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Sábado, 1 de Agosto de 2026

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Segunda-Feira, 3 de Agosto de 2026

  • ITRM 2026 - 30ª Semana: Últ. dia

Segunda-Feira, 10 de Agosto de 2026

  • ICC 2026 - Ago: Últ. dia
  • ICCOP 2026 - Ago: Últ. dia
  • ICIT 2026 - Ago: Últ. dia
  • ICS 2026 - Ago: Últ. dia
  • IMPI 2026 - Jul: Últ. dia
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Sábado, 15 de Agosto de 2026

Segunda-Feira, 17 de Agosto de 2026

  • ITRM 2026 - 32ª Semana: Últ. dia

Quinta-Feira, 20 de Agosto de 2026

  • IMAMI 2026 - Jul: Últ. dia
  • IMAOC 2026 - Jul: Últ. dia
  • IMVC 2026 - Jul: Últ. dia

Sexta-Feira, 21 de Agosto de 2026

  • IMGA 2026 - Jul: Últ. dia
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Segunda-Feira, 24 de Agosto de 2026

  • IMA 2026 - Jul: Últ. dia
  • ITRM 2026 - 33ª Semana: Últ. dia

Terça-Feira, 25 de Agosto de 2026

  • IMAAC 2026 - Jul: Últ. dia
  • IPMC 2026 - Ago: Últ. dia
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Segunda-Feira, 31 de Agosto de 2026

  • ITRM 2026 - 34ª Semana: Últ. dia

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Porque são obrigatórios os Inquéritos do INE ?

Conheça o enquadramento legal, a importância da resposta e as garantias de confidencialidade asseguradas aos participantes.
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Imagem sobre O caminho que percorrem os dados no INE 15-12-2023

O caminho que percorrem os dados no INE

O caminho que percorrem os dados no INE

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Imagem sobre Movimento de passageiros nos aeroportos aumentou 2,5% no primeiro semestre 13-08-2026

Movimento de passageiros nos aeroportos aumentou 2,5% no primeiro semestre

Em junho de 2026, os aeroportos nacionais movimentaram 7,1 milhões de passageiros e 21,8 mil toneladas de carga e correio, correspondendo a variações homólogas de -0,2% e +3,4%, respetivamente (+2,9% e -3,3% no mês anterior, pela mesma ordem).

Nesse mês, desembarcaram, em média, 118,7 mil passageiros por dia, o que corresponde a um decréscimo de 0,1% face a junho de 2025.

No primeiro semestre de 2026, o número de passageiros movimentados aumentou 2,5% e o movimento de carga e correio 0,4% (+4,8% e +2,5% no primeiro semestre de 2025, pela mesma ordem).

O Reino Unido manteve-se como o principal país de origem e de destino dos voos com passageiros. França, Espanha e Alemanha conservaram, respetivamente, a 2ª, 3ª e 4ª posições. A Itália manteve a 5.ª posição entre os principais países de destino e ocupou também a 5ª posição entre os principais países de origem.

Consulte a informação através da Aplicação Interativa das Estatísticas do Transporte Aéreo.

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Imagem sobre O Índice de Custo do Trabalho aumentou 5,4% 13-08-2026

O Índice de Custo do Trabalho aumentou 5,4%

No 2.º trimestre de 2026, o Índice de Custo do Trabalho (ICT) registou um acréscimo homólogo de 5,4%. No trimestre anterior, tinha aumentado 5,3%.

Os custos salariais (por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 5,4% e os outros custos (também por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 5,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A evolução homóloga do ICT resultou também da conjugação do acréscimo de 4,9% no custo médio por trabalhador e do decréscimo de 0,4% no número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador. O acréscimo do custo médio por trabalhador foi transversal a todas as atividades económicas, tendo os aumentos sido maiores na Construção (6,5%) e menores na Administração Pública (4,4%). Com exceção dos Serviços, que apresentaram um acréscimo igual ao do trimestre anterior, as restantes atividades registaram aumentos menores. As horas efetivamente trabalhadas por trabalhador diminuíram em todas as atividades económicas, com os Serviços a registarem a maior redução (-0.6%) e a Indústria e a Construção a menor (-0.1%). Em resultado destas variações, o ICT aumentou em todas as atividades económicas, tendo o maior acréscimo sido observado na Construção (6,7%).

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Imagem sobre Produção na Construção cresceu 2,0% 12-08-2026

Produção na Construção cresceu 2,0%

O Índice de Produção na Construção aumentou 2,0% em junho, variação inferior em 1,7 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior.

Os índices de emprego e de remunerações aceleraram 0,5 p.p. e 1,1 p.p. para crescimentos homólogos de 2,1% e de 7,4%, respetivamente.

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Imagem sobre Do 1.º para o 2.º trimestre de 2026, 29,7% dos desempregados transitaram para o emprego 12-08-2026

Do 1.º para o 2.º trimestre de 2026, 29,7% dos desempregados transitaram para o emprego

Do total de pessoas que estavam desempregadas no 1.º trimestre de 2026, 50,6% (175,3 mil) permaneceram nesse estado no 2.º trimestre de 2026, 29,7% (102,8 mil) transitaram para o emprego e 19,7% (68,2 mil) transitaram para a inatividade.

No mesmo período, 32,4% (50,5 mil) dos homens desempregados e 27,5% (52,3 mil) das mulheres desempregadas transitaram para o emprego.

Do 1.º para o 2.º trimestre de 2026, 37,2% (83,0 mil) dos desempregados de curta duração e 24,9% (30,2 mil) dos inativos pertencentes à “força de trabalho potencial” transitaram para o emprego.

Ao mesmo tempo, transitaram para um trabalho por conta de outrem 11,1% (88,9 mil) das pessoas que tinham um trabalho por conta própria e 27,9% (96,6 mil) das pessoas que se encontravam desempregadas.

Do total de trabalhadores por conta de outrem que, no 1.º trimestre de 2026, tinham um contrato de trabalho com termo ou outro tipo de contrato, 24,5% (155,3 mil) passaram a ter um contrato sem termo no 2.º trimestre de 2026.

Do número de pessoas que, no 1.º trimestre de 2026, tinham um emprego a tempo parcial, 22,3% (91,3 mil) passaram a trabalhar a tempo completo no 2.º trimestre de 2026.

A percentagem de pessoas que permaneceram empregadas entre o 1.º e o 2.º trimestre de 2026, mas que mudaram de emprego, fixou-se nos 3,1% (160,1 mil).

No mesmo período, 3,4% (176,8 mil) das pessoas que permaneceram empregadas continuaram a ter dois ou mais empregos e 2,0% (102,6 mil) das pessoas que tinham um emprego passaram a ter dois ou mais empregos.

Do total de jovens dos 16 aos 34 anos que, no 1.º trimestre de 2026, não estavam empregados, nem em educação ou formação (NEEF), 26,2% (50,9 mil) transitaram para o emprego no 2.º trimestre de 2026, enquanto 16,3% (31,6 mil) passaram a frequentar o ensino ou formação.

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC diminuiu para 3,0% 12-08-2026

Taxa de variação homóloga do IPC diminuiu para 3,0%

A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 3,0% em julho de 2026, taxa inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) à registada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação homóloga de 2,6% (2,5% em junho). A variação do índice relativo aos produtos energéticos diminuiu para 8,7% (9,1% no mês anterior) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados registou uma variação de 3,7% (5,1% em junho). 

A variação mensal do IPC foi -0,5% (0,1% no mês precedente e -0,4% em julho de 2025). A variação média dos últimos doze meses foi 2,6% (valor idêntico no mês anterior). 

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português apresentou uma variação homóloga de 3,1%, taxa idêntica à do mês anterior e superior em 0,2 p.p. ao valor estimado pelo Eurostat para a área do Euro (em junho, esta diferença tinha sido de 0,3 p.p.). 

Excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, o IHPC em Portugal atingiu uma variação homóloga de 2,7% em julho (2,5% em junho), taxa superior à da área do Euro (estimada em 2,2%).

O IHPC registou uma variação mensal de -0,3% (0,1% no mês anterior e -0,3% em julho de 2025) e uma variação média dos últimos doze meses de 2,5% (valor idêntico no mês precedente).

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Imagem sobre Volume de Negócios nos Serviços cresceu 4,6% 11-08-2026

Volume de Negócios nos Serviços cresceu 4,6%

Em junho, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços registou uma variação homóloga nominal de 4,6%, o que representa uma aceleração de 2,8 pontos percentuais (p.p.) face ao mês anterior. Em termos reais, o índice deflacionado diminuiu 0,2% (em maio, o índice tinha-se reduzido 1,9%). 

No conjunto do 2.º trimestre de 2026, o índice nominal aumentou 4,1% face ao mesmo período de 2025, enquanto o índice deflacionado registou uma diminuição de 0,4% (2,2% e -1,2% no trimestre anterior, respetivamente).

Na comparação mensal, o índice nominal cresceu 2,5%, após a contração de 3,3% em maio.

Os índices de emprego, remunerações e horas trabalhadas, ajustados de efeitos de calendário, apresentaram variações homólogas de 0,3%, 6,3% e 1,8%, respetivamente (1,6%, 7,3% e 0,3 % em maio).

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Imagem sobre Custos de construção de habitação nova aumentaram 7,2% 10-08-2026

Custos de construção de habitação nova aumentaram 7,2%

Em junho, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 7,2% em termos homólogos, situando-se 0,3 pontos percentuais (p.p.) acima da variação observada no mês anterior. O preço dos materiais registou uma variação de 6,5% e o custo da mão de obra aumentou 8,0%. 

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Imagem sobre Volume de Negócios na Indústria aumentou 6,5% 10-08-2026

Volume de Negócios na Indústria aumentou 6,5%

Em junho, o Índice de Volume de Negócios na Indústria apresentou um crescimento homólogo nominal de 6,5% (6,8% em maio). Excluindo o agrupamento da Energia, a variação do volume de negócios foi 5,1% (3,9% no mês anterior). O índice relativo ao mercado externo desacelerou 2,5 pontos percentuais, para uma taxa de variação de 2,1% em junho, enquanto o índice do mercado nacional cresceu 9,0% (8,1% em maio). No segundo trimestre de 2026, as vendas na indústria aumentaram 7,5% em termos homólogos (1,4% no trimestre precedente), refletindo em grande medida a aceleração dos preços.

O emprego e horas trabalhadas apresentaram diminuições homólogas de 0,7% e 0,3% em junho (variações de -0,1% e -1,3% no mês anterior), enquanto as remunerações tiveram um aumento de 5,6% (4,6% em maio).

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Imagem sobre Exportações e importações aumentaram 07-08-2026

Exportações e importações aumentaram

Em junho de 2026, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de, respetivamente, +10,0% e +19,6% (+5,4% e -1,9%, pela mesma ordem, em maio de 2026). Quando excluídas as transações sem transferência de propriedade (TTE), isto é, transações com vista a ou na sequência de trabalhos por encomenda, ambos os fluxos apresentaram aumentos: +11,0% nas exportações e +17,0% nas importações (+4,5% e +4,7%, respetivamente, em maio de 2026). O défice da balança comercial de bens atingiu 3 632 milhões de euros, agravando-se em 1 122 milhões de euros face a junho do ano anterior. Quando excluídas as TTE, o défice comercial totalizou 3 440 milhões de euros, refletindo um agravamento de 824 milhões de euros.

Em junho de 2026, o índice de valor unitário (preços) das exportações manteve a trajetória de crescimento observada nos meses anteriores, registando uma variação homóloga positiva de 4,9% (+5,9% em maio de 2026 e -1,5% em junho de 2025). Nas importações, o índice registou a terceira variação homóloga positiva consecutiva (+6,1%), após +7,9% em maio de 2026 e -2,1% em junho de 2025.

Neste destaque, além dos resultados mensais, são divulgados os resultados definitivos de 2025, com variações anuais de +0,1% nas exportações e de +4,5% nas importações, bem como um agravamento de 4 757 milhões de euros no saldo da balança comercial. Face aos resultados preliminares divulgados em junho, as taxas de variação anual definitivas refletem revisões de -0,5 p.p. nas exportações e de +0,4 p.p. nas importações, decorrentes da incorporação de informação adicional, entretanto, disponível. 

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Imagem sobre A riqueza das famílias em 2024 05-08-2026

A riqueza das famílias em 2024

Em virtude de se ter identificado uma incorreção no cálculo dos ponderadores finais dos agregados familiares, que permitem extrapolar as respostas para o conjunto de agregados familiares residentes em Portugal, republica-se o Destaque divulgado no dia 28 de maio de 2026 com as devidas alterações, não considerando a escolaridade no procedimento de calibragem. A riqueza líquida das famílias em 2024 é revista em baixa (-7% em média), mas em termos qualitativos as conclusões do destaque não têm alterações.

De acordo com o Inquérito à Situação Financeira das Famílias (ISFF) de 2024, a riqueza líquida média e a riqueza líquida mediana aumentaram cerca de 21% em termos reais em relação a 2020, para 278,3 milhares de euros e 143,3 milhares de euros, respetivamente. Em grande parte, esta evolução foi determinada pelo aumento do valor dos ativos reais (21,1%, em média), num contexto de forte crescimento dos preços da habitação.

Em 2024, a riqueza líquida mediana das famílias pertencentes ao conjunto das 20% com riqueza líquida mais reduzida era 1,3 milhares de euros, o que contrasta com 962,1 milhares de euros no conjunto das 10% com maior riqueza.

Nos grupos com riqueza líquida mais baixa, como é o caso das famílias em que o indivíduo de referência se encontra desempregado ou tem uma idade inferior a 35 anos, a percentagem de famílias proprietárias da residência principal é menor (cerca de 40%) do que no conjunto das famílias (70,2%).

Nos grupos com riqueza líquida mais elevada, como é o caso das famílias de maior rendimento e daquelas em que o indivíduo de referência é trabalhador por conta própria ou tem o ensino superior, os outros imóveis (diferentes da residência principal) ou os negócios por conta própria têm um peso relativamente mais importante na riqueza.

Os ativos financeiros estão ligeiramente mais concentrados nas famílias mais ricas do que os ativos reais.

Na generalidade das famílias, a maior parte da riqueza financeira está aplicada em depósitos (que incluem os certificados de aforro e do Tesouro) (75,4%, no conjunto das famílias), o que está em linha com a elevada aversão ao risco reportada pelas famílias.

Em 2024, 41,7% das famílias tinham algum tipo de dívida e entre as famílias endividadas o valor mediano da dívida era 34,5 milhares de euros.

Em 2024, 8% das famílias tinham restrições no acesso ao crédito. Esta percentagem atingia cerca de 20% nas famílias com riqueza líquida mais baixa, mais jovens ou quando o indivíduo de referência estava desempregado.

Face ao passado, em 2024, a percentagem de famílias com um elevado grau de endividamento é menor. Esta situação mais favorável decorreu da redução da dívida, do aumento do rendimento e crescimento do valor dos ativos.

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Imagem sobre A taxa de desemprego diminuiu para 5,3% 05-08-2026

A taxa de desemprego diminuiu para 5,3%

No 2.º trimestre de 2026, a população empregada (5 399,8 mil pessoas) aumentou 1,9% (99,0 mil) em relação ao trimestre anterior e 2,9% (151,5 mil) relativamente ao trimestre homólogo de 2025, correspondendo ao valor mais elevado desde o 1.º trimestre de 2011. 

A proporção da população empregada em teletrabalho, isto é, que trabalhou a partir de casa com recurso a tecnologias de informação e comunicação, foi de 21,3% (1 152,0 mil pessoas), superior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) à do 1.º trimestre de 2026 e em 0,4 p.p. à do 2.º trimestre de 2025, representando a proporção mais elevada desde o 3.º trimestre de 2023.

A população desempregada, estimada em 300,8 mil pessoas, diminuiu 13,1% (45,5 mil) em relação ao trimestre anterior e 8,7% (28,7 mil) relativamente ao trimestre homólogo.

A taxa de desemprego foi estimada em 5,3%, valor inferior em 0,8 p.p. ao do trimestre anterior e em 0,6 p.p. por comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, sendo o valor mais baixo desde o início da série em 2011.

A subutilização do trabalho abrangeu 525,8 mil pessoas, valor inferior em 10,6% (62,2 mil) ao do trimestre anterior e em 8,2% (47,3 mil) ao do período homólogo. A taxa de subutilização do trabalho, estimada em 9,1%, diminuiu 1,1 p.p. relativamente ao trimestre anterior e 1,0 p.p. em termos homólogos. Ambos os indicadores alcançaram o valor mais baixo desde 2011.

A população inativa com 16 e mais anos (3 712,1 mil) diminuiu 0,7% (26,7 mil) em relação ao trimestre anterior e 1,1% (40,9 mil) relativamente ao homólogo.

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Imagem sobre VAB gerado pelo Turismo continuou a representar 8,1% do VAB nacional. Consumo do Turism 03-08-2026

VAB gerado pelo Turismo continuou a representar 8,1% do VAB nacional. Consumo do Turismo no Território Económico cresceu abaixo do ritmo da economia nacional

Em 2025, o Valor Acrescentado Bruto direto gerado pelo Turismo (VABGT) registou uma variação nominal igual à do VAB nacional (5,6%), enquanto o Consumo do Turismo no Território Económico (CTTE) aumentou 4,9%, abaixo da variação nominal do PIB nacional (5,9%).

O VABGT representou 8,1% do VAB nacional em 2025, mantendo a importância relativa no triénio 2023-2025. O CTTE foi equivalente a 16,1% do PIB, evidenciando um ligeiro decréscimo face ao máximo histórico alcançado em 2023 (16,3%).

Aplicando o Sistema Integrado de Matrizes Simétricas Input-Output (MSIO) aos principais resultados da Conta Satélite do Turismo, estima-se que a atividade turística tenha gerado um contributo total (direto e indireto) de 36,2 mil milhões de euros para o PIB em 2025, o que corresponde a 11,8% (11,9% em 2023 e 2024). Estes resultados refletem um contributo de 0,3 pontos percentuais (p.p.) para o crescimento real do PIB em 2025 (1,9%).

Em 2023, o emprego nas atividades características do turismo, medido em equivalente a tempo completo (ETC), registou um crescimento significativo (10,6%), acima do observado na economia nacional (3,8%), representando 10,4% do emprego da economia nacional (9,8% em 2022).

As remunerações das atividades características do turismo representavam 9,1% do total das remunerações da economia nacional, e a remuneração média por trabalhador nestas atividades correspondia a 92,8% da remuneração média nacional.

Consulte a infografia

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Imagem sobre Dormidas de não residentes inverteram trajetória de crescimento dos últimos 8 meses 31-07-2026

Dormidas de não residentes inverteram trajetória de crescimento dos últimos 8 meses

Em junho de 2026, o setor do alojamento turístico registou 3,1 milhões de hóspedes (+1,0%) e 8,1 milhões de dormidas (+0,7%). Os proveitos totais ascenderam a 786,6 milhões de euros e os proveitos de aposento a 609,3 milhões de euros (+4,7% e +4,5%, respetivamente).

O crescimento das dormidas foi sustentado exclusivamente pelo mercado interno, ainda que em abrandamento. As dormidas dos residentes aumentaram 3,8% (+6,7% em maio), atingindo 2,5 milhões. As dormidas de não residentes diminuíram 0,6% (após +1,1% em maio), o primeiro decréscimo desde o registado em setembro de 2025, totalizando 5,7 milhões.

Entre os dez principais mercados emissores, os mercados canadiano e norte americano apresentaram os maiores crescimentos (+4,0% e +2,8%, respetivamente). Em contrapartida, o mercado francês continuou a manter o maior decréscimo (-7,9%). 

No mesmo mês, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) fixou-se em 90,5 euros (+1,0%) e o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 140,8 euros (+2,7%).

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Imagem sobre Produção Industrial diminuiu 0,7% 31-07-2026

Produção Industrial diminuiu 0,7%

O Índice de Produção Industrial apresentou uma variação homóloga de -0,7%, em junho (-1,6% em maio). Excluindo o agrupamento de Energia esta variação foi de -0,6% (0,1% no mês precedente). A taxa de variação da secção das Indústrias Transformadoras situou-se em -1,7% (-0,4% em maio). A variação mensal do índice agregado foi -3,8% (1,0% no mês anterior). 

No segundo trimestre de 2026, o índice agregado diminuiu 0,6% face ao trimestre homólogo (no trimestre anterior, esta variação tinha sido 0,3%).

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 3,0% 31-07-2026

Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 3,0%

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 3,0% em julho de 2026, taxa inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 2,6%, taxa superior em 0,1 p.p. à do mês precedente.  A variação do índice relativo aos produtos energéticos diminuiu para 8,7% (9,1% em junho) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados registou uma variação de 3,7% (5,1% no mês anterior).

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido -0,5% (0,1% em junho e -0,4% em julho de 2025). 

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 2,6% (valor idêntico ao do mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 3,1% (valor idêntico em junho). 

Os dados definitivos referentes ao IPC do mês de julho serão publicados no próximo dia 12 de agosto.

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Imagem sobre Vendas no Comércio cresceram 2,7% 30-07-2026

Vendas no Comércio cresceram 2,7%

O Índice de Volume de Negócios no Comércio registou, em junho, uma variação homóloga de 2,7%, acelerando 1,4 pontos percentuais (p.p.) face ao valor observado no mês anterior. O comércio a retalho registou um crescimento homólogo de 3,0%, superior em 0,2 p.p. ao observado em maio. O comércio por grosso apresentou uma variação positiva, de 0,5%, após a contração de 0,8% no mês anterior. Por sua vez, o comércio, manutenção e reparação de veículos automóveis acelerou significativamente, com a taxa de crescimento a passar de 4,4% em maio para 9,0% em junho.

No segundo trimestre de 2026, as vendas no comércio registaram um crescimento homólogo de 2,9%, acelerando 0,4 pontos percentuais (p.p.) face ao trimestre anterior.

Os índices de emprego, remunerações e horas trabalhadas ajustado de efeitos de calendário, apresentaram variações homólogas de 0,3%, 7,4% e 2,1% em junho, respetivamente (1,2%, 8,0% e 1,0% em maio).

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Imagem sobre Indicador de confiança dos Consumidores aumenta e indicador de clima económico diminui 30-07-2026

Indicador de confiança dos Consumidores aumenta e indicador de clima económico diminui

O indicador de confiança dos Consumidores aumentou entre maio e julho, após ter diminuído nos três meses anteriores, de forma significativa em março, e de ter registado em abril o valor mais baixo desde novembro de 2023. A evolução do último mês resultou dos contributos positivos das perspetivas sobre a evolução futura da situação económica do país, da situação financeira do agregado familiar e da realização de compras importantes por parte das famílias. Em sentido contrário, as opiniões sobre a evolução passada da situação financeira do agregado familiar registaram um contributo negativo. 

O saldo das apreciações sobre a evolução passada dos preços diminuiu nos últimos três meses, após ter registado em abril o maior aumento desde maio de 2008. O saldo das expectativas sobre a evolução futura dos preços diminuiu entre abril e julho, depois dos aumentos observados nos três meses anteriores e de ter registado em março o valor mais elevado desde março de 2022.

O indicador de clima económico diminuiu tenuemente em julho, após ter aumentado nos dois meses anteriores. Os indicadores de confiança aumentaram na Construção e Obras Públicas e na Indústria Transformadora, tendo diminuído no Comércio e nos Serviços.

O indicador da Construção e Obras Públicas aumentou em julho, após ter diminuído no mês anterior, registando contributos positivos de ambas as componentes: perspetivas de emprego e apreciações sobre a carteira de encomendas. Na Indústria Transformadora, o indicador também aumentou em julho, embora tenuemente, após ter estabilizado no mês anterior, em consequência do contributo positivo das perspetivas de produção. Contrariamente, o indicador de confiança no Comércio diminuiu em julho, após ter aumentado no mês anterior, refletindo os contributos negativos das opiniões sobre o volume de vendas e das perspetivas sobre a atividade nos próximos três meses. O indicador de confiança dos Serviços também diminuiu em julho, após ter aumentado nos dois meses anteriores, refletindo os contributos negativos das opiniões sobre a evolução da carteira de encomendas e das perspetivas relativas à evolução da procura. 

O saldo de respostas das expectativas dos empresários sobre a evolução futura dos preços de venda diminuiu em todos os setores, no Comércio, na Indústria Transformadora, nos Serviços e na Construção.

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Imagem sobre Produto Interno Bruto cresceu 2,5% em termos homólogos e 0,8% em cadeia 30-07-2026

Produto Interno Bruto cresceu 2,5% em termos homólogos e 0,8% em cadeia

O Produto Interno Bruto (PIB), em volume, registou uma variação homóloga de 2,5% no 2º trimestre de 2026, após um crescimento de 2,4% no trimestre anterior. O contributo positivo da procura interna para a variação homóloga do PIB diminuiu, em resultado do abrandamento do investimento, enquanto o consumo privado acelerou. A procura externa líquida registou um contributo menos negativo, verificando-se uma aceleração mais pronunciada nas exportações de bens e serviços que nas importações de bens e serviços. 

Comparando com o 1º trimestre de 2026, o PIB aumentou 0,8%, após uma variação de 0,1% no trimestre anterior. O contributo da procura externa líquida para a variação em cadeia do PIB passou a positivo, com as importações de bens e serviços a registarem um abrandamento mais significativo que as exportações de bens e serviços. O contributo da procura interna manteve-se positivo, mas inferior ao observado no 1º trimestre, verificando-se uma diminuição do investimento e um crescimento mais intenso do consumo privado. 

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Imagem sobre A taxa de desemprego situou-se em 5,6% e a taxa de subutilização do trabalho em 9,3% 29-07-2026

A taxa de desemprego situou-se em 5,6% e a taxa de subutilização do trabalho em 9,3%

Maio de 2026 (estimativas definitivas):

A taxa de desemprego situou-se em 5,6%, valor inferior ao de abril de 2026 em 0,1 pontos percentuais (p.p.), ao de fevereiro do mesmo ano em 0,4 p.p. e ao de maio do ano anterior em 0,6 p.p.

A taxa de subutilização do trabalho situou-se em 9,4%, valor inferior ao do mês anterior (0,3 p.p.), ao de três meses antes (0,5 p.p.) e ao do mesmo mês de um ano antes (1,0 p.p.).

Junho de 2026 (estimativas provisórias):

A taxa de desemprego situou-se em 5,6%, igual ao valor de maio, mas inferior ao de março de 2026 (0,3 p.p.) e ao de junho de 2025 (0,4 p.p.).

A taxa de subutilização do trabalho foi estimada em 9,3%, valor inferior ao do mês anterior (0,1 p.p.), ao de três meses antes (0,5 p.p.) e ao do mesmo mês do ano anterior (0,9 p.p.). Esta taxa foi a mais baixa desde 2011, quando se iniciou a série de dados deste indicador.

A taxa de desemprego de homens situou-se em 4,9%, alcançando o valor mais baixo desde fevereiro de 1998.

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Imagem sobre Exportações e importações cresceram 29-07-2026

Exportações e importações cresceram

A estimativa rápida do Comércio Internacional de bens do 2º trimestre de 2026 aponta para aumentos em ambos os fluxos:  +10,0% nas exportações e +8,2% nas importações, em termos nominais e face ao período homólogo. Quando excluídas as transações TTE, ou seja, as transações com vista a ou na sequência de trabalhos por encomenda (sem transferência de propriedade), os aumentos são mais acentuados em ambos os fluxos (+10,6% nas exportações e +12,0% nas importações). 

No 1º trimestre de 2026, registou-se um decréscimo de 6,5% nas exportações (+0,9% sem TTE) e um acréscimo de 2,7% nas importações (+4,3% quando excluídas as TTE). Assim, no 2º trimestre de 2026, observou-se uma inversão da trajetória decrescente das exportações e uma aceleração das importações.

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Imagem sobre Estatísticas do rendimento ao nível local - 2024 24-07-2026

Estatísticas do rendimento ao nível local - 2024

O Instituto Nacional de Estatística divulga as Estatísticas do Rendimento ao nível local com base em dados fiscais anonimizados da AT-Autoridade Tributária e Aduaneira, obtidos no âmbito de um protocolo celebrado entre as duas entidades, relativos à nota de liquidação do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares (IRS – Modelo 3), apresentando um contributo para a leitura da diversidade territorial da distribuição do rendimento à escala local. 

Os resultados apresentados baseiam-se nos valores do rendimento bruto declarado, do IRS liquidado e do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por agregado fiscal e por sujeito passivo. A análise centra-se em 2024, último ano com informação disponibilizada ao INE, embora também se apresentem dados para 2022 e 2023. Os resultados encontram-se estruturados em fichas de síntese para os municípios com dois mil ou mais sujeitos passivos deste imposto e para as 26 sub-regiões NUTS III do país.

Esta iniciativa insere-se no quadro de desenvolvimento da Infraestrutura Nacional de Dados do INE, que corresponde ao corolário de um caminho que tem sido prosseguido nos últimos anos de integração de dados provenientes de fontes administrativas.


Estatísticas em desenvolvimento

STATSLab-Estatísticas em desenvolvimento

 

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Imagem sobre Anuário Estatístico de Portugal - 2025 24-07-2026

Anuário Estatístico de Portugal - 2025

O Instituto Nacional de Estatística apresenta a 117.ª edição do Anuário Estatístico de Portugal (AEP), a qual dá continuidade a uma longa tradição iniciada em 1877 (AEP 1875).

O AEP2025 apresenta uma análise global que permite uma visão abrangente dos fenómenos registados em 2025 em termos sociais, económicos e demográficos.

A atual edição está organizada em 30 subcapítulos, distribuídos em 4 grandes temas: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado. Cada subcapítulo consiste numa análise estatística sintética acompanhada de uma infografia, permitindo uma rápida apreensão dos fenómenos salientados. Os dados estatísticos, que acompanham esta publicação, apresentam séries temporais desagregadas ao nível de NUTS I e II, possibilitando uma comparação cronológica e espacial dos fenómenos retratados.

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Imagem sobre Estatísticas Agrícolas - 2025 23-07-2026

Estatísticas Agrícolas - 2025

A publicação Estatísticas Agrícolas - 2025 está organizada em 10 capítulos, com textos de análise e respetivos quadros estatísticos. A informação divulgada cobre a atividade agrícola e alguns setores da economia nacional com ligações ao setor agrícola, incluindo temas tão diversificados como a produção vegetal, animal e florestal; a economia agrícola, analisada através das contas económicas da agricultura, da floresta e preços e índices de preços na agricultura, bem como o comércio internacional de produtos agrícolas e florestais, entre outros.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Junho de 2026 21-07-2026

Boletim Mensal de Estatística - Junho de 2026

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Julho de 2026 21-07-2026

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Julho de 2026

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Estatísticas da Construção e Habitação - 2025 17-07-2026

Estatísticas da Construção e Habitação - 2025

A publicação Estatísticas da Construção e Habitação disponibiliza um vasto conjunto de indicadores sobre a construção e habitação em Portugal,  destacando-se a divulgação da informação do Sistema de Indicadores de Operações Urbanísticas (SIOU): indicadores sobre Obras Concluídas e Licenciadas, relativos a 2025.

Incluem-se, ainda, elementos informativos sobre o mercado de habitação e propriedades comerciais: vendas de alojamentos familiares; evolução de preços e preços da habitação ao nível local (que se baseiam em dados administrativos de natureza fiscal); valores de avaliação de peritos ao serviço de instituições bancárias; rendas de habitação ao nível local; evolução dos custos de construção e índice de preços das propriedades comerciais. 

Os resultados são apresentados com uma desagregação geográfica ao nível das regiões NUTS III, para a maior parte das variáveis. No entanto, grande parte desta informação está disponível no Portal de Estatísticas Oficiais com desagregação ao nível do município e, para alguns indicadores, ao nível da freguesia.

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Imagem sobre Península Ibérica em Números - 2025 16-07-2026

Península Ibérica em Números - 2025

Os Institutos Nacionais de Estatística de Portugal e de Espanha publicam, conjuntamente, a 22.ª edição de Península Ibérica em Números | Península Ibérica en Cifras - 2025.

Editada todos os anos desde 2004, esta publicação reúne indicadores estatísticos oficiais que permitem comparar a realidade social, económica, ambiental e demográfica de Portugal e de Espanha e enquadrá-la no contexto da União Europeia.

Os catorze capítulos temáticos (território e ambiente; população; educação e cultura; saúde e proteção social; condições de vida; tecnologia; mercado de trabalho; contas nacionais; comércio internacional de bens; indústria, construção e energia; agricultura e pescas; serviços; transportes; e turismo) oferecem diferentes perspetivas sobre as realidades dos dois países.

A edição de 2025 inclui a atualização da maioria dos indicadores apresentados ao nível regional (NUTS II), refletindo a recente revisão da classificação territorial de Portugal que passou a distinguir as regiões da Grande Lisboa, a Península de Setúbal e do Oeste e Vale do Tejo.

A publicação é trilingue, com textos em português, espanhol e inglês.

Disponível, também, a edição flippingBook

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Imagem sobre Inquérito Comunitário à Inovação - 2024 10-07-2026

Inquérito Comunitário à Inovação - 2024

A Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) e o Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgam informação sobre a inovação nas empresas em Portugal, com base nos dados recolhidos no Inquérito Comunitário à Inovação para o período 2022-2024 (CIS 2024).

O questionário do CIS2024 manteve a definição de inovação empresarial centrada em dois tipos principais de inovação:

- inovação de produto: corresponde à introdução no mercado de um bem ou serviço novo ou significativamente melhorado para a empresa;

- inovação de processo: corresponde à implementação de um processo de negócio novo ou substancialmente melhorado numa ou mais funções da empresa.

A presente edição incorpora alterações decorrentes da adoção da Nomenclatura das Unidades Territoriais para Fins Estatísticos - 2024 (NUTS 2024), que introduziu modificações nas NUTS de nível II e III em Portugal. No CIS 2024 é utilizada exclusivamente a classificação NUTS 2024, deixando de ser considerada a NUTS 2013. Por este motivo, a comparabilidade territorial dos resultados com edições anteriores encontra-se limitada, sendo apenas possível uma comparação direta com o CIS 2022.

Foram ainda introduzidas duas novas questões: uma sobre os riscos enfrentados pelas empresas e sobre a adoção de medidas destinadas a mitigá-los; e outra que aborda a dependência de fornecedores localizados fora da UE e as medidas eventualmente adotadas pelas empresas para reduzir esse risco.

o CIS-Comunity Innovation Survey, realizado com periodicidade bienal,  tem como principal objetivo produzir e atualizar indicadores estatísticos sobre a inovação empresarial. Tratando-se de um inquérito harmonizado a nível europeu permite a comparabilidade dos dados da UE e assegura o cumprimento de compromissos nacionais e europeus no domínio das estatísticas oficiais de Ciência e Tecnologia, designadamente perante o Eurostat. O inquérito baseia-se no quadro conceptual previsto no Manual de Oslo (2018) e segue as recomendações metodológicas do Eurostat.

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Imagem sobre Estatísticas do Turismo - 2025 09-07-2026

Estatísticas do Turismo - 2025

Apresentam-se informações gerais e principais resultados de estatísticas de Turismo de 2025, incluindo:

Enquadramento - contexto económico internacional e nacional, com base em informação de fontes diversas, designadamente a Organização Mundial de Turismo, Eurostat, Fundo Monetário Internacional, Banco de Portugal e Segurança Social. Inclui ainda resultados apurados sobre o Índice de Preços no Consumidor (IPC), movimento de cruzeiros marítimos, chegadas de turistas a Portugal, remuneração bruta mensal por trabalhador nas atividades de Alojamento. 

Oferta de alojamento turístico e ocupação – resultados da oferta e ocupação para a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude) para os principais indicadores: hóspedes, dormidas, estada média e, no caso dos estabelecimentos de alojamento turístico, também taxa de ocupação, proveitos e rendimentos por quarto. No âmbito da oferta turística, apresentam-se ainda duas análises adicionais: a dependência dos meios de alojamento dos principais mercados externos e o padrão de sazonalidade da atividade dos estabelecimentos de alojamento turístico. 

Procura turística dos residentes – resultados detalhados sobre as deslocações dos residentes em Portugal, bem como a caracterização das suas viagens em várias vertentes (motivos das viagens, duração, meios de transporte, modalidade de organização, despesas).

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Junho de 2026 23-06-2026

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Junho de 2026

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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