 35 178 habitações, o que correspondeu a um aumento homólogo de 19,4%. Para o mesmo período, o valor das vendas aumentou 25,9% em termos homólogos, tendo ultrapassado os 4,3 mil milhões de euros, 3,4 mil milhões dos quais referentes a transações de alojamentos existentes.

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Imagem sobre Capacidade de financiamento da economia aumentou para 1,5% do PIB 23-06-2017

Capacidade de financiamento da economia aumentou para 1,5% do PIB

A capacidade de financiamento da economia situou-se em 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no ano terminado no 1º trimestre de 2017, 0,1 pontos percentuais (p.p.) superior à observada no trimestre anterior.
Esta evolução traduziu comportamentos distintos dos setores institucionais residentes. Registaram-se melhorias no setor das Administrações Públicas (AP), cuja necessidade de financiamento diminuiu 0,3 p.p., passando de 2,0% do PIB no ano acabado no 4º trimestre de 2016 para 1,7%, e no setor das sociedades não financeiras, cuja capacidade de financiamento aumentou 0,2 p.p., para 0,6% do PIB. O saldo correspondente às sociedades financeiras estabilizou em 2,2% do PIB. A capacidade de financiamento das famílias diminuiu 0,3 p.p., para 0,5% do PIB no 1º trimestre de 2017. Esta redução refletiu a evolução da taxa de poupança das Famílias que se fixou em 3,8%, menos 0,5 p.p. que no trimestre precedente, em resultado do crescimento mais elevado da despesa de consumo final comparativamente com o do rendimento disponível (1,0% e 0,5%, respetivamente).
Tomando como referência valores trimestrais, e não o ano acabado no trimestre, o saldo das AP situou-se em cerca de -965,6 milhões de euros no 1º trimestre de 2017, correspondendo a -2,1% do PIB (-3,3% em igual período do ano anterior). Refira-se que o saldo das AP no 1º trimestre de 2017 não inclui qualquer impacto da recapitalização da Caixa Geral de Depósitos, visto que o tratamento estatístico desta operação está em análise.

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Imagem sobre Taxa de juro e prestação média inalteradas 22-06-2017

Taxa de juro e prestação média inalteradas

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação manteve-se em 1,012%, valor igual ao do mês anterior. A prestação média vencida foi 237 euros pelo nono mês consecutivo.

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Imagem sobre Indicador de clima económico aumenta de novo em maio; Indicador de atividade económica estabiliza em abril 21-06-2017

Indicador de clima económico aumenta de novo em maio; Indicador de atividade económica estabiliza em abril

Em maio, os indicadores de confiança dos consumidores e de sentimento económico aumentaram na Área Euro (AE). No mesmo mês, os preços das matérias-primas e do petróleo apresentaram variações em cadeia de 0,5% e -6,7%, respetivamente (-2,3% e 1,0% em abril).
Em Portugal, o indicador de atividade económica estabilizou em abril, após ter aumentado no mês anterior. O indicador de clima económico prolongou, em maio, o movimento ascendente observado desde o início do ano. O indicador quantitativo do consumo privado aumentou em abril, refletindo a aceleração do consumo corrente. No mesmo mês, o indicador de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) acelerou, prolongando a expressiva trajetória ascendente iniciada em junho de 2016, em resultado do contributo positivo mais acentuado da componente de material de transporte. Em termos nominais, as exportações e importações de bens apresentaram variações homólogas de 11,1% e 11,8% em abril, respetivamente (17,1% e 15,4% em março). Em abril, a atividade económica na perspetiva da produção revelou um abrandamento, tendo os índices de volume de negócios da indústria e dos serviços, bem como os índices de produção da indústria e da construção desacelerado em termos homólogos. Refira-se que o comportamento de alguns indicadores poderá estar influenciado por efeitos de calendário (mais dois dias úteis no trimestre terminado em março e menos dois dias úteis em abril, face aos mesmos períodos do ano anterior).
Em abril, a estimativa provisória mensal para a taxa de desemprego (15 a 74 anos), ajustada de sazonalidade, manteve-se inalterada em 9,8% face ao valor definitivo do mês anterior (taxas de 10,1% em janeiro e 11,6% em abril de 2016). A estimativa da população empregada (15 a 74 anos), ajustada de sazonalidade, apresentou um crescimento homólogo de 2,9%, traduzindo um abrandamento face ao mês anterior (taxa de variação de 3,5%), e uma diminuição em cadeia de 0,1% (aumento de 0,4% em março).
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) apresentou uma variação homóloga de 1,5% em maio (2,0% em abril), observando-se uma taxa de variação de 1,0% na componente de bens (1,1% no mês anterior) e de 2,1% na de serviços (3,3% em abril).

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Imagem sobre Seca afeta campanha de regadio e obriga à redução das áreas das culturas de primavera/verão no Alentejo. Perspetivas de boa campanha na cereja 21-06-2017

Seca afeta campanha de regadio e obriga à redução das áreas das culturas de primavera/verão no Alentejo. Perspetivas de boa campanha na cereja

As previsões agrícolas, em 31 de maio, apontam para um bom ano nas fruteiras, prevendo-se um considerável aumento da produtividade da cereja face a 2016 (a mais baixa da última década), devendo ultrapassar as 3 t/ha. No pêssego também são esperados rendimentos unitários superiores aos da campanha passada (+15%). Em contrapartida, nos cereais de outono/inverno, e devido às elevadas temperaturas e falta de humidade do solo nas fases de floração e início de formação do grão, as previsões apontam para decréscimos generalizados das produtividades.
Para as culturas de primavera/verão - excetuando a batata de regadio (cuja área plantada deverá aumentar cerca de mil hectares) e o tomate para a indústria em que a área contratada será sensivelmente idêntica à da campanha passada - as áreas semeadas diminuíram, nomeadamente no milho (-5%, devido à manutenção dos baixos preços de mercado e à menor disponibilidade de água de rega), no arroz (-5%, também devido aos baixos níveis de armazenamento de água nas albufeiras) e no girassol (-10%).

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Imagem sobre Preços na Produção Industrial com crescimento homólogo menos intenso 20-06-2017

Preços na Produção Industrial com crescimento homólogo menos intenso

O Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) apresentou uma taxa de variação homóloga de 4,1% (4,8% em abril). Excluindo o agrupamento de Energia, o índice aumentou 1,4% (variação de 1,7% no mês precedente). A variação mensal foi -0,2% (0,4% em igual mês de 2016).

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Imagem sobre Nos últimos sete anos, a população reduziu-se em 264 mil pessoas 16-06-2017

Nos últimos sete anos, a população reduziu-se em 264 mil pessoas

Em 31 de dezembro de 2016, a população residente em Portugal foi estimada em 10 309 573 pessoas (menos 31 757 face a 2015). Este resultado traduziu-se numa taxa de crescimento efetivo negativa de -0,31%, reflexo da conjugação de saldos natural e migratório negativos.
Registou-se um novo aumento do número de nascimentos (87 126 nados-vivos), contudo esse aumento foi insuficiente para compensar o número de óbitos (110 535), mantendo-se o saldo natural negativo (-23 409 em 2016, comparado a  23 011 em 2015).
Apesar da diminuição do número de emigrantes e da estabilização do número de imigrantes continuou a verificar-se um saldo migratório negativo (-8 348), ainda que mais atenuado comparativamente com 2015 (-10 481).
O envelhecimento demográfico em Portugal acentuou-se: face a 2015, a população com menos de 15 anos de idade diminuiu para 1 442 416 (-18 416) e a população com idade igual ou superior a 65 anos aumentou para 2 176 640 pessoas (+35 816); a população mais idosa (idade igual ou superior a 85 anos) foi estimada em 285 616 (+12 234).
Em 2016, a idade média da população residente em Portugal situou-se em 43,9 anos, tendo aumentado cerca de 3 anos na última década.

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Imagem sobre Páscoa impulsiona atividade na hotelaria 14-06-2017

Páscoa impulsiona atividade na hotelaria

A hotelaria registou 1,9 milhões de hóspedes e 5,1 milhões de dormidas em abril de 2017, a que corresponderam variações de 20,2% e 23,2% (0,2% e -1,0% em março de 2017, respetivamente). As dormidas de residentes aumentaram 26,3% (-11,4% em março) e as de não residentes aumentaram 22,1% (3,3% em março).
A estada média (2,70 noites) cresceu 2,5% e a taxa de ocupação-cama (53,8%) aumentou 8,9 p.p.
Os proveitos aceleraram notavelmente e registaram crescimentos expressivos. Os proveitos totais aumentaram 29,1% (9,2% no mês anterior), tendo atingido 267,1 milhões de euros. Os proveitos de aposento atingiram 192,6 milhões de euros e apresentaram um crescimento de 32,3% (8,3% em março).
Estes resultados foram influenciados pelo efeito de calendário associado ao período da Páscoa, que em 2017 ocorreu em abril, enquanto no ano anterior tinha sido em março.

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Imagem sobre Edifícios licenciados aumentaram 28,1% e edifícios concluídos cresceram 15,9% 14-06-2017

Edifícios licenciados aumentaram 28,1% e edifícios concluídos cresceram 15,9%

No 1º trimestre de 2017 os edifícios licenciados aumentaram 28,1% face ao período homólogo (+17,0% no 4º trimestre de 2016), correspondendo a 4,9 mil edifícios. Nos edifícios licenciados para construções novas observou-se um acréscimo de 35,3% (+20,2% no 4º trimestre de 2016) enquanto no licenciamento para reabilitação se registou um acréscimo de 17,3% (+11,6% no 4º trimestre de 2016). Os edifícios concluídos registaram aumento de 15,9% (+1,6% no 4º trimestre de 2016) perfazendo 2,9 mil edifícios.
Comparativamente com o trimestre anterior, o número de edifícios licenciados aumentou 11,9% (+4,7% no 4º trimestre de 2016) e os edifícios concluídos registaram uma variação de 8,9% (variação nula no 4º trimestre de 2016).

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC diminuiu para 1,5% 12-06-2017

Taxa de variação homóloga do IPC diminuiu para 1,5%

A variação homóloga do IPC passou de 2,0% em abril para 1,5% em maio de 2017. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação homóloga de 1,2%, menos 0,5 pontos percentuais (p.p.) que no mês anterior. A desaceleração do IPC foi sobretudo determinada pelo comportamento dos preços da classe dos Transportes (classe 7).
A variação mensal do IPC foi -0,2% (1,0% no mês anterior e 0,3% em maio de 2016). A variação média dos últimos doze meses fixou-se em 1,0%, taxa superior em 0,1 p.p. à registada no mês anterior.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de 1,7%, valor inferior em 0,7 p.p. ao verificado no mês anterior e superior em 0,3 p.p. ao estimado pelo Eurostat para a área do Euro (em abril esta diferença foi 0,5 p.p.). O IHPC registou uma variação mensal de -0,3% (1,5% no mês anterior e 0,4% em maio de 2016) e a taxa de variação média dos últimos doze meses foi 1,1% (valor superior em 0,1 p.p. ao registado no mês anterior).

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Imagem sobre Volume de Negócios nos Serviços acelerou 12-06-2017

Volume de Negócios nos Serviços acelerou

O índice de volume de negócios nos serviços passou de um crescimento homólogo de 6,7% em março para 9,0% em abril
Os índices de emprego, de remunerações brutas e de horas trabalhadas ajustado de efeitos de calendário, apresentaram variações homólogas de 4,0%, 3,1% e 1,1%, respetivamente (4,1%, 1,9% e 4,8% em março, pela mesma ordem).

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Imagem sobre As exportações e importações aumentaram 0,4% e 10,8%, respetivamente, em termos nominais 09-06-2017

As exportações e importações aumentaram 0,4% e 10,8%, respetivamente, em termos nominais

Em abril de 2017, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de, respetivamente, +0,4% e +10,8% (+23,8% e +14,9% em março de 2017, pela mesma ordem). Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, as exportações diminuíram 2,3% e as importações aumentaram 6,1% (respetivamente +21,1% e +15,0% em março de 2017).
O défice da balança comercial de bens situou-se em 1 239 milhões de euros em abril de 2017, o que representa um aumento de 509 milhões de euros face ao mês homólogo de 2016. Excluindo os Combustíveis e lubrificantes a balança comercial atingiu um saldo negativo de 900 milhões de euros, correspondente a um aumento de 367 milhões de euros em relação ao mesmo mês de 2016.
No trimestre terminado em abril de 2017, as exportações e as importações de bens aumentaram respetivamente 11,1% e 11,8% face ao período homólogo.

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Imagem sobre Produção na Construção com crescimento menos intenso 09-06-2017

Produção na Construção com crescimento menos intenso

O índice de produção na construção registou uma variação homóloga de 1,6% em abril (2,7% em março). Os índices de emprego e de remunerações aumentaram 2,0% e 0,1%, respetivamente (2,5% e 1,2%, no mês anterior pela mesma ordem).

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Imagem sobre Volume de Negócios na Indústria abrandou 08-06-2017

Volume de Negócios na Indústria abrandou

O Índice de Volume de Negócios na Indústria registou uma variação homóloga nominal de 1,2% em abril, após ter crescido 13,8% no mês anterior. O índice relativo ao mercado externo passou de um crescimento de 20,9% em março para 2,6% em abril, enquanto que o índice de vendas para o mercado nacional apresentou uma variação homóloga nula (8,4% no mês precedente).
O emprego, as remunerações e as horas trabalhadas apresentaram crescimentos homólogos de 2,7%, 1,5% e 1,4%, respetivamente (2,5%, 4,1% e 5,4% em março, pela mesma ordem).

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Imagem sobre Custos de construção de habitação nova desaceleraram 07-06-2017

Custos de construção de habitação nova desaceleraram

A taxa de variação homóloga do Índice de Custos de Construção de Habitação Nova foi 1,8% em abril, 0,3 pontos percentuais (p.p.) inferior à registada no mês anterior. O Índice de Preços de Manutenção e Reparação Regular da Habitação apresentou uma taxa de variação homóloga de 2,0% (2,1% em março).

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Imagem sobre Desenvolvimento regional global, competitividade, coesão e qualidade ambiental 07-06-2017

Desenvolvimento regional global, competitividade, coesão e qualidade ambiental

Em 2015, de acordo com os resultados do índice sintético de desenvolvimento regional, cinco das 25 regiões NUTS III portuguesas superavam a média nacional em termos de desenvolvimento regional global – as áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, o Alto Minho, a Região de Aveiro e a Região de Leiria.
O retrato territorial do índice de competitividade revela que as regiões com índices mais elevados se concentram no Litoral do Continente. A Área Metropolitana de Lisboa apresentava o índice de competitividade mais elevado, destacando-se das restantes regiões. A Região de Aveiro, a Área Metropolitana do Porto e, marginalmente, o Alentejo Litoral também superavam a média nacional.
No índice de coesão, os resultados obtidos refletiam um retrato territorial mais equilibrado do que o observado para competitividade, na medida em que, em nove das 25 regiões NUTS III, o índice de coesão superava a média nacional. Nesta componente do desenvolvimento regional, os resultados relativos a 2015 geram uma imagem territorial de maior coesão no espaço central do Continente e no Litoral norte, destacando-se a Área Metropolitana de Lisboa e a Região de Coimbra com os índices de coesão mais elevados.
Os resultados de 2015 para o índice de qualidade ambiental destacavam as regiões do Interior continental português e as regiões autónomas com desempenhos mais elevados. A média nacional nesta componente era superada por 12 das 25 regiões NUTS III, verificando-se uma disparidade territorial menor do que a observada para as restantes componentes. O Alto Alentejo era, em 2015, a região NUTS III portuguesa com melhor qualidade ambiental.

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Imagem sobre Receita do pescado transacionado em lota, impulsionada pelo aumento do preço médio, aumenta 3,3% e  ascende a 269,5 milhões de euros 31-05-2017

Receita do pescado transacionado em lota, impulsionada pelo aumento do preço médio, aumenta 3,3% e ascende a 269,5 milhões de euros

Em 2016, a quantidade de pescado fresco e refrigerado capturado pela frota nacional (124 264 toneladas), foi a segunda mais baixa desde o início da série estatística (1969), correspondendo a um decréscimo de 11,8% face a 2015. As receitas resultantes do mercado da 1.ª venda (lota) aumentaram 3,3% promovidas pelo aumento do preço médio do pescado fresco e refrigerado (+15,9%). O valor unitário ascendeu a 2,10 €/kg, o maior valor unitário desde que existem registos estatísticos disponíveis.
A relação entre a variação acumulada dos preços transacionados em lota e o IPC (Índice de preços no consumidor) aponta para um afastamento gradual e progressivo, com o maior distanciamento a verificar-se nos anos 2007, 2008 e 2015. Por outro lado, a comparação dos preços resultantes do mercado da primeira venda (lota) com os respetivos valores unitários da importação indica que o peixe fresco e refrigerado importado apresenta, em média, um preço 2,3 vezes superior no período 2011/2016.
O défice da balança comercial dos produtos da pesca agravou-se em 69 milhões de euros, totalizando 787,4 milhões de euros.

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Imagem sobre Produto Interno Bruto aumentou 2,8% em termos homólogos 31-05-2017

Produto Interno Bruto aumentou 2,8% em termos homólogos

O Produto Interno Bruto (PIB), em termos homólogos, aumentou 2,8% em volume no 1º trimestre de 2017 (2,0% no trimestre anterior). Esta evolução resultou do maior contributo da procura externa líquida, em consequência da aceleração mais acentuada das Exportações de Bens e Serviços que a observada nas Importações de Bens e Serviços. A procura interna manteve um contributo positivo elevado, embora inferior ao do trimestre precedente, verificando-se uma desaceleração do consumo privado e uma aceleração do Investimento.
Comparativamente com o 4º trimestre de 2016, o PIB aumentou 1,0% em termos reais (variação em cadeia de 0,7% no trimestre anterior). O contributo da procura externa líquida para a variação em cadeia do PIB passou de negativo para positivo, refletindo o maior aumento das Exportações de Bens e de Serviços face ao registado pelas Importações de Bens e Serviços. O contributo da procura interna diminuiu de forma expressiva devido, principalmente, ao contributo negativo da Variação de Existências. O consumo privado e a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) registaram crescimentos positivos embora menores que os observados no trimestre anterior.

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Imagem sobre A taxa de desemprego de março foi de 9,8% 30-05-2017

A taxa de desemprego de março foi de 9,8%

A taxa de desemprego de março de 2017 situou-se em 9,8%, menos 0,1 pontos percentuais (p.p.) do que no mês anterior e menos 0,3 p.p. em relação a três meses antes. Aquele valor representa uma revisão nula face à estimativa provisória divulgada há um mês e constitui o valor mais baixo observado desde fevereiro de 2009 (9,7%).
A população desempregada de março foi estimada em 503,6 mil pessoas, tendo diminuído 0,9% em relação ao mês precedente (menos 4,7 mil pessoas), enquanto a população empregada foi estimada em 4 649,5 mil pessoas, tendo aumentado 0,4% (mais 18,1 mil pessoas) face ao mês anterior.
A estimativa provisória da taxa de desemprego de abril de 2017 foi de 9,8%. Neste mês, a estimativa provisória da população desempregada foi de 503,7 mil pessoas e a da população empregada foi de 4 646,2 mil pessoas.

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Imagem sobre Vendas no Comércio a Retalho mantêm variação homóloga 30-05-2017

Vendas no Comércio a Retalho mantêm variação homóloga

O Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho registou uma variação homóloga de 4,9% (igual à registada no mês anterior). Os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas ajustadas de efeitos de calendário, apresentaram taxas de variação de 3,2%, 3,5% e 4,5%, respetivamente (2,2%, 4,1% e 0,0% em março, pela mesma ordem).

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Junho de 2017 23-06-2017

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Junho de 2017

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

Nota: Até Fevereiro de 2009 editado com o título: Boletim mensal da agricultura e pescas e agro-indústria

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Imagem sobre Estatísticas da Pesca - 2016 31-05-2017

Estatísticas da Pesca - 2016

 

A publicação Estatísticas da Pesca, para o ano de 2016, apresenta-se organizada em 9 capítulos com textos de análise e respetivos quadros estatísticos.


Assim, esta publicação associa-se uma vez mais às comemorações do dia do Pescador (31 de maio), disponibilizando um conjunto de informação relativa às Pescas em Portugal, bem como a alguns sectores da economia nacional relacionados. Os dados estatísticos divulgados incidem sobre assuntos tão diversificados como descargas e capturas por portos, espécies e NUTS II, mercado dos produtos da pesca e estruturas organizativas, frota de pesca, número de pescadores matriculados, informações relativas à indústria transformadora da pesca e aquicultura, comércio internacional do sector da pesca e atividades correlacionadas e dados relativos aos “stocks” e níveis de exploração.

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Imagem sobre Península Ibérica em Números - 2016 26-05-2017

Península Ibérica em Números - 2016

 

Os Institutos Nacionais de Estatística de Portugal e de Espanha publicam, conjuntamente, a 13.ª edição de Península Ibérica em Números | Península Ibérica en Cifras. A publicação contém indicadores estatísticos oficiais agrupados em 14 temas, que permitem comparar estes dois países e observar a posição de cada um no contexto da União Europeia. Em múltiplos casos, a informação é apresentada com detalhe a nível regional.
Esta publicação é apresentada em edição trilingue (português, espanhol e inglês) e inclui textos relativos a uma parte significativa dos seus quadros, gráficos e mapas.


Está também disponível a edição interativa da publicação

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Imagem sobre Sistema integrado de matrizes simétricas input-output : 2013 25-05-2017

Sistema integrado de matrizes simétricas input-output : 2013

A publicação Sistema Integrado de Matrizes Simétricas Input-Output apresenta as matrizes para a Economia Portuguesa, tendo como base o ano de 2013. Em anexo a esta publicação e no sítio do INE, na área dedicada às Contas Nacionais, é disponibilizado o conjunto completo de matrizes detalhadas (82 x 82 produtos). Esta publicação inclui as matrizes de multiplicadores da procura final, complementando assim a informação divulgada no Destaque de Dezembro de 2016.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Abril de 2017 24-05-2017

Boletim Mensal de Estatística - Abril de 2017

O Boletim Mensal de Estatística, contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Causas de morte - 2015 23-05-2017

Causas de morte - 2015

 

A publicação Causas de morte - 2015 apresenta os resultados estatísticos relativos à mortalidade por causas de morte em Portugal durante o ano de 2015. Está organizada em fichas individuais para 55 grupos de causas de morte baseados na lista utilizada pela «OECD Health Data», com apresentação de uma análise descritiva para cada causa ou grupo de causas de morte, bem como um quadro síntese com dados e indicadores de mortalidade.
Incluem-se ainda quadros de dados com informação mais detalhada por grupo de causas de morte, nomeadamente contagens do número de óbitos por sexo, grupos etários e regiões de residência dos falecidos, bem como indicadores estatísticos derivados.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Maio de 2017 22-05-2017

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Maio de 2017

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

Nota: Até Fevereiro de 2009 editado com o título:Boletim mensal da agricultura e pescas e agro-indústria

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Março de 2017 27-04-2017

Boletim Mensal de Estatística - Março de 2017

O Boletim Mensal de Estatística, contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Abril de 2017 24-04-2017

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Abril de 2017

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

Nota: Até Fevereiro de 2009 editado com o título:Boletim mensal da agricultura e pescas e agro-indústria

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REVSTAT - Statistical Journal - Abril de 2017

 

REVSTAT - Statistical Journal (Vol.15 Number 2 - April 2017)

Publicação de artigos de relevante conteúdo científico, abrangendo todos os ramos da Probabilidade e da Estatística, e que oferece um contributo efetivo para o esclarecimento e a divulgação de métodos estatísticos inovadores fundamentados em problemas reais.  Edição em língua inglesa.

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