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Thursday, 1 de February de 2024

Friday, 2 de February de 2024

Saturday, 3 de February de 2024

Monday, 5 de February de 2024

  • ITRM 2024 - 4ª Semana: Últ. dia

Saturday, 10 de February de 2024

  • IAPI 2023: Início
  • ICC 2024 - Fev: Últ. dia
  • ICCOP 2024 - Fev: Últ. dia
  • ICIT 2024 - Fev: Últ. dia
  • ICS 2024 - Fev: Últ. dia
  • IMPI 2024 - Jan: Últ. dia
  • IPCAMP 2024 - Jan: Últ. dia
  • IPCOL 2024 - Jan: Últ. dia
  • IPHH 2024 - Jan: Últ. dia
  • IVNE 2024 - Jan: Últ. dia

Monday, 12 de February de 2024

  • ITRM 2024 - 5ª Semana: Últ. dia

Thursday, 15 de February de 2024

Monday, 19 de February de 2024

  • ITRM 2024 - 6ª Semana: Últ. dia

Tuesday, 20 de February de 2024

Thursday, 22 de February de 2024

  • IEV 2023: Início
  • IMGA 2024 - Jan: Últ. dia
  • IMLV 2024 - Jan: Últ. dia
  • IMTM 2024 - Jan: Últ. dia
  • SPE 2023: Início

Saturday, 24 de February de 2024

  • IMA 2024 - Jan: Últ. dia

Sunday, 25 de February de 2024

Monday, 26 de February de 2024

INFORMAÇÕES

O conhecimento de informação estatística fiável, pertinente e atual é indispensável à tomada de decisão a todos os níveis. A sua colaboração na resposta aos inquéritos do INE é decisiva para a produção e difusão das estatísticas oficiais.

EM DESTAQUE

0219
INE - Informar, Saber, Decidir
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Imagem sobre O caminho que percorrem os dados no INE 15-12-2023

O caminho que percorrem os dados no INE

O caminho que percorrem os dados no INE

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Imagem sobre O risco de pobreza da população desempregada foi cinco vezes o da população empregada 20-02-2024

O risco de pobreza da população desempregada foi cinco vezes o da população empregada

O Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (ICOR) é atualmente constituído por um conjunto de dados que são recolhidos anualmente, e por um sistema que conjuga módulos que recolhem informação complementar pré-definida com periodicidade regular e módulos ad hoc sobre novas necessidades de informação. Os resultados apresentados neste destaque incluem dados da componente anual e do módulo sobre “Mercado de trabalho e habitação” realizado em 2023 (a repetir a cada 3 anos), o que permite a análise do risco de pobreza e da desigualdade de rendimento contextualizada pela relação dos indivíduos com 18 e mais anos de idade – que constituem a população de referência nesta análise – com o mercado de trabalho e com a escolaridade. 

De acordo com esses resultados, 17,0% das pessoas estavam em risco de pobreza em 2022. A taxa de risco de pobreza para a população desempregada ascendeu, em 2022, a 46,7%, significativamente superior à da população empregada, que foi de 10,0%. Para a população reformada, a taxa de risco de pobreza situou-se nos 15,4% e para as restantes pessoas inativas foi de 31,2%. Em relação a 2021, a taxa de risco de pobreza apenas diminuiu para a população empregada, tendo aumentado para a população desempregada e inativa. É também na população desempregada que a intensidade da pobreza e a desigualdade na distribuição do rendimento são mais elevadas. Entre a população empregada, os dados revelam que a pobreza é menor para os indivíduos empregados no setor público e para os indivíduos muito satisfeitos com o emprego.

Os dados agora divulgados revelam uma relação positiva entre a escolaridade e a redução da pobreza: enquanto 22,6% da população que tinha concluído, no máximo, o ensino básico era pobre, o risco de pobreza foi de apenas 13,5% entre a população que tinha terminado o ensino secundário ou pós-secundário e 5,8% entre a que tinha concluído o ensino superior. Em relação ao ano anterior, destaca-se o aumento da taxa de pobreza das pessoas que concluíram, no máximo, o ensino básico.

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Imagem sobre Taxa de juro fixou-se em 4,657%, tendo diminuído para 4,315% nos contratos novos 19-02-2024

Taxa de juro fixou-se em 4,657%, tendo diminuído para 4,315% nos contratos novos

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 4,657% em janeiro de 2024, o valor mais elevado desde março de 2009, traduzindo uma subida de 6,4 pontos base (p.b.) face a dezembro de 2023 (4,593%). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro desceu pela terceira vez consecutiva, passando de 4,342% em dezembro de 2023 para 4,315% em janeiro de 2024. A prestação média fixou-se em 404 euros em janeiro de 2024, o valor máximo desde o início da série (janeiro de 2009), mais 4 euros que em dezembro de 2023 e mais 89 euros que em janeiro de 2023, o que traduz um aumento mensal de 1,0% (igual ao do mês anterior). No último mês, a parcela relativa a juros representou 61% da prestação média, o que compara com 36% em janeiro de 2023. Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio da prestação desceu 12 euros face ao mês anterior, para 639 euros em janeiro de 2024, o que corresponde a um aumento de 20,3% face ao mesmo mês do ano anterior. O capital médio em dívida para a totalidade dos créditos à habitação aumentou 193 euros, para 64 790 euros.

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Imagem sobre Indicador de clima económico aumentou e preços no consumidor aceleraram 19-02-2024

Indicador de clima económico aumentou e preços no consumidor aceleraram

Na Área Euro (AE), o Produto Interno Bruto (PIB) em volume aumentou 0,1% em termos homólogos no 4º trimestre de 2023 (variação nula no 3º trimestre) e apresentou uma variação nula em cadeia (-0,1% no 3º trimestre). No conjunto do ano 2023, o PIB aumentou 0,5% na AE, após ter aumentado 3,4% em 2022.

Em Portugal, o PIB em termos reais registou uma variação homóloga de 2,2% no 4º trimestre de 2023 (1,9% no trimestre anterior) e uma variação em cadeia de 0,8% (diminuição de 0,2% no trimestre anterior). No conjunto do ano 2023, o PIB português aumentou 2,3% em volume, após o aumento de 6,8% em 2022, o mais elevado desde 1987.

O índice de preços na produção industrial atingiu uma variação homóloga de -4,3% em janeiro (-4,5% em dezembro), apresentando uma taxa negativa pelo décimo mês consecutivo. O agrupamento de Energia continuou a ser decisivo para a redução do índice total, com uma taxa de -9,9%. Excluindo a componente energética, este índice atingiu em janeiro uma variação homóloga de -2,8% (-2,1% em novembro e dezembro), enquanto o índice relativo aos bens de consumo registou um crescimento homólogo de 1,4% (1,8% no mês anterior). Por sua vez, a variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) acelerou para 2,3% em janeiro, taxa superior em 0,9 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. 

Os indicadores de curto prazo, disponíveis para dezembro, revelam uma aceleração real na construção e uma diminuição na indústria e nos serviços. O indicador de clima económico, que sintetiza os saldos de respostas extremas das questões relativas aos inquéritos qualitativos às empresas, aumentou entre novembro e janeiro. Na perspetiva da despesa, o indicador de atividade económica aumentou de forma menos intensa em dezembro, tendo o indicador de consumo privado acelerado e o indicador de investimento apresentado uma diminuição em termos homólogos. 

De acordo com o Inquérito ao Emprego, no 4º trimestre de 2023, a taxa de desemprego fixou-se em 6,6%, superior em 0,5 p.p. à taxa observada no 3º trimestre e idêntica à registada no período homólogo de 2022. O número de desempregados aumentou 3,0% em termos homólogos (variação de 4,4% no 3º trimestre). A taxa de subutilização do trabalho foi de 11,6%, um aumento de 0,3 p.p. face ao valor registado no 3º trimestre, e abrangendo 636,8 mil pessoas (620,9 mil no trimestre anterior). O emprego total apresentou um crescimento homólogo de 1,6% e uma diminuição de 0,7% face ao trimestre anterior (variação homóloga de 2,2% no 3º trimestre). A população ativa cresceu 1,7% em termos homólogos. 

No conjunto do ano 2023, as remunerações médias total e regular por trabalhador aumentaram ambas 6,6% e deflacionadas pelo IPC, aumentaram 4,0% e 4,2%, respetivamente. 

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Imagem sobre Preços na Produção Industrial diminuiram 4,3% 19-02-2024

Preços na Produção Industrial diminuiram 4,3%

O Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) registou uma diminuição homóloga de 4,3% em janeiro, superior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) face a dezembro. Excluindo o agrupamento de Energia, a variação foi de -2,8% (-2,1% em dezembro).

O índice agregado apresentou uma variação mensal de 0,3% (0,1% em janeiro de 2023).

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Imagem sobre Em 2023, registaram-se 85 909 nados-vivos em Portugal, mais 2,3% do que em 2022 16-02-2024

Em 2023, registaram-se 85 909 nados-vivos em Portugal, mais 2,3% do que em 2022

Em janeiro de 2024, registaram-se 13 415 óbitos, valor superior ao registado em dezembro de 2023 (mais 1 272 óbitos; +10,5%) e em janeiro de 2023 (mais 1 467 óbitos; +12,3%). No ano de 2023, o número de óbitos foi 118 862, valor inferior ao de 2022 (menos 6 030 óbitos; -4,8%).

Em dezembro de 2023, registaram-se 7 125 nados-vivos, diminuindo 0,2% relativamente a dezembro de 2022 (7 142). O número total de nados-vivos registado em 2023 (85 909) foi superior ao verificado em 2022 (83 989), representando mais 1 920 nados-vivos (+2,3%).

Em dezembro de 2023, o saldo natural foi -5 003, desagravando-se ligeiramente em relação ao do mês homólogo de 2022, quando registou o valor de -5 156. Em 2023, o valor acumulado do saldo natural foi -32 650, apresentando um desagravamento relativamente ao observado em 2022 (-40 640).

Em dezembro de 2023, celebraram-se 2 037 casamentos, diminuindo 9,5% relativamente ao número de casamentos realizados em dezembro de 2022 (menos 213 casamentos). Em 2023, foram celebrados 36 969 casamentos, mais 17 do que em 2022.

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Imagem sobre Em termos reais, a remuneração bruta total mensal média por trabalhador aumentou 4,0%. 15-02-2024

Em termos reais, a remuneração bruta total mensal média por trabalhador aumentou 4,0%. Em 2023, aumentou 2,3%

A remuneração bruta total mensal média por trabalhador (por posto de trabalho) aumentou 5,7%, para 1 670 Euros, no trimestre terminado em dezembro de 2023 (correspondente ao 4.º trimestre do ano), em relação ao mesmo período de 2022. A componente regular e a componente base daquela remuneração aumentaram 6,0% e 6,3%, situando-se em 1 220 Euros e 1 148 Euros, respetivamente. Em termos reais, tendo por referência a variação do Índice de Preços do Consumidor, a remuneração bruta total mensal média aumentou 4,0% e as suas componentes regular e base aumentaram 4,2% e 4,5%. Estes resultados abrangem 4,7 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações, mais 3,5% do que no mesmo período de 2022.

Em relação a dezembro de 2022, a remuneração bruta total mensal média aumentou em todas as dimensões de análise (atividade económica, dimensão de empresa, sector institucional, intensidade tecnológica e intensidade de conhecimento). Os maiores aumentos foram observados nas “Indústrias extrativas” (secção B; 10,0%), nas empresas de 1 a 4 trabalhadores (6,5%), no sector privado (6,3%) e nas empresas de “Serviços de mercado com forte intensidade de conhecimento” (9,5%).

Em 2023, a remuneração bruta total mensal média por trabalhador aumentou, em relação a 2022, para 1 505 Euros (6,6%), a componente regular para 1 216 Euros (6,6%) e a componente base para 1 143 Euros (6,8%). Em termos reais, na comparação anual, os três tipos de remuneração aumentaram: 2,3%, 2,2% e 2,4%, respetivamente.

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Imagem sobre Produção na Construção cresceu 5,4% 14-02-2024

Produção na Construção cresceu 5,4%

O Índice de Produção na Construção aumentou 5,4% em dezembro, ligeiramente superior (0,1 pontos percentuais p.p.) ao observado no mês anterior.

O índice de emprego desacelerou 0,3 p.p., para 3,9%, enquanto a variação homóloga do índice de remunerações aumentou 10,9% (12,3% em novembro).

No conjunto do ano 2023, a Produção na Construção cresceu 5,8% (2,3% em 2022). O emprego e as remunerações apresentaram variações médias anuais de 4,9% e 12,4%, respetivamente (2,7% e 7,1% no ano anterior).

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Imagem sobre Movimento de passageiros nos aeroportos nacionais, em 2023, ultrapassou os níveis de 20 14-02-2024

Movimento de passageiros nos aeroportos nacionais, em 2023, ultrapassou os níveis de 2019

Em dezembro de 2023, nos aeroportos nacionais movimentaram-se 4,5 milhões de passageiros e 20,2 mil toneladas de carga e correio, correspondendo a variações de +9,3% e +10,7%, respetivamente, face a dezembro de 2022. Comparando com dezembro de 2019, registaram-se aumentos de 13,7% e 3,6%, pela mesma ordem.

Desde o início de 2023, têm-se verificado máximos históricos nos valores mensais de passageiros nos aeroportos nacionais. Em dezembro de 2023, registou-se o desembarque médio diário de 75,9 mil passageiros, valor superior ao registado em dezembro de 2022 (69,4 mil; +9,3%) e 14,7% acima do verificado em dezembro de 2019 (66,2 mil).

No conjunto do ano 2023 (dados preliminares), aterraram nos aeroportos nacionais 243,8 mil aeronaves em voos comerciais (+12,0% face a 2022) e foram movimentados 67,5 milhões de passageiros (+18,9%). O movimento de carga e correio foi semelhante ao ano anterior, atingindo 223,0 mil toneladas. Comparando com 2019, registaram-se variações de +7,0%, +12,3% e +5,9%, pela mesma ordem.

Em 2023, o ranking dos cinco principais países de origem e de destino dos voos não registou alterações face ao ano anterior. O Reino Unido manteve-se o principal país de origem e de destino dos voos, registando crescimentos de 16,5% no número de passageiros desembarcados e 16,9% no número de passageiros embarcados. França e Espanha ocuparam a 2ª e a 3ª posição. Alemanha, apesar de ter registado os menores crescimentos, em ambos os sentidos, manteve a 4ª posição. Itália ocupou a 5ª posição e registou os maiores crescimentos (+31,2% e +31,0%, no número de passageiros desembarcados e embarcados, respetivamente).

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Imagem sobre Resultados preliminares 2023: proveitos do setor do alojamento turístico com cresciment 14-02-2024

Resultados preliminares 2023: proveitos do setor do alojamento turístico com crescimentos superiores a 20%

Em dezembro de 2023, o setor do alojamento turístico registou 1,8 milhões de hóspedes (+10,9%) e 4,0 milhões de dormidas (+8,2%), gerando 289,0 milhões de euros de proveitos totais (+13,9%) e 204,2 milhões de euros de proveitos de aposento (+15,0%). Comparando com dezembro de 2019, continuam a registar-se aumentos mais expressivos, +40,8% nos proveitos totais e +44,9% nos relativos a aposento.

O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 36,2 euros (+9,2%; +7,7% em novembro) e o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 92,4 euros (+6,7%; +5,0% em novembro). O ADR atingiu os valores mais elevados na AM Lisboa (110,9 euros) e na RA Madeira (98,5 euros). 

No conjunto do ano 2023 (dados preliminares), as dormidas cresceram 10,7% (+2,1% nos residentes e +14,9% nos não residentes), a que corresponderam aumentos de 20,1% nos proveitos totais e 21,3% nos relativos a aposento (+40,2% e +43,0%, respetivamente, comparando com 2019).

No acumulado do ano 2023, o ADR aumentou 9,2%, atingindo 113,1 euros. Os maiores crescimentos registaram-se nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira (+14,3% em ambas) e na AM Lisboa (+12,2%). O Algarve e o Alentejo apresentaram as evoluções mais modestas (+4,4% e +5,2%).

Em 2023, e face a 2019, destacaram-se os municípios do Porto (+28,0%), Funchal (+24,2%) e Lisboa (+8,3%) entre os municípios com maior representatividade no total de dormidas. Albufeira continuou aquém dos níveis pré-pandemia, tendo registado um decréscimo de 8,8%. 

Considerando a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude), registaram-se 32,5 milhões de hóspedes e 85,2 milhões de dormidas em 2023, correspondendo a crescimentos de 12,7% e 10,4%, respetivamente. As dormidas de residentes aumentaram 2,5% e as de não residentes cresceram 14,8%.

O Algarve é o principal destino turístico nacional (26,4% das dormidas em 2023) e foi a única região nacional que não superou os níveis pré-pandemia. Com o objetivo de apresentar uma caraterização mais aprofundada da atividade turística nesta região, neste destaque efetua-se uma análise mais detalhada da região do Algarve no período 2019-2023.

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Imagem sobre 24,5% dos desempregados no 3.º trimestre de 2023 transitaram para o emprego no 4.º trim 14-02-2024

24,5% dos desempregados no 3.º trimestre de 2023 transitaram para o emprego no 4.º trimestre de 2023. Entre 2022 e 2023, essa proporção foi 41,0%

No 4.º trimestre de 2023

Do total de pessoas que estavam desempregadas no 3.º trimestre de 2023, 51,9% (169,4 mil) permaneceram nesse estado no 4.º trimestre de 2023, 24,5% (80,0 mil) transitaram para o emprego e 23,5% (76,8 mil) transitaram para a inatividade.

No mesmo período, 20,3% (30,2 mil) dos homens desempregados e 28,1% (49,8 mil) das mulheres desempregadas transitaram para o emprego.

Do 3.º trimestre de 2023 para o 4.º trimestre de 2023, 30,3% (62,3 mil) dos desempregados de curta duração e 14,9% (22,1 mil) dos inativos pertencentes à “força de trabalho potencial” transitaram para o emprego.

Ao mesmo tempo, transitaram para um trabalho por conta de outrem 11,3% (79,2 mil) das pessoas que tinham um trabalho por conta própria e 22,1% (72,0 mil) das pessoas que se encontravam desempregadas.

Do total de trabalhadores por conta de outrem que, no 3.º trimestre de 2023, tinham um contrato de trabalho com termo ou outro tipo de contrato, 20,6% (155,1 mil) passaram a ter um contrato sem termo no 4.º trimestre de 2023.

Do número de pessoas que, no 3.º trimestre de 2023, tinham um emprego a tempo parcial, 20,7% (84,8 mil) passaram a trabalhar a tempo completo no 4.º trimestre de 2023.

A percentagem de pessoas que permaneceram empregadas entre o 3.º trimestre de 2023 e o 4.º trimestre de 2023, mas que mudaram de emprego, aumentou 0,4 p.p. em relação ao último trimestre, fixando-se nos 3,7% (177,4 mil).

Em 2023

Do total de pessoas que estavam desempregadas em 2022, 36,0% (114,8 mil) permaneceram nesse estado em 2023, enquanto 41,0% (130,7 mil) transitaram para o emprego e 23,1% (73,6 mil) para a inatividade.

No mesmo período, 42,6% (62,7 mil) dos homens desempregados e 39,6% (68,1 mil) das mulheres desempregadas transitaram para o emprego.

De 2022 para 2023, 50,6% (88,5 mil) dos desempregados de curta duração e 30,7% (49,6 mil) das pessoas pertencentes à “força de trabalho potencial” transitaram para o emprego.

No mesmo período, transitaram para um trabalho por conta de outrem 14,2% (99,9 mil) das pessoas que tinham um trabalho por conta própria e 37,0% (117,9 mil) das pessoas que se encontravam desempregadas.

Do total de trabalhadores por conta de outrem que, em 2022, tinham um contrato de trabalho com termo ou outro tipo de contrato, 34,3% (235,0 mil) passaram a ter um contrato sem termo em 2023.

Do número de pessoas que, em 2022, tinham um emprego a tempo parcial, 26,3% (100,0 mil) passaram a trabalhar a tempo completo em 2023.

A percentagem de pessoas que permaneceram empregadas entre 2022 e 2023, mas que mudaram de emprego, aumentou 1,1 p.p. em relação ao último ano, fixando-se nos 9,2% (423,0 mil).

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Imagem sobre Índice de Custo do Trabalho aumentou 5,7% no 4.º trimestre de 2023 e 5,3% em 2023 12-02-2024

Índice de Custo do Trabalho aumentou 5,7% no 4.º trimestre de 2023 e 5,3% em 2023

No 4.º trimestre de 2023, o Índice de Custo do Trabalho (ICT) registou um acréscimo homólogo de 5,7%. No trimestre anterior, tinha aumentado 5,1%.

Os custos salariais (por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 5,5% e os outros custos (também por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 6,8%, em relação ao mesmo período do ano anterior.

A evolução homóloga do ICT também resultou do acréscimo de 6,1% no custo médio por trabalhador e do acréscimo de 0,4% no número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador. O acréscimo da primeira componente foi transversal a todas as atividades económicas, tendo os aumentos sido menores do que os observados no trimestre anterior, com exceção da Construção, que registou também a maior taxa de variação, de 8,0%. A menor variação foi observada na Administração Pública (5,4%). As horas efetivamente trabalhadas por trabalhador também aumentaram em todas as atividades económicas, com exceção da Administração Pública, onde diminuíram 0,2%. O maior acréscimo foi observado na Construção (3,0%) e o menor nos Serviços (0,3%). Em resultado destas variações, o ICT aumentou em todas as atividades económicas, tendo o maior acréscimo sido registado nas atividades que se enquadram nas secções B a N (5,8% na Indústria, 4,9% na Construção e 5,8% nos Serviços).

Em 2023, o ICT aumentou 5,3%, a que corresponderam acréscimos de 5,0% nos custos salariais e 6,4% nos outos custos. O custo médio por trabalhador aumentou 7,1% e o número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador aumentou 1,8%.

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC aumentou para 2,3% 12-02-2024

Taxa de variação homóloga do IPC aumentou para 2,3%

A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 2,3% em janeiro, taxa superior em 0,9 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. Esta aceleração é em parte explicada pelo aumento de preços da eletricidade e pelo fim da isenção de IVA num conjunto de bens alimentares essenciais. Com base num exercício de natureza mecânica, estima-se que o impacto do fim da referida medida sobre a variação do IPC total tenha sido 0,7 p.p. (ver caixa no final deste destaque). O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação de 2,4% (2,6% em dezembro). A variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 0,2% (-10,5% no mês precedente) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados acelerou para 3,1% (2,0% no mês anterior).

A variação mensal do IPC foi nula (-0,4% no mês precedente e -0,8% em janeiro de 2023). A variação média dos últimos doze meses diminuiu para 3,8% (4,3% em dezembro). 

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português apresentou uma variação homóloga de 2,5%, valor superior em 0,6 p.p. ao registado no mês anterior e inferior em 0,3 p.p. ao valor estimado pelo Eurostat para a área do Euro (em dezembro, esta diferença tinha sido 1,0 p.p.). 

Excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, o IHPC em Portugal atingiu uma variação homóloga de 2,7% em janeiro (3,1% em dezembro), inferior à taxa correspondente para a área do Euro (estimada em 3,6%).

O IHPC registou uma variação mensal de -0,2% (-0,7% no mês anterior e -0,8% em janeiro de 2023) e uma variação média dos últimos doze meses de 4,8% (5,3% no mês precedente).

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Imagem sobre Custos de construção aumentaram 1,8% 09-02-2024

Custos de construção aumentaram 1,8%

Em dezembro de 2023, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 1,8% em termos homólogos, menos 0,6 pontos percentuais (p.p.) que o observado no mês anterior. O preço dos materiais apresentou uma variação homóloga de -2,2% e o custo da mão de obra de 7,5%.

O Índice de Custos de Construção de Habitação Nova (ICCHN) apresentou uma variação média de 3,9% em 2023, valor 8,3 p.p. inferior ao registado em 2022.

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Imagem sobre Volume de Negócios nos Serviços diminuiu 0,4% 09-02-2024

Volume de Negócios nos Serviços diminuiu 0,4%

O índice de volume de negócios nos serviços desacelerou 0,9 pontos percentuais (p.p.), para uma variação homóloga nominal de -0,4% em dezembro. O 4.º trimestre de 2023 registou uma subida de 0,1% face ao mesmo período de 2022 (1,3% no trimestre anterior).

No conjunto do ano 2023, o índice de volume de negócios nos serviços aumentou 4,4%, após o crescimento de 22,2% registado em 2022.

Os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas ajustado de efeitos de calendário, apresentaram variações homólogas de 2,6%, 5,3% e -1,2%, respetivamente, em dezembro (3,5%, 7,8% e 1,8% no mês anterior).

No conjunto do ano de 2023, os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas (dados brutos) registaram taxas de variação média anual de 3,8%, 10,3% e 3,3%, respetivamente (6,5%, 10,0% e 9,5% em 2022).

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Imagem sobre Exportações aumentaram 0,3% e importações diminuíram 5,9% em termos nominais 09-02-2024

Exportações aumentaram 0,3% e importações diminuíram 5,9% em termos nominais

Em dezembro de 2023, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de +0,3% e -5,9%, respetivamente (-1,9% e -7,9%, pela mesma ordem, em novembro de 2023). 

No último mês de 2023, destaca-se o acréscimo nas exportações de Fornecimentos industriais (+5,2%), com especial incidência nos Medicamentos, e os decréscimos nas importações de Fornecimentos industriais (-12,8%) e de Combustíveis e lubrificantes (-16,5%), que se ficou a dever, neste último caso, às diminuições em volume (-21,9%) e em valor (-60,7%) do Gás natural, refletindo, sobretudo, a descida do preço deste produto (-49,7%).

Excluindo Combustíveis e lubrificantes, em dezembro de 2023, registou-se um acréscimo de 0,8% nas exportações e um decréscimo de 4,4% nas importações (-1,0% e -3,1%, respetivamente, em novembro de 2023). 

Em dezembro de 2023, os índices de valor unitário (preços) registaram variações de -3,0% nas exportações e -7,1% nas importações (-3,5% e -6,6%, respetivamente, em novembro de 2023; +9,7% e +12,2% em dezembro de 2022). Excluindo produtos petrolíferos, registaram-se decréscimos de 1,7% nas exportações e de 4,5% nas importações (-2,4% e -4,5%, respetivamente, em novembro de 2023; +8,4% e +9,1% em dezembro de 2022).

O défice da balança comercial diminuiu 533 milhões de euros em dezembro de 2023, em termos homólogos, atingindo 2 325 milhões de euros. Excluindo Combustíveis e lubrificantes, diminuiu 375 milhões, totalizando 1 852 milhões de euros.

No 4º trimestre de 2023, as exportações e as importações diminuíram 1,8% e 5,3%, respetivamente, em termos homólogos (-4,7% e -7,4%, pela mesma ordem, no trimestre terminado em novembro de 2023). 

Os primeiros resultados anuais de 2023 apontam para diminuições nas exportações e importações de, respetivamente, 1,0% e 4,1% (+23,2% e +31,7% em 2022, pela mesma ordem), tendo o défice da balança comercial diminuído 3 727 milhões de euros, situando-se nos 27 356 milhões de euros. Excluindo Combustíveis e lubrificantes, as exportações e as importações aumentaram 1,0% e 1,6%, respetivamente, em 2023 (+19,7% e +23,7% em 2022, pela mesma ordem). O défice da balança comercial excluindo Combustíveis e lubrificantes atingiu 20 300 milhões de euros, aumentando 800 milhões de euros face a 2022.

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Imagem sobre Volume de Negócios na Indústria diminuiu 7,9% 08-02-2024

Volume de Negócios na Indústria diminuiu 7,9%

O Índice de Volume de Negócios na Indústria apresentou uma variação homóloga nominal de -7,9% em dezembro (-4,9% no mês anterior), resultado que deverá estar influenciado por dezembro de 2023 ter menos dois dias úteis que o mesmo mês de 2022. Sem o agrupamento Energia, o volume de negócios contraiu 7,5% (-5,2% em novembro). Os índices relativos ao mercado nacional e ao mercado externo tiveram variações de -3,1% e -14,9%, respetivamente (-0,2% e -11,0% no mês precedente). No 4.º trimestre de 2023, a variação homóloga das vendas na indústria fixou-se em -5,3% (-8,1% no trimestre anterior).

No conjunto do ano de 2023, o volume de negócios na indústria apresentou uma redução média de 3,1%, quando no ano anterior tinha registado um crescimento de 21,7%.

Em termos homólogos, o emprego e as remunerações aumentaram 0,4% e 5,1%, respetivamente (0,4% e 7,2% no mês anterior), enquanto as horas trabalhadas passaram de um crescimento de 0,7% em novembro para uma redução de 2,2% no mês em análise. O emprego, as remunerações e as horas trabalhadas registaram, em 2023, aumentos médios de 0,8%, 7,4% e 0,7% (2,5%, 6,7% e 2,5% no ano anterior).

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Imagem sobre Taxa de desemprego aumentou para 6,6% no 4.º trimestre de 2023 e para 6,5% em 2023 07-02-2024

Taxa de desemprego aumentou para 6,6% no 4.º trimestre de 2023 e para 6,5% em 2023

No 4.º trimestre de 2023, a população empregada (4 980,5 mil pessoas) diminuiu 0,7% (35,0 mil) em relação ao trimestre anterior e aumentou 1,6% (79,8 mil) relativamente ao trimestre homólogo de 2022.

A proporção da população empregada em teletrabalho, isto é, que trabalhou a partir de casa com recurso a tecnologias de informação e comunicação, foi de 17,8% (886,6 mil pessoas), mais 1,2 pontos percentuais (p.p.) do que no 3.º trimestre de 2023.

A população desempregada, estimada em 354,6 mil pessoas, aumentou 8,7% (28,5 mil) em relação ao trimestre anterior e 3,0% (10,4 mil) relativamente ao homólogo.

A taxa de desemprego foi estimada em 6,6%, valor superior em 0,5 p.p. ao do 3.º trimestre de 2023 e igual ao do 4.º trimestre de 2022.

A subutilização do trabalho abrangeu 636,8 mil pessoas, o que corresponde a um acréscimo de 2,6% (15,9 mil) em relação ao trimestre anterior e de 0,4% (2,3 mil) relativamente ao período homólogo. A taxa de subutilização do trabalho, estimada em 11,6%, aumentou trimestralmente (0,3 p.p.) e diminuiu em termos homólogos (0,2 p.p.).

A população inativa com 16 e mais anos (3 537,5 mil pessoas) aumentou 0,6% (19,5 mil) em relação ao trimestre anterior e diminuiu 1,0% (35,1 mil) relativamente ao homólogo.

Em 2023, a média anual da população empregada foi de 4 978,5 mil pessoas e aumentou 2,0% (97,1 mil) em relação ao ano anterior. De igual modo, também a população desempregada, estimada em 346,6 mil pessoas, aumentou em relação a 2022 (8,6%; 27,5 mil).

A taxa de desemprego foi de 6,5% e a taxa de subutilização do trabalho foi de 11,7%, tendo ambas aumentado em relação a 2022 (0,4 p.p. e 0,1 p.p., respetivamente).

A taxa de desemprego de jovens (16 a 24 anos) situou-se em 20,3%, mais 1,2 p.p. do que no ano anterior, enquanto a proporção de desempregados de longa duração foi estimada em 37,7%, menos 7,4 p.p. do que em 2022.

No âmbito da Estratégia Portugal 2030, em 2023, os dois indicadores sobre educação, calculados com informação do Inquérito ao Emprego, mais próximos da meta que lhes foi atribuída foram a proporção da população desempregada dos 25 aos 64 anos em educação ou formação nas últimas quatro semanas (17,9%), que se encontrava a 2,1 p.p. do objetivo mínimo de 20%, e a proporção da população dos 20 aos 24 anos com, pelo menos, o ensino secundário (87,3%) que se encontrava a 2,7 p.p. do objetivo mínimo de 90%.

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Imagem sobre Aceleração dos preços da habitação em 13 dos 24 municípios mais populosos 06-02-2024

Aceleração dos preços da habitação em 13 dos 24 municípios mais populosos

No 3º trimestre de 2023, o preço mediano de alojamentos familiares em Portugal foi 1 641 €/m2, correspondendo a uma taxa de variação homóloga de +10,0% (+9,0% no trimestre anterior). O preço mediano da habitação aumentou, face ao período homólogo, em 22 das 26 sub-regiões NUTS III, destacando-se o crescimento na Região Autónoma da Madeira: +43,0% (ver Caixa 1 sobre a evolução recente dos preços na Região Autónoma da Madeira no final do destaque).

As cinco sub-regiões com preços medianos da habitação mais elevados – Grande Lisboa, Algarve, Região Autónoma da Madeira, Península de Setúbal e Área Metropolitana do Porto – apresentaram também os valores mais elevados em ambas as categorias de domicílio fiscal do comprador (território nacional e estrangeiro). Nas sub-regiões Grande Lisboa e Área Metropolitana do Porto, o preço mediano (€/m2) das transações efetuadas por compradores com domicílio fiscal no estrangeiro superou, respetivamente em +83,4% e +56,8%, o preço das transações por compradores com domicílio fiscal em território nacional.

No 3º trimestre de 2023, ocorreu uma desaceleração dos preços da habitação em 11 dos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes (17 no 2º trimestre de 2023). Em sentido oposto, houve um aumento da taxa de variação homóloga em 13 municípios, evidenciando-se Barcelos (+9,1 p.p.) e Guimarães (+8,9 p.p.). O município do Porto registou um acréscimo de +5,8 p.p. e o de Lisboa um decréscimo de -5,6 p.p. Os municípios de Lisboa (4 167 €/m2), Cascais (4 045 €/m2), Oeiras (3 216 €/m2) e Porto (3 104 €/m2) apresentaram os preços da habitação mais elevados.

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Imagem sobre A produção, o VAB e o emprego do setor dos bens e serviços ambientais cresceram acima d 05-02-2024

A produção, o VAB e o emprego do setor dos bens e serviços ambientais cresceram acima do total da economia, impulsionados pelas energias renováveis

Em 2021, o setor dos bens e serviços ambientais representou 4,4% da produção, 3,1% do VAB, 4,5% das exportações e 2,7% do emprego da economia portuguesa.

Após um ano de contração marcado pelos efeitos adversos da pandemia COVID-19, este setor registou, em 2021, fortes crescimentos da produção (24,6%), do VAB (20,6%), das exportações (22,3%) e do emprego (11,4%), e acima da média da economia nacional (12,1%, 7,0%, 20,1% e 2,4%, respetivamente), impulsionados pelos crescimentos das atividades associadas às energias renováveis.  

Em 2020, o último ano com informação disponível para a UE, Portugal ocupou a décima quinta posição relativamente ao peso do VAB do setor dos bens e serviços ambientais no VAB nacional (2,8% e igual à média da UE), tendo descido três posições face ao ano anterior, e manteve a quinta posição entre os Estados Membro com maior peso das exportações no total nacional (4,4%).

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Imagem sobre Produção Industrial registou uma variação homóloga de -5,0% 01-02-2024

Produção Industrial registou uma variação homóloga de -5,0%

O Índice de Produção Industrial apresentou uma redução homóloga de 5,0% em dezembro (-1,1% no mês anterior). Excluindo o agrupamento de Energia esta variação foi de -3,1% (-2,9% no mês precedente). A taxa de variação da secção das Indústrias Transformadoras situou-se em -3,9% (-4,5% em novembro). A variação mensal do índice agregado foi -0,8% (3,7% no mês anterior). No 4.º trimestre de 2023, o índice agregado diminuiu 2,5% face ao trimestre homólogo (no trimestre anterior esta variação tinha sido -4,6%). Em 2023 o índice diminuiu 2,8%, tendo aumentado 0,3% em 2022. A variação do índice correspondente à secção das Indústrias Transformadoras situou-se em -3,8%, após o crescimento de 1,6% em 2022.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Janeiro de 2024 23-02-2024

Boletim Mensal de Estatística - Janeiro de 2024

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre REVSTAT - Statistical Journal - Janeiro de 2024 22-02-2024

REVSTAT - Statistical Journal - Janeiro de 2024

Publicação de artigos de relevante conteúdo científico, abrangendo todos os ramos da Probabilidade e da Estatística, e que oferece um contributo efetivo para o esclarecimento e a divulgação de métodos estatísticos inovadores fundamentados em problemas reais.

Todos os artigos estão disponíveis em REVSTAT-Statistical Journal

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Fevereiro de 2024 22-02-2024

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Fevereiro de 2024

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Dezembro de 2023 30-01-2024

Boletim Mensal de Estatística - Dezembro de 2023

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Janeiro de 2024 22-01-2024

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Janeiro de 2024

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Portugal em números - 2022 16-01-2024

Portugal em números - 2022

A publicação Portugal em Números apresenta informação estatística de síntese sobre Portugal organizada em quatro áreas: o Território, as Pessoas, a Atividade económica e o Estado.

Edição bilingue

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Imagem sobre As Pessoas - 2022 15-01-2024

As Pessoas - 2022

Brochura de síntese de informação estatística relativa aos temas: População, Educação, Cultura e Desporto, Saúde, Mercado de Trabalho, Proteção Social e Rendimento e Condições de Vida.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Dezembro de 2023 22-12-2023

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Dezembro de 2023

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Estatísticas do Ambiente - 2022 21-12-2023

Estatísticas do Ambiente - 2022

A publicação Estatísticas do Ambiente - 2022, seguindo a linha editorial e a estrutura do ano anterior, apresenta uma análise detalhada do setor do ambiente, privilegiando-se a divulgação da informação através de quadros com indicadores síntese, figuras e mapas.

*Errata | Quadros atualizados em 2023-12-29

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Novembro de 2023 19-12-2023

Boletim Mensal de Estatística - Novembro de 2023

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

Errata

| Valor atualizado na página 29 em 30-1-2024

| Texto atualizado na página 30 e 56 em 30-1-2024

| Valor atualizado na página 14 em 15-2-2024

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