CALENDÁRIO +Info...

Sexta-Feira, 1 de Novembro de 2019

Segunda-Feira, 4 de Novembro de 2019

  • ITRM 2019 - 43ª Semana: Últ. dia

Terça-Feira, 5 de Novembro de 2019

  • IPEB 2020 - 1ª Previsão: Início

Domingo, 10 de Novembro de 2019

  • IMPI 2019 - Out: Últ. dia
  • IVNE 2019 - Out: Últ. dia

Segunda-Feira, 11 de Novembro de 2019

  • ITRM 2019 - 44ª Semana: Últ. dia

Quarta-Feira, 13 de Novembro de 2019

  • ICC 2019 - Nov: Últ. dia
  • ICCOP 2019 - Nov: Últ. dia
  • ICIT 2019 - Nov: Últ. dia
  • ICS 2019 - Nov: Últ. dia

Sexta-Feira, 15 de Novembro de 2019

Segunda-Feira, 18 de Novembro de 2019

  • ITRM 2019 - 45ª Semana: Últ. dia

Quarta-Feira, 20 de Novembro de 2019

  • IMAMI 2019 - Out: Últ. dia
  • IMAOC 2019 - Out: Últ. dia
  • IPEB 2020 - 1ª Previsão: Últ. dia

Sexta-Feira, 22 de Novembro de 2019

  • IMGA 2019 - Out: Últ. dia
  • IMLV 2019 - Out: Últ. dia
  • IMTM 2019 - Out: Últ. dia

Segunda-Feira, 25 de Novembro de 2019

  • IMAAC 2019 - Out: Últ. dia
  • IMVC 2019 - Out: Últ. dia
  • IPMC 2019 - Nov: Últ. dia
  • IPPI 2019 - Nov: Últ. dia
  • ITRM 2019 - 46ª Semana: Últ. dia

INFORMAÇÕES

10-10-2019

Seminários "Portas Abertas"

Portal de Estatísticas Oficiais
18 de Novembro  - 10 às 12h - Lisboa - ESGOTADO

Portal de Estatísticas Oficiais 
25
de Novembro  - 14h30 às 17h00 - Lisboa 

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Imagem sobre Preços na produção industrial registaram uma variação homóloga de -2,0% 19-11-2019

Preços na produção industrial registaram uma variação homóloga de -2,0%

O Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) registou uma variação homóloga de -2,0% (-1,8% em setembro). Excluindo o agrupamento de Energia, esta variação foi -0,7% (-0,6% no mês anterior). A taxa de variação mensal do índice agregado foi 0,1% (0,4% em igual período do ano anterior).

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Imagem sobre Filiais de empresas estrangeiras em Portugal empregam perto de meio milhão de pessoas 19-11-2019

Filiais de empresas estrangeiras em Portugal empregam perto de meio milhão de pessoas

Em 2018 existiam 6 825 filiais de empresas estrangeiras em Portugal, que empregavam cerca de 487 mil pessoas, representando, respetivamente, 1,7% e 15,7% do total das sociedades não financeiras. Em termos médios, cada filial empregava cerca de 71 pessoas, em 2018 (+3,3 p.p. face ao ano anterior), valor muito superior ao registado nas sociedades nacionais que empregavam em média apenas cerca de 8 pessoas. Em 2018, o VAB das filiais estrangeiras em Portugal atingiu 22,0 mil milhões de euros, aumentando 4,8%, abaixo do crescimento observado nas sociedades nacionais (+5,9%). Também em 2017, o crescimento das filiais foi inferior ao das sociedades nacionais (+7,6% e +8,8%, respetivamente).
Do total do VAB gerado pelas filiais em 2018, 73,9% respeitava a sociedades detidas por entidades sediadas em países da União Europeia.
O VAB das filiais estrangeiras com perfil exportador (41,3% do VAB total das filiais estrangeiras) cresceu 8,1% em 2018 (+20,1% em 2017), mais do triplo da registada pelas filiais sem perfil exportador (+2,5%; +0,7% em 2017).
A produtividade aparente do trabalho das filiais estrangeiras foi, em média, superior à das sociedades nacionais em cerca de 18,1 mil euros.
A remuneração mensal por pessoa ao serviço remunerada das filiais de empresas estrangeiras, em 2018, foi de 1 354 euros, o valor mais elevado desde 2010.

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Imagem sobre Organização do trabalho e do tempo de trabalho 19-11-2019

Organização do trabalho e do tempo de trabalho

Para 64,7% da população empregada, o horário de trabalho é decidido pela entidade empregadora, clientes ou disposições legais e não pelo próprio (independentemente de o decidir com ou sem restrições). Esta percentagem é maior nas mulheres (68,4%) que nos homens (61,1%). Não obstante, para 67,6% da população empregada parece ser fácil ou muito fácil ausentar-se, por motivos pessoais ou familiares, do seu local de trabalho por um curto período de tempo – uma ou duas horas – avisando no próprio dia ou na véspera.
Para 42,8% da população empregada (46,2% entre os homens e 39,4% entre as mulheres) é fácil ou muito fácil tirar um ou dois dias de férias planeados com pouca antecedência. Esta percentagem é mais baixa entre os trabalhadores por conta de outrem (39,9%).
28,8% da população empregada afirma trabalhar sempre, ou muitas vezes, sob pressão de tempo, tendo de terminar tarefas e trabalhos ou tomar decisões dentro de prazos considerados insuficientes.
Pouco mais de um terço da população empregada (34,1%) afirma ter total ou muita autonomia para decidir a ordem e o modo como executa as suas tarefas ou trabalhos.
As instalações da entidade empregadora ou do próprio negócio são o local de trabalho principal para 78,0% da população empregada, percentagem bastante mais elevada para as mulheres (87,9%) que para os homens (68,4%).

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Imagem sobre Número médio de filhos por mulher foi de 1,41, o valor mais elevado desde 2005 15-11-2019

Número médio de filhos por mulher foi de 1,41, o valor mais elevado desde 2005

Em 2018, a população residente em Portugal foi estimada em 10 276 617 pessoas, o que representa uma diminuição de 14 410 habitantes relativamentConsulte a Publicaçãoe ao ano anterior.
O número de nascimentos foi 87 020 (nados-vivos), tendo aumentado 1,0% em relação a 2017 (86 154). O índice sintético de fecundidade registou um aumento, para 1,41 filhos por mulher (1,37 em 2017).
A idade média das mulheres ao nascimento de um filho continuou a aumentar situando-se em 31,4 anos (31,2 em 2017), enquanto a idade média ao nascimento do primeiro filho passou para 29,8 anos (29,6 anos em 2017).
O número de óbitos foi 113 051, aumentando 3,0% relativamente a 2017 (109 758). O número de óbitos infantis foi 287, mais 58 que em 2017. A taxa de mortalidade infantil aumentou para 3,3 óbitos por mil nados-vivos (2,7‰ em 2017).
Em 2018 realizaram-se em Portugal 34 637 casamentos, mais 3,0% que no ano anterior (33 634). A idade média ao primeiro casamento foi 33,6 anos para os homens e 32,1 anos para as mulheres (33,2 anos e 31,6 anos, respetivamente, em 2017).
O número de divórcios reduziu-se 5,7%, para 20 345. A idade média ao divórcio foi 47,1 anos para os homens e 44,6 anos para as mulheres.
Estima-se que, durante 2018, tenham entrado em Portugal 43 170 imigrantes permanentes, mais 17,8% que em 2017 (36 639), e tenham saído 31 600 emigrantes permanentes, menos 0,5% que em 2017 (31 753). Assim, o saldo migratório foi positivo pelo segundo ano consecutivo (4 886 em 2017 e 11 570 em 2018).
Em 2018, 28 856 estrangeiros adquiriram a nacionalidade portuguesa, um número superior em 23,7% ao de 2017 (23 320): 21 333 aquisições da nacionalidade respeitaram a residentes em Portugal e 7 523 a residentes no estrangeiro.
Apesar do aumento da natalidade, do decréscimo da emigração e do aumento da imigração, a situação demográfica em Portugal em 2018 continua a caracterizar-se pelo decréscimo da população residente, ainda que atenuado nos dois últimos anos.

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Imagem sobre Atividade turística continuou em crescimento, mas com alguns sinais de desaceleração 15-11-2019

Atividade turística continuou em crescimento, mas com alguns sinais de desaceleração

O setor do alojamento turístico registou 2,9 milhões de hóspedes e 7,6 milhões de dormidas em setembro de 2019, correspondendo a variações de +5,2% e +3,3%, respetivamente (+6,7% e +2,9% em agosto, pela mesma ordem). As dormidas de residentes cresceram 4,4% (+3,6% em agosto) e as de não residentes aumentaram 2,9% (+2,5% no mês anterior).
Em setembro de 2019, a estada média (2,64 noites) reduziu-se 1,8% (+0,7% nos residentes e -3,0% nos não residentes).
A taxa líquida de ocupação (57,1%) recuou 1,9 p.p. (-2,2 p.p. em agosto).
Os proveitos totais desaceleraram para +6,7% (+7,3% em agosto), atingindo 498,7 milhões de euros. Os proveitos de aposento (378,5 milhões de euros) cresceram 6,4% (+7,1% no mês anterior).
O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 66,0 euros, o que se traduziu num aumento de 1,2% (+1,7% no mês anterior), e o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 97,5 euros, mantendo o crescimento registado no mês anterior (+3,0%).

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Imagem sobre Produto Interno Bruto aumentou 1,9% em volume 14-11-2019

Produto Interno Bruto aumentou 1,9% em volume

O Produto Interno Bruto (PIB), em termos homólogos, aumentou 1,9% em volume no 3º trimestre de 2019 (taxa idêntica à do trimestre anterior). A procura interna registou um contributo positivo para a variação homóloga do PIB semelhante ao observado no 2º trimestre, verificando-se uma aceleração do consumo privado, enquanto o Investimento registou um crescimento menos intenso. O contributo da procura externa líquida manteve-se negativo no 3º trimestre, observando-se uma aceleração das Importações e das Exportações de Bens e Serviços.
Comparativamente com o 2º trimestre de 2019, o PIB aumentou 0,3% em termos reais (variação em cadeia de 0,6% no trimestre anterior), refletindo o contributo positivo da procura interna para a variação em cadeia do PIB, superior ao registado no 2º trimestre, e o contributo negativo mais intenso da procura externa líquida.

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Imagem sobre O Índice de Custo do Trabalho aumentou 5,0% em relação ao mesmo trimestre de 2018 13-11-2019

O Índice de Custo do Trabalho aumentou 5,0% em relação ao mesmo trimestre de 2018

O Índice de Custo do Trabalho (ICT) ajustado de dias úteis registou um acréscimo homólogo de 5,0%, no 3.º trimestre de 2019. No trimestre anterior tinha sido observado um acréscimo homólogo de 0,5%.
As duas principais componentes, custos salariais e outros custos (ambos por hora efetivamente trabalhada), aumentaram 5,0% e 4,8%, respetivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior.
A variação homóloga foi também explicada pelo acréscimo de 4,2% no custo médio por trabalhador conjugado com o decréscimo de 0,6% no número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador.

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC nula 13-11-2019

Taxa de variação homóloga do IPC nula

A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 0,0% em outubro de 2019, taxa superior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) à registada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação homóloga de 0,3%, valor superior em 0,1 p.p. ao registado em setembro.
A variação mensal do IPC foi nula (1,1% no mês precedente e -0,1% em outubro de 2018). A variação média dos últimos doze meses foi 0,4%, taxa inferior em 0,1 p.p. à registada no mês anterior.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de -0,1%, taxa superior em 0,2 p.p. à do mês anterior e inferior em 0,8 p.p. à estimativa do Eurostat para a área do Euro (no mês anterior, esta diferença foi 1,1 p.p.).
O IHPC registou uma variação mensal de -0,4% (1,4% no mês anterior e -0,5% em outubro de 2018) e uma variação média dos últimos doze meses de 0,4% (valor inferior em 0,1 p.p. ao registado em setembro).

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Imagem sobre A riqueza líquida por família em Portugal aumentou entre 2013 e 2017 para todas as classes de riqueza das famílias 13-11-2019

A riqueza líquida por família em Portugal aumentou entre 2013 e 2017 para todas as classes de riqueza das famílias


De acordo com o Inquérito à Situação Financeira das Famílias de 2017, a riqueza líquida média das famílias residentes em Portugal era 162,3 mil euros e a mediana 74,8 mil euros. Nesse ano, as famílias pertencentes ao conjunto das 10% com maior riqueza líquida detinha 53,9% da riqueza líquida total das famílias e o conjunto das 50% com menor riqueza líquida detinha 8,1%.
Em termos reais, a riqueza líquida por família aumentou entre 2013 e 2017, 13,2% em termos médios e 10,0% em termos do valor mediano. O aumento ocorreu nas diferentes classes de riqueza, tendo a desigualdade, medida pelo coeficiente de Gini, passado de 68,4% para 67,9%.
Neste destaque apresentam-se os resultados da terceira edição do Inquérito à Situação Financeira das Famílias (ISFF) realizado no âmbito do projeto europeu Household Finance and Consumption Survey (HFCS), cujo objetivo é obter informação comparável sobre a situação financeira das famílias nos países da área do euro e em outros países europeus. Os dados do ISFF incidem principalmente sobre riqueza das famílias residentes em Portugal, nomeadamente sobre os ativos reais, os ativos financeiros e as dívidas, sendo também recolhida informação sobre aspetos demográficos e socioeconómicos, incluindo o rendimento e consumo. Em Portugal, a realização do inquérito é da responsabilidade do Banco de Portugal e do Instituto Nacional de Estatística.

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Imagem sobre Volume de Negócios nos Serviços acelerou para 1,3% 12-11-2019

Volume de Negócios nos Serviços acelerou para 1,3%

O índice de volume de negócios nos serviços acelerou 0,3 pontos percentuais (p.p.), para uma taxa de variação homóloga de 1,3% em setembro. No terceiro trimestre de 2019, a variação homóloga dos serviços situou-se em 1,4% (1,9% no trimestre precedente).
Os índices de emprego, de remunerações brutas e de horas trabalhadas, ajustados de efeitos de calendário, apresentaram aumentos homólogos de 1,2%, 4,7% e 2,9%, respetivamente (1,6%, 5,9% e 3,3%, em julho, pela mesma ordem).

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Imagem sobre Poder de Compra superior à média nacional em 32 dos 308 municípios 12-11-2019

Poder de Compra superior à média nacional em 32 dos 308 municípios

Em 2017 o poder de compra per capita manifestado nos municípios em Portugal era superior à média nacional em 32 dos 308 municípios portugueses. Trata-se de municípios maioritariamente localizados nas duas áreas metropolitanas de Lisboa (8 em 18 municípios) e do Porto (6 em 17) ou coincidentes com capitais de distrito.
O indicador Percentagem de Poder de Compra (PPC) revela que 22 municípios concentravam 50% do poder de compra nacional. No conjunto, as duas áreas metropolitanas concentravam mais de metade (52%) do poder de compra, apesar de reunirem 44% da população do país.

Consulte a Publicação e a Aplicação

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Imagem sobre Volume de Negócios na Indústria reduziu-se em 2,1% 11-11-2019

Volume de Negócios na Indústria reduziu-se em 2,1%

O Índice de Volume de Negócios na Indústria registou uma variação homóloga de -2,1% em setembro (-5,8% no mês anterior). Os índices relativos ao mercado nacional e ao mercado externo diminuíram 1,9% e 2,3% (reduções de 4,5% e 8,0% em agosto), respetivamente. No 3.º trimestre de 2019, a variação homóloga das vendas na indústria situou-se em -2,2% (-1,7% no trimestre anterior).
Os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas cresceram 0,9%, 3,6% e 0,4% (0,5%, 4,4% e 3,1% em agosto, pela mesma ordem).

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Imagem sobre Produção na Construção abrandou para 2,6% 11-11-2019

Produção na Construção abrandou para 2,6%

O Índice de Produção na Construção passou de uma variação homóloga de 3,0% em agosto para 2,6% em setembro. Os índices de emprego e de remunerações cresceram 1,9% e 5,7% (1,7% e 6,0% no mês anterior), respetivamente.

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Imagem sobre As exportações e as importações aumentaram 5,8% e 13,2%, respetivamente, em termos nominais 08-11-2019

As exportações e as importações aumentaram 5,8% e 13,2%, respetivamente, em termos nominais

Em setembro de 2019, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de +5,8% e +13,2%, respetivamente (-4,5% em ambos os fluxos em agosto de 2019). Destacam-se os acréscimos nas exportações e importações de Material de transporte (+19,8% e +30,1%, respetivamente) e nas importações de Combustíveis e lubrificantes (+40,4%).
Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, as exportações aumentaram 7,2% e as importações cresceram 10,3% (-0,1% e +4,0%, respetivamente, em agosto de 2019).
O défice da balança comercial de bens registou um aumento de 518 milhões de euros face ao mês homólogo de 2018, atingindo 1 802 milhões de euros em setembro de 2019. Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, a balança comercial atingiu um saldo negativo de 1 195 milhões de euros, registando um aumento do défice de 234 milhões de euros em relação a setembro de 2018.
No 3º trimestre de 2019, as exportações e as importações aumentaram 1,2% e 6,3%, respetivamente, face ao 3º trimestre de 2018 (-3,6% e +0,5%, pela mesma ordem, no trimestre terminado em agosto de 2019).

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Imagem sobre Desaceleração do transporte de passageiros transversal aos vários modos; Tráfego no acesso à internet por banda larga mais que duplicou em 3 anos 08-11-2019

Desaceleração do transporte de passageiros transversal aos vários modos; Tráfego no acesso à internet por banda larga mais que duplicou em 3 anos

Apesar do aumento do número de passageiros transportados houve uma desaceleração transversal aos vários modos: transporte aéreo +6,8% (+16,5% em 2017), transporte por ferrovia +3,9% (+6,0% em 2017), por metropolitano +4,3% (+5,1% em 2017) e no transporte fluvial +3,4% (+5,5% em 2017).
O transporte de mercadorias evidenciou evoluções positivas na via aérea (+5,2%, +21,0% em 2017) e rodoviária (+0,1%, +6,1% em 2017), e decréscimos no modo marítimo (-3,2%, +2,2% em 2017) e na ferrovia (-0,5%, +2,0% em 2017).
O volume de tráfego associado ao acesso à internet por banda larga (acessos fixos e móveis) continuou a crescer de forma assinalável: +48,0%, após +34,1% em 2017 e +24,6% em 2016.

Consulte a Publicação

 

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Imagem sobre Custos de construção aceleram para uma variação homóloga de 2,4% 08-11-2019

Custos de construção aceleram para uma variação homóloga de 2,4%

Em setembro, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 2,4%, mais 0,4 pontos percentuais (p.p.) que o observado no mês anterior. O preço dos materiais e o custo da mão de obra apresentaram, respetivamente, variações de 0,9% e de 4,7% face ao período homólogo.

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Imagem sobre Índice de Bem-estar mantém a recuperação iniciada em 2013, sobretudo em resultado da melhoria do Índice de Condições materiais de vida 07-11-2019

Índice de Bem-estar mantém a recuperação iniciada em 2013, sobretudo em resultado da melhoria do Índice de Condições materiais de vida

O Índice de Bem-estar (IBE) da população portuguesa evoluiu positivamente entre 2004 e 2018, tendo registado uma inflexão em 2007, 2008 e em 2012. Recuperou no ano seguinte, estimando-se uma continuação de crescimento para 2018. No entanto, partir de 2016 o crescimento tem vindo a ser progressivamente menos acentuado.
O IBE reflete a evolução do bem-estar da população recorrendo a dois índices sintéticos, que traduzem duas perspetivas de análise: Condições materiais de vida e Qualidade de vida.
Entre 2007 e 2008, e entre 2010 e 2013 estes dois índices evoluíram em sentidos opostos. No primeiro período as Condições materiais de vida evidenciam uma tendência crescente e a Qualidade de vida uma tendência decrescente, invertendo-se esta situação no segundo período. A partir de 2013 iniciaram uma evolução no mesmo sentido.
Dos dez domínios que integram o IBE, a Segurança pessoal e a Educação, conhecimento e competências são os que apresentaram uma evolução mais favorável no período analisado. Inversamente, os domínios do Emprego e da Vulnerabilidade económica são aqueles cuja evolução foi mais desfavorável, embora tenham vindo a recuperar desde 2013.

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Imagem sobre A remuneração bruta mensal média aumentou 3,0% no 3.º trimestre de 2019, para 1 220 Euros 07-11-2019

A remuneração bruta mensal média aumentou 3,0% no 3.º trimestre de 2019, para 1 220 Euros

A remuneração bruta mensal média por trabalhador (posto de trabalho) aumentou 3,0% no terceiro trimestre de 2019, em relação ao mesmo período de 2018, e a componente regular daquela remuneração aumentou 2,8%, atingindo respetivamente 1 220 e 1 039 euros. Estes resultados referem-se a cerca 4,2 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e, pela primeira vez, a subscritores da Caixa Geral de Aposentações.
Em termos reais, tendo como referência a taxa de variação negativa do Índice de Preços do Consumidor, a remuneração bruta mensal média por trabalhador aumentou 3,2% e a componente regular aumentou 3,0%.
Nos últimos quatro anos, a remuneração bruta mensal regular aumentou acima da média (7,3%) no setor de bens ou serviços transacionáveis (11,3%) e no dos não transacionáveis mercantis (7,8%). No setor dos não transacionáveis não mercantis, que integra as Administrações Públicas, o aumento foi 6,8%. Neste setor, a remuneração regular mantém-se persistentemente superior à média da economia (em cerca de 28% em setembro de 2019), refletindo em larga medida a diferente composição dos seus recursos humanos. É ainda de salientar que nos últimos dois anos se tem assistido a alguma convergência nas taxas de crescimento registadas nos três setores.

STATSLAB - Estatísticas em desenvolvimento 

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Imagem sobre A taxa de desemprego diminuiu para 6,1% 06-11-2019

A taxa de desemprego diminuiu para 6,1%

No 3.º trimestre de 2019, a taxa de desemprego foi 6,1%, atingindo o valor mais baixo da série iniciada em 2011. Aquele valor é inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) ao do trimestre anterior e em 0,6 p.p. ao do trimestre homólogo de 2018.
A população desempregada, estimada em 323,4 mil pessoas, diminuiu 1,5% (5,1 mil) em comparação com o trimestre anterior e 8,3% (29,3 mil) em relação ao 3.º trimestre de 2018.
Na população empregada (4 947,8 mil pessoas) foi observado um acréscimo trimestral de 0,6% (31,1 mil) e um acréscimo homólogo de 0,9% (45,0 mil).
A taxa de desemprego de jovens (15 a 24 anos) situou-se em 17,9%, tendo diminuído 0,2 p.p. em relação ao trimestre anterior e 2,1 p.p. relativamente ao homólogo. A proporção de desempregados à procura de emprego há 12 e mais meses (longa duração) foi estimada em 52,4%, menos 0,7 p.p. que no trimestre anterior e mais 2,4 p.p. que no homólogo.

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Imagem sobre A Área Metropolitana do Porto registou um preço de habitação superior ao valor nacional 31-10-2019

A Área Metropolitana do Porto registou um preço de habitação superior ao valor nacional

No segundo trimestre de 2019 (últimos 12 meses) 45 municípios localizados maioritariamente no Algarve (1 606 €/m2) e na Área Metropolitana de Lisboa (1 383 €/m2) – as duas sub-regiões com preços mais elevados do país – apresentaram um preço mediano de venda de habitação superior ao valor nacional (1 031 €/m2). A Área Metropolitana do Porto registou, pela primeira vez desde o 1º trimestre de 2016, um preço mediano (1 034 €/m2) acima do valor nacional.
Lisboa (3 154 €/m2) registou o preço mediano mais elevado do país e, com valores, superiores a 1 500 €/m2 destacaram-se ainda Cascais (2 478 €/m2), Oeiras (2 134 €/m2), Loulé (2 018 €/m2), Lagos (1 875 €/m2), Albufeira (1 821 €/m2), Tavira (1 766 €/m2), Porto (1 762 €/m2), Odivelas (1 646 €/m2), Lagoa (1 634 €/m2), Funchal (1 558 €/m2), Faro (1 532 €/m2), Loures (1 521 €/m2) e Vila Real de Santo António (1 519 €/m2).
A cidade de Vila Nova de Gaia registou, pela primeira vez desde o 1º trimestre de 2016, um preço de habitação superior ao valor nacional. Três freguesias de Lisboa registaram preços superiores a 4 500 €/m2: Santo António, Misericórdia e Santa Maria Maior. No Porto, a freguesia do Bonfim registou, simultaneamente, o preço mediano dos alojamentos vendidos e a taxa de variação homóloga acima do registado na cidade.

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Imagem sobre Estatísticas Demográficas - 2018 15-11-2019

Estatísticas Demográficas - 2018

Análise dos principais acontecimentos demográficos em Portugal, evidenciando as tendências e aspetos mais relevantes da situação em 2018, que abarcam as seguintes temáticas:
- Volume e estrutura populacional, crescimento efetivo, natural e migratório;
- Projeções de população;
- Natalidade e fecundidade;
- Mortalidade geral, fetal e neonatal e esperanças de vida;
- Nupcialidade e divórcios;
- Migrações internacionais e aquisição da nacionalidade portuguesa.

Para complementar a informação apresentada, foram incluídas na publicação hiperligações para indicadores disponíveis no Portal do INE. São ainda disponibilizados quadros de resultados com séries longas dos principais indicadores demográficos, com informação decenal para o período 1900-1980, e anual entre 1980 e 2018.
A presente edição corresponde à 78ª edição do anuário temático sobre Demografia, publicado pelo Instituto Nacional de Estatística desde 1935.

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Imagem sobre Estudo sobre o Poder de Compra Concelhio - 2017 12-11-2019

Estudo sobre o Poder de Compra Concelhio - 2017

Esta publicação caracteriza os municípios portugueses sob o ponto de vista do poder de compra, a partir de um conjunto de indicadores resultantes de um modelo de análise fatorial: o Indicador per Capita de poder de compra (IpC), a Percentagem de Poder de Compra (PPC), indicador derivado do IpC, e o Fator Dinamismo Relativo (FDR). A grande vantagem dos indicadores construídos no âmbito deste estudo decorre de constituírem informação à escala municipal, para a qual não existem, no sistema estatístico português, medidas quantificadas deste tipo de variáveis.

A publicação é acompanhada por uma aplicação (ver aplicaçãoEPCC2017) que permite calcular o valor de qualquer um dos três indicadores para outras divisões geográficas, como a versão anterior da NUTS e os distritos, bem como para qualquer outro agrupamento de municípios escolhido pelo utilizador, incluindo também facilidades de exportação dos dados para uma folha de cálculo.

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Imagem sobre Estatísticas dos Transportes e Comunicações - 2018 08-11-2019

Estatísticas dos Transportes e Comunicações - 2018

Na presente publicação o INE divulga os principais resultados estatísticos sobre a atividade dos setores de Transportes e Comunicações em 2018.

Transporte ferroviário: apresentam-se os resultados dos inquéritos do INE sobre a infraestrutura ferroviária, equipamento de transporte, informação económica sobre as empresas, resultados de transporte ferroviário ligeiro e ligeiro e de consumo energético. Transporte rodoviário: difundem-se estatísticas sobre infraestruturas rodoviárias, parque de veículos presumivelmente em circulação, vendas de veículos (agora também usados) e registo de matrículas, emissão de cartas de condução, consumo de combustíveis, sinistralidade bem como resultados dos inquéritos ao transporte rodoviário de mercadorias e de passageiros. Transporte marítimo e fluvial: apresentam-se os principais resultados do inquérito dirigido às administrações portuárias, sobre movimento de navios, mercadorias e passageiros; são ainda apresentados resultados detalhados do inquérito ao transporte fluvial de passageiros e veículos. Transporte aéreo: inclui-se informação referente à atividade das empresas licenciadas em Portugal, bem como resultados detalhados de tráfego aeroportuário e dados sobre navegação aérea. Transporte por conduta: são apresentadas estatísticas com base em informações obtidas junto das empresas com atividade no transporte em gasoduto e oleoduto. Comunicações: são abrangidos os setores de telecomunicações e serviços postais.

Nesta publicação está também disponível um capítulo de enquadramento económico e ainda estatísticas do comércio internacional por modos de transporte.

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Imagem sobre Estatísticas do Comércio Internacional - 2018 28-10-2019

Estatísticas do Comércio Internacional - 2018

A presente publicação divulga os resultados provisórios das estatísticas do Comércio Internacional de Bens relativas ao ano 2018.
As estatísticas do Comércio Internacional de bens incluem as estatísticas do Comércio Intra-UE, obtidas através da informação proveniente do Sistema Intrastat, e as estatísticas do Comércio Extra-UE, baseadas nas declarações alfandegárias.
Destaca-se nesta publicação a análise do comércio internacional de produtos energéticos (produtos petrolíferos, gás e carvão) nos anos mais recentes.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Setembro de 2019 22-10-2019

Boletim Mensal de Estatística - Setembro de 2019

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Outubro de 2019 21-10-2019

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Outubro de 2019

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

Nota: Até Fevereiro de 2009 editado com o título:Boletim mensal da agricultura e pescas e agro-indústria

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Imagem sobre Atividade económica - 2018 18-10-2019

Atividade económica - 2018

Brochura com informação estatística de síntese que permite a caracterização da atividade económica de Portugal, abrangendo entre outros, temas como: Contas Nacionais; Empresas; Agricultura e Pescas; Indústria e Energia; Construção e Habitação; Turismo; Transportes e Comércio Internacional.

 

Está disponível a edição interativa

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Imagem sobre REVSTAT - Statistical Journal 31-01-2019

REVSTAT - Statistical Journal

REVSTAT - Statistical Journal (Vol.17 Number 4 - October 2019)

Publicação de artigos de relevante conteúdo científico, abrangendo todos os ramos da Probabilidade e da Estatística, e que oferece um contributo efetivo para o esclarecimento e a divulgação de métodos estatísticos inovadores fundamentados em problemas reais.  Edição em língua inglesa.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Setembro de 2019 20-09-2019

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Setembro de 2019

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

Nota: Até Fevereiro de 2009 editado com o título:Boletim mensal da agricultura e pescas e agro-indústria

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Agosto de 2019 19-09-2019

Boletim Mensal de Estatística - Agosto de 2019

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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