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Quarta-Feira, 1 de Julho de 2026
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Domingo, 5 de Julho de 2026
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Segunda-Feira, 13 de Julho de 2026
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Quarta-Feira, 15 de Julho de 2026
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Sexta-Feira, 17 de Julho de 2026
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Quarta-Feira, 22 de Julho de 2026
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Sexta-Feira, 24 de Julho de 2026
- IMA 2026 - Jun: Últ. dia
Segunda-Feira, 27 de Julho de 2026
- ITRM 2026 - 29ª Semana: Últ. dia
INDICADORES DO WEBINQ
INFORMAÇÕES
25-06-2025
EM DESTAQUE
Porque são obrigatórios os Inquéritos do INE ?
20-07-2026
Preços na Produção Industrial crescem 5,0%
O Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) registou um aumento homólogo de 5,0% em junho, mantendo a tendência do mês precedente (5,1%). Os agrupamentos Bens Intermédios e Energia deram o principal contributo para a variação do índice, com 4,3 pontos percentuais (p.p.), refletindo aumentos de 6,3% e 12,7%, respetivamente.
No segundo trimestre de 2026, os preços na produção industrial aumentaram 4,7% (-1,9% no trimestre anterior).
Em termos mensais, o índice registou uma variação de 0,8% (0,9% em junho de 2025).
20-07-2026
Taxa de juro no crédito à habitação subiu para 3,101%
A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação subiu para 3,101% em junho, traduzindo um aumento de 3,6 pontos base (p.b.) face a maio (3,065%). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 2,820% em maio para 2,853% em junho. A prestação média fixou-se em 411 euros, 6 euros acima do mês anterior e mais 17 euros que em junho de 2025. No último mês, a parcela relativa a juros representou 49,1% da prestação média. Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio da prestação subiu 23 euros, para 715 euros, correspondendo a um aumento homólogo de 13,5%. O capital médio em dívida para a totalidade dos créditos à habitação aumentou 608 euros, atingindo 78 865 euros.
17-07-2026
Construção e Habitação 2025: licenciamento e fogos concluídos aumentam, acompanhados pelo crescimento das transações, avaliações bancárias, preços e rendas
Em 2025 foram licenciados 26 227 edifícios, o que representa um aumento de 1,4% face ao ano anterior (+7,8% em 2024). No mesmo ano, foram licenciados 48 844 fogos em Portugal, mais 14,6% do que no ano anterior (42 612 fogos em 2024), correspondendo ao valor mais elevado desde 2011.
Estima-se que tenham sido concluídos 16 964 edifícios em 2025, menos 3,0% do que no ano anterior. O número de fogos concluídos foi estimado em 30 425, o que representa um acréscimo de 8,7% face a 2024.
Em 2025, foram transacionados 169 812 alojamentos familiares, mais cerca de 13 500 do que em 2024 (+8,6%). O número de avaliações bancárias efetuadas por peritos ao serviço das instituições bancárias, no âmbito da concessão de crédito à habitação, ultrapassou 146 000, mais cerca de 6 000 do que no ano anterior e o valor mais elevado desde 2009. O aumento do número de avaliações bancárias realizadas (+4,3%) ficou aquém do crescimento do número transações (+8,6%).
O preço mediano de alojamentos familiares em Portugal foi 2 076 €/m2 em 2025, tendo aumentado 16,8% relativamente ao ano anterior. O preço mediano da habitação manteve-se acima do valor nacional nas sub-regiões da Grande Lisboa (3 439 €/m2), Algarve (3 139 €/m2), Península de Setúbal (2 596 €/m2), Região Autónoma da Madeira (2 500 €/m2) e Área Metropolitana do Porto (2 305 €/m2).
No mesmo ano a renda mediana dos 149 628 novos contratos de arrendamento de alojamentos familiares em Portugal atingiu 9,29 €/m2, tendo aumentado 9,7% em relação ao período homólogo. Também se verificou um aumento de 5,4% no número de novos contratos celebrados relativamente ao ano anterior.
Consulte a Publicação
17-07-2026
Mortalidade diminuiu 0,1% no primeiro semestre de 2026, comparativamente com o período homólogo de 2025
Em junho de 2026, registaram-se 8 755 óbitos, menos 708 (-7,5%) do que no mês precedente. Comparativamente com o mês homólogo de 2025, registou-se um decréscimo de 369 óbitos (-4,0%). O número de óbitos de crianças com menos de 1 ano foi de 15, menos seis do que em junho de 2025.
Em maio de 2026, registaram-se 7 221 nados-vivos, mais 226 (+3,2%) do que em abril de 2026, mas menos 153 (-2,1%) do que no mês homólogo de 2025.
Em maio de 2026, o saldo natural foi de -2 213, tendo-se desagravado em relação ao do mês homólogo de 2025, quando registou o valor de -2 256.
Em maio de 2026, celebraram-se 3 800 casamentos, mais 1 526 (+67,1%) do que em abril de 2026, mas menos 105 (-2,7%) do que em maio de 2025.
17-07-2026
Preços da habitação aceleram em 11 dos 24 municípios mais populosos
No 1.º trimestre de 2026, o preço mediano dos 35 953 alojamentos familiares transacionados em Portugal foi 2 337 €/m2, na sequência de uma taxa de variação de 19,8% em relação ao 1.º trimestre de 2025 (17,5% no trimestre anterior). O número de transações de alojamentos familiares em Portugal diminuiu 10,5% em relação ao mesmo trimestre de 2025. O preço mediano da habitação aumentou, em relação ao período homólogo de 2025, nas 26 sub-regiões NUTS III, destacando-se a sub-região Lezíria do Tejo (+30,4%).
As cinco sub-regiões com preços medianos da habitação mais elevados – Grande Lisboa, Algarve, Península de Setúbal, Região Autónoma da Madeira e Área Metropolitana do Porto – apresentaram também os valores mais elevados em ambas as categorias de domicílio fiscal do comprador (território nacional e estrangeiro). Nas sub-regiões Grande Lisboa e Área Metropolitana do Porto, o preço mediano (€/m2) das transações efetuadas por compradores com domicílio fiscal no estrangeiro superou, respetivamente em 34,5% e 16,9%, o preço das transações por compradores com domicílio fiscal em território nacional.
No 1.º trimestre de 2026, os preços da habitação aceleraram (isto é, registaram aumentos nas taxas de variação homóloga) em 11 dos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes (em 13, no 4.º trimestre de 2025), tendo os municípios do Funchal (+25,2 pontos percentuais (p.p.)) e de Guimarães (+24,1 p.p.) apresentado os maiores acréscimos. O município de Matosinhos (-11,9 p.p.) registou a maior diminuição na taxa de variação homóloga. Os municípios de Lisboa e do Porto registaram acréscimos de 0,3 p.p. e 2,4 p.p. nas taxas de variação homólogas do 4.º trimestre de 2025 para o 1.º trimestre de 2026. Os municípios de Lisboa (5 292 €/m2), Cascais (5 000 €/m2) e Oeiras (4 511 €/m2) apresentaram os preços da habitação mais elevados.
16-07-2026
Península Ibérica em Números
Os institutos nacionais de estatística de Portugal e de Espanha publicam conjuntamente a 22.ª edição da publicação Península Ibérica em Números – 2025.
Editada todos os anos desde 2004, esta publicação reúne indicadores estatísticos oficiais que permitem comparar a realidade social, económica, ambiental e demográfica de Portugal e de Espanha e enquadrá-la no contexto da União Europeia.
Consulte a Publicação
15-07-2026
Anuário Estatístico de Portugal já disponível
A edição de 2025 do Anuário Estatístico de Portugal já se encontra disponível, correspondente à 117.ª edição de uma publicação editada pelo Instituto Nacional de Estatística desde 1877.
Reunindo, em termos gerais, a informação estatística disponível até 26 de junho de 2026, o Anuário apresenta uma visão abrangente da realidade nacional através de 30 capítulos temáticos, complementados por análises concisas, infografias e os principais indicadores estatísticos.
Esta publicação constitui um instrumento de referência para o conhecimento de Portugal, proporcionando informação estatística oficial rigorosa, comparável e acessível sobre as principais dimensões demográficas, sociais, económicas, territoriais e institucionais do País.
Consulte a Publicação
14-07-2026
Movimento de passageiros nos aeroportos aumentou 2,9%
Em maio de 2026, os aeroportos nacionais movimentaram 7,1 milhões de passageiros e 22,1 mil toneladas de carga e correio, correspondendo a variações homólogas de +2,9% e -3,3%, respetivamente (+2,1% e +3,2% no mês anterior, pela mesma ordem).
Nesse mês, desembarcaram, em média, 115,5 mil passageiros por dia, acima dos 112,8 mil registados em maio de 2025, o que corresponde a um crescimento de 2,4%.
Entre janeiro e maio de 2026, o Reino Unido manteve-se como o principal país de origem e de destino dos voos com passageiros. França, Espanha e Alemanha conservaram a 2ª, 3ª e 4ª posições, respetivamente. O Brasil completou o grupo dos cinco principais países de origem, enquanto Itália ocupou a 5.ª posição entre os principais países de destino.
Consulte a informação através da Aplicação Interativa das Estatísticas do Transporte Aéreo.
14-07-2026
A velhice e a doença absorveram mais de 75% das prestações sociais
Em 2024, as receitas do total de regimes de proteção social (não consolidadas de transferências entre regimes) foram de 79 514 milhões de euros, sendo as contribuições das administrações públicas a principal fonte de receita, com 42,5% do total, seguindo-se as contribuições sociais dos empregadores (30,9%). As contribuições sociais das pessoas protegidas contribuíram com 16,6% para as receitas totais dos regimes de proteção social.
Em 2024, as despesas do total de regimes de proteção social (não consolidadas de transferências entre regimes) foram de 72 236 milhões de euros, com um contributo de 92,9% das prestações sociais para o total. Na cobertura por riscos, as funções de proteção da velhice e da doença absorveram mais de 75% do total de prestações concedidas, com 47,8% e 28,0%, respetivamente.
As despesas com pensões atingiram, em 2024, 37 677 milhões de euros, o que representa 56,1% do total do valor das prestações sociais concedidas pelos regimes de proteção social e reflete uma evolução do valor nominal menos acentuada do que a observada para as prestações sociais em geral. As pensões de velhice mantêm-se a categoria mais expressiva, representando 78,5% do valor total das pensões.
Em 2024, existiam 2 942 mil beneficiários de pensões, menos 2,4% em relação ao número registado 10 anos antes, em resultado da diminuição do universo de beneficiários por invalidez. O número de beneficiários de sobrevivência manteve-se relativamente estável e o número de beneficiários por velhice aumentou 3,7%.
Da comparação, para 2023, com a União Europeia, ressalta o maior contributo das pensões para as despesas com a proteção social em Portugal (sem consideração das transferências entre regimes): 53,6% contra 44,2% na União Europeia. Em termos de contributo para o total, as despesas em Portugal ficam aquém das verificadas na União Europeia sobretudo nas prestações associadas à habitação, ao desemprego e à família.
13-07-2026
Produção na Construção cresceu 3,4%
O Índice de Produção na Construção aumentou 3,4% em maio, variação superior em 0,4 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior.
Os índices de emprego e de remunerações registaram crescimentos de 1,8%, e de 6,1% (2,1% e 6,2% em abril).
10-07-2026
Taxa de variação homóloga do IPC diminuiu para 3,2%
A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 3,2% em junho de 2026, taxa inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) à registada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação homóloga de 2,5% (2,2% em maio). A variação do índice relativo aos produtos energéticos diminuiu para 9,1% (13,1% no mês anterior), refletindo uma redução dos preços dos combustíveis, e o índice referente aos produtos alimentares não transformados registou uma variação de 5,1% (5,7% em maio).
A variação mensal do IPC foi 0,1% (0,2% no mês precedente e 0,1% em junho de 2025). A variação média dos últimos doze meses foi 2,6% (2,5% no mês anterior).
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português apresentou uma variação homóloga de 3,1%, taxa idêntica à do mês anterior e superior em 0,3 p.p. ao valor estimado pelo Eurostat para a área do Euro (em maio, a taxa de variação homóloga do IHPC português tinha sido inferior em 0,1 p.p. à da área do Euro).
Excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, o IHPC em Portugal atingiu uma variação homóloga de 2,5% em junho (2,1% em maio), taxa superior à da área do Euro (estimada em 2,2%).
O IHPC registou uma variação mensal de 0,1% (0,4% no mês anterior e 0,1% em junho de 2025) e uma variação média dos últimos doze meses de 2,5% (2,4% no mês precedente).
10-07-2026
No período 2022-2024, 42,5% das empresas em Portugal desenvolveram atividades de inovação
Entre 2022-2024, 42,5% das empresas em Portugal desenvolveram atividades de inovação (44,7% entre 2020-2022, 48,0% entre 2018-2020 e 32,4% entre 2016-2018). As empresas com 250 ou mais pessoas ao serviço registaram a percentagem mais elevada, com 78,7%. Por atividade económica, destacaram-se a Informação e comunicação (68,9%) e as Atividades financeiras e de seguros (59,7%). As regiões com maior percentagem de empresas inovadoras foram a Grande Lisboa e a Península de Setúbal (47,3% e 47,1%, respetivamente).
Neste período, 24,3% das empresas introduziram inovações de produto, um aumento de 1,7 p.p. em relação a 2020-2022, e 37,6% introduziram inovação de processo, registando-se um decréscimo de 2,8 p.p. face ao período de 2020-2022 (40,4%) e de 5,1 p.p. em relação ao triénio de 2018-2020.
Em 2024, 14,9% do volume de negócios resultou de produtos novos ou melhorados, registando uma ligeira diminuição face a 2022 (-0,3 p.p.), destacando-se o setor da Informação e comunicação (37,1%). No mesmo ano, a despesa com atividades de inovação atingiu 4 865,1 milhões de euros, sendo a maior parte concentrada nas regiões da Grande Lisboa (40,1%) e do Norte (35,2%).
Entre 2022-2024, 25,4% das empresas eram inovadoras e introduziram inovações com benefícios ambientais, independentemente do grau de contribuição para a proteção ambiental. Em 2024, as empresas inovadoras despenderam um total de 1 448,3 milhões de euros em inovação com este tipo de benefícios, o que correspondeu a 29,8% da despesa total em atividades de inovação.
Consulte a Publicação
10-07-2026
Volume de Negócios nos Serviços cresceu 2,2%
Em maio, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços registou uma variação homóloga nominal de 2,2%, o que traduz uma desaceleração de 4,0 pontos percentuais (p.p.) face ao mês anterior. Em termos reais, o índice deflacionado apresentou uma queda de 1,6%, invertendo o crescimento de 1,1% observado em abril.
Na comparação mensal, o índice nominal contraiu 3,1%, após ter aumentado 1,6% em abril.
Os índices de emprego, remunerações e horas trabalhadas, ajustados de efeitos de calendário, apresentaram variações homólogas de -0,3%, 5,4% e -0,1%, respetivamente (2,1%, 7,6% e 1,4 % em abril).
10-07-2026
Exportações aumentaram 5,1% e importações diminuíram 1,6%
Em maio de 2026, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de, respetivamente, +5,1% e -1,6% (+15,4% e +9,0%, pela mesma ordem, em abril de 2026). Quando excluídas as transações sem transferência de propriedade (TTE), isto é, transações com vista a ou na sequência de trabalhos por encomenda, ambos os fluxos apresentaram aumentos: +4,2% nas exportações e +5,1% nas importações (+16,9% e +15,4%, respetivamente, em abril de 2026). O défice da balança comercial de bens atingiu 2 811 milhões de euros, desagravando-se em 514 milhões de euros face a maio do ano anterior. No entanto, excluindo as TTE, o défice comercial aumentou 198 milhões de euros, totalizando 2 884 milhões de euros.
Em maio de 2026, o índice de valor unitário (preços) das exportações manteve a trajetória de crescimento observada nos meses anteriores, registando uma variação positiva de 5,9% (+3,2% em abril de 2026 e -2,3% em maio de 2025). Nas importações, o índice registou a segunda variação positiva consecutiva (+7,9%; +2,6% em abril de 2026 e -3,6% em maio de 2025).
Com o início da aplicação provisória do Acordo entre a União Europeia e o bloco de países do Mercosul, em 1 de maio de 2026, inclui-se neste destaque uma análise do comércio internacional de bens entre Portugal e aqueles países (Argentina, Brasil, Paraguai, Uruguai), incidindo sobre a evolução das trocas comerciais e os principais produtos transacionados.
09-07-2026
Volume de Negócios na Indústria registou um crescimento de 7,0%
Em maio, o Índice de Volume de Negócios na Indústria apresentou um aumento homólogo nominal de 7,0% (9,4% em abril). Excluindo o agrupamento da Energia, a variação do volume de negócios situou-se em 4,2% (8,4% no mês anterior). Os índices relativos aos mercados nacional e externo registaram abrandamentos de 1,5 pontos percentuais (p.p.) e 3,8 p.p., respetivamente, para crescimentos de 8,2% e 5,1% em maio.
As remunerações registaram um crescimento homólogo de 3,7% em maio (4,2% no mês anterior), enquanto o emprego e as horas trabalhadas registaram decréscimos de 0,7% e 1,4% (variações de 0,1% e -0,7% em abril), respetivamente.
09-07-2026
Estatísticas do Turismo 2025: atividade turística continuou a abrandar
Em 2025, estima-se que o número de chegadas de turistas não residentes a Portugal tenha continuado a abrandar o seu ritmo de crescimento, atingindo 29,9 milhões, refletindo um acréscimo de 3,3% face a 2024 (+9,3% no ano anterior). O mercado espanhol manteve a liderança entre os mercados emissores, apesar do decréscimo de 0,6%, representando uma quota de 23,8%. O mercado do Reino Unido (11,9% do total) manteve-se como o segundo principal mercado emissor e foi o único, entre os três principais mercados emissores de turistas internacionais, a crescer (+1,9%). Seguiu-se o mercado francês (10,9% do total), que diminuiu 2,9%.
A generalidade dos meios de alojamento turístico registou 34,8 milhões de hóspedes, que deram origem a 89,7 milhões de dormidas em 2025, correspondendo a aumentos de 2,2% e 1,6%, respetivamente. O mercado interno gerou 29,5 milhões de dormidas em 2025, correspondente a 32,9% do total e a um acréscimo de 3,5% face ao ano anterior. Os mercados externos deram origem a 60,2 milhões de dormidas, refletindo um crescimento anual de 0,6%.
Em 2025, 70 municípios registaram um número de dormidas de não residentes superior ao número de dormidas de residentes. Dos 25 municípios que, em 2025, apresentaram um peso das dormidas de não residentes superior a 75%, 10 municípios localizavam-se na RA Madeira, 7 no Algarve, 5 na RA Açores, 2 no Norte e 1 na Grande Lisboa.
As dormidas de não residentes representaram 67,1% das dormidas na generalidade dos meios de alojamento em 2025, tendo este sido um dos anos, desde 2013, com maior dependência dos mercados internacionais, apenas superado por 2017 e de 2024, anos em que estes mercados representaram, respetivamente, 67,8% e 67,7% do total. Face a 2024, a dependência de mercados externos, em termos de dormidas, recuou 0,6 p.p..
A taxa de sazonalidade diminuiu para 36,4% e atingiu o valor mais baixo desde 2013. Este indicador foi mais elevado entre os residentes (40,4%) do que entre os não residentes (34,4%), embora tenha diminuído em ambos os casos.
As deslocações turísticas dos residentes atingiram 26,0 milhões, acelerando 13,7%, em resultado da dinâmica das viagens em território nacional, que aumentaram 14,0% face ao ano anterior, atingindo 22,2 milhões, e das deslocações para o estrangeiro, que cresceram 12,5% em comparação com 2024, alcançando 3,9 milhões em 2025.
Em 2025, a despesa média por turista em cada viagem registou um decréscimo de 4,2% face ao valor de 2024, fixando-se em 265,1 euros. Nas deslocações domésticas, os residentes gastaram, em média, 171,6 euros por turista/viagem, -2,9% que em 2024. Nas deslocações para o estrangeiro, o gasto médio por turista/viagem decresceu 4,8% em 2025, atingindo 803,2 euros.
Consulte a Publicação
08-07-2026
Custos de construção de habitação nova aumentaram 6,9%
Em maio, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 6,9% em termos homólogos, situando-se 0,9 pontos percentuais (p.p.) acima do mês anterior. O preço dos materiais registou uma variação de 6,4% e o custo da mão de obra aumentou 7,5%.
07-07-2026
Produção Industrial diminuiu 3,8%, em termos nominais
De acordo com os resultados provisórios do Inquérito Anual à Produção Industrial, em 2025, o valor da venda de produtos e prestação de serviços nas Indústrias transformadoras (Divisões 10 a 33, 35 e 38 da CAE Rev.4) fixou-se em 110,6 mil milhões de euros, correspondendo a uma diminuição nominal de 3,8% face a 2024. No ano anterior, este valor tinha registado uma variação de -0,7%, totalizando 114,9 mil milhões de euros.
Esta evolução foi, em grande medida, influenciada pela diminuição dos preços, refletida no decréscimo homólogo de 2,9% registado pelo índice de preços na produção industrial (IPPI) em 2025.
Os maiores contributos para a diminuição do valor da venda de produtos e prestação de serviços registaram-se na Fabricação de coque e de produtos petrolíferos refinados (Div. 19), com -3,3 p.p., seguindo-se a Fabricação de máquinas e equipamentos, n.e. (Div. 28) e a Produção e distribuição de eletricidade, gás, vapor e ar condicionado (Div. 35), ambas com um contributo de -0,4 pontos percentuais.
A Divisão 10 – Indústrias alimentares manteve-se como a divisão com maior peso relativo no valor da venda de produtos e prestação de serviços (16,2%), tendo aumentado 2,4% face a 2024. Seguiram-se a Divisão 29 – Fabricação de veículos a motor, reboques e semirreboques (peso de 11,1%; +5,5% face a 2024) e a Divisão 25 – Fabricação de produtos metálicos, exceto máquinas e equipamentos (peso de 7,1%; -4,2% face a 2024).
Entre os produtos com maior valor de vendas destacaram-se os Gasóleos, as Outras partes e acessórios para veículos automóveis, tratores e veículos para usos especiais, e os Veículos automóveis ligeiros de passageiros, com motor de ignição por faísca e cilindrada ≤ 1500 cm3.
03-07-2026
Preços na Produção de Serviços aumentaram 4,0%
No 1.º trimestre de 2026, o Índice de Preços na Produção de Serviços (IPPS) registou uma variação homóloga de 4,0%, o que representa uma aceleração de 0,3 pontos percentuais (p.p.) face à taxa observada no 4.º trimestre de 2025.
Em relação ao trimestre anterior, o IPPS aumentou 0,1% (variação de -3,2% no período precedente e de -0,1% no período homólogo).
A taxa de variação média do ano terminado no 1.º trimestre de 2026 situou-se em 3,5% (3,2% no 4.º trimestre de 2025).
02-07-2026
Índice Sintético de Desenvolvimento Regional - Aplicação Interativa
A Aplicação Interativa do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional (ISDR), disponibilizada hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), apresenta os resultados da série 2021 2024 para as três dimensões que integram o modelo conceptual do desenvolvimento regional — competitividade, coesão e qualidade ambiental — bem como o respetivo índice global, que sintetiza o desempenho conjunto destas dimensões.
A informação encontra-se organizada de forma a facilitar a análise territorial, a comparação entre sub regiões NUTS III e a leitura integrada das diferentes dimensões do desenvolvimento regional.
Consulte o Destaque dedicado ao ISDR
Anuário Estatístico de Portugal - 2025
O Instituto Nacional de Estatística apresenta a 117.ª edição do Anuário Estatístico de Portugal (AEP), a qual dá continuidade a uma longa tradição iniciada em 1877 (AEP 1875).
O AEP2025 apresenta uma análise global que permite uma visão abrangente dos fenómenos registados em 2025 em termos sociais, económicos e demográficos.
A atual edição está organizada em 30 subcapítulos, distribuídos em 4 grandes temas: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado. Cada subcapítulo consiste numa análise estatística sintética acompanhada de uma infografia, permitindo uma rápida apreensão dos fenómenos salientados. Os dados estatísticos, que acompanham esta publicação, apresentam séries temporais desagregadas ao nível de NUTS I e II, possibilitando uma comparação cronológica e espacial dos fenómenos retratados.
Estatísticas da Construção e Habitação - 2025
A publicação Estatísticas da Construção e Habitação disponibiliza um vasto conjunto de indicadores sobre a construção e habitação em Portugal, destacando-se a divulgação da informação do Sistema de Indicadores de Operações Urbanísticas (SIOU): indicadores sobre Obras Concluídas e Licenciadas, relativos a 2025.
Incluem-se, ainda, elementos informativos sobre o mercado de habitação e propriedades comerciais: vendas de alojamentos familiares; evolução de preços e preços da habitação ao nível local (que se baseiam em dados administrativos de natureza fiscal); valores de avaliação de peritos ao serviço de instituições bancárias; rendas de habitação ao nível local; evolução dos custos de construção e índice de preços das propriedades comerciais.
Os resultados são apresentados com uma desagregação geográfica ao nível das regiões NUTS III, para a maior parte das variáveis. No entanto, grande parte desta informação está disponível no Portal de Estatísticas Oficiais com desagregação ao nível do município e, para alguns indicadores, ao nível da freguesia.
Península Ibérica em Números - 2025
Os Institutos Nacionais de Estatística de Portugal e de Espanha publicam, conjuntamente, a 22.ª edição de Península Ibérica em Números | Península Ibérica en Cifras - 2025.
Editada todos os anos desde 2004, esta publicação reúne indicadores estatísticos oficiais que permitem comparar a realidade social, económica, ambiental e demográfica de Portugal e de Espanha e enquadrá-la no contexto da União Europeia.
Os catorze capítulos temáticos (território e ambiente; população; educação e cultura; saúde e proteção social; condições de vida; tecnologia; mercado de trabalho; contas nacionais; comércio internacional de bens; indústria, construção e energia; agricultura e pescas; serviços; transportes; e turismo) oferecem diferentes perspetivas sobre as realidades dos dois países.
A edição de 2025 inclui a atualização da maioria dos indicadores apresentados ao nível regional (NUTS II), refletindo a recente revisão da classificação territorial de Portugal que passou a distinguir as regiões da Grande Lisboa, a Península de Setúbal e do Oeste e Vale do Tejo.
A publicação é trilingue, com textos em português, espanhol e inglês.
Inquérito Comunitário à Inovação - 2024
A Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) e o Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgam informação sobre a inovação nas empresas em Portugal, com base nos dados recolhidos no Inquérito Comunitário à Inovação para o período 2022-2024 (CIS 2024).
O questionário do CIS2024 manteve a definição de inovação empresarial centrada em dois tipos principais de inovação:
- inovação de produto: corresponde à introdução no mercado de um bem ou serviço novo ou significativamente melhorado para a empresa;
- inovação de processo: corresponde à implementação de um processo de negócio novo ou substancialmente melhorado numa ou mais funções da empresa.
A presente edição incorpora alterações decorrentes da adoção da Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos - 2024 (NUTS 2024), que introduziu modificações nas NUTS de nível II e III em Portugal. No CIS 2024 é utilizada exclusivamente a classificação NUTS 2024, deixando de ser considerada a NUTS 2013. Por este motivo, a comparabilidade territorial dos resultados com edições anteriores encontra-se limitada, sendo apenas possível uma comparação direta com o CIS 2022.
Foram ainda introduzidas duas novas questões: uma sobre os riscos enfrentados pelas empresas e sobre a adoção de medidas destinadas a mitigá-los; e outra que aborda a dependência de fornecedores localizados fora da UE e as medidas eventualmente adotadas pelas empresas para reduzir esse risco.
o CIS-Comunity Innovation Survey, realizado com periodicidade bienal, tem como principal objetivo produzir e atualizar indicadores estatísticos sobre a inovação empresarial. Tratando-se de um inquérito harmonizado a nível europeu permite a comparabilidade dos dados da UE e assegura o cumprimento de compromissos nacionais e europeus no domínio das estatísticas oficiais de Ciência e Tecnologia, designadamente perante o Eurostat. O inquérito baseia-se no quadro conceptual previsto no Manual de Oslo (2018) e segue as recomendações metodológicas do Eurostat.
Estatísticas do Turismo - 2025
Apresentam-se informações gerais e principais resultados de estatísticas de Turismo de 2025, incluindo:
Enquadramento - contexto económico internacional e nacional, com base em informação de fontes diversas, designadamente a Organização Mundial de Turismo, Eurostat, Fundo Monetário Internacional, Banco de Portugal e Segurança Social. Inclui ainda resultados apurados sobre o Índice de Preços no Consumidor (IPC), movimento de cruzeiros marítimos, chegadas de turistas a Portugal, remuneração bruta mensal por trabalhador nas atividades de Alojamento.
Oferta de alojamento turístico e ocupação – resultados da oferta e ocupação para a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude) para os principais indicadores: hóspedes, dormidas, estada média e, no caso dos estabelecimentos de alojamento turístico, também taxa de ocupação, proveitos e rendimentos por quarto. No âmbito da oferta turística, apresentam-se ainda duas análises adicionais: a dependência dos meios de alojamento dos principais mercados externos e o padrão de sazonalidade da atividade dos estabelecimentos de alojamento turístico.
Procura turística dos residentes – resultados detalhados sobre as deslocações dos residentes em Portugal, bem como a caracterização das suas viagens em várias vertentes (motivos das viagens, duração, meios de transporte, modalidade de organização, despesas).
Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Junho de 2026
O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.
Boletim Mensal de Estatística - Maio de 2026
O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.
REVSTAT - Statistical Journal - Abril de 2026
Publicação de artigos de relevante conteúdo científico, abrangendo todos os ramos da Probabilidade e da Estatística, e que oferece um contributo efetivo para o esclarecimento e a divulgação de métodos estatísticos inovadores fundamentados em problemas reais.
Todos os artigos estão disponíveis em REVSTAT-Statistical Journal
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável | Agenda 2030 - 2015 - 2025
O Instituto Nacional de Estatística divulga a oitava publicação anual de acompanhamento estatístico da Agenda 2030.
Esta edição sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável | Agenda 2030 - Indicadores para Portugal – 2015/2025 apresenta uma análise do comportamento de 189 indicadores da lista global dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas para Portugal, desde 2015 até ao último ano com informação disponível. São analisados sinteticamente todos os ODS em termos de evolução e de desempenho em Portugal.
Os indicadores apresentados são maioritariamente produzidos ou divulgados no contexto do Sistema Estatístico Nacional, permitindo uma leitura estatística do desempenho nacional em relação aos ODS, desde 2015 até ao ano mais recente disponível, também disponíveis em formato .xlsx e no Dossiê temático Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
Estatísticas da Pesca - 2025
A publicação Estatísticas da Pesca - 2025 apresenta-se organizada em 9 capítulos, com textos de análise e respetivos quadros estatísticos.
Esta edição associa-se, uma vez mais, às comemorações do Dia do Pescador - 31 de maio, disponibilizando um conjunto de informação relativa às pescas em Portugal, bem como a alguns sectores da economia nacional relacionados. Os dados estatísticos divulgados incidem sobre: descargas e capturas (desagregados por portos e espécies), mercado dos produtos da pesca e estruturas organizativas, frota de pesca, população da pesca, indústria transformadora da pesca e aquicultura, comércio internacional do sector da pesca e atividades correlacionadas, e também, dados relativos aos stocks e níveis de exploração.