CALENDÁRIO +Info...

Segunda-Feira, 1 de Março de 2021

Segunda-Feira, 8 de Março de 2021

  • ITRM 2021 - 8ª Semana: Últ. dia

Quarta-Feira, 10 de Março de 2021

  • IAPI 2020: Últ. dia
  • ICC 2021 - Mar: Últ. dia
  • ICCOP 2021 - Mar: Últ. dia
  • ICIT 2021 - Mar: Últ. dia
  • ICS 2021 - Mar: Últ. dia
  • IMPI 2021 - Fev: Últ. dia
  • IVNE 2021 - Fev: Últ. dia

Segunda-Feira, 15 de Março de 2021

Sexta-Feira, 19 de Março de 2021

  • IEV 2020: Últ. dia
  • IMGA 2021 - Fev: Últ. dia
  • IMLV 2021 - Fev: Últ. dia

Segunda-Feira, 22 de Março de 2021

  • IMTM 2021 - Fev: Últ. dia
  • IMUS 2020: Últ. dia
  • ITRM 2021 - 10ª Semana: Últ. dia

Quinta-Feira, 25 de Março de 2021

  • IMVC 2021 - Fev: Últ. dia
  • IPPI 2021 - Mar: Últ. dia

Segunda-Feira, 29 de Março de 2021

  • ITRM 2021 - 11ª Semana: Últ. dia

INFORMAÇÕES

16-03-2020

Atendimento WebInq - Devido ao COVID-19 estão previstas algumas limitações no serviço de atendimento do WebInq. Sugere-se que privilegie o contacto através do  email: webinq@ine.pt. Agradecemos a vossa compreensão, em particular nestas circunstâncias atípicas e bastante incertas.

13-03-2020

Atenção - Dadas as circunstâncias atuais do COVID-19, o INE decidiu suspender as entrevistas presenciais devido ao risco para os inquiridos e entrevistadores. Manterá a inquirição por via telefónica ou via internet, para os quais apela à boa colaboração dos inquiridos.
 

EM DESTAQUE

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INE - Informar, Saber, Decidir
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Imagem sobre Especial INE COVID-19 21-04-2020

Especial INE COVID-19

Estatísticas oficiais para acompanhamento do impacto social e económico da Pandemia COVID-19

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Imagem sobre Vendas no Comércio a Retalho diminuíram 10,9% 01-03-2021

Vendas no Comércio a Retalho diminuíram 10,9%

O Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho passou de uma variação homóloga de -4,2% em dezembro para -10,9% em janeiro.
Os índices de emprego, remunerações e horas trabalhadas apresentaram taxas de variação homóloga de -4,6%, -5,4% e -13,6%, respetivamente (variações de -4,7%, -3,4% e -6,5% em dezembro, pela mesma ordem).

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE apela à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração, que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Mortes por enfarte agudo do miocárdio diminuíram 7,5% 01-03-2021

Mortes por enfarte agudo do miocárdio diminuíram 7,5%

Os acidentes vasculares cerebrais continuaram a estar na origem do maior número de óbitos em 2019 (10 975), representando 9,8% da mortalidade e uma taxa de 106,5 mortes de residentes por 100 mil habitantes. Este resultado reflete todavia uma ligeira melhoria em relação a 2018.
Ainda no conjunto das doenças do aparelho circulatório, registaram-se 7 151 óbitos por doença isquémica do coração, representando 6,4% da mortalidade total em 2019, e uma redução de 1,2% em relação ao ano anterior. As mortes por enfarte agudo miocárdio (4 275) representaram 3,8% da mortalidade total e quase 60% das mortes por doenças isquémicas do coração em 2019, apesar da diminuição de 7,5% no número de óbitos em relação ao ano anterior.
As doenças do aparelho respiratório causaram 12 243 óbitos, menos 8,0% que em 2018, e representando 10,9% da mortalidade total ocorrida no país. Neste grupo, destacaram-se as mortes provocadas por pneumonia, com 4 700 óbitos, que representaram 4,2% da mortalidade ocorrida em 2019 e uma diminuição de 18,5% óbitos em relação ao ano anterior.
No conjunto dos tumores malignos, registaram-se 4 405 mortes provocadas por tumores malignos da traqueia, brônquios e pulmão, que representaram 3,9% do total de mortes no país e um aumento de 2,0% em relação ao ano anterior. Os tumores malignos do cólon, reto e ânus representaram 3,4% da mortalidade em 2019, com 3 829 óbitos (mais 0,2% que no ano anterior).
Nas mortes causadas por doenças do aparelho circulatório e por doenças respiratórias verificou-se a existência de um padrão de sazonalidade, com ocorrência de maior mortalidade nos meses mais frios e menor nos meses de maior calor, ao contrário dos tumores malignos em que a distribuição média mensal das mortes regista um padrão bastante homogéneo ao longo do ano.

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Imagem sobre Atividade turística acentuou contração em janeiro 01-03-2021

Atividade turística acentuou contração em janeiro

O setor do alojamento turístico registou 308,4 mil hóspedes e 709,9 mil dormidas em janeiro de 2021, correspondendo a variações de -78,3% e -78,2%, respetivamente (-71,2% e -72,6% em dezembro, pela mesma ordem). As dormidas de residentes diminuíram 60,3% (-54,2% em dezembro) e as de não residentes recuaram 87,0% (-83,2% no mês anterior).
Em janeiro, 54,0% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (52,3% em dezembro).

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE apela à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 0,5% 26-02-2021

Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 0,5%

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá sido 0,5% em fevereiro de 2021, valor superior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) ao registado em janeiro. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 0,7% (0,6% no mês anterior). A taxa de variação homóloga do índice relativo aos produtos energéticos terá sido -3,1% (-4,4% no mês anterior), enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá apresentado uma variação de 1,4% (1,7% em janeiro).
Relativamente ao mês anterior o IPC terá tido uma variação de -0,5% (em janeiro, a variação mensal foi -0,3% e em fevereiro de 2020 tinha sido -0,6%).
Estima-se uma variação média nos últimos doze meses nula, valor inferior em 0,1 p.p. ao registado no mês precedente.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 0,3% (0,2% no mês anterior).
Os dados definitivos referentes ao IPC do mês de fevereiro serão publicados no próximo dia 10 de março.

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE apela à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às suas solicitações. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Variação homóloga do PIB foi -6,1% em volume no 4º trimestre de 2020. No conjunto do ano, o PIB diminuiu 7,6% em volume e 5,3% em valor, situando-se em 202,7 mil milhões de euros 26-02-2021

Variação homóloga do PIB foi -6,1% em volume no 4º trimestre de 2020. No conjunto do ano, o PIB diminuiu 7,6% em volume e 5,3% em valor, situando-se em 202,7 mil milhões de euros

O Produto Interno Bruto (PIB), em termos reais, registou uma variação homóloga de -6,1% no 4º trimestre de 2020 (-5,7% no trimestre anterior). O contributo da procura interna para a variação homóloga do PIB foi menos negativo, passando de -3,5 pontos percentuais (p.p.) no 3º trimestre para -2,7 p.p., em resultado sobretudo da diminuição menos intensa do Investimento, enquanto o consumo privado registou uma redução mais pronunciada. A procura externa líquida apresentou um contributo mais negativo no 4º trimestre, passando de -2,1 p.p. no trimestre anterior para -3,5 p.p., verificando-se uma contração mais intensa das Exportações de Bens e Serviços (-14,1%) que a observada nas Importações de Bens e Serviços (-6,5%).
Comparativamente com o 3º trimestre de 2020, o PIB aumentou 0,2% em volume, após as fortes variações de sinal oposto nos trimestres anteriores (-13,9% e +13,3% no segundo e terceiro trimestres, respetivamente), tendo este crescimento sido determinado pelo contributo da procura interna.
Em 2020, o PIB contraiu 7,6% em volume (crescimento de 2,5% em 2019), refletindo os efeitos marcadamente adversos da pandemia COVID-19 sobre a atividade económica. Para esta variação do PIB, a procura interna apresentou um contributo negativo expressivo (-4,6 p.p. que compara com +2,8 p.p. em 2019), devido, sobretudo, à contração do consumo privado. A procura externa líquida acentuou o contributo negativo em 2020 refletindo sobretudo a diminuição sem precedente das exportações de turismo.

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Imagem sobre COVID-19: uma leitura do contexto demográfico e da expressão territorial da pandemia - Dados até 24 de fevereiro 26-02-2021

COVID-19: uma leitura do contexto demográfico e da expressão territorial da pandemia - Dados até 24 de fevereiro

• A 24 de fevereiro de 2021, registaram-se 8 917 novos casos nos últimos 7 dias, correspondendo a uma média diária de 1 274 novos casos e ao valor mais baixo desde o dia 13 de outubro de 2020. Desde o dia 28 de janeiro que se verifica uma diminuição acentuada do número de novos casos confirmados nos últimos 7 dias. A taxa de incidência de COVID-19 a 14 dias foi 227 casos por cada 100 mil habitantes. Esta taxa tinha atingido um máximo a 29 de janeiro (1 667).
• Ao nível regional, é de salientar o elevado número de óbitos na Área Metropolitana de Lisboa que, entre 18 de janeiro e 14 de fevereiro de 2021, foi 1,9 vezes superior ao do período homólogo de referência. Face à semana anterior (7 de fevereiro) registou-se, contudo, uma redução deste rácio em todas as regiões NUTS II do país. Em 52 municípios o número de óbitos foi mais do dobro do número de óbitos verificado no período homólogo de referência: eram 69 municípios na semana anterior.
• A 16 de fevereiro de 2021, data da última atualização de dados ao nível do município, a taxa de incidência nacional de COVID-19 a 14 dias (485) foi superada pela AML (743), a Região Autónoma da Madeira (517) e o Alentejo (507) - os novos casos registados nestas três regiões representaram 53% do total, destacando-se a AML com o contributo mais elevado ao nível regional (43%). Face a 9 de fevereiro, verificou-se um desagravamento da incidência cumulativa a 14 dias em todas as regiões do país.
• A 16 de fevereiro de 2021, apenas 15 municípios portugueses se encontravam em situação de risco extremamente elevado (eram 119 a 9 de fevereiro). Face à semana anterior (9 de fevereiro), 96% dos municípios registaram uma redução da taxa de incidência cumulativa, incluindo todos os municípios das áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, e apenas em sete municípios houve um agravamento da incidência cumulativa a 14 dias.
• A leitura conjugada entre o coeficiente de localização e a taxa de incidência cumulativa a 14 dias [Figura 10] permitiu verificar que nas últimas semanas, desde 26 de janeiro, os resultados do coeficiente de localização indicam uma tendência de ligeiro aumento da concentração territorial de novos casos (últimos 14 dias), sendo o valor obtido para 16 de fevereiro (21,3%) próximo do valor de 20 de dezembro 2020 (22,0%). Ao longo deste período, verificou-se também uma redução da taxa de incidência cumulativa a 14 dias, que se acentuou a partir de 2 de fevereiro.

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Imagem sobre Como se refletiu a situação de confinamento na atividade das empresas? 26-02-2021

Como se refletiu a situação de confinamento na atividade das empresas?

• Na 1ª quinzena de fevereiro de 2021, 92% das empresas estavam em produção ou funcionamento, mesmo que parcialmente.
• 62% das empresas registaram uma redução no volume de negócios face ao mesmo período do ano anterior, antes dos efeitos da pandemia.
• Admitindo o controlo efetivo da pandemia em 2021, 32% das empresas consideram que o volume de negócios voltará ao normal num intervalo médio de 10,1 meses. 10% das empresas consideram que não vão voltar ao nível normal.
• 67% das empresas registaram um volume de negócios, na 1ª quinzena de fevereiro, igual ou superior ao registado durante o primeiro confinamento (1ª quinzena de abril de 2020).
• Entre 5% a 24% das empresas respondentes beneficiam atualmente de cada uma das medidas de apoio governamentais, sendo que destas, a grande maioria considera-as muito importantes para a sua situação de liquidez.
• Nas circunstâncias atuais e na ausência de medidas adicionais de apoio, 68% das empresas estimam conseguir permanecer em atividade por um período superior a seis meses.
• Na ausência de medidas de apoio desde o início da pandemia, 10% das empresas não se encontrariam em funcionamento e 25% das empresas ter-se-iam mantido em atividade apenas com alguma probabilidade.

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Imagem sobre Indicador de confiança dos Consumidores diminui e indicador de clima económico intensifica redução 25-02-2021

Indicador de confiança dos Consumidores diminui e indicador de clima económico intensifica redução

Em fevereiro, o indicador de confiança dos Consumidores diminuiu, após ter aumentado nos dois meses anteriores, de forma menos intensa em janeiro.
O indicador de clima económico intensificou em fevereiro a redução observada no mês anterior, recuando para um nível próximo do verificado em julho de 2020. Em fevereiro, verificaram-se diminuições acentuadas nos indicadores de confiança do Comércio e, em particular, dos Serviços, enquanto na Construção e Obras Públicas o indicador diminuiu ligeiramente. Em sentido oposto, o indicador de confiança da Indústria Transformadora aumentou no último mês.

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE apela à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às suas solicitações. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre COVID-19: como a pandemia afetou as economias regionais em 2020? 24-02-2021

COVID-19: como a pandemia afetou as economias regionais em 2020?

No quadro de protocolo celebrado entre as duas entidades, a AT transmite informação mensal ao INE obtida através do sistema E-fatura. Essa informação permite avaliar o comportamento da economia numa perspetiva regional no período de março (início dos efeitos económicos da pandemia) a dezembro de 2020 (último mês disponível) face a igual período de 2019. Alguns dos factos apurados:
• Entre março e dezembro de 2020, verificou-se, em Portugal, uma redução homóloga de 14,3% no valor da faturação, destacando-se com valores superiores à média nacional, o Algarve (-27,4%), a Região Autónoma da Madeira (-21,6%) e a Área Metropolitana de Lisboa (-18,2%). Em Portugal e em todas as NUTS II, esta contração foi mais acentuada de março a julho (-18,9% em Portugal) do que no período de agosto a dezembro (-9,8%). Mais de 70% da diminuição registada em Portugal de março a dezembro de 2020 deveu-se à redução do valor de faturação na AML e AMP.
• De março a dezembro de 2020, os valores de faturação das Atividades de alojamento e das Atividades artísticas, de espetáculos, desportivas e recreativas representaram menos de metade do valor faturado no mesmo período de 2019. Em 21 das 25 NUTS III, as Atividades de alojamento também foram o ramo com maior contração homóloga de faturação. Inversamente, em 13 sub-regiões, as atividades de Informação e comunicação apresentaram o desempenho mais positivo.
• No período em análise, apenas seis sub-regiões, todas da região Norte, incluindo a AMP, apresentaram, simultaneamente, um número de casos confirmados por 100 mil habitantes superior ao valor do país e uma redução do valor faturado inferior à do país. No polo oposto, Algarve, Região Autónoma da Madeira, Alentejo Litoral e AML apresentaram um número de casos confirmados abaixo da média do país mas uma contração do valor faturado relativamente mais acentuada (ver figura 9).

STATSLAB - Estatísticas em desenvolvimento

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Imagem sobre Óbitos por COVID-19 nas semanas 4 e 5 de 2021 representaram, respetivamente, 43,2% e 41,8% do total 19-02-2021

Óbitos por COVID-19 nas semanas 4 e 5 de 2021 representaram, respetivamente, 43,2% e 41,8% do total

Nas semanas 4 e 5 de 2021 registaram-se em Portugal, respetivamente, 4 711 e 3 825 óbitos, mais 1 878 e 1 131 óbitos que a média de 2015-2019. O número de óbitos por COVID-19 nessas semanas foi de 2 036 e de 1 597, representando, respetivamente, 43,2% e 41,8% do total de óbitos.
Dos 8 536 óbitos neste período, mais de 75% corresponderam a pessoas com idades iguais ou superiores a 75 anos. Contudo, o maior excesso de mortalidade verificou-se nas pessoas com idades iguais ou superiores a 90 anos (+74,1% relativamente à média 2015-2019).
As regiões Norte, Centro e Área Metropolitana de Lisboa concentraram 82,6% dos óbitos nas semanas 4 e 5. Todavia, em termos de número de óbitos por 100 mil habitantes, apenas as regiões Alentejo (130,0), Centro (103,2) e Área Metropolitana de Lisboa (90,5) apresentaram valores superiores ao nacional (83,0).
Nas semanas 4 e 5, 65,2% dos óbitos ocorreram em estabelecimento hospitalar.

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Imagem sobre Em 2019 continuou a tendência de redução do risco de pobreza. Em 2020 assistiu-se a uma redução da privação material e ao agravamento das condições de saúde 19-02-2021

Em 2019 continuou a tendência de redução do risco de pobreza. Em 2020 assistiu-se a uma redução da privação material e ao agravamento das condições de saúde


Em 2020, a taxa de privação material dos residentes em Portugal diminuiu para 13,5% (15,1% em 2019) e a taxa de privação material severa para 4,6% (5,6% em 2019). A informação recolhida sobre privação material, de abril a setembro de 2020, confirma a tendência para a redução da privação, exceto no caso da falta de capacidade financeira para ter uma refeição de carne ou de peixe (ou equivalente vegetariano), pelo menos de 2 dois em 2 dias, que aumentou de 2,3% em 2019 para 2,5% em 2020.
No mesmo ano, 51,3% da população autoavaliou o seu estado de saúde como bom ou muito bom, mais 1,2 p.p. que em 2019. Contudo, 2020 foi, entre os últimos 5 anos, o que registou a maior proporção de pessoas com 16 e mais anos com morbilidade crónica (43,2%) e o maior aumento anual do indicador (2,0 p.p.) e uma inversão em relação a dois anos de descidas sucessivas.
A necessidade não satisfeita de consultas médicas nos 12 meses anteriores à entrevista aumentou em 2020 e afetou 3,9% da população com 16 ou mais anos, contrariando a tendência decrescente dos últimos 5 anos.
O Inquérito às Condições de Vida e Rendimento, realizado em 2020 sobre rendimentos do ano anterior, indica também que 16,2% das pessoas estavam em risco de pobreza em 2019 (que compara com 17,2% em 2018), mantendo-se a tendência para a redução do indicador. A taxa de risco de pobreza correspondia, em 2019, à proporção de habitantes com rendimentos monetários líquidos (por adulto equivalente) inferiores a 6 480 euros anuais (540 euros por mês).
De acordo com o indicador que conjuga as condições de risco de pobreza, de privação material severa e de intensidade laboral per capita muito reduzida, 2 037 milhares de pessoas encontram-se em risco de pobreza ou exclusão social em 2020 (rendimentos de 2019). A taxa de pobreza ou exclusão social em 2020 foi 19,8% (21,6% um ano antes).

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Imagem sobre Preços na Produção Industrial diminuíram 3,0% 18-02-2021

Preços na Produção Industrial diminuíram 3,0%

A taxa de variação homóloga do Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) passou de -4,0% em dezembro para -3,0% em janeiro. Excluindo o agrupamento de Energia a variação dos preços foi nula (-0,7% em dezembro). A variação mensal do índice agregado foi 2,2% (1,1% em igual período de 2020).

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE apela à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração, que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Produção de azeitona para azeite diminui 25% 18-02-2021

Produção de azeitona para azeite diminui 25%

As previsões agrícolas, em 31 de janeiro, apontam para uma diminuição de 25% na produção de azeitona para azeite, essencialmente devido ao fraco vingamento dos frutos. Apesar disso, as 734 mil toneladas previstas posicionam esta campanha como a sexta mais produtiva das últimas oito décadas.
Nos cereais de outono/inverno as sementeiras decorreram com atrasos pontuais, em particular nos solos mais sujeitos a encharcamento, apresentando um desenvolvimento normal para a época. Estima-se uma redução de 5% da área semeada de centeio, face a 2020, e a manutenção nos restantes cereais (trigo, triticale, cevada e aveia).

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Imagem sobre Atividade económica acentua redução em janeiro refletindo o agravamento das limitações à mobilidade no contexto pandémico 18-02-2021

Atividade económica acentua redução em janeiro refletindo o agravamento das limitações à mobilidade no contexto pandémico

Na Área Euro (AE), o Produto Interno Bruto (PIB) em termos reais registou uma variação homóloga de -5,0% no 4º trimestre de 2020 (-4,3% no trimestre anterior) e uma variação em cadeia de -0,6% (+12,4% no 3º trimestre). Em janeiro, o indicador de sentimento económico da AE diminuiu em resultado da redução expressiva da confiança no comércio a retalho e, em menor grau, da redução da confiança nos serviços e dos consumidores. Os preços das matérias-primas e do petróleo cresceram em cadeia 10,2% e 9,6%, respetivamente (8,8% e 13,9% em dezembro).
Em Portugal, de acordo com a estimativa rápida, o PIB em termos reais registou uma variação homóloga de -5,9% no 4º trimestre (-5,7% no trimestre anterior). Comparativamente com o 3º trimestre de 2020, o PIB aumentou 0,4% em volume, após as fortes variações de sinal oposto nos trimestres anteriores (-13,9% e +13,3% no segundo e terceiro trimestres, respetivamente).
Não considerando médias móveis de três meses (ver secção seguinte), a informação disponível para janeiro, num contexto de novas medidas restritivas de resposta à pandemia, revela uma redução mais acentuada da atividade económica em janeiro face aos meses precedentes. O montante global de levantamentos nacionais, de pagamentos de serviços e de compras em terminais de pagamento automático na rede multibanco acentuou a variação homóloga negativa (-18,7%, que compara com variações de -7,8% em dezembro e -11,8% em novembro). As vendas de veículos automóveis também registaram decréscimos mais acentuados, com taxas de variação homóloga de -30,5% nos automóveis ligeiros de passageiros, -19,2% nos comerciais ligeiros e -20,8% nos veículos pesados (-19,6%, -19,1% e -15,7% em dezembro, respetivamente, e -27,9%, -1,4% e +16,7%, pela mesma ordem, em novembro). O indicador de clima económico, que sintetiza os saldos de respostas extremas das questões relativas aos inquéritos às empresas, já disponível para janeiro, registou uma redução, contrariando o aumento observado em dezembro e interrompendo o perfil de recuperação observado entre maio e outubro.
No 4º trimestre de 2020, a taxa de desemprego fixou-se em 7,1%, 0,7 pontos percentuais (p.p.) abaixo da taxa observada no trimestre anterior, mas 0,4 p.p. acima da registada no período homólogo de 2019. O número de desempregados desacelerou significativamente passando de uma variação homóloga de 24,9% no 3º trimestre para 5,9%. A taxa de subutilização do trabalho foi inferior em 1,1 p.p. à do 3º trimestre, fixando-se em 13,8%, abrangendo 750,3 mil pessoas (813,7 mil no trimestre anterior). O emprego total diminuiu 1,0% em termos homólogos no 4º trimestre (-3,0% no 3º trimestre). O volume de horas efetivamente trabalhadas apresentou uma redução de 6,6% em termos homólogos e um aumento de 8,5% em relação ao trimestre anterior.
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) passou de uma variação homóloga de -0,2% em dezembro para 0,3% em janeiro, observando-se variações de 0,3% na componente de bens (-0,5% em dezembro) e de 0,4% na componente de serviços (0,2% no mês anterior).

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE apela à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às suas solicitações. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Movimento de passageiros nos aeroportos em 2020: -69,4% 17-02-2021

Movimento de passageiros nos aeroportos em 2020: -69,4%

No conjunto do ano de 2020 (dados preliminares), aterraram nos aeroportos nacionais 100,2 mil aeronaves em voos comerciais (-56,0% face a 2019) e foram movimentados 18,4 milhões de passageiros (-69,4%). No movimento de carga e correio nos aeroportos nacionais registou-se uma diminuição de 30,2%, atingindo 147,0 mil toneladas.
Em 2020, França foi o principal país de origem e destino dos voos (2ª posição em 2019), seguindo-se o Reino Unido (1ª posição em 2019) que registou a maior redução no número de passageiros desembarcados e embarcados face a 2019 (-76,0% e -75,2%, respetivamente).
Em dezembro de 2020, nos aeroportos nacionais registou-se o movimento de 1,0 milhão de passageiros, representando um decréscimo de 74,7% (-82,1% em novembro). O movimento de carga e correio totalizou 15,0 mil toneladas, correspondendo a uma diminuição de 23,1% (-27,2% em novembro).

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE apela à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Taxa de juro desceu para 0,873%, capital em dívida e prestação mensal fixaram-se em 55 286 euros e 227 euros, respetivamente 17-02-2021

Taxa de juro desceu para 0,873%, capital em dívida e prestação mensal fixaram-se em 55 286 euros e 227 euros, respetivamente

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 0,873% em janeiro de 2021 (0,897% no mês anterior). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro desceu de 0,790% em dezembro de 2020 para 0,744% em janeiro de 2021. No mês em análise, o capital médio em dívida aumentou 199 euros, fixando-se em 55 286 euros. A prestação média manteve-se nos 227 euros.

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Imagem sobre Em 2020 - dormidas de não residentes: -74,9% e dormidas de residentes: -35,4% 15-02-2021

Em 2020 - dormidas de não residentes: -74,9% e dormidas de residentes: -35,4%

O setor do alojamento turístico registou 459,4 mil hóspedes e 969,8 mil dormidas em dezembro de 2020, correspondendo a variações de -70,9% e -72,4%, respetivamente (-77,0% e -77,2% em novembro, pela mesma ordem). As dormidas de residentes diminuíram 54,1% (-59,6% em novembro) e as de não residentes recuaram 82,8% (-85,6% no mês anterior).
Os proveitos totais registaram uma variação de -73,7% (-79,8% em novembro) para 54,0 milhões de euros. Os proveitos de aposento fixaram-se em 36,3 milhões de euros, diminuindo 74,2% (-80,5% no mês anterior).
Em dezembro, 50,5% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (49,0% em novembro).
No conjunto do ano de 2020 (dados preliminares), os estabelecimentos de alojamento turístico registaram 10,5 milhões de hóspedes e 26,0 milhões de dormidas, -61,3% e -63,0%, respetivamente (+7,9% e +4,6% em 2019). Registaram-se 13,6 milhões de dormidas de residentes (-35,4%; +6,5% em 2019), o valor mais baixo desde 2013, e apenas 12,3 milhões de dormidas de não residentes (-74,9%; +3,8% em 2019), o valor mais baixo desde 1984.
O Reino Unido manteve-se como principal mercado emissor em 2020, representando 16,3% das dormidas de não residentes, apesar do decréscimo de 78,5% face ao ano anterior. Seguiram-se os mercados alemão (quota de 14,6%) e espanhol (peso de 14,5%).

Em dezembro, considerando a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude), registaram-se 494,8 mil hóspedes e 1,1 milhões de dormidas, correspondendo a evoluções de -70,0% em ambos (-76,2% e -74,5% em novembro, respetivamente).
No conjunto do ano de 2020 (dados preliminares), considerando a generalidade dos meios de alojamento, registaram-se 11,8 milhões de hóspedes e 30,4 milhões de dormidas, a que corresponderam reduções de 60,2% e 60,9%, respetivamente.

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE apela à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Acompanhamento do impacto social e económico da pandemia - 45.º reporte semanal 12-02-2021

Acompanhamento do impacto social e económico da pandemia - 45.º reporte semanal

O INE disponibiliza o reporte semanal para acompanhamento do impacto social e económico da pandemia COVID-19.
O presente reporte versa sobre os destaques relativos a:
- Atividade Turística - Estimativa Rápida – dezembro de 2020, publicado a 01 de fevereiro;
- Contas Nacionais Trimestrais - Estimativa Rápida – 4.º Trimestre de 2020, publicado a 02 de fevereiro;
- Estatísticas de Preços da Habitação ao nível local – 3.º Trimestre de 2020, publicado a 02 de fevereiro;
- Óbitos por semana - Dados preliminares 2021 – Semanas 01 a 03, publicado a 05 de fevereiro.
Para maior detalhe, consulte os links, para informação relacionada, disponíveis ao longo do destaque.

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Imagem sobre COVID-19: uma leitura do contexto demográfico e da expressão territorial da pandemia - Dados até 10 de fevereiro 12-02-2021

COVID-19: uma leitura do contexto demográfico e da expressão territorial da pandemia - Dados até 10 de fevereiro

• A 10 de fevereiro, registaram-se 29 511 novos casos nos últimos 7 dias, correspondendo a uma média diária de 4 216 novos casos e ao valor mais baixo desde 31 de dezembro de 2020. Desde o dia 28 de janeiro que se verifica uma diminuição progressiva do número de novos casos confirmados nos últimos 7 dias. A taxa de incidência de COVID-19 a 14 dias foi 903 casos por cada 100 mil habitantes. Esta taxa tinha atingido um máximo a 29 de janeiro (1 667).
• Ao nível regional é de salientar o elevado número de óbitos na Área Metropolitana de Lisboa e no Alentejo que, entre 4 e 31 de janeiro, foi 1,8 vezes superior ao do período homólogo de referência, os valores mais altos da série semanal. Em 59 municípios o número de óbitos foi mais do dobro do número de óbitos verificado no período homólogo de referência: duas semanas antes (21 de dezembro a 17 de janeiro), eram 17 municípios.
• A 2 de fevereiro de 2021, data da última atualização de dados ao nível do município, a taxa de incidência nacional de COVID-19 a 14 dias (1 548) foi superada pela AML (2 164) e Centro (1 559) - os novos casos registados nestas duas regiões representaram quase 2/3 (61%) do total. Face a 26 de janeiro, verificou-se um agravamento da incidência cumulativa a 14 dias apenas na AML e na Região Autónoma da Madeira.
• A 2 de fevereiro de 2021, 219 (71%) municípios portugueses encontravam-se em situação de risco extremamente elevado (76% a 26 de janeiro), dos quais 125 assinalaram mais de 1 500 novos casos por 100 mil habitantes. Face à semana anterior (26 de janeiro), 204 municípios registaram uma redução da taxa de incidência cumulativa e em 103 municípios houve um agravamento, grupo que incluiu todos os municípios da AML.
• A leitura conjugada entre o coeficiente de localização e a taxa de incidência cumulativa a 14 dias permitiu distinguir fases diferenciadas da evolução da pandemia (Figura 9), evidenciando-se a dinâmica positiva registada no período de 25 de novembro até 27 de dezembro: desagravamento da taxa de incidência cumulativa a 14 dias e redução da concentração territorial de novos casos (últimos 14 dias). De 27 de dezembro a 26 de janeiro verificou-se um crescimento exponencial da taxa de incidência e uma relativa estabilização da concentração territorial de novos casos. Nas últimas semanas, desde 26 de janeiro, os resultados sugerem já uma tendência de aumento da concentração territorial, verificando-se, também, a 2 de fevereiro uma redução da taxa de incidência, face à semana anterior.

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Imagem sobre O Índice de Custo do Trabalho aumentou 8,6% em 2020, sobretudo em resultado da redução das horas trabalhadas 12-02-2021

O Índice de Custo do Trabalho aumentou 8,6% em 2020, sobretudo em resultado da redução das horas trabalhadas

No ano de 2020, o Índice de Custo do Trabalho (ICT) aumentou 8,6%, a que corresponderam acréscimos de 9,2% nos custos salariais e de 6,1% nos outros custos. O custo médio por trabalhador aumentou 2,0% e o número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador diminuiu 5,8%.
No 4.º trimestre de 2020, o ICT registou um acréscimo homólogo de 6,6%, em consequência do aumento de 2,8% no custo médio por trabalhador e da redução de 3,3% no número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador. No trimestre anterior, aquela variação tinha sido 6,0%.

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE apela à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Janeiro de 2021 23-02-2021

Boletim Mensal de Estatística - Janeiro de 2021

Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Fevereiro de 2021 22-02-2021

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Fevereiro de 2021

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Área Metropolitana de Lisboa em números - 2019 15-02-2021

Área Metropolitana de Lisboa em números - 2019

Brochura contendo informação estatística de síntese para cada região NUTS II de Portugal continental, organizada em mais de vinte subcapítulos agrupados em quatro domínios: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado. A apresentação da informação, maioritariamente através de mapas temáticos e gráficos, permite captar a realidade socioeconómica de cada uma das regiões no contexto nacional e dos respetivos municípios.

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Imagem sobre Região Centro em números - 2019 15-02-2021

Região Centro em números - 2019

Brochura contendo informação estatística de síntese para cada região NUTS II de Portugal continental, organizada em mais de vinte subcapítulos agrupados em quatro domínios: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado. A apresentação da informação, maioritariamente através de mapas temáticos e gráficos, permite captar a realidade socioeconómica de cada uma das regiões no contexto nacional e dos respetivos municípios.

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Imagem sobre Região Alentejo em números - 2019 15-02-2021

Região Alentejo em números - 2019

Brochura contendo informação estatística de síntese para cada região NUTS II de Portugal continental, organizada em mais de vinte subcapítulos agrupados em quatro domínios: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado. A apresentação da informação, maioritariamente através de mapas temáticos e gráficos, permite captar a realidade socioeconómica de cada uma das regiões no contexto nacional e dos respetivos municípios.

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Imagem sobre Região Algarve em números - 2019 15-02-2021

Região Algarve em números - 2019

Brochura contendo informação estatística de síntese para cada região NUTS II de Portugal continental, organizada em mais de vinte subcapítulos agrupados em quatro domínios: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado. A apresentação da informação, maioritariamente através de mapas temáticos e gráficos, permite captar a realidade socioeconómica de cada uma das regiões no contexto nacional e dos respetivos municípios.

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Imagem sobre Região Norte em números - 2019 15-02-2021

Região Norte em números - 2019

Brochura contendo informação estatística de síntese para cada região NUTS II de Portugal continental, organizada em mais de vinte subcapítulos agrupados em quatro domínios: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado. A apresentação da informação, maioritariamente através de mapas temáticos e gráficos, permite captar a realidade socioeconómica de cada uma das regiões no contexto nacional e dos respetivos municípios.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Dezembro de 2020 25-01-2021

Boletim Mensal de Estatística - Dezembro de 2020

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Janeiro de 2021 22-01-2021

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Janeiro de 2021

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre As Pessoas - 2019 07-01-2021

As Pessoas - 2019

Brochura de síntese de informação estatística relativa aos temas: População, Educação, Cultura e Desporto, Saúde, Mercado de Trabalho, Proteção Social e Rendimento e Condições de Vida.

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