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CALENDÁRIO +Info...

Monday, 1 de August de 2022

Monday, 8 de August de 2022

  • ITRM 2022 - 30ª Semana: Últ. dia

Wednesday, 10 de August de 2022

  • ICC 2022 - Ago: Últ. dia
  • ICCOP 2022 - Ago: Últ. dia
  • ICIT 2022 - Ago: Últ. dia
  • ICS 2022 - Ago: Últ. dia
  • IMPI 2022 - Jul: Últ. dia
  • IPCAMP 2022 - Jul: Últ. dia
  • IPCOL 2022 - Jul: Últ. dia
  • IPHH 2022 - Jul: Últ. dia
  • IVNE 2022 - Jul: Últ. dia

Monday, 15 de August de 2022

Saturday, 20 de August de 2022

Monday, 22 de August de 2022

  • IMLV 2022 - Jul: Últ. dia
  • IMTM 2022 - Jul: Últ. dia
  • ITRM 2022 - 32ª Semana: Últ. dia

Thursday, 25 de August de 2022

  • IMAAC 2022 - Jul: Últ. dia
  • IMVC 2022 - Jul: Últ. dia
  • IPPI 2022 - Ago: Últ. dia

Monday, 29 de August de 2022

  • ITRM 2022 - 33ª Semana: Últ. dia

INFORMAÇÕES

O conhecimento de informação estatística fiável, pertinente e atual é indispensável à tomada de decisão a todos os níveis. A sua colaboração na resposta aos inquéritos do INE é decisiva para a produção e difusão das estatísticas oficiais.

EM DESTAQUE

0906
INE - Informar, Saber, Decidir
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Imagem sobre A riqueza das famílias em 2020 03-08-2022

A riqueza das famílias em 2020

• De acordo com o Inquérito à Situação Financeira das Famílias de 2020, entre 2017 e 2020 a riqueza líquida média por família aumentou 19,9% em termos reais e a riqueza líquida mediana aumentou 31,3%, para 200,4 mil euros e 101,2 mil euros, respetivamente.

• A evolução do rácio entre o percentil 90 e o percentil 10 da riqueza líquida, do índice de Gini e da percentagem de riqueza na posse das famílias com maior riqueza líquida apontam para uma ligeira redução da desigualdade entre 2017 e 2020.

• As famílias portuguesas têm uma clara preferência por ser proprietárias da sua residência: apenas 2,0% das famílias que vivem em casa própria preferiam ter arrendado e 63,5% das famílias que arrendam a casa onde habitam preferiam ter comprado.

• Os rácios de endividamento reduziram-se entre 2017 e 2020.

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Imagem sobre Aumentou a população que vive em alojamentos com falta de espaço 02-08-2022

Aumentou a população que vive em alojamentos com falta de espaço

O Inquérito às Condições de Vida e Rendimento indica que em 2021, em Portugal, 10,6% das pessoas viviam em condições de insuficiência do espaço habitacional, proporção superior à verificada nos três anos anteriores, em que a taxa de sobrelotação da habitação se situava abaixo dos 10% (9,6% em 2018, 9,5% em 2019 e 9,0% em 2020).

Em 2021, à semelhança dos anos anteriores, o risco de viver numa situação de insuficiência do espaço habitacional era mais significativo para a população em risco de pobreza: 18,8% da população em risco de pobreza estava em situação de sobrelotação habitacional, o que compara com 8,7% na restante população.

A carga mediana das despesas em habitação, ou seja, a mediana da distribuição do rácio entre as despesas anuais com a habitação e o rendimento disponível do agregado, deduzindo as transferências sociais relativas à habitação em ambos os elementos da divisão, foi 10,5% em 2021, valor ligeiramente superior ao de 2020 (10,4%), mas inferior ao registado em 2018 (11,7%) e em 2019 (11,0%).

A taxa de sobrecarga das despesas em habitação foi 5,9% em 2021, registando um acréscimo de 1,8 p.p. em relação ao ano anterior (4,1%).

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Imagem sobre Produção Industrial registou uma variação homóloga de 3,7% 01-08-2022

Produção Industrial registou uma variação homóloga de 3,7%

O Índice de Produção Industrial apresentou uma variação homóloga de 3,7% em junho (3,0% em maio). Excluindo o agrupamento de Energia esta variação foi de 7,0% (4,7% no mês precedente). A taxa de variação da secção das Indústrias Transformadoras situou-se em 6,7% (4,0% em maio). A variação mensal do índice agregado foi -1,5% (-0,5% no mês anterior). 

No segundo trimestre de 2022, o índice agregado aumentou 1,7% face ao trimestre homólogo (no primeiro trimestre, esta variação tinha sido -2,1%). 

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Imagem sobre Dormidas de não residentes ultrapassam os níveis de 2019 na RA Madeira, Norte e RA Açores - Junho de 2022 29-07-2022

Dormidas de não residentes ultrapassam os níveis de 2019 na RA Madeira, Norte e RA Açores - Junho de 2022

O setor do alojamento turístico registou 2,7 milhões de hóspedes e 7,2 milhões de dormidas em junho de 2022, correspondendo a aumentos de 97,3% e 110,2%, respetivamente (+162,3% e +221,7% em maio, pela mesma ordem). Face a junho de 2019, registaram-se diminuições de 2,6% e 0,4%, respetivamente. 

Em junho, o mercado interno contribuiu com 2,3 milhões de dormidas (+16,5%) e os mercados externos totalizaram 4,8 milhões (+241,8%). Face a junho de 2019, o mercado interno cresceu 7,0% e os mercados externos diminuíram 3,5%. 

No primeiro semestre de 2022, as dormidas aumentaram 252,4% (+84,1% nos residentes e +529,5% nos não residentes). Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas decresceram 7,0%, como consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-11,9%), dado que as de residentes cresceram 5,2%.

No segundo trimestre de 2022, as dormidas aumentaram 209,9% (-0,2% face ao 2ºT 2019). As dormidas de residentes aumentaram 55,6% (+9,9% em relação ao 2ºT 2019) e as de não residentes cresceram 450,1% (-4,1% comparando com o 2ºT 2019).

Em junho, 15,7% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (28,4% em junho de 2021).

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Imagem sobre Em junho, a taxa de desemprego situou-se em 6,1% e a taxa de subutilização do trabalho em 11,6% 29-07-2022

Em junho, a taxa de desemprego situou-se em 6,1% e a taxa de subutilização do trabalho em 11,6%

Maio de 2022:

A população ativa (5 182,9 mil pessoas) diminuiu 0,1% em relação a abril e a fevereiro e aumentou 0,8% por comparação com maio de 2021.

De modo semelhante, também a população empregada (4 872,2 mil) diminuiu em relação ao mês anterior (0,1%) e a três meses antes (0,3%) e aumentou em relação ao mesmo mês do ano anterior (1,9%).

A população desempregada (310,7 mil) aumentou 0,9% em relação a abril e 3,3% em relação a fevereiro e diminuiu 13,1% em relação a maio de 2021.

A taxa de desemprego situou-se em 6,0%, valor superior ao do mês anterior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) e ao de três meses antes em 0,2 p.p. e inferior em 1,0 p.p. ao de um ano antes.

A população inativa (2 477,5 mil) registou um acréscimo de 0,1% relativamente ao mês anterior e a três meses antes, tendo diminuído 2,3% em relação a maio de 2021.

A taxa subutilização de trabalho situou-se em 11,5%, valor igual ao mês precedente, superior em 0,2 p.p. ao de três meses antes e inferior em 1,2 p.p. ao do mês homólogo de 2021.

Junho de 2022 :

A população ativa (5 169,2 mil) diminuiu 0,3% em relação a maio e 0,4% em relação a março de 2022, tendo aumentado 0,2% quando comparada com a estimativa de junho de 2021.

A população empregada (4 855,5 mil) observou um decréscimo em relação ao mês anterior e a três meses antes (0,3% e 0,6%, respetivamente) e um acréscimo de 0,8% relativamente ao mês homólogo do ano anterior.

A população desempregada (313,7 mil) aumentou em relação ao mês anterior (1,0%) e a março (2,2%), tendo diminuído relativamente a junho de 2021 (8,8%).

A taxa de desemprego situou-se em 6,1%, valor superior ao do mês precedente em 0,1 p.p. e ao de três meses antes em 0,2 p.p., mas inferior em 0,6 p.p. ao de um ano antes.

A população inativa (2 490,9 mil) registou um acréscimo em relação ao mês anterior e a três meses antes (0,5% e 0,9%, respetivamente) e um decréscimo relativamente a um ano antes (1,0%).

A taxa subutilização de trabalho situou-se em 11,6%, mais 0,1 p.p. do que no mês anterior, mais 0,2 p.p. do que três meses antes e menos 0,9 p.p. do que no mesmo mês do ano anterior.

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Imagem sobre Vendas no comércio a retalho cresceram 3,3% em volume 29-07-2022

Vendas no comércio a retalho cresceram 3,3% em volume

O Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho passou de uma variação homóloga de 2,4% em maio para 3,3% em junho 2022.

Os índices de emprego, remunerações e horas trabalhadas apresentaram taxas de variação homóloga de 2,9%, 4,7% e 1,1%, respetivamente (2,8%, 7,6% e 2,2% em maio, pela mesma ordem).

No segundo trimestre de 2022, as vendas no comércio a retalho aumentaram 3,3% em termos homólogos (12,9% no primeiro trimestre).

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Imagem sobre Produto Interno Bruto em volume registou variações de 6,9% em termos homólogos e de -0,2% em cadeia 29-07-2022

Produto Interno Bruto em volume registou variações de 6,9% em termos homólogos e de -0,2% em cadeia

O Produto Interno Bruto (PIB), em termos reais, registou uma variação homóloga de 6,9% no 2º trimestre de 2022 (11,8% no trimestre anterior). Note-se que a evolução em termos homólogos reflete em parte um efeito de base, dado que no 1º trimestre de 2021 estiveram em vigor várias medidas de combate à pandemia que condicionaram a atividade económica. O contributo da procura interna para a variação homóloga do PIB diminuiu no 2º trimestre, verificando-se um crescimento menos acentuado do consumo privado e do investimento. O contributo positivo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB aumentou, em resultado da aceleração mais acentuada das Exportações de Bens e Serviços que a verificada nas Importações de Bens e Serviços. No 2º trimestre, os preços implícitos nos fluxos de comércio internacional aumentaram significativamente, tendo-se registado uma maior aceleração nas exportações devido às componentes de serviços, determinando uma perda dos termos de troca menos intensa que no trimestre anterior. 

Comparando com o 1º trimestre de 2022, o PIB diminuiu 0,2% em volume, após um crescimento em cadeia de 2,5% no trimestre anterior, em resultado do contributo negativo da procura interna para a variação do PIB. Em sentido contrário, o contributo positivo da procura externa líquida aumentou, refletindo o crescimento em cadeia mais acentuado das Exportações de Bens e Serviços que o das Importações de Bens e Serviços. 

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 9,1% 29-07-2022

Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 9,1%

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá aumentado para 9,1% em julho (8,7% em junho). Trata-se do valor mais elevado registado desde novembro de 1992. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 6,2% (6,0% no mês anterior), registo mais elevado desde abril de 1994. Estima-se que a taxa de variação homóloga do índice relativo aos produtos energéticos se situe em 31,2% (taxa inferior em 0,5 p.p. face ao mês precedente), enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá apresentado uma variação de 13,2% (11,9% em junho). 

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido nula (0,8% em junho e -0,3% em julho de 2021).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 4,7% (4,1% no mês anterior).  

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 9,4% (9,0% no mês anterior). 

Os dados definitivos referentes ao IPC do mês de julho de 2022 serão publicados no próximo dia 10 de agosto.

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Imagem sobre Exportações e importações aumentaram 31,2% e 39,4% no 2º trimestre, respetivamente, em termos nominais 28-07-2022

Exportações e importações aumentaram 31,2% e 39,4% no 2º trimestre, respetivamente, em termos nominais

No 2º trimestre de 2022, de acordo com a estimativa rápida do Comércio Internacional de bens, as exportações e as importações de bens aumentaram 31,2% e 39,4%, respetivamente, em relação ao mesmo período de 2021. Comparando com o 2º trimestre de 2020, registaram-se acréscimos de 95,5% nas exportações e 108,3% nas importações. Face ao 2º trimestre de 2019, os aumentos foram de 35,1% e 36,8%, pela mesma ordem.

No 1º trimestre de 2022, as taxas de variação homóloga foram +18,0% e +36,8%, respetivamente.

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Imagem sobre Indicadores de confiança dos Consumidores e de clima económico aumentam 28-07-2022

Indicadores de confiança dos Consumidores e de clima económico aumentam

O indicador de confiança dos Consumidores aumentou em julho, após ter diminuído no mês anterior, mantendo-se num patamar relativamente estável desde a segunda queda mais intensa da série registada em março, só superada pela de abril de 2020 no início da pandemia. O saldo das opiniões dos Consumidores sobre a evolução passada dos preços aumentou nos últimos dez meses, prolongando a trajetória acentuadamente ascendente iniciada em março de 2021 e atingindo o valor máximo da série.

O indicador de clima económico aumentou em julho, depois de ter diminuído em maio e junho, permanecendo num nível inferior ao observado em fevereiro quando tinha atingido o máximo desde março de 2019. Na Construção e Obras Públicas verificou-se um aumento significativo do indicador de confiança, tendo os indicadores diminuído na Indústria Transformadora, no Comércio e nos Serviços, de forma moderada nos dois primeiros casos.

Os saldos das expectativas dos empresários sobre a evolução futura dos preços de venda diminuíram em todos os setores, após terem registado máximos em junho na Construção e Obras Públicas, em abril na Indústria Transformadora e nos Serviços e em março no Comércio.

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Imagem sobre Viagens dos residentes ligeiramente acima dos níveis de 2019 27-07-2022

Viagens dos residentes ligeiramente acima dos níveis de 2019

No 1º trimestre de 2022, os residentes em Portugal realizaram 4,7 milhões de viagens, o que correspondeu a um acréscimo de 195,6% (+0,3% face ao 1ºT 2019; +96,1% no 4ºT 2021). As viagens em território nacional corresponderam a 90,5% das deslocações (4,2 milhões) e aumentaram 175,8% (+3,6% quando comparado com o 1ºT 2019). As viagens com destino ao estrangeiro cresceram 846,9%, mas ficaram ainda 23,0% abaixo dos níveis de 2019, totalizando 443,4 mil viagens, o que correspondeu a 9,5% do total (8,7% no 4ºT 2021). Estas variações devem-se às fortes restrições às deslocações no contexto pandémico no 1ºT 2021, quando as viagens tinham diminuído 55,3% em território nacional e 89,5% com destino ao estrangeiro.

A “visita a familiares ou amigos” foi a principal motivação para viajar no 1º trimestre de 2022 (2,2 milhões de viagens, +187,7%; +4,4% face ao 1ºT 2019), apesar da perda de representatividade (46,1% do total, -1,3 p.p. face ao 1ºT 2021). O motivo “lazer, recreio ou férias” correspondeu a 1,8 milhões de viagens (39,2% do total, +13,0 p.p.), revelando um crescimento de 342,2% (+3,0% em relação ao 1ºT 2019).

Os “hotéis e similares” concentraram 21,9% das dormidas resultantes das viagens turísticas no 1º trimestre de 2022, reforçando a sua representatividade (+16,3 p.p.). O “alojamento particular gratuito” manteve-se como a principal opção de alojamento (71,0% das dormidas, -17,6 p.p.).

No processo de organização das deslocações, a internet foi utilizada em 20,4% dos casos (+15,6 p.p.), tendo este recurso sido opção em 67,5% das viagens para o estrangeiro (+29,5 p.p.) e em 15,4% das viagens em território nacional (+11,7 p.p.).

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Imagem sobre Avaliação bancária subiu para 1 407 euros por metro quadrado 27-07-2022

Avaliação bancária subiu para 1 407 euros por metro quadrado

O valor mediano de avaliação bancária foi 1 407 euros em junho, mais 27 euros que o observado no mês precedente. Em termos homólogos, a taxa de variação fixou-se em 15,8% (13,9% em maio). Refira-se que o número de avaliações bancárias consideradas ascendeu a cerca de 29 mil, menos 2,7% que no mesmo período do ano anterior.

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Imagem sobre Cerca de 1/5 dos municípios com valor mediano do rendimento por sujeito passivo superior ao do país 26-07-2022

Cerca de 1/5 dos municípios com valor mediano do rendimento por sujeito passivo superior ao do país

Em 2020, o valor mediano do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo foi 9 665 € em Portugal. 68 municípios apresentaram valores medianos do rendimento maiores que a referência nacional: os 18 municípios da A.M. Lisboa, 21 municípios no Centro, 13 no Alentejo, sete no Norte, cinco na R.A Açores, três na R.A. Madeira e um no Algarve. Os três municípios com valores mais elevados foram Oeiras (14 091 €), Lisboa (12 938 €), Cascais (11 827 €).

Em 2020, o valor mediano do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo aumentou +1,3% face ao ano anterior, em Portugal. Apesar do impacto da pandemia Covid-19, apenas 11 municípios apresentaram uma diminuição do valor mediano do rendimento por sujeito passivo, face a 2019. Deste conjunto, destacaram-se seis municípios do Algarve – tendo Albufeira (-3,0%) registado a maior diminuição anual – e, nas áreas metropolitanas, São João da Madeira (-0,4%) e Cascais (-0,3%).

Entre 2019 e 2020 houve uma diminuição da taxa de variação anual do valor mediano do rendimento em 268 municípios. Deste conjunto, faziam parte 10 dos 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa, oito dos 15 municípios do Algarve e quatro dos 17 da Área Metropolitana do Porto.

Em 2020, o rácio P80/P20 foi de 2,8 em Portugal e 48 municípios apresentaram um valor superior a este referencial, destacando-se com maior assimetria Lisboa (3,8) e Porto (3,6). 

Este trabalho integra o STATSlab - Estatísticas em desenvolvimento

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Imagem sobre Sistema judicial continuou a ser o domínio em que o indicador de custos de contexto assumiu o nível mais elevado, apesar da melhoria face a 2017 26-07-2022

Sistema judicial continuou a ser o domínio em que o indicador de custos de contexto assumiu o nível mais elevado, apesar da melhoria face a 2017

Em 2021, o indicador global de custos de contexto, que agrega nove domínios, registou um valor de 3,09, numa escala de 1 a 5, superior aos registados em 2017 (3,05) e 2014 (3,04). Por setor de atividade, a Indústria apresentou o indicador mais elevado (3,26) e o que mais aumentou desde 2014 (+0,14). O indicador foi também mais elevado nas empresas de pequena e média dimensão (3,15; +0,6 que em 2017), bem como nas empresas com sede no Continente (3,09). 

O sistema judicial voltou a ser identificado pelas empresas como o domínio com o indicador de custos de contexto mais elevado 3,61, tendo sido, no entanto, o único domínio a registar um decréscimo entre 2017 e 2021 (-0,06). 

Os domínios dos recursos humanos e das indústrias de rede, apesar de não aparentarem constituir, globalmente, obstáculos elevados ao exercício da atividade das empresas, apresentaram, entre 2017 e 2021, os maiores aumentos do indicador de custos de contexto (+0,17), refletindo a maior dificuldade no acesso a técnicos qualificados e na contratação de trabalhadores, bem como os aumentos do custo dos serviços relacionados com o fornecimento/acesso a combustíveis líquidos e com o transporte de mercadorias marítimos/fluviais e terrestres neste período.

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Imagem sobre Estatísticas Agrícolas 22-07-2022

Estatísticas Agrícolas

O Instituto Nacional de Estatística (INE) apresenta a edição de 2021 das “Estatísticas Agrícolas”, um retrato atual e abrangente da agricultura nacional, reportando-se a informação ao último período temporal disponível.

No ano agrícola 2020/2021, a produção de cereais de Outono/Inverno foi de 189,2 mil toneladas, uma das mais baixas dos últimos 35 anos, reflexo de uma redução quase generalizada em todas as espécies. A produção de cereais de Primavera/Verão aumentou 10,3% no milho e 32,5% no arroz.

A produção de maçã alcançou as 368,2 mil toneladas, a segunda colheita mais produtiva dos últimos 35 anos, a produção de kiwi ultrapassou pela primeira vez as 55 mil toneladas, e a campanha da cereja foi a mais produtiva dos últimos 49 anos. A entrada em produção de novos amendoais intensivos contribuiu para um aumento de produção de 31,1%, atingindo as 41,5 mil toneladas de amêndoa.

A produção de vinho aumentou 14,7%, alcançando os 7,2 milhões de hectolitros, volume superior à média dos últimos cinco anos (6,4 milhões de hectolitros) e a produção de azeite disparou para um máximo histórico de 2,29 milhões de hectolitros.

Em Portugal, o número de incêndios rurais em 2021 foi 8 230, menos 15,0% de ocorrências face a 2020 e a área ardida foi 28,47 mil hectares, a segunda mais baixa da última década.

O défice da balança comercial dos Produtos agrícolas e agroalimentares totalizou 3 845,9 milhões de euros em 2021, um agravamento de 401,6 milhões de euros face ao ano anterior, principalmente devido à evolução dos Cereais (aumento do défice em 154,6 milhões de euros).

A diminuição na produção (-8,1%) e nas exportações (-4,5%) e a manutenção nas importações, agravaram o grau de autoaprovisionamento dos cereais (exceto arroz), que em 2021 foi 19,4%.

Registaram-se aumentos significativos do índice de preços de produção dos bens agrícolas (+5,6%), do índice de preços dos bens e serviços de consumo corrente na agricultura (+14,2%) e do índice de preços dos bens e serviços de investimento da atividade agrícola (+3,2%).

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Imagem sobre Indicadores para a caracterização do mercado de trabalho das Cidades e Áreas Urbanas Funcionais 21-07-2022

Indicadores para a caracterização do mercado de trabalho das Cidades e Áreas Urbanas Funcionais

De acordo com os Quadros de Pessoal, em 2020, nas 16 Cidades portuguesas definidas a nível europeu exerciam atividade 1.133.890 Trabalhadores por Conta de Outrem (TCO), com horário completo e remuneração completa e que representavam 51% do total. Nas 12 Áreas Urbanas Funcionais (FUA) definidas a nível europeu exerciam atividade 1.360.456 TCO (61% do total) e só as FUA de Lisboa e do Porto concentravam 46% dos TCO com atividade em Portugal.

De uma forma geral, as cidades constituem polos de emprego, atraindo mais TCO do que aqueles que residem nestes territórios, e mesmo considerando as 12 FUA, que incluem para além da cidade as áreas de mobilidade pendular, apenas as FUA de Faro, Coimbra e Póvoa de Varzim apresentam um número de TCO residentes superior aos TCO que aí exerciam a sua atividade.

Em 2020, o ganho médio mensal dos TCO no conjunto das cidades (1 408 €) e FUA (1 366 €) era superior à média nacional (1 247 €) mas as disparidades também eram mais elevadas que no país. As diferenças eram também marcantes entre as 16 cidades e as 12 FUA, verificando-se que apenas em seis cidades o ganho médio mensal era superior ao do país. No caso das FUA apenas os TCO com atividade em Lisboa (1 500 €) e no Porto (1 302 €) apresentavam um ganho médio mensal superior ao nacional.

STATSLAB - Estatísticas em desenvolvimento

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Imagem sobre Taxa de juro subiu para 0,858%, capital em dívida e prestação mensal fixaram-se em 60 061 euros e 261 euros, respetivamente 20-07-2022

Taxa de juro subiu para 0,858%, capital em dívida e prestação mensal fixaram-se em 60 061 euros e 261 euros, respetivamente

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 0,858% em junho (0,826% no mês anterior). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 0,970% em maio para 1,158% em junho. No mês em análise, o capital médio em dívida aumentou 447 euros, fixando-se em 60 061 euros. A prestação média subiu 1 euro, para 261 euros.

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Imagem sobre Preços na produção e no consumidor mantêm trajetória ascendente. preços implícitos nas exportações e importações aumentam significativamente 19-07-2022

Preços na produção e no consumidor mantêm trajetória ascendente. preços implícitos nas exportações e importações aumentam significativamente

Considerando a informação disponível para julho, o preço do petróleo (Brent) suspendeu o movimento ascendente verificado nos últimos meses, registando um valor médio de 110,3 euros nos primeiros catorze dias, o que representa uma diminuição de 5,0% face ao valor médio de junho.

O índice de preços na produção da indústria transformadora apresentou em junho uma taxa de variação homóloga de 25,7% (22,9% no mês anterior), registando o crescimento mais elevado da atual série. Excluindo a componente energética, este índice aumentou 16,3% em termos homólogos, igualmente o crescimento mais elevado da série. Refletindo em grande medida este aumento de preços, os indicadores de curto prazo da atividade económica na perspetiva da produção, disponíveis até maio de 2022, continuaram a revelar crescimentos elevados em termos nominais, acelerando face ao mês anterior. O índice de volume de negócios na indústria acelerou significativamente em maio, apresentando um crescimento homólogo de 29,0% (18,7% no mês anterior). Note-se que maio teve mais um dia útil que o mês homólogo, enquanto abril teve menos dois, o que poderá ter contribuído para a aceleração observada nos indicadores não corrigidos de dias úteis. Na vertente externa, o aumento mais expressivo dos preços implícitos das importações de bens comparativamente às exportações (variações de 24,3% e 17,2%, respetivamente) traduz perdas dos termos de troca, que se têm agravado nos últimos meses devido sobretudo aos preços dos bens energéticos, contribuindo para a deterioração do saldo externo de bens. 

A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 8,7% em junho, atingindo a taxa mais elevada desde dezembro de 1992. O indicador de inflação subjacente (IPC total excluindo bens energéticos e alimentares não transformados) registou uma variação homóloga de 6,0% (5,6% em maio), a mais elevada desde junho de 1994. 

As vendas de veículos ligeiros de passageiros diminuíram 19,3% no segundo trimestre de 2022, tendo as vendas de veículos comerciais ligeiros contraído 35,7% e as vendas de veículos pesados aumentado 12,3% (variações de 12,0%, -9,0% e 5,6% no primeiro trimestre de 2022). O montante global de levantamentos nacionais, de pagamentos de serviços e de compras em terminais TPA apresentou um crescimento homólogo de 19,6% (30,3% no trimestre anterior). 

A taxa de desemprego (16 a 74 anos), ajustada de sazonalidade, foi 6,1% em maio, 0,2 p.p. acima dos valores registados nos dois meses anteriores (5,8% em fevereiro e 6,9% em maio de 2021). A taxa de subutilização do trabalho (16 a 74 anos) situou-se em 11,5%, mais 0,1 p.p. que o valor observado no mês anterior (12,7% em maio de 2021). A população empregada (16 a 74 anos), também ajustada de sazonalidade, diminuiu 0,7% face ao mês anterior e aumentou 1,3% em termos homólogos (variação homóloga de 3,4% em abril).

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Imagem sobre Preços na Produção Industrial aumentaram 25,7% 18-07-2022

Preços na Produção Industrial aumentaram 25,7%

O Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) registou um aumento homólogo de 25,7% em junho (24,5% em maio). Este resultado manteve-se fortemente influenciado pela evolução dos preços da Energia e dos Bens Intermédios, sem os quais o índice cresceu 10,9% (10,3% no mês precedente).

A variação mensal do índice agregado foi 2,5% (1,6% em junho de 2021).

No 2.º trimestre de 2022, os preços na produção industrial aumentaram 25,0% face ao trimestre homólogo (no trimestre anterior esta variação tinha sido 22,0%), resultado também fortemente determinado pelos agrupamentos de Energia e de Bens Intermédios. Excluindo estes agrupamentos, o índice total aumentou 10,2% (6,6% no 1.º trimestre).

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Imagem sobre Casamentos celebrados em maio atingem valores pré-pandemia 15-07-2022

Casamentos celebrados em maio atingem valores pré-pandemia

No mês de junho de 2022, o número de óbitos foi 10 156, valor inferior ao registado em maio de 2022 (menos 217 óbitos; -2,1%) e superior ao observado em junho de 2021 (mais 1 941; +23,6%). De janeiro a junho de 2022 registaram-se 63 926 óbitos, menos 3 386 do que no período homólogo de 2021 (-5,0%).

Em junho de 2022, o número de óbitos devido a COVID-19 aumentou para 977 (mais 108, relativamente a maio de 2022), representando 9,6% do total de óbitos. Comparativamente com junho de 2021, registou-se um aumento de 901 óbitos devido a COVID-19.

Em maio de 2022, registaram-se 6 772 nados-vivos, representando uma redução de 0,6% relativamente ao mesmo mês de 2021. No entanto, o número total de nados-vivos registado nos primeiros cinco meses de 2022 (31 979) foi superior ao verificado no mesmo período de 2021 (31 504), representando mais 475 (1,5%) nados-vivos.

No mês de maio de 2022, o saldo natural foi -3 570, agravando-se relativamente ao do mês homólogo de 2021, quando registou o valor de -1 807. Nos primeiros cinco meses de 2022, o valor acumulado do saldo natural foi -21 672, apresentando um desagravamento relativamente ao valor observado no mesmo período de 2021 (-27 576).

Em maio de 2022, celebraram-se 3 503 casamentos, correspondendo a 1,3 vezes o número de casamentos realizados no mês de maio de 2021 (mais 887 casamentos). De janeiro a maio de 2022 foram celebrados 9 909 casamentos, mais 4 476 do que no período homólogo de 2021.

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Imagem sobre REVSTAT - Statistical Journal - Julho de 2022 01-08-2022

REVSTAT - Statistical Journal - Julho de 2022

Publicação de artigos de relevante conteúdo científico, abrangendo todos os ramos da Probabilidade e da Estatística, e que oferece um contributo efetivo para o esclarecimento e a divulgação de métodos estatísticos inovadores fundamentados em problemas reais.

Todos os artigos estão disponíveis em REVSTAT-Statistical Journal

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Imagem sobre Estatísticas do rendimento ao nível local - 2020 26-07-2022

Estatísticas do rendimento ao nível local - 2020

O INE divulga as Estatísticas do Rendimento ao nível local com base em dados fiscais anonimizados da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) relativos à Nota de liquidação do imposto sobre o Rendimento das pessoas Singulares (IRS – Modelo 3), obtidos no âmbito de um protocolo celebrado entre as duas entidades.

Os resultados apresentados nesta publicação baseiam-se nos valores do rendimento bruto declarado, do IRS liquidado e da variável derivada rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por agregado fiscal e por sujeito passivo. O ano em que se centra a análise é 2020, último ano com informação disponibilizada ao INE, embora se apresentem dados para 2018 e 2019. 

Os resultados encontram-se estruturados em fichas de síntese para os municípios com 2 mil ou mais sujeitos passivos deste imposto e para as 25 sub-regiões NUTS III do país.

Esta iniciativa insere-se no quadro de desenvolvimento da Infraestrutura Nacional de Dados (IND) no INE, que corresponde ao corolário de um caminho que tem sido prosseguido nos últimos anos de integração de dados provenientes de fontes diversas. As Estatísticas do Rendimento ao nível local, resultantes do aproveitamento de fontes administrativas, pretendem contribuir para a leitura da diversidade territorial da distribuição do rendimento à escala local.

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Imagem sobre Estatísticas Agrícolas - 2021 22-07-2022

Estatísticas Agrícolas - 2021

A publicação Estatísticas Agrícolas - 2021, está organizada em 12 capítulos, com textos de análise e respetivos quadros estatísticos. A informação divulgada cobre a atividade agrícola e alguns setores da economia nacional com ligações ao setor agrícola, incluindo temas tão diversificados como a produção vegetal, animal e florestal; a economia agrícola, analisada através das contas económicas da agricultura, da silvicultura e preços e índices de preços na agricultura, bem como o comércio internacional de produtos agrícolas e florestais, entre outros.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Julho de 2022 21-07-2022

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Julho de 2022

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Portugal em números - 2021 20-07-2022

Portugal em números - 2021

A publicação Portugal em Números apresenta informação estatística de síntese sobre Portugal organizada em quatro áreas: o Território, as Pessoas, a Atividade económica e o Estado.

Edição bilingue

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Imagem sobre REVSTAT - Statistical Journal - Julho de 2022 19-07-2022

REVSTAT - Statistical Journal - Julho de 2022

Publicação de artigos de relevante conteúdo científico, abrangendo todos os ramos da Probabilidade e da Estatística, e que oferece um contributo efetivo para o esclarecimento e a divulgação de métodos estatísticos inovadores fundamentados em problemas reais.

Todos os artigos estão disponíveis em REVSTAT-Statistical Journal

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Junho de 2022 15-07-2022

Boletim Mensal de Estatística - Junho de 2022

Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

Disponível, também, a edição interativa

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Imagem sobre Estatísticas da Construção e Habitação - 2021 15-07-2022

Estatísticas da Construção e Habitação - 2021

A presente publicação insere-se na série anual das Estatísticas da Construção e Habitação, disponibilizando um vasto conjunto de indicadores sobre a construção e habitação em Portugal.

Da informação agora disponibilizada, destaca-se a divulgação da informação do Sistema de Indicadores de Operações Urbanísticas (SIOU): Estimativas do Parque Habitacional  - 2011-2021 e indicadores sobre Obras Concluídas e Licenciadas, relativos a 2021.

Incluem-se ainda nesta publicação, elementos informativos sobre o mercado de habitação e propriedades comerciais: vendas de alojamentos familiares; evolução de preços e preços da habitação ao nível local (que se baseiam em dados administrativos de natureza fiscal); valores de avaliação de peritos ao serviço de instituições bancárias; rendas de habitação ao nível local; evolução dos custos de construção e índice de preços das propriedades comerciais.

Os quadros de resultados são disponibilizados separadamente e os resultados são apresentados com uma desagregação geográfica ao nível das regiões NUTS III, para a maior parte das variáveis. No entanto, grande parte desta informação está disponível no Portal de Estatísticas Oficiais [Produtos >Base de dados] com desagregação ao nível do município e, para alguns indicadores, ao nível da freguesia.

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Imagem sobre Anuário Estatístico de Portugal - 2021 13-07-2022

Anuário Estatístico de Portugal - 2021

O Instituto Nacional de Estatística apresenta a 113ª edição do Anuário Estatístico de Portugal (AEP), a qual dá continuidade a uma longa tradição iniciada em 1877 (AEP 1875).

O AEP 2021 apresenta uma análise global que permite uma visão abrangente dos fenómenos registados em 2021 em termos sociais, económicos e demográficos.

A atual edição está organizada em 30 subcapítulos, distribuídos em 4 grandes temas: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado. Cada subcapítulo consiste numa análise estatística sintética acompanhada de uma página infográfica, permitindo uma rápida apreensão dos fenómenos salientados. Os dados estatísticos, que acompanham esta publicação, apresentam séries temporais desagregadas ao nível de NUTS I e II, possibilitando uma comparação cronológica e espacial dos fenómenos retratados.

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Imagem sobre Estatísticas do Turismo - 2021 07-07-2022

Estatísticas do Turismo - 2021

Apresentam-se informações gerais e principais resultados de estatísticas de Turismo de 2021, incluindo:

- Enquadramento - contexto económico internacional e nacional, com base em informação de fontes diversas, designadamente a Organização Mundial de Turismo, Eurostat, Fundo Monetário Internacional, Banco de Portugal e Segurança Social. Inclui ainda resultados apurados sobre movimento de cruzeiros marítimos, chegadas de turistas a Portugal, remuneração bruta mensal por trabalhador nas atividades de Alojamento e uma análise à distribuição das principais variáveis de caracterização das atividades de alojamento.

- Oferta de alojamento turístico e ocupação - resultados da oferta e ocupação para a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude) e, dentro do conjunto do setor dos estabelecimentos de alojamento turístico, de acordo com os três segmentos: estabelecimentos hoteleiros, turismo no espaço rural/de habitação e ainda o alojamento local. 

- Procura turística dos residentes - resultados detalhados sobre turistas (residentes) bem como a caracterização das suas viagens em várias vertentes, incluindo excursionismo.

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