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CALENDÁRIO +Info...

Sunday, 1 de August de 2021

Monday, 2 de August de 2021

  • ITRM 2021 - 29ª Semana: Últ. dia

Monday, 9 de August de 2021

  • ITRM 2021 - 30ª Semana: Últ. dia

Tuesday, 10 de August de 2021

  • ICC 2021 - Ago: Últ. dia
  • ICCOP 2021 - Ago: Últ. dia
  • ICIT 2021 - Ago: Últ. dia
  • ICS 2021 - Ago: Últ. dia
  • IMPI 2021 - Jul: Últ. dia
  • IPCAMP 2021 - Jul: Últ. dia
  • IPCOL 2021 - Jul: Últ. dia
  • IPHH 2021 - Jul: Últ. dia
  • IVNE 2021 - Jul: Últ. dia

Sunday, 15 de August de 2021

Monday, 16 de August de 2021

  • ITRM 2021 - 31ª Semana: Últ. dia

Friday, 20 de August de 2021

  • IMAMI 2021 - Jul: Últ. dia
  • IMAOC 2021 - Jul: Últ. dia
  • IMGA 2021 - Jul: Últ. dia
  • IMLV 2021 - Jul: Últ. dia

Sunday, 22 de August de 2021

  • IMTM 2021 - Jul: Últ. dia

Monday, 23 de August de 2021

  • ITRM 2021 - 32ª Semana: Últ. dia

Wednesday, 25 de August de 2021

  • IMAAC 2021 - Jul: Últ. dia
  • IMVC 2021 - Jul: Últ. dia
  • IPPI 2021 - Ago: Últ. dia

Monday, 30 de August de 2021

  • ITRM 2021 - 33ª Semana: Últ. dia

INFORMAÇÕES

13-03-2020

Atenção - Dadas as circunstâncias atuais da COVID-19, o INE decidiu suspender as entrevistas presenciais de alguns inquéritos devido ao risco para os inquiridos e entrevistadores. Manterá a inquirição por via telefónica ou via internet (quando aplicável), para os quais apela à boa colaboração dos inquiridos.
 

EM DESTAQUE

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INE - Informar, Saber, Decidir
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Imagem sobre Acompanhamento do impacto social e económico da pandemia - 70.º reporte semanal 03-08-2021

Acompanhamento do impacto social e económico da pandemia - 70.º reporte semanal

O INE disponibiliza o reporte semanal para acompanhamento do impacto social e económico da pandemia COVID-19.

O presente reporte versa sobre os destaques relativos a:

– Procura Turística dos Residentes – 1.º trimestre de 2021, publicado a 27 de julho;

– Comércio Internacional, estimativa rápida – 2.º trimestre de 2021, publicado a 27 de julho;

– Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – junho de 2021, publicado a 28 de julho;

– Inquéritos de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – julho de 2021, publicado a 29 de julho;

– Índice de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas no Comércio a Retalho – junho de 2021, publicado a 29 de julho;

– Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – junho de 2021, publicado a 29 de julho;

– Estimativa Rápida do IPC/IHPC – julho de 2021, publicado a 30 de julho;

– Contas Nacionais Trimestrais - Estimativa Rápida, 2.º trimestre de 2021, publicado a 30 de julho;

– Atividade Turística, Estimativa rápida – junho de 2021, publicado a 30 de julho.

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Imagem sobre Produção industrial registou uma variação homóloga de 10,4% 02-08-2021

Produção industrial registou uma variação homóloga de 10,4%

O Índice de Produção Industrial apresentou uma variação homóloga de 10,4%, em junho (26,6% em maio). Excluindo o agrupamento de Energia esta variação foi de 9,7% (28,5% no mês precedente). A taxa de variação da secção das Indústrias Transformadoras situou-se em 10,3% (31,4% em maio). Estes resultados continuam a ser influenciados por um efeito base, dado que a comparação incide em meses afetados pela pandemia, tendo-se verificado em junho de 2020 uma diminuição homóloga de 14,8%. Note-se que em junho de 2021 o índice foi 5,9 pontos percentuais (p.p.) inferior ao de junho de 2019. A variação mensal do índice agregado foi de -2,5% (-4,8% no mês anterior).

No segundo trimestre de 2021, o índice agregado apresentou um crescimento homólogo de 24,1% (no trimestre anterior, esta variação tinha sido de -1,1%) e uma diminuição em cadeia de 3,3%.

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Imagem sobre Dormidas de residentes aumentaram no primeiro semestre, principalmente na Madeira, Açores e Algarve, mas a grande distância de 2019 30-07-2021

Dormidas de residentes aumentaram no primeiro semestre, principalmente na Madeira, Açores e Algarve, mas a grande distância de 2019

O setor do alojamento turístico registou 1,4 milhões de hóspedes e 3,4 milhões de dormidas em junho de 2021 o que compara com 476,7 mil hóspedes e 1,0 milhões de dormidas em junho de 2020. Os níveis atingidos em junho de 2021 foram, no entanto, inferiores aos observados em junho de 2019, tendo diminuído o número de hóspedes e de dormidas, 50,1% e 52,6%, respetivamente.

Comparando ainda com junho de 2019, observaram-se decréscimos de 7,6% nas dormidas de residentes e de 72,0% nas dormidas de não residentes.

No primeiro semestre do ano, verificou-se uma diminuição de 21,3% das dormidas totais, resultante de variações de +23,7% nos residentes e de -50,8% nos não residentes. Note-se que estas variações são influenciadas pelo facto de nos dois primeiros meses de 2020 não se ter ainda feito sentir o impacto da pandemia. Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas registaram uma diminuição de 73,4% (-42,3% nos residentes e -85,9% nos não residentes).

Em junho, 25,3% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (37,2% em maio).

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Imagem sobre Produto Interno Bruto em volume registou uma variação de 15,5% em termos homólogos e de 4,9% em cadeia 30-07-2021

Produto Interno Bruto em volume registou uma variação de 15,5% em termos homólogos e de 4,9% em cadeia

O Produto Interno Bruto (PIB), em termos reais, registou uma variação homóloga de 15,5% no 2º trimestre de 2021 (-5,3% no trimestre anterior). Esta evolução é influenciada por um efeito base, uma vez que as restrições sobre a atividade económica em consequência da pandemia se fizeram sentir de forma mais intensa nos primeiros dois meses do segundo trimestre de 2020, conduzindo então a uma contração sem precedente da atividade económica. 

O contributo positivo da procura interna para a variação homóloga do PIB acentuou-se e o contributo da procura externa líquida foi menos negativo no 2º trimestre, traduzindo sobretudo o aumento mais significativo das Exportações de Bens. Refira-se ainda que no 2º trimestre de 2021, em termos homólogos, se registou uma perda nos termos de troca, tendo o comportamento do deflator das importações sido influenciado, em larga medida, pelo crescimento pronunciado dos preços dos produtos energéticos.

Comparativamente com o 1º trimestre de 2021, o PIB aumentou 4,9% em volume, mais que compensando a variação em cadeia negativa (-3,2%) observada nesse trimestre. Note-se que, no início do ano, se verificou um confinamento geral devido ao agravamento da pandemia, seguindo-se um plano de reabertura gradual a partir de meados de março.

Este resultado traduziu, em larga medida, o contributo positivo expressivo da procura interna para a variação em cadeia do PIB, após ter sido negativo no 1º trimestre. Em menor grau, refletiu ainda um contributo da procura externa líquida menos negativo no 2º trimestre de 2021. 

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 1,5% 30-07-2021

Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 1,5%

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá sido 1,5% em julho de 2021, valor superior em 1,0 pontos percentuais (p.p.) ao registado em junho. Esta aceleração reflete essencialmente a dissipação de efeitos de base. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 0,9% (-0,3% no mês anterior). Estima-se que a taxa de variação homóloga do índice relativo aos produtos energéticos se situe em 8,7% (9,0% no mês precedente) enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá apresentado uma variação de 0,6% (0,1% em junho). 

Comparativamente com o mês anterior, o IPC terá tido uma variação de -0,3% (em junho, a variação mensal foi 0,2% e em julho de 2020 tinha sido -1,3%).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 0,4% (0,3% no mês anterior).  

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 1,1% (-0,6% no mês anterior). 

Os dados definitivos referentes ao IPC do mês de julho serão publicados no próximo dia 11 de agosto.

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Imagem sobre Em junho, a taxa de desemprego situou-se em 6,9% e a taxa de subutilização em 12,7% 29-07-2021

Em junho, a taxa de desemprego situou-se em 6,9% e a taxa de subutilização em 12,7%

Maio de 2021:

• A população empregada aumentou 1,3% relativamente ao mês anterior, 2,1% em relação a três meses antes e 4,5% quando comparada com o mesmo mês de 2020.

• A população desempregada também aumentou em relação aos três períodos de comparação: 2,2%, 4,5% e 24,4%, respetivamente.

• A taxa de desemprego situou-se em 7,0%, valor igual ao do mês anterior, superior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) em relação a três meses antes e em 1,0 p.p. relativamente a um ano antes.

• A taxa subutilização de trabalho situou-se em 12,8%, valor inferior em 0,1 p.p. ao do mês precedente, em 1,0 p.p. ao de três meses antes e em 2,0 p.p. ao de maio de 2020.

Junho de 2021:

• A população empregada aumentou 0,3% em relação ao mês anterior, 1,9% relativamente a três meses antes e 4,5% por comparação com o mês homólogo de 2020.

• A população desempregada diminuiu 1,5% em relação o mês anterior, aumentou 6,5% em relação a três meses antes e diminuiu 4,4% comparativamente ao mesmo mês de 2020.

• A taxa de desemprego situou-se em 6,9%, menos 0,1 p.p. que no mês precedente, mais 0,3 p.p. que três meses antes e menos 0,6 p.p. que em junho de 2020.

• A taxa subutilização de trabalho situou-se em 12,7%, valor inferior em 0,1 p.p. ao de maio de 2021, em 0,2 p.p. ao de março do mesmo ano e em 3,0 p.p. ao de junho de 2020.

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Imagem sobre Vendas no Comércio a Retalho cresceram 7,8% 29-07-2021

Vendas no Comércio a Retalho cresceram 7,8%

O Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho passou de uma variação homóloga de 16,0% em maio para 7,8% em junho. Estes resultados continuam a ser influenciados por um efeito base, dado que a comparação incide em meses afetados pela pandemia, tendo-se verificado em junho de 2020 uma diminuição homóloga de 4,5%. Note-se que em junho de 2021 o índice situava-se 4,1 pontos percentuais (p.p.) acima de junho de 2019.

Os índices de emprego, remunerações e horas trabalhadas2 apresentaram taxas de variação homóloga de 1,3%, 6,8% e 11,2%, respetivamente (variações de 1,4%, 8,0% e 24,2% em maio, pela mesma ordem).

No segundo trimestre de 2021, as vendas no comércio a retalho cresceram 16,8% em termos homólogos (decréscimo de 7,7% no primeiro trimestre) e 8,1% em cadeia. Comparando com 2º trimestre de 2019, antes da pandemia, as vendas do 2º trimestre de 2021 cresceram 2,2%.

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Imagem sobre Indicadores de confiança dos consumidores e de clima económico diminuem 29-07-2021

Indicadores de confiança dos consumidores e de clima económico diminuem

O indicador de confiança dos Consumidores diminuiu em julho, retrocedendo para um nível inferior ao observado no início da pandemia (março de 2020), após ter aumentado significativamente entre março e maio e de forma ténue em junho.

O indicador de clima económico diminuiu em julho, depois de ter aumentado entre março e junho, mantendo-se ainda assim num nível acima do observado em março de 2020. Os indicadores de confiança diminuíram em julho em todas as atividades consideradas, Indústria Transformadora, Construção e Obras Públicas, Comércio e Serviços, sobretudo no primeiro caso. Apenas o indicador de confiança da Construção e Obras Públicas, que já tinha diminuído no mês anterior, se situa num nível inferior ao observado em março de 2020.

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Imagem sobre Censos 2021 - Divulgação dos Resultados Preliminares 28-07-2021

Censos 2021 - Divulgação dos Resultados Preliminares

Hoje dia 28 de julho, o INE divulga os Resultados Preliminares do XVI Recenseamento Geral da População e VI Recenseamento Geral da Habitação - Censos 2021, menos de 4 meses após o momento censitário, dando cumprimento à estratégia de difusão prevista no Programa de Ação para os Censos 2021.

Os Resultados Preliminares dos Censos 2021 revelam que a população residente em Portugal é 10 347 892. 

Na última década Portugal regista um decréscimo populacional de 2,0% e acentua o padrão de litoralização e concentração da população junto da capital. O Algarve e a Área Metropolitana de Lisboa são as únicas regiões que registam um crescimento da população, sendo o Alentejo aquela que regista o decréscimo mais expressivo. 

Portugal registou um ligeiro crescimento do número de edifícios e de alojamentos destinados à habitação, embora num ritmo bastante inferior ao verificado em décadas anteriores.

Os primeiros resultados dos Censos 2021 têm um carácter preliminar, na medida em que são baseados em contagens resultantes do processo de recolha (edifícios, alojamentos, agregados e indivíduos) e divulgados antes do processo final de tratamento e validação da informação recolhida, os quais fornecendo facilidade e rapidez no acesso destinam-se essencialmente a antecipar as necessidades dos utilizadores. 

Os Resultados Preliminares estão disponíveis até ao nível geográfico de freguesia e acessíveis na Plataforma de Divulgação dos Censos 2021 – Resultados Preliminares, disponível em censos.ine.pt. 

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Imagem sobre Avaliação bancária subiu para 1 215 euros por metro quadrado 28-07-2021

Avaliação bancária subiu para 1 215 euros por metro quadrado

O valor mediano de avaliação bancária foi 1 215 euros em junho, mais 3 euros que o observado no mês precedente. Em termos homólogos, a taxa de variação situou-se em 8,6% (8,8% em maio). Refira-se que o número de avaliações bancárias consideradas ascendeu a cerca de 30 mil, mais 82,6% que no mesmo período do ano anterior. Recorde-se que em junho de 2020 tinha ocorrido pelo terceiro mês consecutivo uma redução significativa do número de avaliações em consequência da pandemia COVID-19.

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Imagem sobre Viagens turísticas de residentes com destino ao estrangeiro diminuíram 89,5%. Em território nacional diminuíram 53,3% 27-07-2021

Viagens turísticas de residentes com destino ao estrangeiro diminuíram 89,5%. Em território nacional diminuíram 53,3%

O contexto pandémico continuou a afetar severamente as viagens turísticas de residentes no 1º trimestre de 2021, tendo sidos realizadas 1,6 milhões de viagens, o que correspondeu a uma variação de -57,6% (-57,4% no 4ºT 2020). Esta redução foi muito significativa no que respeita às viagens em território nacional que, embora concentrando 97,0% das deslocações, decresceram 53,3% mas foi ainda mais intensa nas viagens com destino ao estrangeiro, que diminuíram 89,5%. 

Neste trimestre, a “visita a familiares ou amigos” foi a principal motivação (750,7 mil viagens, -48,8%), tendo a sua representatividade aumentado (47,3% do total, face a 39,3% no trimestre homólogo). O motivo “lazer, recreio ou férias” correspondeu apenas a 415,8 mil viagens (26,2% do total, -14,6p.p.), tendo decrescido 72,7%.

Os “hotéis e similares” concentraram 5,5% das dormidas resultantes das viagens turísticas no 1º trimestre de 2021, perdendo peso no total (-15,7 p.p.). O “alojamento particular gratuito” manteve-se como a principal opção (88,7% das dormidas, +14,8 p.p.).

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Imagem sobre Exportações e importações de bens aumentaram 49,1% e 46,3% no 2º trimestre, respetivamente, em termos nominais 27-07-2021

Exportações e importações de bens aumentaram 49,1% e 46,3% no 2º trimestre, respetivamente, em termos nominais

No 2º trimestre de 2021, de acordo com a estimativa rápida do Comércio Internacional de bens, as exportações e as importações de bens aumentaram 49,1% e 46,3%, respetivamente, relativamente ao mesmo período de 2020. Comparando com o 2º trimestre de 2019, as exportações aumentaram 3,0% e as importações diminuíram 3,2%. 

No 1º trimestre de 2021 as taxas de variação homóloga respetivas tinham sido+6,0% e -4,9%.

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Imagem sobre Desigualdades Inter e Intramunicipais - Um retrato territorial baseado nas notas de liquidação do IRS 27-07-2021

Desigualdades Inter e Intramunicipais - Um retrato territorial baseado nas notas de liquidação do IRS

Em 2019, a mediana do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo foi 9 539€ em Portugal, aumentando 4,5% face ao ano anterior. Todos os municípios acompanharam esta tendência de crescimento, mas apenas um quinto apresentou valores medianos superiores ao verificado no país: os 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa (AML), 19 municípios no Centro, 13 no Alentejo, 7 no Norte, 4 na Região Autónoma dos Açores, 3 na Região Autónoma da Madeira e apenas Faro no Algarve. Os três municípios com valores declarados mais elevados foram Oeiras (14 009 €), Lisboa (12 898 €) e Cascais (11 859 €). 

Em 2019, o rácio P80/P20 – indicador que traduz o número de vezes que o rendimento do sujeito passivo situado no percentil 80 é superior ao rendimento do sujeito passivo do percentil 20 – era 2,8 em Portugal e 50 municípios apresentaram um valor superior a este referencial, destacando-se com maior assimetria Lisboa (3,7), Porto (3,6) e Cascais (3,4). O menor rácio observado foi em Vizela (2,0).

Este trabalho integra o STATSlab - Estatísticas em desenvolvimento

Consulte a Publicação

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Imagem sobre Acompanhamento do impacto social e económico da pandemia - 69.º reporte semanal 23-07-2021

Acompanhamento do impacto social e económico da pandemia - 69.º reporte semanal

O INE disponibiliza o reporte semanal para acompanhamento do impacto social e económico da pandemia COVID-19.
O presente reporte versa sobre os destaques relativos a:
- Consumo de Energia no Setor Doméstico – 2020, publicado a 19 de julho;
- Síntese Económica de Conjuntura – junho de 2021, publicado a 19 de julho;
- Atividade dos Transportes - Estatísticas rápidas do transporte aéreo – maio de 2021, publicado a 20 de julho;
- Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação – junho de 2021, publicado a 20 de julho.
Para maior detalhe, consulte os links, para informação relacionada, disponíveis ao longo do destaque.

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Imagem sobre A agricultura nacional no contexto do Green Deal: menos fertilizantes minerais mas mais pesticidas face à média da UE 22-07-2021

A agricultura nacional no contexto do Green Deal: menos fertilizantes minerais mas mais pesticidas face à média da UE

O ano agrícola 2019/2020 caracterizou-se meteorologicamente por um outono normal em relação à temperatura do ar e à precipitação, seguido por um inverno extremamente quente (segundo mais quente desde 1931) e seco (78% do valor médio). As regiões a sul do Tejo registaram situações de seca meteorológica, com maior persistência e severidade no Baixo Alentejo e Algarve. A primavera e o verão continuaram a classificar-se como muito quentes, com destaque para julho (o mais quente desde 1931).
A área semeada de cereais praganosos foi próxima da registada na campanha anterior (-1,3%). As condições meteorológicas foram favoráveis para o desenvolvimento vegetativo dos cereais de inverno, registando-se uma produção semelhante à média do último quinquénio. Nas culturas de primavera-verão registou-se uma diminuição generalizada de áreas, que resultaram em quebras de produção de 12,8% no tomate para a indústria, 17,8% no arroz e 9,7% no milho para grão.
A produção animal foi semelhante à registada no ano anterior.
Em 2020, as exportações de “Produtos agrícolas e agroalimentares” (exceto bebidas) aumentaram 5,8% face ao ano anterior (uma evolução contrária à redução de 10,2% registada nas exportações globais de bens), enquanto as importações diminuíram 1,8%, refletindo-se numa melhoria do saldo da balança comercial (diminuição do défice em 429,7 milhões de euros).
Assim, a agricultura globalmente terá atravessado um ano marcado pela pandemia COVID-19, evidenciando uma resiliência que não foi patente em muitos outros setores da atividade económica nacional.
Neste destaque é efetuada uma análise detalhada aos indicadores da Agricultura e ambiente, constantes de capítulo específico da Publicação, que disponibilizam informação estatística oficial relevante na perspetiva do Green Deal (Pacto Ecológico Europeu), no contexto da União Europeia (UE27), destacando-se que:
• Portugal é o Estado-Membro com menor consumo de fertilizantes minerais (azoto e fósforo), registando em 2019 um consumo aparente de 31 kg por hectare de Superfície Agrícola Utilizada (SAU), menos de metade da média da UE27 (68 kg por hectare de SAU);
• Em 2019 foram vendidos 2,2 kg de substância ativa dos principais grupos de pesticidas por hectare de SAU, proporção acima da média da UE27 (1,8 kg de substância ativa por hectare de SAU);
• Em 2019 apenas 5,3% da SAU estava certificada para o modo de produção biológico;
• A importância dos Gases de Efeito de Estufa (GEE) emitidos pela atividade agrícola em Portugal em 2019 (10,1% da emissão total dos GEE) era próxima da média da UE27 (10,3%).

Consulte a Publicação 

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Imagem sobre Acompanhamento do impacto social e económico da pandemia - 68.º reporte semanal 21-07-2021

Acompanhamento do impacto social e económico da pandemia - 68.º reporte semanal

O INE disponibiliza o reporte semanal para acompanhamento do impacto social e económico da pandemia COVID-19.
O presente reporte versa sobre os destaques relativos a:
- Índice de Preços no Consumidor – junho de 2021, publicado a 12 de julho;
- Perspetivas de Exportação de Bens - 2.ª Previsão – 2021, publicado a 12 de julho;
- Índices de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços – maio de 2021, publicado a 13 de julho;
- Atividade Turística – maio de 2021, publicado a 15 de julho;
- Estatísticas de Preços da Habitação ao nível local – 1.º Trimestre de 2021, publicado a 15 de julho;
- Estatísticas da Construção e Habitação – 2020, publicado a 16 de julho;
- Estatísticas Vitais - Dados mensais – junho de 2021, publicado a 16 de julho;
- Índices de Preços na Produção Industrial – junho de 2021, publicado a 16 de julho.
Para maior detalhe, consulte os links, para informação relacionada, disponíveis ao longo do destaque.

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Imagem sobre Mês de maio manteve tendência de crescimento do transporte aéreo, mas ainda distante dos valores do período homólogo de 2019 20-07-2021

Mês de maio manteve tendência de crescimento do transporte aéreo, mas ainda distante dos valores do período homólogo de 2019

Em maio de 2021, nos aeroportos nacionais registou-se o movimento de 1,3 milhões de passageiros e o movimento de carga e correio totalizou 16,2 mil toneladas. Recorde-se que no mês homólogo de 2020, devido à crise pandémica COVID-19, não houve praticamente tráfego nos aeroportos.
Comparando com maio de 2019, o movimento de passageiros diminuiu 77,1% e o movimento de carga e correio decresceu 10,6%.
De salientar que entre os dias 17 e 31 de maio de 2021, desembarcaram 60,0% do total de passageiros desembarcados nos aeroportos nacionais nesse mês, dos quais 25,5% em voos provenientes do Reino Unido. O aeroporto de Faro concentrou 55,4% dos passageiros provenientes de voos do Reino Unido entre 17 e 31 de maio.

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Imagem sobre Taxa de juro desceu para 0,811%, capital em dívida e prestação mensal fixaram-se em 56 462 euros e 235 euros, respetivamente 20-07-2021

Taxa de juro desceu para 0,811%, capital em dívida e prestação mensal fixaram-se em 56 462 euros e 235 euros, respetivamente

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 0,811% em junho (0,820% no mês anterior). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 0,677% em maio para 0,693% em junho. No mês em análise, o capital médio em dívida aumentou 451 euros, fixando-se em 56 462 euros. A prestação média subiu 3 euros, para 235 euros.

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Imagem sobre Resultados preliminares do Inquérito ao Consumo de Energia no Sector Doméstico 19-07-2021

Resultados preliminares do Inquérito ao Consumo de Energia no Sector Doméstico

Os resultados preliminares do Inquérito ao Consumo de Energia no Sector Doméstico realizado em 2020 (ICESD 2020) permitiram uma atualização da informação e dos hábitos de consumo de energia nas habitações face à última edição do inquérito ocorrida em 2010.

O consumo total de energia no sector doméstico foi de 4 895 423 tep em 2020, sendo que o consumo de energia nos veículos utilizados no transporte individual dos residentes no alojamento representou 45,6% do total (50,6% em 2010). O consumo global de energia por alojamento foi de 1,146 tep, incluindo o consumo nos transportes (1,501 tep em 2010). A despesa global com energia por alojamento foi de 1 925€, incluindo a despesa com combustíveis dos transportes (1 843 € em 2010).

A Eletricidade continua a ser a principal fonte de energia consumida no alojamento (46,4%; 42,6% em 2010), seguida da Biomassa que representou 18,4% do total (24,2% em 2010). O consumo de Gás natural teve um peso de 12,4% (9,0% em 2010).

A utilização de energia na Cozinha continuou a ter o maior peso (34,8%; 39,1% em 2010) face aos outros tipos de utilização no alojamento.

Na última década, destacam-se as seguintes alterações nos hábitos de consumo de energia dos Portugueses:

• O consumo médio de energia por alojamento diminuiu, apesar de ter aumentado a despesa média global;

• Continua a aumentar a preponderância da eletricidade como principal fonte de energia consumida no alojamento, mas de forma menos intensa que nos períodos anteriores a 2010;

• A proporção do consumo de energia nos veículos no sector doméstico diminuiu face a 2010;

• O consumo de biomassa continuou a decrescer, mantendo-se como a segunda principal fonte de energia;

• O gás natural ganhou importância e foi, em 2020, a terceira principal fonte de energia no sector doméstico em termos de consumo, ultrapassando o GPL garrafa;

• O consumo de energia solar térmica quase triplicou, apesar de manter um peso reduzido no total;

• A utilização dos Sistemas Solares Térmicos aumentou no Aquecimento de águas;

• O gasóleo continuou a ser o principal combustível utilizado nos veículos, tendo-se reduzido o peso da gasolina.

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Imagem sobre Atividade económica manteve tendência de recuperação 19-07-2021

Atividade económica manteve tendência de recuperação

A informação quantitativa mais recente disponível para maio e junho revela taxas de crescimento homólogo elevadas, mas menos intensas no último mês. Com exceção do comércio a retalho e da construção, a generalidade dos indicadores de curto prazo ainda não atingiu em maio os níveis do período homólogo de 2019. No caso do turismo, a atividade em maio situou-se ainda significativamente abaixo do observado em igual período de 2019. O nível das exportações de bens em termos nominais foi também inferior ao registado no período homólogo de 2019. Os indicadores quantitativos de síntese (atividade económica, consumo privado e investimento) apresentaram em maio de 2021 crescimentos significativos ainda que menos intensos do que os verificados em abril, refletindo em parte o facto de maio comparar com um mês homólogo de 2020 em que as restrições impostas à atividade económica em consequência da pandemia tinham já sido aliviadas. Em junho, o indicador de clima económico aumentou de forma ténue, superando nos últimos dois meses o nível observado no início da pandemia (março de 2020). 

De acordo com as estimativas provisórias mensais do Inquérito ao Emprego, a taxa de desemprego (16 a 74 anos), ajustada de sazonalidade, foi 7,2% em maio, mais 0,2 p.p. que em abril (6,8% em fevereiro e 6,0% em maio de 2020). A taxa de subutilização do trabalho (16 a 74 anos) situou-se em 12,8% (12,9% em abril e 14,9% no período homólogo de 2020).

A variação homóloga do IPC foi 0,5% em junho (1,2% em maio). O índice de preços na produção da indústria transformadora apresentou em junho uma taxa de variação homóloga de 7,3% (6,3% no mês anterior). Excluindo a componente energética, este índice aumentou 5,3% em junho (4,2% em maio).

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Imagem sobre Estatísticas do rendimento ao nível local - 2019 27-07-2021

Estatísticas do rendimento ao nível local - 2019

O INE divulga as Estatísticas do Rendimento ao nível local com base em dados fiscais anonimizados da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) relativos à Nota de liquidação do imposto sobre o Rendimento das pessoas Singulares (IRS – Modelo 3), obtidos no âmbito de um protocolo celebrado entre as duas entidades.

Os resultados apresentados nesta publicação baseiam-se nos valores do rendimento bruto, declarado do IRS liquidado e da variável derivada rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado, por agregado fiscal e por sujeito passivo. O ano em que se centra a análise é 2019, último ano com informação disponibilizada ao INE, embora se apresentem dados para 2018. 

Os resultados encontram-se estruturados em fichas de síntese para os municípios com 2 mil ou mais sujeitos passivos deste imposto e para as 25 sub-regiões NUTS III do país.

Esta iniciativa insere-se no quadro de desenvolvimento da Infraestrutura Nacional de Dados (IND) no INE, que corresponde ao corolário de um caminho que tem sido prosseguido nos últimos anos de integração de dados provenientes de fontes diversas. As Estatísticas do Rendimento ao nível local, resultantes do aproveitamento de fontes administrativas, pretendem contribuir para a leitura da diversidade territorial da distribuição do rendimento à escala local.


Estatísticas em desenvolvimento

STATSLab-Estatísticas em desenvolvimento

 

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Imagem sobre REVSTAT - Statistical Journal - Julho de 2021 23-07-2021

REVSTAT - Statistical Journal - Julho de 2021

Publicação de artigos de relevante conteúdo científico, abrangendo todos os ramos da Probabilidade e da Estatística, e que oferece um contributo efetivo para o esclarecimento e a divulgação de métodos estatísticos inovadores fundamentados em problemas reais.

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Imagem sobre Portugal em números - 2020 23-07-2021

Portugal em números - 2020

A publicação Portugal em Números apresenta informação estatística de síntese sobre Portugal organizada em quatro áreas: o Território, as Pessoas, a Atividade económica e o Estado.

Edição bilingue

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Imagem sobre Estatísticas Agrícolas - 2020 22-07-2021

Estatísticas Agrícolas - 2020

A publicação Estatísticas Agrícolas - 2020, está organizada em 12 capítulos, com textos de análise e respetivos quadros estatísticos. A informação divulgada cobre a atividade agrícola e alguns setores da economia nacional com ligações ao setor agrícola, incluindo temas tão diversificados como a produção vegetal, animal e florestal; a economia agrícola, analisada através das contas económicas da agricultura, da silvicultura e preços e índices de preços na agricultura, bem como o comércio internacional de produtos agrícolas e florestais, entre outros.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Junho de 2021 21-07-2021

Boletim Mensal de Estatística - Junho de 2021

Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Julho de 2021 21-07-2021

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Julho de 2021

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Anuário Estatístico de Portugal - 2020 16-07-2021

Anuário Estatístico de Portugal - 2020

O Instituto Nacional de Estatística apresenta a 112ª edição do Anuário Estatístico de Portugal (AEP), a qual dá continuidade a uma longa tradição iniciada em 1877 (AEP 1875).

O AEP 2019 apresenta uma análise global que permite uma visão abrangente dos fenómenos registados em 2020 em termos sociais, económicos e demográficos.

A atual edição está organizada em 30 subcapítulos, distribuídos em 4 grandes temas: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado. Cada subcapítulo consiste numa análise estatística sintética acompanhada de uma página infográfica, permitindo uma rápida apreensão dos fenómenos salientados. Os dados estatísticos, que acompanham esta publicação, apresentam séries temporais desagregadas ao nível de NUTS I e II, possibilitando uma comparação cronológica e espacial dos fenómenos retratados.

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Imagem sobre Estatísticas da Construção e Habitação - 2020 16-07-2021

Estatísticas da Construção e Habitação - 2020

A presente publicação insere-se na série anual das Estatísticas da Construção e Habitação, disponibilizando um vasto conjunto de indicadores sobre a construção e habitação em Portugal.

Da informação agora disponibilizada, destaca-se a divulgação da informação do Sistema de Indicadores de Operações Urbanísticas (SIOU): Estimativas do Parque Habitacional 2011-2020 e indicadores sobre Obras Concluídas e Licenciadas, relativos a 2020.

Incluem-se ainda nesta publicação, elementos informativos sobre o mercado de habitação e propriedades comerciais: vendas de alojamentos familiares; evolução de preços e preços da habitação ao nível local (que se baseiam em dados administrativos de natureza fiscal); valores de avaliação de peritos ao serviço de instituições bancárias; rendas de habitação ao nível local; evolução dos custos de construção e índice de preços das propriedades comerciais.

Os quadros de resultados são disponibilizados separadamente e os resultados são apresentados com uma desagregação geográfica ao nível das regiões NUTS III, para a maior parte das variáveis. No entanto, grande parte desta informação está disponível no Portal de Estatísticas Oficiais com desagregação ao nível do município e, para alguns indicadores, ao nível da freguesia.

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Imagem sobre Estatísticas do Turismo - 2020 08-07-2021

Estatísticas do Turismo - 2020

Apresentam-se informações gerais e principais resultados de estatísticas de Turismo de 2020, incluindo:

- Enquadramento - contexto económico internacional e nacional, com base em informação de fontes diversas, designadamente a Organização Mundial de Turismo, Eurostat, Fundo Monetário Internacional, Banco de Portugal e Segurança Social. Inclui ainda resultados apurados sobre movimento de cruzeiros marítimos, chegadas de turistas a Portugal, remuneração bruta mensal por trabalhador nas atividades de Alojamento e uma análise à distribuição das principais variáveis de caracterização das atividades de alojamento.

- Oferta de alojamento turístico e ocupação - resultados da oferta e ocupação para a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude) e dentro do conjunto do setor dos estabelecimentos de alojamento turístico, de acordo com os três segmentos: estabelecimentos hoteleiros, turismo no espaço rural/de habitação e ainda o alojamento local. 

- Procura turística dos residentes - resultados detalhados sobre turistas (residentes) bem como a caracterização das suas viagens em várias vertentes, incluindo excursionismo.

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Imagem sobre Inquérito à Fecundidade - 2019 02-07-2021

Inquérito à Fecundidade - 2019

Esta publicação relativa ao Inquérito à Fecundidade - 2019 (IFEC 2019) contém cinco estudos realizados por investigadores e técnicos do INE.

Como referido na Nota Introdutória, estes estudos «longe de esgotarem a riqueza da informação disponível, revelam as suas múltiplas potencialidades para fins analíticos»:

 - Ter ou não ter filhos: razões da decisão, Maria João Valente Rosa e Isabel Tiago de Oliveira

 - Intenções de fecundidade nos núcleos parentais jovens: uma análise comparativa dos núcleos monoparentais, de casais “simples” e recompostos, Vanessa Cunha, Susana Atalaia e Sofia Marinho

 - Segundo filho: uma transição incerta, Rita Brazão Freitas, Andreia Maciel e Maria Filomena Mendes

 - Infecundidade permanente e voluntária: as pessoas sem filhos e sem intenção de os vir a ter, Susana Clemente, Rita Lages e Joana Malta

 - A fecundidade como indicador avançado do ciclo económico em Portugal, Jorge M. Bravo

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