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Thursday, 1 de December de 2022

Monday, 5 de December de 2022

  • ITRM 2022 - 47ª Semana: Últ. dia

Wednesday, 7 de December de 2022

Saturday, 10 de December de 2022

  • ICC 2022 - Dez: Últ. dia
  • ICCOP 2022 - Dez: Últ. dia
  • ICIT 2022 - Dez: Últ. dia
  • ICS 2022 - Dez: Últ. dia
  • IMPI 2022 - Nov: Últ. dia
  • IPCAMP 2022 - Nov: Últ. dia
  • IPCOL 2022 - Nov: Últ. dia
  • IPHH 2022 - Nov: Últ. dia
  • IVNE 2022 - Nov: Últ. dia

Monday, 12 de December de 2022

  • ITRM 2022 - 48ª Semana: Últ. dia

Thursday, 15 de December de 2022

Monday, 19 de December de 2022

  • ITRM 2022 - 49ª Semana: Últ. dia

Tuesday, 20 de December de 2022

Friday, 23 de December de 2022

  • IMGA 2022 - Nov: Últ. dia
  • IMLV 2022 - Nov: Últ. dia

Sunday, 25 de December de 2022

  • IMAAC 2022 - Nov: Últ. dia
  • IMVC 2022 - Nov: Últ. dia

Monday, 26 de December de 2022

  • IPPSAET 2021 - 4º Trim: Últ. dia
  • ITRM 2022 - 50ª Semana: Últ. dia

INFORMAÇÕES

O conhecimento de informação estatística fiável, pertinente e atual é indispensável à tomada de decisão a todos os níveis. A sua colaboração na resposta aos inquéritos do INE é decisiva para a produção e difusão das estatísticas oficiais.

EM DESTAQUE

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Imagem sobre  Custos de construção aumentam 12,5% em termos homólogos 09-12-2022

Custos de construção aumentam 12,5% em termos homólogos

Em outubro de 2022, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 12,5% em termos homólogos, menos 0,8 pontos percentuais (p.p.) que o observado no mês anterior. O preço dos materiais e o custo da mão de obra apresentaram, respetivamente, variações homólogas de 17,2% e de 5,9%.

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Imagem sobre Volume de Negócios na Indústria abrandou para 16,2% 09-12-2022

Volume de Negócios na Indústria abrandou para 16,2%

Em termos homólogos e nominais, o Índice de Volume de Negócios na Indústria apresentou uma variação de 16,2% em outubro (22,1% no mês precedente), continuando a refletir o crescimento do índice de preços na indústria (16,2% em outubro e 19,7% em setembro). Excluindo o agrupamento de Energia, as vendas na indústria aumentaram 15,5% (18,3% em setembro). Os índices relativos ao mercado nacional e ao mercado externo desaceleraram, respetivamente, 7,4 e 3,7 pontos percentuais, para taxas de crescimento de 16,8% e 15,4% em outubro.

As variações homólogas dos índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas fixaram-se em 2,5%, 7,2% e 2,2% (2,4%, 7,0% e 2,1% em setembro), respetivamente.

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Imagem sobre Exportações e importações aumentaram 21,1% e 26,2% em termos nominais 09-12-2022

Exportações e importações aumentaram 21,1% e 26,2% em termos nominais

Em outubro de 2022, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de +21,1% e +26,2%, respetivamente (+25,0% e +30,4%, pela mesma ordem, em setembro de 2022), sendo de salientar os aumentos nas exportações e importações de Máquinas e outros bens de capital (+43,6% e +34,0%, respetivamente) e de Fornecimentos industriais (+14,0% e +19,1%, pela mesma ordem).

Excluindo Combustíveis e lubrificantes, as exportações e as importações aumentaram 19,4% e 25,2%, respetivamente (+24,1% e +27,1%, pela mesma ordem, em setembro de 2022).

Os índices de valor unitário (preços) registaram variações homólogas de +14,5% nas exportações e +14,2% nas importações. Excluindo os produtos petrolíferos, as variações foram +12,6% e +10,5%, respetivamente. 

O défice da balança comercial agravou-se em 814 milhões de euros face a outubro de 2021, atingindo 2 833 milhões de euros. Excluindo Combustíveis e lubrificantes, o défice totalizou 1 983 milhões de euros, aumentando 644 milhões de euros relativamente a outubro de 2021.

No trimestre terminado em outubro de 2022, as exportações cresceram 25,5% e as importações aumentaram 34,7%, em relação ao mesmo período de 2021 (+28,0% e +36,7%, respetivamente, no 3º trimestre de 2022).

No período de janeiro a outubro de 2022, as importações provenientes do Brasil praticamente duplicaram face a igual período de 2021, tendo este país passado a ser o 7º principal fornecedor de bens a Portugal, e o 2º maior fornecedor Extra-UE, apenas superado pela China. Grande parte deste aumento resultou da importação de Combustíveis minerais, que cresceram 84,5%, devido essencialmente aos Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos (ver caixa neste destaque). 

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Imagem sobre Transporte de passageiros ainda abaixo dos níveis de 2019 06-12-2022

Transporte de passageiros ainda abaixo dos níveis de 2019

No 3º trimestre de 2022, os aeroportos nacionais movimentaram 18,5 milhões de passageiros, correspondendo a um crescimento de 79,4% face ao mesmo período de 2021. Comparando com o 3ºT de 2019, registou-se uma diminuição de 1,5%. 

No mesmo trimestre, foram transportados 44,6 milhões de passageiros por comboio e 54,8 milhões por metropolitano (+35,9% e +50,8%, pela mesma ordem, face ao período homólogo de 2021). Face a idêntico período de 2019, registaram-se decréscimos de 3,2% e 15,5%, respetivamente.

No 3º trimestre de 2022, o transporte de passageiros por via fluvial aumentou 24,7% relativamente ao 3ºT 2021 (+62,5% no 2ºT 2022), atingindo 6,0 milhões de passageiros e diminuindo 16,0% face ao 3ºT 2019.

Relativamente ao transporte de mercadorias: por via aérea verificou-se um crescimento de 16,1% face ao 3ºT 2021 (+8,0% comparando com o 3ºT 2019); na ferrovia, registou-se uma diminuição de 10,7% (-2,1% no trimestre anterior e -1,5% face a idêntico período de 2019); por via marítima, registou-se um acréscimo de 6,0% face ao 3ºT 2021 (+1,0% no 2ºT 2022 e +7,1% relativamente ao 3ºT 2019); e, por fim, o transporte rodoviário continuou a decrescer (-3,3% face a 2021 e -6,5% face a 2019), correspondendo a 34,5 milhões de toneladas movimentadas.

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Imagem sobre Vendas das Unidades Comerciais de Dimensão Relevante superaram em 0,6% os níveis de 2019, mas pessoal ao serviço ficou 2,4% abaixo - 2021 05-12-2022

Vendas das Unidades Comerciais de Dimensão Relevante superaram em 0,6% os níveis de 2019, mas pessoal ao serviço ficou 2,4% abaixo - 2021

Em 2021, existiam em Portugal 3 650 estabelecimentos classificados como Unidades Comerciais de Dimensão Relevante (UCDR), menos 0,3% face ao ano anterior (+1,4% em 2020). O pessoal ao serviço nestas unidades (121,6 mil trabalhadores) aumentou 2,7% (-5,0% em 2020). O Volume de negócios (20,1 mil milhões de euros) cresceu 5,0% (-4,4% em 2020) e o número de transações (904,4 milhões) subiu 5,6% (-17,4% em 2020). 

Comparativamente a 2019, verificou-se uma recuperação no número de estabelecimentos (+1,1%), no Volume de negócios (+0,4%) e no Volume de vendas (+0,6%) destas unidades. Contudo, quer o pessoal ao serviço quer o número de transações mantiveram-se ainda, em 2021, em níveis inferiores aos registados em 2019 (-2,4% e -12,7%, respetivamente).

Nas unidades de retalho alimentar, as vendas cresceram 3,1% (+2,9% em 2020; +6,1% comparando com 2019) e nas unidades de retalho não alimentar aumentaram 9,9% (-18,8% em 2020; -10,8% comparando com 2019). 

As vendas de produtos de marca própria nas unidades de retalho alimentar representaram 37,9% das vendas globais (38,0% em 2020), num total de 5,4 mil milhões de euros (+2,7%, após +10,6% em 2020; +13,6% comparando com 2019).

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Imagem sobre Produção Industrial registou uma variação homóloga de -2,0% 02-12-2022

Produção Industrial registou uma variação homóloga de -2,0%

O Índice de Produção Industrial apresentou uma variação homóloga de -2,0% em outubro (0,3% em setembro). Excluindo o agrupamento de Energia, esta variação foi de -2,4% (1,5% no mês precedente). A taxa de variação da secção das Indústrias Transformadoras situou-se em -1,9% (1,2% em setembro). A variação mensal do índice agregado foi -1,8% (-2,1% no mês anterior).

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Imagem sobre Dormidas mantiveram crescimento em outubro de 2022 30-11-2022

Dormidas mantiveram crescimento em outubro de 2022

O setor do alojamento turístico registou 2,6 milhões de hóspedes e 6,8 milhões de dormidas em outubro de 2022, correspondendo a aumentos  de 23,4% e 23,5%, respetivamente (+41,1% e +37,2% em setembro, pela mesma ordem). Face a outubro de 2019, registaram-se aumentos de 5,0% e 6,2%, respetivamente. 

Em outubro, o mercado interno contribuiu com 1,8 milhões de dormidas (-2,7%) e os mercados externos totalizaram 4,9 milhões (+37,3%). Face a outubro de 2019, registaram-se aumentos de 21,0% nas dormidas de residentes e 1,5% nas de não residentes. No caso dos não residentes, neste mês, registou-se o maior crescimento face a 2019.

No conjunto dos primeiros dez meses de 2022, as dormidas aumentaram 97,3% (+23,7% nos residentes e +177,9% nos não residentes). Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas decresceram 1,6%, como consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-6,0%), dado que as de residentes cresceram 9,0%.

Em outubro, 21,6% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (26,5% em outubro de 2021).

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Imagem sobre Produto Interno Bruto em volume aumentou 4,9% em termos homólogos e 0,4% em cadeia 30-11-2022

Produto Interno Bruto em volume aumentou 4,9% em termos homólogos e 0,4% em cadeia

O Produto Interno Bruto (PIB), em termos reais, registou uma variação homóloga de 4,9% no 3º trimestre de 2022 (7,4% no trimestre anterior). O contributo da procura interna para a variação homóloga do PIB diminuiu no 3º trimestre, passando de 4,0 pontos percentuais (p.p.) no 2º trimestre, para 2,9 p.p., verificando-se um crescimento ligeiramente menos acentuado do consumo privado e uma diminuição do investimento, determinada pelo comportamento da variação de existências. O contributo positivo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB também diminuiu, para 2,0 p.p. (3,3 p.p. no trimestre anterior), traduzindo a desaceleração das Exportações de Bens e Serviços, em volume, mais intensa que a das Importações de Bens e Serviços. Em resultado do crescimento pronunciado do deflator das importações, superior ao observado nas exportações, verificou-se, pelo sexto trimestre consecutivo, uma perda significativa (4,1%) dos termos de troca, embora menos intensa que no trimestre anterior. 

Comparando com o 2º trimestre de 2022, o PIB aumentou 0,4% em volume, mais 0,3 p.p. que o registado no trimestre precedente. O contributo da procura interna para a variação em cadeia do PIB passou a positivo, 0,4 p.p. (-0,5 p.p. no 2º trimestre), enquanto o contributo da procura externa líquida passou de positivo (0,6 p.p. no 2º trimestre) a nulo.

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Imagem sobre Vendas no Comércio a Retalho crescem 0,5% em volume 30-11-2022

Vendas no Comércio a Retalho crescem 0,5% em volume

O Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho abrandou, passando de uma variação homóloga de 2,3% em setembro para 0,5% em outubro de 2022, sobretudo devido à redução nos Produtos Alimentares.

Os índices de emprego, remunerações e horas trabalhadas apresentaram taxas de variação homóloga de 2,8%, 7,2% e 2,7% (3,1%, 8,5% e 2,1% em setembro).

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Imagem sobre Em outubro, a taxa de desemprego manteve-se em 6,1% e a taxa de subutilização do trabalho aumentou para 11,4% 30-11-2022

Em outubro, a taxa de desemprego manteve-se em 6,1% e a taxa de subutilização do trabalho aumentou para 11,4%

Setembro de 2022:

A população ativa (5 207,8 mil pessoas) aumentou 0,1% em relação a agosto de 2022, 0,4% relativamente a junho do mesmo ano e 0,7% por comparação com setembro de 2021.

A população empregada (4 889,0 mil) manteve-se, em termos relativos, praticamente idêntica ao observado no mês anterior e aumentou em relação a três meses antes (0,2%) e ao período homólogo de 2021 (1,0%).

A população desempregada (318,8 mil) aumentou 1,6% em relação a agosto e 2,7% relativamente a junho, tendo diminuído 2,6% em relação a setembro de há um ano.

A taxa de desemprego situou-se em 6,1%, valor superior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) ao do mês anterior e ao de três meses antes, mas inferior em 0,2 p.p. ao de um ano antes.

A população inativa (2 450,1 mil) diminuiu em relação aos três períodos de comparação, respetivamente: 0,2%, 0,9% e 2,4%.

A taxa subutilização de trabalho situou-se em 11,3%, valor inferior em 0,1 p.p. ao do mês precedente, em 0,2 p.p. ao de três meses antes e em 0,6 p.p. ao de um ano antes.

Outubro de 2022:

A população ativa (5 197,6 mil) diminuiu 0,2% em relação a setembro e 0,1% relativamente a julho, tendo aumentado 0,5% por comparação com outubro de 2021.

A população empregada (4 881,0 mil) observou também um decréscimo em relação ao mês anterior e a três meses antes (de 0,2% em ambos os meses) e um acréscimo relativamente a um ano antes (0,7%).

A população desempregada (316,6 mil) diminuiu 0,7% em relação a setembro de 2022 e 3,5% relativamente a outubro de 2021, tendo aumentado 1,9% por comparação com julho de 2022.

A taxa de desemprego situou-se em 6,1%, valor idêntico ao de setembro, superior ao de julho (0,1 p.p.) e inferior ao do mês homólogo do ano anterior (0,2 p.p.).

A população inativa (2 460,5 mil) aumentou em relação ao mês anterior e a três meses antes (0,4% e 0,1%, respetivamente) e diminuiu relativamente ao período homólogo (1,9%).

A taxa subutilização de trabalho situou-se em 11,4%, valor superior em 0,1 p.p. ao do mês anterior, mas inferior ao de três meses antes em 0,1 p.p. e ao do mesmo mês de um ano antes em 0,3 p.p.

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 9,9% 30-11-2022

Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 9,9%

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá diminuído para 9,9% em novembro, taxa inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 7,2% (7,1% no mês precedente), taxa mais elevada desde dezembro de 1993. Estima-se que a taxa de variação homóloga do índice relativo aos produtos energéticos terá diminuído para 24,8% (taxa 2,8 p.p. inferior ao mês anterior). O índice referente aos produtos alimentares não transformados terá apresentado uma variação de 18,4% (18,9% em outubro), contrastando com a aceleração estimada nos produtos alimentares transformados, que terão registado uma variação de 16,8% (14,1% no mês precedente).

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido 0,3% (1,2% em outubro e 0,4% em novembro de 2021).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 7,3% (6,7% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 10,3% (10,6% no mês precedente).

Os dados definitivos referentes ao IPC do mês de novembro de 2022 serão publicados no próximo dia 14 de dezembro.

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Imagem sobre O VAB das filiais estrangeiras cresceu mais face a 2019 (+7,0%) que o das sociedades nacionais (+4,1%) 29-11-2022

O VAB das filiais estrangeiras cresceu mais face a 2019 (+7,0%) que o das sociedades nacionais (+4,1%)

Em 2021, existiam 9 706 filiais de empresas estrangeiras em Portugal (+1,8% face a 2020), correspondendo a 2,0% do total das sociedades não financeiras.

As filiais estrangeiras empregavam cerca de 585 mil pessoas, em 2021, representando 17,7% do total do emprego das sociedades não financeiras. Em termos médios, cada filial empregava cerca de 60 pessoas em 2021, valor muito superior ao das sociedades nacionais (cerca de 6 pessoas). 

O VAB das filiais estrangeiras em Portugal cresceu 14,8% em 2021 (-6,7% em 2020), correspondendo em termos nominais a um total de 28 mil milhões de euros. O VAB das sociedades nacionais cresceu 16,2% (-10,4% em 2020). 65,1% do VAB gerado pelas filiais estrangeiras respeitava a sociedades detidas por entidades sediadas em países da União Europeia. A produtividade aparente do trabalho e a remuneração média mensal por pessoa ao serviço das filiais estrangeiras foram superiores em 69,7% e 42,2% às observadas nas sociedades nacionais, atingindo respetivamente 47 507 euros e 1 518 euros, em 2021.

O VAB das filiais de grande dimensão (538 sociedades) representou 64,1% do total do VAB das filiais estrangeiras. 

O VAB das filiais estrangeiras com perfil exportador (43,7% do VAB total das filiais estrangeiras) cresceu 19,8% em 2021, o que compara com um aumento de 11,2% nas filiais estrangeiras sem perfil exportador. As exportações das filiais estrangeiras (ver caixa no final do destaque) corresponderam a 37,9% do total das exportações nacionais de bens e aumentaram 3,0 mil milhões de euros em relação ao ano anterior (+14,3%), um crescimento inferior ao observado nas sociedades nacionais (+21,0%).

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Imagem sobre Avaliação bancária diminuiu para 1 420 euros por metro quadrado 29-11-2022

Avaliação bancária diminuiu para 1 420 euros por metro quadrado

O valor mediano de avaliação bancária foi 1 420 euros em outubro, menos 9 euros que o observado no mês precedente. Em termos homólogos, a taxa de variação fixou-se em 13,5% (15,6% em setembro). Refira-se que o número de avaliações bancárias consideradas diminuiu pelo quinto mês consecutivo, situando-se em cerca de 25,6 mil, o que representa uma redução de 8,6% face mesmo período do ano anterior e menos 22,7% que em maio último, mês em que se registou o máximo da série.

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Imagem sobre O valor provisório da esperança de vida aos 65 anos foi estimado em 19,30 anos 29-11-2022

O valor provisório da esperança de vida aos 65 anos foi estimado em 19,30 anos

No triénio 2020-2022, o valor provisório da esperança de vida aos 65 anos foi estimado em 19,30 anos, apresentando uma redução de 0,05 anos relativamente ao triénio 2019-2021.

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Imagem sobre Indicador de confiança dos Consumidores diminui marginalmente e indicador de clima económico aumenta 29-11-2022

Indicador de confiança dos Consumidores diminui marginalmente e indicador de clima económico aumenta

O indicador de confiança dos Consumidores diminuiu entre setembro e novembro , apenas marginalmente no último mês, atingindo um valor próximo do registado em abril de 2020 no início da pandemia. O saldo das opiniões dos Consumidores sobre a evolução passada dos preços diminuiu em novembro, após ter renovado em outubro o valor máximo da série, na sequência da trajetória marcadamente ascendente iniciada em março de 2021.

O indicador de clima económico  aumentou em novembro, após ter diminuído entre agosto e outubro. Os indicadores de confiança da Indústria Transformadora, da Construção e Obras Públicas, do Comércio e dos Serviços aumentaram relativamente a outubro.  

Os saldos das expectativas dos empresários sobre a evolução futura dos preços de venda diminuíram na Indústria Transformadora, no Comércio e, de forma ligeira, na Construção e Obras Públicas, enquanto nos Serviços este saldo aumentou, embora permanecendo num nível inferior ao máximo da série registado em abril.

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Imagem sobre Taxa de juro subiu para 1,328%, capital em dívida e prestação mensal também aumentaram, fixando-se em 61 513 euros e 279 euros, respetivamente 23-11-2022

Taxa de juro subiu para 1,328%, capital em dívida e prestação mensal também aumentaram, fixando-se em 61 513 euros e 279 euros, respetivamente

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 1,328% em outubro, subindo 18,4 pontos base (p.b.) face a setembro (1,144%). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 1,775% em setembro para 2,061% em outubro. No mês em análise, o capital médio em dívida aumentou 424 euros, fixando-se em 61 513 euros. A prestação média fixou-se em 279 euros em outubro, traduzindo uma subida de 7 euros face a setembro e 28 euros (11,2%) comparativamente com outubro de 2021. Nos contratos nos últimos 3 meses, o valor médio da prestação aumentou 18 euros, para 489 euros.

A subida das taxas de juro nos últimos meses, tem levado ao aumento significativo do valor médio da prestação do crédito à habitação. Em outubro de 2022 a prestação média para “aquisição de habitação” foi 18,7% superior à do mês homólogo, enquanto o IPC registou uma taxa de variação de 10,1%. Ainda assim, mais de 75% de contratos de crédito à habitação em vigor em outubro de 2022, tinham uma prestação entre 100 e 400 euros mensais e apenas 5% tinham uma prestação superior a 630 euros (ver caixa no fim deste destaque).

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Imagem sobre Censos 2021 - Principais tendências ocorridas em Portugal na última década 23-11-2022

Censos 2021 - Principais tendências ocorridas em Portugal na última década

O Instituto Nacional de Estatística divulga hoje, dia 23 de novembro de 2022, os Resultados Definitivos do XVI Recenseamento Geral da População e do VI Recenseamento Geral da Habitação - Censos 2021, referenciados a 19 de abril de 2021.

Com a divulgação destes resultados cumpre-se um dos objetivos fundamentais desta operação censitária: devolver à Sociedade um vasto conjunto de dados estatísticos que permitem melhorar o conhecimento do país, através da caracterização da população e do respetivo parque habitacional.

O Portal de Estatísticas Oficiais do INE disponibiliza uma área dedicada à divulgação dos Resultados Definitivos dos Censos 2021 com um conjunto diversificado de produtos de difusão, procurando ir ao encontro das necessidades dos diferentes utilizadores.

Censos 2021 – Principais tendências ocorridas em Portugal na última década

População 

O país registou um decréscimo populacional de 2,1% e acentuaram-se os desequilíbrios na distribuição da população pelo território.

Agravou-se o fenómeno de envelhecimento da população, com o aumento expressivo da população idosa e a diminuição da população jovem.

Aumentou a representatividade da população divorciada e da população que vive em união de facto;

A população estrangeira residente em Portugal cresceu 37%.

O nível de escolarização da população aumentou de forma significativa, com o reforço da população com ensino superior e com o ensino secundário e pós-secundário.

Agregados e núcleos familiares

A dimensão média dos agregados domésticos privados diminuiu e aumentou o número de pessoas que vivem sozinhas.

Crescimento do número de núcleos familiares monoparentais e de núcleos reconstituídos.

Habitação

Ligeiro crescimento dos edifícios e alojamentos destinados à habitação.

Reforço da importância relativa da primeira habitação em detrimento das residências secundárias e dos alojamentos vagos.

Aumento do arrendamento como regime de ocupação dos alojamentos.

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Imagem sobre Em 2022, cerca de 75% das empresas têm pessoal ao serviço com acesso remoto ao sistema de correio eletrónico da empresa 21-11-2022

Em 2022, cerca de 75% das empresas têm pessoal ao serviço com acesso remoto ao sistema de correio eletrónico da empresa

Em 2022, 96,9% das empresas e 48,2% das pessoas ao serviço têm acesso à Internet para fins profissionais, +0,3 p.p. e +3,7 p.p., respetivamente, que em 2021. No mesmo ano, 85,7% das empresas disponibilizam dispositivos portáteis permitindo ligação móvel à Internet para fins profissionais (+17,2 p.p. face a 2021), abrangendo 28,1% do pessoal ao serviço (+4,2 p.p. que em 2021). Neste ano, 74,7% das empresas têm pessoal ao serviço com acesso remoto ao sistema de correio eletrónico da empresa.

As vendas através do comércio eletrónico representaram 17,2% do total do volume de negócios em 2021 (+0,2 p.p. que no ano anterior), atingindo quase 50 mil milhões de euros (+10,7% face a 2020). Em 2021, 15,7% das empresas efetuaram vendas web (+2,7 p.p. face a 2020), e 5,6% efetuaram vendas através de EDI (-0,5 p.p.).

Em 2022, 20,0% das empresas têm pessoal ao serviço especialista em TIC (+0,2 p.p. que em 2020), destacando-se o setor da Informação e comunicação, com 80,1%. Em 2021, 6,2% das empresas recrutaram ou tentaram recrutar especialistas em TIC, sendo que destas 61,4% tiveram dificuldades no preenchimento destes postos de trabalho.

Em 2022, as principais medidas de segurança das TIC utilizadas pelas empresas são a autenticação através de uma palavra-passe segura (84,0%), o backup de informação em local distinto (73,7%) e o controlo de acesso à rede (62,5%).

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Imagem sobre Intensidade energética manteve tendência decrescente no ano da pandemia 21-11-2022

Intensidade energética manteve tendência decrescente no ano da pandemia

Em 2020, ano do início da pandemia COVID-19, a utilização interna líquida de energia diminuiu 8,7%, variação mais intensa que a redução de 8,3% do Produto Interno Bruto (PIB) em termos reais. Consequentemente, a intensidade energética da economia (relação entre a utilização interna de energia e o PIB) diminuiu 0,4% (em 2019 tinha diminuído 3,1%), registando o valor mais baixo da série. Num ano marcado pelo impacto da pandemia COVID-19, o consumo de produtos energéticos pelas famílias diminuiu 0,5%, redução menos intensa que a verificada no conjunto do consumo privado (-7,1%), concorrendo para um aumento de 7,0% da intensidade energética do consumo privado e interrompendo a tendência decrescente que se verificava desde 2015.

A produção de eletricidade foi obtida através de um “mix” de produtos energéticos menos poluentes, verificando-se uma forte redução da utilização do carvão (-55,1%) e aumentos do gás natural (+1,1%) e, sobretudo, das renováveis (+9,2%) que atingiram o máximo da série desde 2000, ao corresponderem a 47% do total da produção de eletricidade.

Em 2019 (último ano com informação disponível para a UE), Portugal foi o Estado Membro com a terceira mais baixa intensidade energética da economia, melhorando, relativamente a 2018, duas posições comparativamente a outros Estados Membros.

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Imagem sobre Mais de 3/4 dos utilizadores de Internet guardam em casa o equipamento informático em fim de vida 21-11-2022

Mais de 3/4 dos utilizadores de Internet guardam em casa o equipamento informático em fim de vida

Os resultados do Inquérito à utilização de TIC pelas famílias, realizado entre junho e agosto de 2022, indicam que 88,2% dos agregados familiares em Portugal têm ligação à internet em casa e 84,6% têm uma ligação por banda larga, mais 0,9 pontos percentuais (p.p.) na ligação à internet e mais 0,5 p.p. na ligação por banda larga do que em 2021.

93,0% dos agregados têm pelo menos um serviço fixo de telecomunicações em casa e para 85,6% os serviços fixos existentes estão integrados num pacote com outros serviços de telecomunicações (fixos ou móveis). A TV por subscrição é o principal serviço, referido por 87,9% do total de famílias e 80,4% das famílias com serviços integrados em pacote.

38,6% das famílias têm apenas acesso à Televisão Digital Terrestre (TDT) na sua residência principal e 29,2% acumulam o serviço de televisão por subscrição com o acesso à TDT.

O acesso à televisão por subscrição é mais frequente entre as famílias com crianças (95,5%) e nas famílias com maiores recursos (93,9%), ao contrário da TDT que predomina nas famílias sem crianças (40,2%) e nas famílias com menores recursos (43,1%).

A utilização da internet é referida por 84,5% da população residente dos 16 aos 74 anos em 2022, mais 2.2 p.p. do que no ano anterior, o que representa um abrandamento de crescimento em relação ao biénio caraterizado pela pandemia COVID-19 (3,0 p.p. e 4,0 p.p., respetivamente, em 2020 e 2021).

76,3% dos utilizadores de internet guardaram em casa pelo menos um equipamento informático que deixaram de usar, principalmente telemóveis ou smartphones e computadores portáteis ou tablets (66,4%); 26,1% referem procederam ao descarte de pelo menos um equipamento para reciclagem de lixo eletrónico e 18,6% venderam ou ofereceram pelo menos um equipamento a pessoas externas ao agregado familiar.

Mais de metade dos utilizadores de internet (58,6%) referem ter tido em conta aspetos relacionados com o impacto ambiental durante a compra de novos equipamentos informáticos. Contudo, o preço (84,9%) e as características do disco rígido ou do processador do equipamento (78,5%) são as características que mais influenciam a compra.

73,9% dos utilizadores de internet usam equipamentos ou sistemas cujo funcionamento está conectado com a internet (Internet das Coisas – IoT), mais 3,4 p.p. do que em 2020. Os equipamentos de entretenimento, mais utilizados são a televisão (62,1%) e as consolas de jogos (30,0%).

Em 2022, 42,7% das pessoas dos 16 aos 74 anos efetuaram encomendas pela internet nos 3 meses anteriores à entrevista, mais 2,3 p.p. do que em 2021, mas abaixo dos aumentos verificados nos dois anos anteriores (7 p.p. em 2020 e 5,2 p.p. em 2021).

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Imagem sobre Censos - 2021 23-11-2022

Censos - 2021

O Instituto Nacional de Estatística divulga na presente publicação os resultados definitivos dos Censos 2021- XVI Recenseamento Geral da População e do VI Recenseamento Geral da Habitação, realizados no primeiro semestre de 2021.

Esta publicação disponibiliza a análise dos principais resultados dos Censos 2021 com informação de síntese e comparada, sempre que possível, com a operação censitária de 2011. Pretende-se fornecer uma visão geral das principais características demográficas, socioeconómicas e habitacionais do país, bem como dar nota da evolução ocorrida na última década. A publicação está organizada em três áreas temáticas: população, agregados e núcleos familiares e habitação.

Destaca-se a disponibilização de um elevado número de indicadores estatísticos, na base de dados, até ao nível geográfico de freguesia, em Censos2021  - uma plataforma de visualização dos principais resultados e ainda, o GeoCensos - um produto geográfico que permite tirar partido do detalhe territorial associado à informação censitária.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Novembro de 2022 22-11-2022

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Novembro de 2022

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Outubro de 2022 15-11-2022

Boletim Mensal de Estatística - Outubro de 2022

Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Estatísticas dos Transportes e Comunicações - 2021 15-11-2022

Estatísticas dos Transportes e Comunicações - 2021

 Na presente publicação o INE divulga os principais resultados estatísticos sobre a atividade dos setores de Transportes e Comunicações em 2021.

Transporte ferroviário: apresentam-se os resultados dos inquéritos do INE sobre a infraestrutura ferroviária, equipamento de transporte, informação económica sobre as empresas, resultados de transporte ferroviário ligeiro e ligeiro e de consumo energético. Transporte rodoviário: difundem-se estatísticas sobre infraestruturas rodoviárias, parque de veículos presumivelmente em circulação, vendas de veículos (agora também usados) e registo de matrículas, emissão de cartas de condução, consumo de combustíveis, sinistralidade bem como resultados dos inquéritos ao transporte rodoviário de mercadorias e de passageiros. Transporte marítimo e fluvial: apresentam-se os principais resultados do inquérito dirigido às administrações portuárias, sobre movimento de navios, mercadorias e passageiros; são ainda apresentados resultados detalhados do inquérito ao transporte fluvial de passageiros e veículos. Transporte aéreo: inclui-se informação referente à atividade das empresas licenciadas em Portugal, bem como resultados detalhados de tráfego aeroportuário e dados sobre navegação aérea. Transporte por conduta: são apresentadas estatísticas com base em informações obtidas junto das empresas com atividade no transporte em gasoduto e oleoduto. Comunicações: são abrangidos os setores de telecomunicações e serviços postais.

Nesta publicação está também disponível um capítulo de enquadramento económico e ainda estatísticas do comércio internacional por modos de transporte.

Os quadros de resultados são disponibilizados separadamente em ficheiros .xlsx e .csv.

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Imagem sobre Estatísticas do Comércio Internacional - 2021 27-10-2022

Estatísticas do Comércio Internacional - 2021

A presente publicação divulga os resultados definitivos das estatísticas do Comércio Internacional de bens relativas ao ano 2021.

As estatísticas do Comércio Internacional de bens incluem as estatísticas do Comércio Intra-UE, obtidas através da informação proveniente do Sistema Intrastat, e as estatísticas do Comércio Extra-UE, baseadas nas declarações alfandegárias.

Destacam-se nesta publicação análises ao Comércio Internacional de bens antes e após a pandemia COVID-19 e ao Comércio Internacional de Automóveis para transporte de passageiros.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Outubro de 2022 21-10-2022

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Outubro de 2022

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Setembro de 2022 18-10-2022

Boletim Mensal de Estatística - Setembro de 2022

Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

Disponível, também, a edição interativa

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Imagem sobre Inquérito Comunitário à Inovação - 2020 27-09-2022

Inquérito Comunitário à Inovação - 2020

A Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) e o Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgam informação sobre a inovação empresarial, com base nos dados recolhidos no Inquérito Comunitário à Inovação (CIS), com referência ao período 2018-2020.

O CIS, com frequência bienal, tem como objetivo a produção e atualização de indicadores estatísticos sobre a inovação nas empresas através de um inquérito harmonizado ao nível europeu, que permite a comparação internacional dos dados, bem como responder a compromissos nacionais e internacionais de recolha, tratamento e disseminação das estatísticas oficiais de Ciência e Tecnologia, nomeadamente os compromissos assumidos com o Eurostat para a produção de estatísticas sobre Inovação.

Em comparação com a última edição do ICI, o questionário mantém a definição de inovação empresarial com enfoque nos dois tipos principais, a inovação de produto e a inovação de processo:

• Uma inovação de produto é um bem ou serviço novo ou melhorado que difere significativamente dos bens ou serviços anteriores da empresa e que foi implementado no mercado.

• Uma inovação de processo é um processo de negócio novo ou melhorado para uma ou mais funções de negócio que difere significativamente dos processos anteriores da empresa e que foi implementado na empresa.

A apresentação dos resultados dos inquéritos anteriores está disponível em INE | Dados Estatísticos | Base de dados e em DGEEC | Estatísticas > Ciência, Tecnologia e Inovação > Inovação (CIS)

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Setembro de 2022 21-09-2022

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Setembro de 2022

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Agosto de 2022 19-09-2022

Boletim Mensal de Estatística - Agosto de 2022

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

Disponível, também, a edição interativa

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