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Sábado, 1 de Fevereiro de 2020

Domingo, 2 de Fevereiro de 2020

Segunda-Feira, 3 de Fevereiro de 2020

Segunda-Feira, 10 de Fevereiro de 2020

  • IAPI 2019: Início
  • IMPI 2020 - Jan: Últ. dia
  • ITRM 2020 - 5ª Semana: Últ. dia
  • IVNE 2020 - Jan: Últ. dia

Quarta-Feira, 12 de Fevereiro de 2020

  • ICC 2020 - Fev: Últ. dia
  • ICCOP 2020 - Fev: Últ. dia
  • ICIT 2020 - Fev: Últ. dia
  • ICS 2020 - Fev: Últ. dia

Sábado, 15 de Fevereiro de 2020

Segunda-Feira, 17 de Fevereiro de 2020

  • IGEET 2019: Últ. dia
  • ITRM 2020 - 6ª Semana: Últ. dia

Quinta-Feira, 20 de Fevereiro de 2020

Sexta-Feira, 21 de Fevereiro de 2020

  • IMGA 2020 - Jan: Últ. dia
  • IMLV 2020 - Jan: Últ. dia

Segunda-Feira, 24 de Fevereiro de 2020

  • ITRM 2020 - 7ª Semana: Últ. dia
  • SPE 2019: Início

Terça-Feira, 25 de Fevereiro de 2020

  • IMAAC 2020 - Jan: Últ. dia
  • IMVC 2020 - Jan: Últ. dia
  • IPMC 2020 - Fev: Últ. dia
  • IPPI 2020 - Fev: Últ. dia

INFORMAÇÕES

O conhecimento de informação estatística fiável, pertinente e atual é indispensável à tomada de decisão a todos os níveis. A sua colaboração na resposta aos inquéritos do INE é decisiva para a produção e difusão das estatísticas oficiais.

EM DESTAQUE

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Imagem sobre Portugal e Espanha: Realidade ibérica e comparações no contexto europeu 21-02-2020

Portugal e Espanha: Realidade ibérica e comparações no contexto europeu

As projeções de população para o período 2040-2100 indicam uma redução da população nos dois países, moderada em Espanha (que terá, ainda assim, valores superiores aos registados em 2018, depois de um aumento até 2050) e bastante acentuada em Portugal (menos um terço relativamente aos valores de 2018).
No período 2009-2018, a idade média das mulheres quando são mães pela primeira vez aumentou de forma contínua nos dois países, sempre mais elevada em Espanha do que em Portugal, (em 2018: 29,8 anos em Portugal; 30,1 anos em Espanha).
Em 2018, Portugal e Espanha tiveram, em geral, preços inferiores aos praticados na União Europeia (UE 28 = 100), com a diferença mais acentuada no agregado “Restaurantes e hotéis” em Portugal (77,8). As exceções foram os agregados “Comunicações” em ambos os países (Espanha: 140,1; Portugal: 119,7) e “Vestuário e calçado” em Portugal (104,3).
A Espanha foi o país da União Europeia que mais peixe capturou em 2018: 879,4 mil toneladas, o que corresponde a 21,8% do total de pescas da UE. Portugal ficou muito aquém, com 201,9 mil toneladas, ou seja, 5,0% do total.
Em 2018, os turistas com residência no Reino Unido e na Alemanha foram os que mais pernoitaram nos estabelecimentos hoteleiros de ambos os países. Em Portugal, os do Reino Unido representaram 21,0% e os da Alemanha 13,2%; em Espanha, os do Reino Unido corresponderam a 25,2% e os da Alemanha a 20,7%.
Estes e outros temas são abordados na publicação “Península Ibérica em Números - 2019”.

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Imagem sobre Mortes por doenças do aparelho respiratório aumentaram 3,8% 21-02-2020

Mortes por doenças do aparelho respiratório aumentaram 3,8%

Os acidentes vasculares cerebrais causaram o maior número de óbitos em 2018 (11 235), representando 9,9% da mortalidade, o que reflete uma ligeira melhoria em relação a 2017 (11 270 óbitos, a que correspondia uma percentagem do total de 10,2%). A redução das mortes por AVC nos últimos anos (de 13,9% em 2008 para 9,9% em 2018) tem sido a que maior impacto teve no decréscimo das mortes causadas por doenças do aparelho circulatório.

No mesmo ano contabilizaram-se 7 241 mortes por doença isquémica do coração, menos 1,0% que no ano anterior, que representaram a segunda maior proporção de óbitos (6,4%). Registaram-se também 4 620 mortes por enfarte agudo do miocárdio, ou seja, 4,1% da mortalidade, com um aumento de 1,7% no número de óbitos em relação ao ano anterior (4 542 óbitos). Em comparação com os AVC e o enfarte agudo do miocárdio, a doença isquémica do coração apresenta as taxas brutas de mortalidade mais elevadas nos grupos etários inferiores a 65 anos.

As doenças do aparelho respiratório causaram 13 305 óbitos, com um aumento de 3,8% em relação ao ano anterior, representando 11,7% da mortalidade total ocorrida no país. Neste grupo de doenças, destacaram-se 5 764 mortes provocadas por pneumonia, representando 5,1% da mortalidade ocorrida em 2018 e registando um aumento de 2,5% de óbitos em relação ao ano anterior. A taxa bruta de mortalidade por pneumonia foi de 55,9 óbitos por 100 mil habitantes, com valores significativamente crescentes para 65 e mais anos.

No conjunto dos tumores malignos, destacaram-se 4 317 mortes provocadas por tumores malignos da traqueia, brônquios e pulmão, que representaram 3,8% do total de mortes no país e um aumento de 1,8% em relação ao ano anterior. Os tumores malignos do cólon, reto e ânus representaram 3,4% da mortalidade em 2018, com 3 820 óbitos (menos 0,8% que no ano anterior).

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Imagem sobre Indicador de atividade económica estabiliza e indicador de clima económico aumenta 19-02-2020

Indicador de atividade económica estabiliza e indicador de clima económico aumenta

Na Área Euro (AE), o Produto Interno Bruto (PIB) em termos reais registou uma variação homóloga de 0,9% no 4º trimestre de 2019 (1,2% nos dois trimestres anteriores). Em janeiro, o indicador de confiança dos consumidores diminuiu e o indicador de sentimento económico aumentou na AE. No mesmo mês, os preços das matérias-primas e do petróleo apresentaram variações em cadeia de 0,3% e -5,1%, respetivamente (3,4% e 5,6% em dezembro).

Em Portugal, o PIB registou uma variação homóloga de 2,2% no 4º trimestre (1,9% no trimestre precedente) e uma variação em cadeia de 0,6% (0,4% no 3º trimestre). O indicador de atividade económica, disponível até dezembro, estabilizou e o indicador de clima económico, disponível até janeiro, aumentou. O indicador quantitativo do consumo privado abrandou ligeiramente em dezembro, refletindo o contributo positivo menos intenso da componente de consumo duradouro, tendo a componente de consumo não duradouro apresentado um contributo positivo ligeiramente mais intenso. O indicador de FBCF desacelerou em dezembro, em resultado do contributo negativo da componente de máquinas e equipamentos, da diminuição do contributo positivo da componente de construção e do contributo negativo mais intenso da componente de material de transporte.
Em termos nominais, as exportações e importações de bens apresentaram, respetivamente, variações homólogas de 7,5% e 3,0% em dezembro (7,3% e 6,5% em novembro). Considerando a atividade económica na perspetiva da produção, verificou-se um crescimento na indústria, após um período de variações negativas, e uma desaceleração em termos reais na construção e em termos nominais nos serviços, de forma ligeira.
No 4º trimestre de 2019, a taxa de desemprego fixou-se em 6,7%, 0,6 p.p. acima da taxa registada no trimestre anterior e idêntica à verificada em igual período de 2018. O número de desempregados registou um crescimento homólogo de 0,9% (-8,3% no 3º trimestre). O emprego desacelerou no 4º trimestre de 2019, passando de uma variação homóloga de 0,9% no 3º trimestre para 0,5%.
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) apresentou uma taxa de variação homóloga de 0,8% em janeiro (0,4% no mês anterior), observando-se uma taxa de variação de 0,4% na componente de bens (-0,3% em dezembro) e de 1,4% na componente de serviços (1,5% no mês anterior).

 

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Imagem sobre Índice de Preços na Produção Industrial apresentou uma variação homóloga de -1,9% 19-02-2020

Índice de Preços na Produção Industrial apresentou uma variação homóloga de -1,9%

O Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) registou uma variação homóloga de -1,9% em janeiro (-2,3% em dezembro). Excluindo o agrupamento de Energia, esta taxa situou-se em -2,2% (-2,1% no mês anterior). A variação mensal do índice agregado foi 0,1% (-0,3% no mesmo mês de 2019).

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Imagem sobre Produção de azeitona para azeite com máximo histórico ultrapassa as 940 mil toneladas 19-02-2020

Produção de azeitona para azeite com máximo histórico ultrapassa as 940 mil toneladas

As previsões agrícolas, em 31 de janeiro, apontam para uma produção historicamente elevada de azeitona para azeite, de mais de 940 mil toneladas, a maior desde 1941. Os rendimentos em azeite também deverão aumentar, o que permite antever um balanço muito positivo para esta campanha oleícola.
Com as sementeiras praticamente concluídas e o desenvolvimento vegetativo a decorrer normalmente, estima-se, pelo sétimo ano consecutivo, uma redução da área instalada de cereais de inverno, nomeadamente no trigo mole e aveia (-5%), no triticale e cevada (-10%) e no trigo duro (-15%).

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Imagem sobre Taxa de juro desceu para 1,000%, capital em dívida e prestação mensal fixaram-se em 53 608 euros e 247 euros, respetivamente 18-02-2020

Taxa de juro desceu para 1,000%, capital em dívida e prestação mensal fixaram-se em 53 608 euros e 247 euros, respetivamente

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 1,000% em janeiro de 2020 (1,011% no mês anterior). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 1,065% para 1,090%. No mês em análise, o capital médio em dívida aumentou 148 euros, fixando-se em 53 608 euros. A prestação média desceu 1 euro, para 247 euros.

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Imagem sobre O VAB do setor dos bens e serviços ambientais diminuiu 0,9% em 2017, mas as exportações e o emprego cresceram mais do que no total da economia 14-02-2020

O VAB do setor dos bens e serviços ambientais diminuiu 0,9% em 2017, mas as exportações e o emprego cresceram mais do que no total da economia

Em 2017, o setor de bens e serviços ambientais gerou 2,8% do Valor Acrescentado Bruto (VAB) nacional, 3,7% das exportações e 2,4% do emprego. Comparativamente com o ano anterior, as exportações aumentaram 20,0% e o emprego 3,7%, evidenciando maior dinamismo do que no total da economia (11,6% e 3,4%, respetivamente). O VAB e a produção, pelo contrário, registaram taxas de crescimento inferiores às da economia nacional, tendo o VAB diminuído ligeiramente (-0,9%, face ao aumento de 4,7% para o conjunto da economia). Cerca de um quarto da produção (23,6%) destinou-se a exportação.
Em 2016, Portugal foi o quinto país da UE28 com maior peso do VAB do setor dos bens e serviços ambientais no VAB nacional (3,0%, superior à média da UE28, de 2,4%) e das exportações no total nacional (3,5%).
Em 2017, a Despesa Nacional em Proteção do Ambiente (DNPA) totalizou 2.721 M€ (1,4% do PIB), tendo aumentado 18,9% relativamente ao ano anterior (após um decréscimo de 6,3% em 2016), refletindo aumentos na despesa de consumo final, consumo intermédio e investimento e a diminuição das transferências recebidas do Resto do Mundo.

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Imagem sobre No 4.º trimestre de 2019, o Índice de Custo do Trabalho aumentou 4,0% em relação ao mesmo trimestre de 2018. Em 2019 aumentou 2,7% em relação a 2018 14-02-2020

No 4.º trimestre de 2019, o Índice de Custo do Trabalho aumentou 4,0% em relação ao mesmo trimestre de 2018. Em 2019 aumentou 2,7% em relação a 2018

O Índice de Custo do Trabalho (ICT) registou um acréscimo homólogo de 4,0%, no 4.º trimestre de 2019.
As duas principais componentes dos custos do trabalho – custos salariais e outros custos (por hora efetivamente trabalhada) – aumentaram 4,3% e 3,0%, respetivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior.
Em termos de média anual, o ICT aumentou 2,7%, a que corresponderam acréscimos de 2,8% nos custos salariais e de 2,4% nos outros custos. Em 2018, o ICT tinha registado uma variação anual de 3,0%, a que corresponderam acréscimos de 2,9% nos custos salariais e de 3,3% nos outros custos.
Nas atividades das secções B a N o ICT registou um acréscimo anual de 3,1%. Nas atividades das secções O a S (que incluem a Administração Pública) o ICT registou um acréscimo de 2,3%.

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Imagem sobre Mercados externos impulsionaram atividade turística em dezembro. Resultados preliminares de 2019: hóspedes e dormidas em aceleração 14-02-2020

Mercados externos impulsionaram atividade turística em dezembro. Resultados preliminares de 2019: hóspedes e dormidas em aceleração

No mês de dezembro, o setor do alojamento turístico registou 1,6 milhões de hóspedes e 3,5 milhões de dormidas, correspondendo a variações de +10,2% e +8,2%, respetivamente (+12,6% e +7,4% em novembro, pela mesma ordem). As dormidas de residentes cresceram 4,6% (+14,7% em novembro) e as de não residentes aumentaram 10,4% (+4,3% no mês anterior).
Em dezembro de 2019, a estada média (2,23 noites) reduziu-se 1,8% (-0,4% no caso dos residentes e -4,5% no de não residentes). A taxa líquida de ocupação (31,2%) aumentou 0,9 p.p. (+0,2 p.p. em novembro).
Os proveitos totais aumentaram 9,6% (+10,3% em novembro), atingindo 205,8 milhões de euros. Os proveitos de aposento fixaram-se em 141,1 milhões de euros, crescendo 9,9% (+9,5% no mês anterior).
O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) aumentou 5,0% para 27,9 euros (+3,0% no mês anterior). O rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 73,3 euros, aumentando 1,6% (+0,9% no mês anterior).
No conjunto do ano de 2019 (dados preliminares) os estabelecimentos de alojamento turístico registaram 27,0 milhões de hóspedes e 69,9 milhões de dormidas, a que corresponderam aumentos anuais de 7,3% e 4,1%, respetivamente (+5,3% e +3,2% em 2018). O mercado interno contribuiu com 21,1 milhões de dormidas (+6,2%; +6,9% em 2018) e os mercados externos com 48,8 milhões de dormidas (+3,3%; +1,8% em 2018). Os proveitos totais aumentaram 7,3% e os de aposento 7,1% (+8,3% e +9,3% em 2018). O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) aumentou 2,0% para 49,4 euros (+3,8% em 2018). O rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 88,7 euros, aumentando 1,9% (+0,8% em 2018).
O Reino Unido manteve-se como o principal mercado emissor em 2019, representando 19,2% das dormidas de não residentes. Neste ano, os hóspedes britânicos aumentaram 5,9% (-2,7% em 2018) e as dormidas cresceram 1,5% (-5,4% em 2018).

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Imagem sobre Produto Interno Bruto aumentou 2,2% em volume no 4º trimestre de 2019 e 2,0% no conjunto do ano de 2019 14-02-2020

Produto Interno Bruto aumentou 2,2% em volume no 4º trimestre de 2019 e 2,0% no conjunto do ano de 2019

O Produto Interno Bruto (PIB), em termos homólogos, aumentou 2,2% em volume no 4º trimestre de 2019 (mais 0,3 pontos percentuais que a taxa do trimestre anterior). O contributo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB foi positivo no 4º trimestre, após ter sido negativo nos trimestres anteriores, observando-se uma aceleração das Exportações de Bens e Serviços e uma desaceleração das Importações de Bens e Serviços. A procura interna registou um contributo positivo menor que o observado no trimestre anterior, verificando-se uma desaceleração do consumo privado e da Formação Bruta de Capital Fixo.
Comparativamente com o 3º trimestre de 2019, o PIB aumentou 0,6% em termos reais (variação em cadeia de 0,4% no trimestre anterior). O contributo da procura externa líquida para a variação em cadeia do PIB passou de negativo a positivo no 4º trimestre, enquanto o contributo da procura interna foi negativo, após ter sido positivo.
No conjunto do ano 2019, o PIB aumentou 2,0% em volume, menos 0,4 pontos percentuais que o observado no ano anterior. Esta evolução resultou do contributo positivo menos intenso da procura interna, refletindo o abrandamento do consumo privado. A procura externa líquida apresentou um contributo ligeiramente menos negativo que em 2018, verificando-se uma desaceleração das Exportações e das Importações de Bens e Serviços.

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Imagem sobre Principais indicadores económicos das empresas não financeiras desaceleraram - 2018 13-02-2020

Principais indicadores económicos das empresas não financeiras desaceleraram - 2018

Em 2018, os principais indicadores do setor empresarial não financeiro em Portugal continuaram a evoluir favoravelmente, apesar da desaceleração observada, evidenciando um crescimento em termos nominais de 6,8% no volume de negócios, 6,4% no VAB e 3,8% no EBE (9,1%, 8,5% e 9,4%, respetivamente, em 2017). O pessoal ao serviço aumentou 4,3% (5,1% em 2017) ultrapassando os 4 milhões de pessoas.

Os nascimentos de empresas cresceram 4,1% em 2018 (-0,8 p.p. face a 2017). Por forma jurídica, as sociedades registaram um acréscimo de 11,0% (+8,5% em 2017) e os empresários em nome individual +2,4% (+4,0% no ano anterior).

No setor não financeiro, iniciaram atividade 41 021 sociedades, o que corresponde a uma taxa de natalidade de 9,9%, ligeiramente superior à de 2017 (+0,6 p.p.). Estes nascimentos representaram mais 75 819 pessoas ao serviço e 2 356 milhões de euros de volume de negócios (-1,2% e +3,3% face ao ano anterior, respetivamente).

Em 2018, as sociedades integradas em grupos representaram 7,9% do total de sociedades, contribuíram com 41,1% do pessoal ao serviço, 64,8% do volume de negócios e 60,1% do VAB. Face ao ano anterior, estes indicadores registaram crescimentos de 8,1%, 8,9% e 4,2%, respetivamente.

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC sobe para 0,8% 12-02-2020

Taxa de variação homóloga do IPC sobe para 0,8%

A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 0,8% em janeiro de 2020, taxa superior em 0,4 pontos percentuais (p.p.) à registada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação homóloga de 0,4%, valor idêntico ao registado em dezembro de 2019.
A variação mensal do IPC foi -0,8% (-0,1% no mês precedente e -1,2% em janeiro de 2019). A variação média dos últimos doze meses foi 0,4%, valor superior em 0,1 p.p. ao registado no mês anterior.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de 0,8%, taxa superior em 0,4 p.p. à do mês anterior e inferior em 0,6 p.p. à estimativa do Eurostat para a área do Euro (em dezembro de 2019, esta diferença foi de 0,9 p.p.).
O IHPC registou uma variação mensal de -0,8% (-0,3% no mês anterior e -1,3% em janeiro de 2019) e uma variação média dos últimos doze meses de 0,3% (valor idêntico ao registado no mês precedente).

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Imagem sobre Volume de Negócios nos Serviços abrandou para 1,7% 11-02-2020

Volume de Negócios nos Serviços abrandou para 1,7%

O índice de volume de negócios nos serviços apresentou uma variação homóloga nominal de 1,7% em dezembro (2,6% no mês precedente). O 4.º trimestre de 2019 registou um crescimento de 2,0% face ao mesmo período de 2018 (1,6% no trimestre anterior). No conjunto do ano 2019, o índice de volume de negócios nos serviços cresceu 2,5%, taxa inferior em 2,2 pontos percentuais à observada no ano anterior.
Os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas ajustado de efeitos de calendário, apresentaram variações homólogas de 1,0%, 3,0% e 0,1%, respetivamente (1,0%, 3,7% e 3,4% em novembro, pela mesma ordem). No conjunto do ano de 2019, os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas (dados brutos) registaram taxas de variação média anual de 1,2%, 4,8% e 1,4%, respetivamente (2,6%, 5,7% e 2,4% em 2018). As remunerações por pessoa ao serviço e por hora trabalhada aumentaram 3,6% e 3,4% em 2019 (2,9% e 3,2% em 2018, pela mesma ordem).

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Imagem sobre Volume de Negócios na Indústria cresceu 1,5% 10-02-2020

Volume de Negócios na Indústria cresceu 1,5%

O Índice de Volume de Negócios na Indústria registou um crescimento homólogo nominal de 1,5% em dezembro, após a diminuição de 0,9% no mês anterior. O índice relativo ao mercado nacional passou de uma redução de 1,5% em novembro para um aumento de 1,9% em dezembro, enquanto o do mercado externo cresceu 0,8% (variação de -0,1% em novembro). No 4.º trimestre de 2019, as vendas na indústria tiveram um aumento homólogo de 0,3% (variação de -2,1% no 3.º trimestre). A variação média anual do Volume de Negócios na Indústria situou-se em -0,7% (4,9% em 2018). Em termos homólogos, os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas registaram variações de -0,3%,1,8% e -0,4%, respetivamente (-0,3%, 4,2% e 1,4% no mês anterior, pela mesma ordem). No conjunto do ano 2019, o emprego, as remunerações e as horas trabalhadas (dados brutos) aumentaram 0,5%, 3,6% e 0,4%, respetivamente (2,6%, 5,3% e 2,2% no ano anterior). As remunerações por pessoa ao serviço aumentaram 3,2% em 2019 (2,6% em 2018), enquanto as remunerações por hora apresentaram uma variação de 3,1% (3,0% em 2018).

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Imagem sobre Índice de Produção na Construção cresceu 1,7% 10-02-2020

Índice de Produção na Construção cresceu 1,7%

O Índice de Produção na Construção registou uma variação homóloga de 1,7% em dezembro, menos 0,2 pontos percentuais (p.p.) que o observado no mês anterior. Os índices de emprego e de remunerações aumentaram 1,6% e 5,0%, respetivamente (2,0% e 5,2% no mês anterior). Em termos de média anual, a produção, o emprego e as remunerações aumentaram, respetivamente, 2,7%, 2,2% e 5,8% em 2019 (3,4%, 2,3%, e 4,0% no ano anterior). A remuneração por pessoa ao serviço aumentou 3,5% em 2019 (1,7% em 2018).

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Imagem sobre Saldo natural mantém-se negativo 10-02-2020

Saldo natural mantém-se negativo

Em 2019 registaram-se em território nacional 87 000 nados-vivos e 112 253 óbitos. O número de nados-vivos de mães residentes em Portugal foi 86 557, menos 0,5% em relação a 2018. O número de óbitos de residentes em Portugal foi 111 757, menos 1,1% que em 2018. O saldo natural manteve-se negativo (-25 200), ainda que menor por comparação com o ano anterior em resultado da diminuição do número de óbitos ter sido superior à redução do número de nados-vivos.

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Imagem sobre A remuneração bruta mensal média aumentou 2,4% no 4.º trimestre de 2019 para 1 418 Euros 07-02-2020

A remuneração bruta mensal média aumentou 2,4% no 4.º trimestre de 2019 para 1 418 Euros

A remuneração bruta mensal média por trabalhador (posto de trabalho) aumentou 2,4% no 4.º trimestre de 2019, em relação ao mesmo período de 2018, e a componente regular daquela remuneração aumentou 2,5%, atingindo respetivamente 1 418 e 1 041 Euros. Estes resultados dizem respeito a cerca de 4,2 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações. Em termos reais, tendo em consideração a taxa de variação do Índice de Preços do Consumidor, no mesmo período, a remuneração bruta mensal média por trabalhador aumentou 2,1% e a componente regular aumentou 2,2%.

Em 2019, a remuneração bruta mensal por trabalhador aumentou 2,7%, para 1 276 Euros, e a componente regular aumentou 2,6%, para 1 038 Euros. Em termos reais, aquelas variações foram 2,4% e 2,2%, respetivamente. Em 2018, em termos nominais, a remuneração bruta mensal média tinha aumentado 2,1% e a componente regular aumentou 1,7% e, em termos reais, 1,1% e 0,7%, respetivamente.

STATSLAB - Estatísticas em desenvolvimento

 

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Imagem sobre Custos de construção desaceleram para uma variação homóloga de 2,0% 07-02-2020

Custos de construção desaceleram para uma variação homóloga de 2,0%

Em dezembro, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 2,0%, menos 0,3 pontos percentuais (p.p.) que o observado no mês anterior. O preço dos materiais e o custo da mão de obra apresentaram, respetivamente, variações de 0,6% e de 3,9% face ao período homólogo.
O Índice de Custos de Construção de Habitação Nova (ICCHN) apresentou uma variação média de 2,1% em 2019, valor inferior em 0,2 p.p. ao registado para 2018.

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Imagem sobre As exportações e as importações aumentaram 5,4% e 1,2%, respetivamente, em termos nominais 07-02-2020

As exportações e as importações aumentaram 5,4% e 1,2%, respetivamente, em termos nominais

Em dezembro de 2019, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de +5,4% e +1,2%, respetivamente (+8,4% e +1,0% em novembro de 2019, pela mesma ordem). Destaca-se nas exportações o acréscimo dos Combustíveis e lubrificantes (+38,5%) e o decréscimo dos Automóveis para transporte de passageiros (-26,2%).
Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, as exportações aumentaram 2,8% e as importações cresceram 0,9% (+5,9% e +2,6%, respetivamente, em novembro de 2019).
O défice da balança comercial de bens registou uma diminuição de 165 milhões de euros face ao mês homólogo de 2018, atingindo 1 425 milhões de euros em dezembro de 2019. Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, a balança comercial atingiu um saldo negativo de 1 195 milhões de euros, registando uma diminuição do défice de 64 milhões de euros em relação a dezembro de 2018.
No 4º trimestre de 2019, as exportações e as importações aumentaram 7,5% e 3,0%, respetivamente, face ao 4º trimestre de 2018 (+7,3% e +6,5%, pela mesma ordem, no trimestre terminado em novembro de 2019).
No conjunto do ano de 2019 as exportações e as importações de bens aumentaram 3,6% e 6,6%, respetivamente (+5,1% e +8,1% em 2018), tendo o défice da balança comercial de bens aumentado 2 842 milhões de euros. Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, em 2019 as exportações e as importações cresceram respetivamente 4,5% e 7,4% (+5,3% e +7,8% em 2018).
Em 2019, as exportações de bens para o Reino Unido (ver caixa neste destaque) diminuíram 0,6% e as importações cresceram 11,6% (+0,5% e +1,6% em 2018, respetivamente).

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Imagem sobre A taxa de desemprego situou-se em 6,7% no 4.º trimestre e em 6,5% no conjunto de 2019 05-02-2020

A taxa de desemprego situou-se em 6,7% no 4.º trimestre e em 6,5% no conjunto de 2019

No 4.º trimestre de 2019
A taxa de desemprego foi 6,7%, superior em 0,6 pontos percentuais (p.p.) à do trimestre anterior e igual à do trimestre homólogo de 2018.
A população desempregada, estimada em 352,4 mil pessoas, aumentou 9,0% (29,0 mil) em relação ao trimestre anterior e 0,9% (3,3 mil) em relação ao trimestre homólogo de 2018.
A população empregada, 4 907,6 mil pessoas, diminuiu 0,8% (40,2 mil) em relação ao trimestre anterior e aumentou 0,5% (24,6 mil) em relação ao homólogo.
A taxa de desemprego de jovens (15 a 24 anos) situou-se em 19,5%, mais 1,6 p.p. e menos 0,4 p.p. do que nos trimestres anterior e homólogo, respetivamente. A proporção de desempregados à procura de emprego há 12 e mais meses (longa duração) foi 47,8%, valor inferior em 4,6 p.p. ao do trimestre anterior e igual ao do trimestre homólogo.

Em 2019
A taxa de desemprego foi de 6,5%, tendo diminuído 0,5 p.p. relativamente a 2018.
A população desempregada, 339,5 mil pessoas, diminuiu 7,2% (26,4 mil) em relação ao ano anterior, enquanto a população empregada, 4 913,1 mil pessoas, aumentou 1,0% (46,4 mil).
A taxa de desemprego de jovens (15 a 24 anos) situou-se em 18,3%, 2,0 p.p. abaixo do estimado para o ano anterior. A proporção de desempregados de longa duração foi 49,9%, tendo diminuído 1,2 p.p. em relação ao ano transato.
A taxa de subutilização do trabalho foi 12,7%, 1,0 p.p. abaixo da do ano anterior, correspondendo ao valor mais baixo da série iniciada em 2011.
Dos jovens dos 15 aos 34 anos residentes em Portugal, 9,5% (210,1 mil) não tinham emprego nem estavam a estudar ou em formação, uma percentagem que diminuiu 0,4 p.p. (8,1 mil) em relação a 2018.
Os três indicadores Europa 2020 – taxa de emprego dos 20 aos 64 anos, taxa de abandono precoce de educação e formação e taxa de escolaridade do ensino superior – com metas para Portugal de 75% ou mais, menos de 10% e no mínimo 40%, respetivamente, observaram os seguintes valores: 76,1%, 10,6% e 36,2% (75,4%, 11,8% e 33,5% em 2018).

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Península Ibérica em Números - 2019

Os Institutos Nacionais de Estatística de Portugal e de Espanha publicam, conjuntamente, a 16.ª edição de “Península Ibérica em Números / Península Ibérica en Cifras”. A publicação contém indicadores estatísticos oficiais agrupados em 14 temas, que permitem comparar estes dois países e observar a posição de cada um no contexto da União Europeia. Em múltiplos casos, a informação é apresentada com detalhe a nível regional.
Esta publicação é apresentada em edição trilingue (português, espanhol e inglês) e inclui textos relativos a uma parte significativa dos seus quadros, gráficos e mapas.

Está disponível também a edição interativa

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Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Fevereiro de 2020

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre REVSTAT - Statistical Journal - Janeiro de 2020 18-02-2020

REVSTAT - Statistical Journal - Janeiro de 2020

Publicação de artigos de relevante conteúdo científico, abrangendo todos os ramos da Probabilidade e da Estatística, e que oferece um contributo efetivo para o esclarecimento e a divulgação de métodos estatísticos inovadores fundamentados em problemas reais.

Edição em língua inglesa.

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Imagem sobre Área Metropolitana de Lisboa em números - 2018 14-02-2020

Área Metropolitana de Lisboa em números - 2018

Brochura contendo informação estatística de síntese para cada região NUTS II de Portugal continental, organizada em mais de vinte subcapítulos agrupados em quatro domínios: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado. A apresentação da informação, maioritariamente através de mapas temáticos e gráficos, permite captar a realidade socioeconómica de cada uma das regiões no contexto nacional e dos respetivos municípios.

Está também disponível a edição interativa da brochura

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Imagem sobre Região Norte em números - 2018 14-02-2020

Região Norte em números - 2018

Brochura contendo informação estatística de síntese para cada região NUTS II de Portugal continental, organizada em mais de vinte subcapítulos agrupados em quatro domínios: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado. A apresentação da informação, maioritariamente através de mapas temáticos e gráficos, permite captar a realidade socioeconómica de cada uma das regiões no contexto nacional e dos respetivos municípios.

Está também disponível a edição interativa da brochura

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Imagem sobre Região Alentejo em números - 2018 14-02-2020

Região Alentejo em números - 2018

Brochura contendo informação estatística de síntese para cada região NUTS II de Portugal continental, organizada em mais de vinte subcapítulos agrupados em quatro domínios: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado. A apresentação da informação, maioritariamente através de mapas temáticos e gráficos, permite captar a realidade socioeconómica de cada uma das regiões no contexto nacional e dos respetivos municípios.

Está também disponível a edição interativa da brochura

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Imagem sobre Região Centro em números - 2018 14-02-2020

Região Centro em números - 2018

Brochura contendo informação estatística de síntese para cada região NUTS II de Portugal continental, organizada em mais de vinte subcapítulos agrupados em quatro domínios: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado. A apresentação da informação, maioritariamente através de mapas temáticos e gráficos, permite captar a realidade socioeconómica de cada uma das regiões no contexto nacional e dos respetivos municípios.

Está também disponível a edição interativa da brochura

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Imagem sobre Região Algarve em números - 2018 14-02-2020

Região Algarve em números - 2018

Brochura contendo informação estatística de síntese para cada região NUTS II de Portugal continental, organizada em mais de vinte subcapítulos agrupados em quatro domínios: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado. A apresentação da informação, maioritariamente através de mapas temáticos e gráficos, permite captar a realidade socioeconómica de cada uma das regiões no contexto nacional e dos respetivos municípios.

Está também disponível a edição interativa da brochura

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Imagem sobre Empresas em Portugal - 2018 13-02-2020

Empresas em Portugal - 2018

Na publicação Empresas em Portugal - 2018 o Instituto Nacional de Estatística atualiza os principais indicadores estatísticos caracterizadores da estrutura e evolução do setor empresarial português, para o ano de 2018, obtidos a partir do Sistema de Contas Integradas das Empresas (SCIE). Ainda nesta edição, o INE atualiza informação sobre grupos de empresas, integrando várias fontes de dados estatísticos.

O SCIE resulta de um processo de integração da informação estatística sobre empresas, baseado em dados administrativos, com particular destaque para a Informação Empresarial Simplificada (IES). Esta informação é complementada, por um lado, com dados para as empresas individuais provenientes do Ministério das Finanças e, por outro, com informação do Ficheiro de Unidades Estatísticas do INE. O apuramento dos dados é efetuado tendo por base o Regulamento (CE) n.º 295/2008, de 11 de março, relativo às estatísticas estruturais das empresas.

Os quadros de resultados são disponibilizados em ficheiros .xlsx que integram os indicadores demográficos, económicos e patrimoniais do total de empresas e das empresas não financeiras em Portugal:

1) Indicadores demográficos das empresas em Portugal, 2008-2018;

2) Indicadores económicos e patrimoniais das empresas em Portugal, 2008-2018;

3) Indicadores demográficos das empresas não financeiras em Portugal, 2008-2018;

4) Indicadores económicos e patrimoniais das empresas não financeiras em Portugal, 2008-2018.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Janeiro de 2020 22-01-2020

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Janeiro de 2020

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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