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Sunday, 1 de May de 2022

Monday, 2 de May de 2022

Monday, 9 de May de 2022

  • ITRM 2022 - 17ª Semana: Últ. dia

Tuesday, 10 de May de 2022

  • ICC 2022 - Mai: Últ. dia
  • ICCOP 2022 - Mai: Últ. dia
  • ICIT 2022 - Mai: Últ. dia
  • ICS 2022 - Mai: Últ. dia
  • IMPI 2022 - Abr: Últ. dia
  • IPCAMP 2022 - Abr: Últ. dia
  • IPCOL 2022 - Abr: Últ. dia
  • IPEB 2022 - 2ª Previsão: Início
  • IPHH 2022 - Abr: Últ. dia
  • IVNE 2022 - Abr: Últ. dia

Friday, 13 de May de 2022

Sunday, 15 de May de 2022

Monday, 16 de May de 2022

  • IEDCB 2021: Últ. dia
  • ITRM 2022 - 18ª Semana: Últ. dia

Friday, 20 de May de 2022

  • IMAMI 2022 - Abr: Últ. dia
  • IMAOC 2022 - Abr: Últ. dia
  • IMGA 2022 - Abr: Últ. dia
  • IMLV 2022 - Abr: Últ. dia

Sunday, 22 de May de 2022

  • IMTM 2022 - Abr: Últ. dia

Monday, 23 de May de 2022

  • IATM 2021: Início
  • ITRM 2022 - 19ª Semana: Últ. dia

Tuesday, 24 de May de 2022

  • IPEB 2022 - 2ª Previsão: Últ. dia

Wednesday, 25 de May de 2022

Monday, 30 de May de 2022

  • ITRM 2022 - 20ª Semana: Últ. dia

INFORMAÇÕES

O conhecimento de informação estatística fiável, pertinente e atual é indispensável à tomada de decisão a todos os níveis. A sua colaboração na resposta aos inquéritos do INE é decisiva para a produção e difusão das estatísticas oficiais.

EM DESTAQUE

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INE - Informar, Saber, Decidir
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Imagem sobre Preços dos Imóveis Comerciais aumentaram 5,1% 26-05-2022

Preços dos Imóveis Comerciais aumentaram 5,1%

Em 2021, o Índice de Preços das Propriedades Comerciais (IPPCom) aumentou 5,1%, mais 2,3 pontos percentuais (p.p.) que a taxa observada em 2020. Este foi o aumento de preços mais elevado desde 2010. À semelhança do que tem vindo a registar-se desde 2016, o crescimento dos preços das propriedades comerciais foi menos intenso que o observado nas habitações (9,4%).

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Imagem sobre A economia do trigo 26-05-2022

A economia do trigo

Portugal regista uma forte dependência externa em relação ao abastecimento de trigo, há mais de uma década que o grau de autoaprovisionamento é inferior a 10%. Em 2021, apenas 6,3% da utilização interna de trigo (consumo humano, alimentação animal, utilização industrial, etc.) era satisfeita pela produção nacional, o que compara com 59,9% em 1990.

Consequentemente, a balança comercial de trigo em Portugal tem sido deficitária. Em 1988 (o primeiro ano da série disponível de informação homogénea), o défice foi cerca de 48 milhões de euros, o valor mais baixo do período, tendo atingido 286 milhões de euros em 2021.

No final da década de 80, o principal fornecedor de trigo a Portugal eram os Estados Unidos. No entanto, em 1991, este fornecedor perdeu relevância, dando lugar a países da União Europeia, com destaque para a França.

A Ucrânia e a Rússia têm pesos residuais, respetivamente 0,5% e 0,3%, na estrutura nacional das importações de trigo (média 2012-2021). A suspensão das importações deste cereal com origem nestes países dificilmente poderá afetar o abastecimento interno deste cereal. No entanto, a instabilidade resultante da intervenção militar da Rússia na Ucrânia refletiu-se na cotação internacional do trigo o que, face à dependência externa de Portugal desta commodity, irá muito provavelmente aumentar o desequilíbrio da balança comercial. Tanto mais que, no que se refere à produção nacional em 2022, as previsões agrícolas apontam para uma diminuição da produtividade de 10%, face a 2021, numa campanha igualmente marcada pelo aumento significativo do preço dos meios de produção que, em conjunto com as condições meteorológicas adversas, contribuíram para a diminuição da área instalada (-8%). 

Neste cenário, mantendo-se o consumo interno ao nível de 2021 e admitindo, como hipótese técnica, que o preço de exportação do trigo no porto de Rouen se manteria, até ao final de 2022, ao nível registado a 18 de maio passado (443€/tonelada), o impacto na balança comercial portuguesa de trigo em 2022 já seria de um agravamento do défice próximo de 60% face a 2021 (considerando os dados já conhecidos do comércio internacional de bens para o 1º trimestre de 2022), correspondente a cerca de 165 milhões de euros (o que representaria perto de 1% de agravamento do défice global, tomando como referência o valor de 2021).

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Imagem sobre 87.º Aniversário do INE 23-05-2022

87.º Aniversário do INE

O Instituto Nacional de Estatística celebra hoje, dia 23 de maio de 2022, o seu 87.º aniversário.

O cumprimento da Missão do INE ano após ano, década após década, é um ato diário, levado a cabo com dedicação e empenho por todos os que trabalham nesta Instituição e os que com ela colaboram.

A relevância das estatísticas oficiais é indiscutível – informação fiável, disponibilizada por uma organização credível, imparcial e independente, é um dos pilares de um estado democrático.

A inovação tecnológica, a integração de dados de múltiplas fontes e a devolução à sociedade de informação estatística com valor acrescentado, ao alcance de todos/as, constituem os grandes desafios atuais do INE, em linha com as estratégias Nacional e Europeia.

Nos Censos 2021, contámos todos e contámos com todos para a sua realização. 

Diariamente, continuamos a dispor do apoio empenhado dos cidadãos em geral e das entidades públicas e privadas na resposta atempada aos nossos inquéritos ou na prestação de informação por outros meios.

Produzimos estatísticas com informação da sociedade e para a sociedade. Produzimos informação para si!

Expressamos hoje, no dia de mais um aniversário do INE, a nossa gratidão a todos os que permitem valorizar o bem público “estatísticas oficiais”.

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Imagem sobre Cerca de 12% das pessoas, entre os 16 e os 74 anos, eram imigrantes de primeira geração ou descendentes de imigrantes 20-05-2022

Cerca de 12% das pessoas, entre os 16 e os 74 anos, eram imigrantes de primeira geração ou descendentes de imigrantes

No ano de 2021, 12,4% das pessoas residentes em Portugal, com idades entre os 16 e os 74 anos, tinham background imigratório: 7,6% eram imigrantes de primeira geração e 4,8% descendentes de imigrantes.

A composição da primeira geração de população imigrante reflete os laços históricos com outros países. Angola, França, Brasil, Moçambique e Venezuela eram os principais países de nascimento e mais de um terço nasceram num dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), razão pela qual o português era a língua materna da maioria destas pessoas (70,4%). Evidenciou-se igualmente a relevância dos fluxos migratórios passados: cerca de um terço vieram para Portugal há mais de 40 anos. Já em relação à segunda geração, a maioria dos descendentes de imigrantes tinham origens na União Europeia (86,6%), dado que foi aí, sobretudo em Portugal, que nasceu pelo menos um dos progenitores.

O conjunto da população imigrante, incluindo a primeira e segunda geração, caraterizava-se por ser mais jovem (49,3% tinham entre 16 e 39 anos) e mais escolarizada (32,6% detinham ensino superior) do que as pessoas sem background imigratório (33,8% e 23,8%, respetivamente), apresentando uma maior concentração nas áreas predominante urbanas (79,7% vs. 72,8%).

No que respeita à situação no mercado de trabalho, a população dos 25 aos 64 anos de idade com background imigratório não se diferenciava substancialmente da população sem background imigratório. No entanto, os imigrantes de segunda geração, em relação aos de primeira geração, apresentavam uma situação mais desfavorável, que se traduz por menores taxas de atividade e de emprego, por uma maior taxa de desemprego e pela maior frequência de situações contratuais mais frágeis.

A maior parte dos residentes, independentemente do seu background imigratório, encontravam-se satisfeitos com o seu trabalho e não se sentiram discriminados no seu emprego. Ainda assim, eram cerca de 10% os que indicaram ter sentido discriminação no contexto laboral, sendo esta proporção ligeiramente superior nos imigrantes de primeira geração (11,3%). Por fim, 28,9% dos imigrantes de primeira geração indicaram que o seu emprego atual exige menos competências do que o que tinham antes de vir para Portugal.

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Imagem sobre Taxa de juro subiu para 0,805%, capital em dívida e prestação mensal fixaram-se em 59 242 euros e 257 euros, respetivamente 20-05-2022

Taxa de juro subiu para 0,805%, capital em dívida e prestação mensal fixaram-se em 59 242 euros e 257 euros, respetivamente

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 0,805% em abril (0,794% no mês anterior). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 0,831% em março para 0,857% em abril. No mês em análise, o capital médio em dívida aumentou 519 euros, fixando-se em 59 242 euros. A prestação média subiu 2 euros, para em 257 euros.

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Imagem sobre Preços na Produção Industrial aumentaram 24,6% 18-05-2022

Preços na Produção Industrial aumentaram 24,6%

O Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) apresentou, em abril, uma taxa de variação homóloga de 24,6% (26,5% em março). O resultado observado manteve-se fortemente influenciado pela evolução dos preços da Energia e dos Bens Intermédios, sem os quais o índice cresceu 9,4% (7,9% no mês precedente).

A variação mensal do índice agregado foi nula (1,5% em abril de 2021).

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Imagem sobre 25,6% dos desempregados no 4.º trimestre de 2021 transitaram para o emprego no 1.º trimestre de 2022 18-05-2022

25,6% dos desempregados no 4.º trimestre de 2021 transitaram para o emprego no 1.º trimestre de 2022

Do total de pessoas que estavam desempregadas no 4.º trimestre de 2021, 54,0% (178,7 mil) permaneceram nesse estado no 1.º trimestre de 2022, 25,6% (84,7 mil) transitaram para o emprego e 20,4% (67,3 mil) transitaram para a inatividade.

Aproximadamente um em cada três desempregados de curta duração (33,4%; 57,5 mil) e uma em cada nove pessoas pertencentes à “força de trabalho potencial” (11,4%; 17,9 mil) no 4.º trimestre de 2021 transitaram para o emprego no 1.º trimestre de 2022.

No mesmo período, transitaram para um trabalho por conta de outrem 9,6% (69,8 mil) das pessoas que tinham um trabalho por conta própria no trimestre anterior. Por seu turno, a percentagem das pessoas que tinham um trabalho por conta de outrem e que transitaram para um trabalho por conta própria manteve-se em 1,9% pelo terceiro trimestre consecutivo (76,1 mil).

Do total de trabalhadores por conta de outrem que, no 4.º trimestre de 2021, tinham um contrato de trabalho com termo ou outro tipo de contrato, 22,0% (146,3 mil) passaram a ter um contrato sem termo no 1.º trimestre de 2022.

Cerca de um em cada cinco empregados a tempo parcial (19,0%; 75,8 mil) no 4.º trimestre de 2021 passou a trabalhar a tempo completo no 1.º trimestre de 2022, proporção idêntica à do trimestre anterior.

Também a percentagem de pessoas que permaneceram empregadas entre o 4.º trimestre de 2021 e o 1.º trimestre de 2022, mas que mudaram de emprego, se manteve inalterada em relação ao período anterior (3,6%; 170,4 mil).

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Imagem sobre Preços prosseguem trajetória ascendente 18-05-2022

Preços prosseguem trajetória ascendente

Na Área Euro (AE), o Produto Interno Bruto (PIB) em volume aumentou 5,1% em termos homólogos no 1º trimestre de 2022 (4,7% no 4º trimestre) e manteve um crescimento em cadeia de 0,3%. 

Considerando a informação disponível para maio, o preço do petróleo (Brent) registou um valor médio de 103,4 euros por barril nos primeiros treze dias do mês. Em abril, o preço médio do petróleo foi 96,7 euros, traduzindo um aumento de 78,7% em relação a abril de 2021 e uma redução de 9,2% face a março de 2022.

Em Portugal, o PIB em termos reais registou uma variação homóloga de 11,9% no 1º trimestre de 2022 (5,9% no trimestre anterior) e uma variação em cadeia de 2,6% (1,7% no 4º trimestre). A aceleração em cadeia do PIB foi determinada pelo contributo mais positivo da procura interna, refletindo a aceleração do consumo privado, devido sobretudo ao crescimento da despesa em diversas atividades de serviços, após o levantamento da generalidade das restrições à atividade económica impostas no contexto da pandemia COVID-19. O contributo da procura externa líquida manteve-se ligeiramente positivo.

O montante global de levantamentos nacionais, de pagamentos de serviços e de compras em terminais de pagamento automático apresentou um crescimento homólogo de 26,1% em abril (29,9% no mês anterior).

O índice de preços na produção da indústria transformadora apresentou em abril uma taxa de variação homóloga de 22,7% (20,1% no mês anterior), registando o crescimento mais elevado da atual série. Excluindo a componente energética, este índice aumentou 15,7% em termos homólogos, apresentando também o crescimento mais elevado da atual série (variação de 13,6% em março). Por sua vez, a variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 7,2% em abril, atingindo a taxa mais elevada desde março de 1993. O indicador de inflação subjacente (IPC total excluindo bens energéticos e alimentares não transformados) registou uma variação homóloga de 5,0% (3,8% em março), a mais elevada desde setembro de 1995. 

Refletindo em grande medida a aceleração dos preços, os indicadores de curto prazo da atividade económica na perspetiva da produção, disponíveis até março de 2022, continuaram a revelar elevados crescimentos em termos nominais, salientando-se o índice de volume de negócios na indústria com um aumento de 25,8% em março (23,0% em fevereiro). 

No 1º trimestre de 2022, a taxa de desemprego fixou-se em 5,9%, menos 0,4 e 1,2 pontos percentuais (p.p.) que as observadas no trimestre anterior e homólogo, respetivamente. O emprego total aumentou 0,4% face ao trimestre anterior e 4,7% em termos homólogos. No mesmo trimestre, a remuneração bruta total mensal aumentou 2,2% em relação ao 1º trimestre de 2021. Em termos reais, tendo como referência a variação do IPC, a remuneração bruta total diminuiu 2,0%.

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Imagem sobre Mortalidade por COVID-19 mais elevada e prematura nos homens 16-05-2022

Mortalidade por COVID-19 mais elevada e prematura nos homens

Em 2020, registaram-se 7 125 óbitos devido à doença COVID-19, representando 5,8% do total de óbitos ocorridos no país e constituindo a segunda principal causa de morte no ano. Este resultado tem em conta o número de óbitos em que a causa básica de morte, ou seja, a doença que iniciou a cadeia de acontecimentos patológicos que conduziram à morte, foi a doença COVID-19. A taxa de mortalidade por esta doença foi 69,0 óbitos por cada 100 mil residentes em Portugal, mais elevada nos homens (76,4 por 100 mil homens) do que nas mulheres (62,5 por 100 mil mulheres), enquanto a idade média ao óbito foi mais elevada nas mulheres (83,4 anos) do que nos homens (79,9 anos). 64,0% das mortes causadas por COVID-19 (4 558 óbitos) ocorreram nos meses de novembro e dezembro de 2020; em abril e outubro desse ano registaram-se, respetivamente, 11,9% e 9,1% do total de mortes por COVID-19.

As doenças do aparelho circulatório continuaram a estar na origem do maior número de óbitos em Portugal em 2020 (34 593), registando uma subida de 2,9% em relação ao ano anterior. Contudo, em termos relativos, representaram 28,0% do total de óbitos, menos 1,9 p.p. do que no ano anterior e menos 1,0 p.p. do que em 2018. Neste conjunto de doenças, destacaram-se as mortes por acidentes vasculares cerebrais (11 439), com uma subida de 4,2% em relação ao ano anterior. Em contrapartida, registaram-se menos óbitos por doença isquémica do coração (6 838 óbitos) e por enfarte agudo miocárdio (4 086 óbitos), em ambos os casos menos 4,4% do que em 2019.

As doenças do aparelho respiratório, que em conformidade com o definido pela Organização Mundial da Saúde para a classificação CID-10 não incluem a doença COVID-19, causaram 11 266 óbitos, menos 8,0% do que em 2019 e representaram 9,1% da mortalidade total ocorrida no país (menos 1,8 p.p. do que em 2019 e menos 2,6 p.p. do que em 2018). Neste grupo, destacaram-se as mortes provocadas por pneumonia, com 4 359 óbitos, que representaram 3,5% da mortalidade ocorrida em 2020 (4,2% em 2019 e 5,1% em 2018) e diminuiram 7,3% em relação ao ano anterior.

Em 2020, registaram-se 4 318 mortes provocadas por tumores malignos da traqueia, brônquios e pulmão, menos 2,0% do que no ano anterior, que representaram 3,5% do total de mortes no país (3,9% em 2019 e 3,8% em 2018). Os tumores malignos do cólon, reto e ânus representaram 3,1% da mortalidade em 2020 (3,4% nos dois anos anteriores), com 3 810 óbitos.

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Imagem sobre Desembarque médio diário de passageiros aproxima-se dos níveis pré-pandemia 16-05-2022

Desembarque médio diário de passageiros aproxima-se dos níveis pré-pandemia

Em março de 2022, nos aeroportos nacionais movimentaram-se 3,6 milhões de passageiros e 18,8 mil toneladas de carga e correio (+725,2% e +27,0%, respetivamente), revelando uma desaceleração face ao mês anterior (+877,9% e +48,1%,). Comparando com março de 2019, o movimento de passageiros diminuiu 16,1% e o movimento de carga e correio aumentou 8,7%.

No primeiro trimestre de 2022, o número de passageiros aumentou 465,7% (-11,9% face a igual período de 2020), continuando a tendência de aproximação aos níveis registados no período pré-pandémico. Em março de 2022, registou-se o desembarque médio diário de 59,4 mil passageiros no conjunto dos aeroportos nacionais (47,8 mil no mês anterior), valor oito vezes superior ao registado no mesmo mês de 2021 (7,2 mil), aproximando-se do observado em março de 2019 (69,5 mil).

No primeiro trimestre de 2022, França manteve-se como principal país de origem e de destino dos voos, com crescimentos de 408,0% no número de passageiros desembarcados e 307,6% no número de passageiros embarcados, relativamente ao mesmo período de 2021. O Reino Unido que, no mesmo período de 2021, não se encontrava entre os cinco principais países, ocupou agora a 2ª posição. Espanha assumiu a 3ª posição.

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Imagem sobre Rendimento médio por quarto ocupado foi superior ao do período pré pandemia 13-05-2022

Rendimento médio por quarto ocupado foi superior ao do período pré pandemia

O setor do alojamento turístico registou 1,6 milhões de hóspedes e 4,0 milhões de dormidas em março de 2022, correspondendo a aumentos  de 464,1% e 543,2%, respetivamente (+503,8% e +523,5% em fevereiro, pela mesma ordem). Os níveis atingidos em março de 2022 mantiveram-se, no entanto, inferiores aos observados antes da pandemia, com reduções de 15,3% nos hóspedes e 12,7% nas dormidas face a março de 2019.

Em março, o mercado interno contribuiu com 1,3 milhões de dormidas e os mercados externos com 2,7 milhões. Face a março de 2019, registaram-se diminuições nas dormidas de não residentes (-16,5%) e, em menor grau, nas de residentes (-3,6%).

Os proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico atingiram 233,9 milhões de euros no total, dos quais 168,8 milhões de euros relativamente a aposento. Comparando com março de 2019, os proveitos totais e os relativos a aposento decresceram 5,8%. 

O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 31,3 euros em março (24,3 euros em fevereiro). O rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 74,3 euros em março (68,0 euros em fevereiro). Face a março de 2019, o RevPAR diminuiu 7,4% e o ADR aumentou 4,4%. 

No primeiro trimestre de 2022, as dormidas totais aumentaram 398,5% (+176,2% nos residentes e +845,6% nos não residentes). Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas decresceram 18,8% (-1,6% nos residentes e -26,4% nos não residentes). Neste período, os proveitos registaram crescimentos de 536,4% no total e 509,2% relativos a aposento. Comparando com o primeiro trimestre de 2019, os proveitos totais diminuíram 15,7% e os de aposento recuaram 14,6%.

No primeiro trimestre do ano, considerando a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude), registaram-se 3,9 milhões de hóspedes e 9,7 milhões de dormidas, correspondendo a crescimentos de 356,6% e 346,8%, respetivamente.

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Imagem sobre Número de nados-vivos diminuiu 1,2% em comparação com março de 2021 13-05-2022

Número de nados-vivos diminuiu 1,2% em comparação com março de 2021

No mês de abril de 2022, o número de óbitos foi 10 120, valor inferior ao registado em março de 2022 (menos 661 óbitos; - 6,1%) e superior ao observado em abril de 2021 (mais 1 694; +20,1%). O número de óbitos devido a COVID-19 ascendeu a 590, representando 5,8% do total de óbitos. O número de óbitos devido a COVID-19 diminuiu relativamente a março de 2022 (menos 55) e aumentou relativamente a abril de 2021 (mais 473).

Em março de 2022, registaram-se 6 573 nados-vivos, representando uma redução de 1,2% relativamente ao mesmo mês de 2021.

No mês de março de 2022, o saldo natural foi -4 177, agravando-se relativamente ao do mês homólogo de 2021, quando registou o valor de -2 956.

Em março de 2022, celebraram-se 1 680 casamentos, correspondendo a 3,8 vezes o número de casamentos realizados no mês de março de 2021 (+1 236 casamentos).

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Imagem sobre O Índice de Custo do Trabalho aumentou 1,1% 13-05-2022

O Índice de Custo do Trabalho aumentou 1,1%

No 1.º trimestre de 2022, o Índice de Custo do Trabalho (ICT) registou um acréscimo homólogo de 1,1%. No trimestre anterior, tinha aumentado 2,6%.

Os custos salariais (por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 0,4% e os outros custos (também por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 3,8%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

A evolução homóloga do ICT resultou do acréscimo de 3,1% no custo médio por trabalhador e do aumento de 2,6% no número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador. O acréscimo da primeira componente foi transversal a todas as atividades económicas, em que a menor variação foi registada na Administração Pública (1,8%) e as maiores foram observadas na construção (4,7%) e nos serviços (4,4%). As horas efetivamente trabalhadas por trabalhador registaram um aumento em todas as atividades económicas, com exceção da construção, onde diminuiu 1,7%. O maior acréscimo foi observado na Administração Pública (4,0%). Em consequência, o ICT aumentou em todas as atividades económicas, tendo diminuído apenas na Administração Pública (1,9%).

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Imagem sobre Produção na Construção cresceu 4,1% 12-05-2022

Produção na Construção cresceu 4,1%

O Índice de Produção na Construção aumentou 4,1% em março, em termos homólogos, valor idêntico ao observado no mês anterior. O emprego e as remunerações apresentaram crescimentos de 2,0% e 8,9% (2,3% e 6,9% em fevereiro), respetivamente.

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Imagem sobre Despesa pública superou, pela primeira vez, 100 mil milhões de euros, em 2021 12-05-2022

Despesa pública superou, pela primeira vez, 100 mil milhões de euros, em 2021

Em 2021, a despesa pública total atingiu 101,7 mil milhões de euros, o que corresponde a 48,1% do PIB, menos 1,2 pontos percentuais (p.p.) que em 2020. O peso da despesa pública no PIB em Portugal foi inferior em 4,3 p.p. à média da área do Euro.

Comparativamente com 2020, a despesa pública aumentou 3,0% em termos nominais, refletindo o aumento do esforço orçamental associado às medidas de política económica para minorar o impacto da pandemia de COVID-19.

As prestações sociais foram a rúbrica da classificação económica com maior peso relativo, representando 40,7% do total da despesa. As remunerações e o consumo intermédio corresponderam a 24,5% e 12,0% desse total, respetivamente.

Na classificação da despesa por funções, em 2020, último ano para o qual esta informação está disponível, a função de proteção social concentrou 38,2% do total, seguida da saúde e dos serviços gerais das administrações públicas, onde estão incluídos os juros pagos, com 14,7% e 14,4%, respetivamente.

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Imagem sobre A remuneração bruta mensal média por trabalhador aumentou 2,2%, para 1 258 Euros, no 1.º trimestre de 2022; em termos reais, diminuiu 2,0% 12-05-2022

A remuneração bruta mensal média por trabalhador aumentou 2,2%, para 1 258 Euros, no 1.º trimestre de 2022; em termos reais, diminuiu 2,0%

A remuneração bruta total mensal média por trabalhador (por posto de trabalho) aumentou 2,2% no trimestre terminado em março de 2022 (1.º trimestre do ano), em relação ao mesmo período de 2021, para 1 258 Euros. A componente regular daquela remuneração aumentou 1,7%, situando-se em 1 127 Euros, e a remuneração base subiu 1,6%, atingindo os 1 058 Euros. Em termos reais, tendo como referência a variação do Índice de Preços do Consumidor, a remuneração bruta total média diminuiu 2,0% e tanto a regular como a base diminuíram 2,5%. Estes resultados abrangem 4,3 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações.

Em relação março de 2021, os maiores aumentos da remuneração total foram observados nas Atividades Imobiliárias (secção L; 6,4%), nas empresas de 1 a 4 trabalhadores (6,2%), no setor privado (3,0%) e nas empresas de Serviços de alta tecnologia com forte intensidade de conhecimento (5,5%). Foram observadas variações negativas da remuneração total nas atividades de Eletricidade, gás, vapor, água quente e fria e ar frio (secção D; -16,3%), nas empresas de 500 ou mais trabalhadores (-0,6%) e nas empresas de Alta tecnologia industrial (-0,5%).

Tal como observado nos resultados do Inquérito ao Emprego referentes ao 1.º trimestre de 2022, ontem publicados, os dados administrativos provenientes das duas fontes acima referidas apontam para um aumento de 5,3% no número de trabalhadores por conta de outrem (postos de trabalho) em relação ao período homólogo do ano anterior (de acordo com o Inquérito ao Emprego, o número de trabalhadores por conta de outrem aumentou 4,5%).

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Imagem sobre Volume de Negócios nos Serviços cresceu 32,7% 11-05-2022

Volume de Negócios nos Serviços cresceu 32,7%

O índice de volume de negócios nos serviços acelerou 2,6 pontos percentuais (p.p.), para uma variação homóloga nominal de 32,7% em março, sendo de destacar a forte recuperação do Alojamento, restauração e similares, com um crescimento de 150,9%.

O 1.º trimestre de 2022 registou uma subida de 27,9% face ao mesmo período de 2021 (17,5% no trimestre anterior).

Os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas ajustado de efeitos de calendário, apresentaram variações homólogas de 7,4%, 8,9% e 18,2%, respetivamente (6,2%, 6,0% e 21,9% em fevereiro, pela mesma ordem).

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Imagem sobre Taxa de desemprego diminui para 5,9% 11-05-2022

Taxa de desemprego diminui para 5,9%

No 1.º trimestre de 2022, a população empregada (4 900,9 mil pessoas) aumentou 0,4% (21,9 mil) em relação ao trimestre anterior e 4,7% (219,3 mil) relativamente ao mesmo período de 2021.

A proporção da população empregada que trabalhou sempre ou quase sempre a partir de casa com recurso a tecnologias de informação e comunicação, isto é, em teletrabalho, foi 10,4%, abrangendo 510,2 mil pessoas, o que correspondeu à segunda menor proporção deste indicador, a seguir à do 4.º trimestre de 2021, desde que começou a ser acompanhado no 2.º trimestre de 2020.

A população desempregada, estimada em 308,4 mil pessoas, diminuiu 6,7% (22,2 mil) em relação ao trimestre anterior e 14,3% (51,7 mil) relativamente ao homólogo.

A taxa de desemprego foi estimada em 5,9%, valor inferior em 0,4 pontos percentuais (p.p.) ao do 4.º trimestre de 2021 e em 1,2 p.p. ao do 1.º trimestre do mesmo ano.

A subutilização do trabalho abrangeu 618,2 mil pessoas, tendo diminuído 1,9% (11,9 mil) em relação ao trimestre anterior e 17,2% (128,2 mil) relativamente ao período homólogo. De igual modo, também a taxa de subutilização do trabalho, estimada em 11,5%, diminuiu tanto em relação ao trimestre anterior (0,2 p.p.) como ao homólogo (2,6 p.p.).

A população inativa com 16 e mais anos (3 593,1 mil pessoas) também diminuiu em relação ao trimestre anterior (0,5%; 19,0 mil) e ao homólogo (4,3%; 159,8 mil).

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC aumenta para 7,2% 11-05-2022

Taxa de variação homóloga do IPC aumenta para 7,2%

A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 7,2% em abril de 2022, taxa superior em 1,9 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior e a mais elevada desde março de 1993. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) também acelerou, registando uma variação de 5,0% (3,8% em março). A variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 26,7% (19,8% no mês precedente), valor mais elevado desde maio de 1985, enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados apresentou uma variação de 9,4% (5,8% em março).

A variação mensal do IPC foi 2,2% (2,5% no mês precedente e 0,4% em abril de 2021). A variação média dos últimos doze meses foi 2,8% (2,2% em março). 

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português apresentou uma variação homóloga de 7,4%, novo valor mais elevado registado desde o início da série do IHPC, em 1996. Esta taxa é superior em 1,9 p.p. à do mês anterior e inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) ao valor estimado pelo Eurostat para a área do Euro (em março, esta diferença foi de 1,9 p.p.). Excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, o IHPC em Portugal atingiu uma variação homóloga de 5,3% em abril (4,1% em março), superior à taxa correspondente para a área do Euro (estimada em 3,9%), mantendo o perfil ascendente verificado nos últimos meses.

O IHPC registou uma variação mensal de 2,4% (2,6% no mês anterior e 0,5% em abril de 2021) e uma variação média dos últimos doze meses de 2,6% (2,0% no mês precedente).

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Imagem sobre Exportações e importações aumentaram 13,6% e 30,0%, em termos nominais 10-05-2022

Exportações e importações aumentaram 13,6% e 30,0%, em termos nominais

Em março de 2022, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de +13,6% e +30,0%, respetivamente (+19,9% e +43,3%, pela mesma ordem, em fevereiro de 2022). São de salientar os acréscimos nas exportações e importações de Fornecimentos industriais (+24,8% em ambos os fluxos) e nas importações de Combustíveis e lubrificantes (+132,8%). 

Excluindo Combustíveis e lubrificantes, as exportações e as importações aumentaram 12,4% e 20,2%, respetivamente (+17,0% e +32,7%, pela mesma ordem, em fevereiro de 2022)

O défice da balança comercial de bens aumentou 1 290 milhões de euros face ao mesmo mês de 2021, atingindo 2 415 milhões de euros. Excluindo Combustíveis e lubrificantes, o défice foi 1 447 milhões de euros, aumentando 599 milhões de euros relativamente a março de 2021.

No 1º trimestre de 2022, as exportações aumentaram 18,2% e as importações cresceram 36,8% em relação ao mesmo período de 2021 (+22,0% e +39,6%, pela mesma ordem, no trimestre terminado em fevereiro de 2022). Comparando com o 1º trimestre de 2020, as exportações e as importações aumentaram 25,6% e 29,0%, respetivamente (+21,5% e +25,9%, pela mesma ordem, face ao 1º trimestre de 2019). 

Estes resultados reveem em -0,5 p.p. e +0,2 p.p. as taxas de variação homóloga das exportações e das importações, respetivamente, apresentadas na estimativa rápida trimestral, refletindo a inclusão de nova informação.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Maio de 2022 20-05-2022

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Maio de 2022

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Abril de 2022 16-05-2022

Boletim Mensal de Estatística - Abril de 2022

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

Disponível, também, a edição interativa

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REVSTAT - Statistical Journal - Abril de 2022

Publicação de artigos de relevante conteúdo científico, abrangendo todos os ramos da Probabilidade e da Estatística, e que oferece um contributo efetivo para o esclarecimento e a divulgação de métodos estatísticos inovadores fundamentados em problemas reais.

Todos os artigos estão disponíveis em REVSTAT-Statistical Journal

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Abril de 2022 22-04-2022

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Abril de 2022

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Março de 2022 18-04-2022

Boletim Mensal de Estatística - Março de 2022

Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

Disponível, também, a edição interativa

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Imagem sobre Estatísticas da Saúde - 2020 06-04-2022

Estatísticas da Saúde - 2020

A presente publicação apresenta os dados estatísticos sobre saúde relativos a Portugal e principalmente ao ano de 2020, abrangendo seis subtemas, em geral com desagregação geográfica ao nível III da NUTS: estado de saúde, hospitais, farmácias e medicamentos, pessoal de saúde inscrito, partos e Conta Satélite da Saúde. 

Inclui ainda uma breve descrição das operações estatísticas que estão na origem dos dados publicados, bem como dos conceitos e classificações utilizados.

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Imagem sobre Desporto em Números - 2021 05-04-2022

Desporto em Números - 2021

O Instituto Nacional de Estatística divulga a 2ª edição de Desporto em Números – 2021 que disponibiliza informação organizada em sete capítulos: ensino; emprego; empresas do sector desportivo; comércio internacional de bens; preços no consumidor dos bens e serviços; financiamento público das atividades desportivas e desporto federado, percorrendo um conjunto de indicadores-síntese relativos à dimensão social e económica do sector desportivo.

Os resultados obtidos a partir de diversas fontes, seja de operações estatísticas do INE ou de fontes administrativas. A informação reporta aos anos de 2016 a 2021, quando disponível.

Disponível, também, a edição interativa

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Imagem sobre Empresas em Portugal - 2020 29-03-2022

Empresas em Portugal - 2020

Com a publicação Empresas em Portugal - 2020, o Instituto Nacional de Estatística (INE) atualiza e complementa  os principais indicadores estatísticos caracterizadores da estrutura e evolução do setor empresarial não financeiro em Portugal, para o ano de 2020, obtidos a partir do Sistema de Contas Integradas das Empresas (SCIE). Ainda nesta edição, o INE atualiza a informação sobre grupos de empresas, integrando várias fontes de dados estatísticos.

Os quadros de resultados, disponibilizados em ficheiros .xlsx, integram os indicadores demográficos, económicos e patrimoniais do total de empresas e das empresas não financeiras em Portugal:

1) Indicadores demográficos das empresas em Portugal, 2008-2020;

2) Indicadores económicos e patrimoniais das empresas em Portugal, 2008-2020;

3) Indicadores demográficos das empresas não financeiras em Portugal, 2008-2020;

4) Indicadores económicos e patrimoniais das empresas não financeiras em Portugal, 2008-2020.

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Imagem sobre Península Ibérica em Números - 2021 24-03-2022

Península Ibérica em Números - 2021

Fruto de uma colaboração de quase 20 anos entre o Instituto Nacional de Estatística de Portugal e o Instituto Nacional de Estadística de España, apresenta-se uma nova edição de Península Ibérica em números | La Península Ibérica en cifras | Iberian Peninsula in numbers.

Como nos anos anteriores, a publicação referente a 2021 representa um resumo dos indicadores mais relevantes dos dois países que compõem a Península Ibérica – Espanha e Portugal –, permitindo uma comparação entre eles. Do mesmo modo, e utilizando o Eurostat como principal fonte de informação nos dados apresentados, é possível observar o posicionamento de ambos os países no contexto da União Europeia em muitos dos indicadores incluídos.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Março de 2022 22-03-2022

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Março de 2022

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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