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Wednesday, 1 de June de 2022

Monday, 6 de June de 2022

  • ITRM 2022 - 21ª Semana: Últ. dia

Friday, 10 de June de 2022

  • ICC 2022 - Jun: Últ. dia
  • ICCOP 2022 - Jun: Últ. dia
  • ICIT 2022 - Jun: Últ. dia
  • ICS 2022 - Jun: Últ. dia
  • IMPI 2022 - Mai: Últ. dia
  • IPCAMP 2022 - Mai: Últ. dia
  • IPCOL 2022 - Mai: Últ. dia
  • IPHH 2022 - Mai: Últ. dia
  • IVNE 2022 - Mai: Últ. dia

Monday, 13 de June de 2022

  • ITRM 2022 - 22ª Semana: Últ. dia

Wednesday, 15 de June de 2022

Monday, 20 de June de 2022

Wednesday, 22 de June de 2022

  • IMTM 2022 - Mai: Últ. dia

Thursday, 23 de June de 2022

  • IMGA 2022 - Mai: Últ. dia
  • IMLV 2022 - Mai: Últ. dia

Saturday, 25 de June de 2022

  • IMAAC 2022 - Mai: Últ. dia
  • IMVC 2022 - Mai: Últ. dia
  • IPMC 2022 - Jun: Últ. dia
  • IPPI 2022 - Jun: Últ. dia

Sunday, 26 de June de 2022

  • ITRM 2022 - 27ª Semana: Início
  • ITRM 2022 - 28ª Semana: Início
  • ITRM 2022 - 29ª Semana: Início
  • ITRM 2022 - 30ª Semana: Início
  • ITRM 2022 - 31ª Semana: Início
  • ITRM 2022 - 32ª Semana: Início
  • ITRM 2022 - 33ª Semana: Início
  • ITRM 2022 - 34ª Semana: Início
  • ITRM 2022 - 35ª Semana: Início
  • ITRM 2022 - 36ª Semana: Início
  • ITRM 2022 - 37ª Semana: Início
  • ITRM 2022 - 38ª Semana: Início
  • ITRM 2022 - 39ª Semana: Início

Monday, 27 de June de 2022

  • ITRM 2022 - 24ª Semana: Últ. dia

INFORMAÇÕES

O conhecimento de informação estatística fiável, pertinente e atual é indispensável à tomada de decisão a todos os níveis. A sua colaboração na resposta aos inquéritos do INE é decisiva para a produção e difusão das estatísticas oficiais.

EM DESTAQUE

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Imagem sobre Saldo externo da economia portuguesa fixou-se em -0,4% do PIB 24-06-2022

Saldo externo da economia portuguesa fixou-se em -0,4% do PIB

A economia portuguesa no 1º trimestre de 2022 registou uma necessidade de financiamento de 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB), que compara com uma capacidade de financiamento de 0,7% no trimestre anterior. O Rendimento Nacional Bruto (RNB) e o Rendimento Disponível Bruto (RDB) aumentaram, respetivamente, 3,0% e 2,8% (crescimentos em cadeia de 2,0% no trimestre anterior). A alteração de sinal do saldo externo da economia refletiu a redução da capacidade de financiamento das Famílias e o aumento da necessidade financiamento das Sociedades Não Financeiras, dado que se reduziu a necessidade de financiamento das Administrações Públicas (AP) e se manteve inalterado o saldo das Sociedades Financeiras.   

O Rendimento Disponível Bruto (RDB) das Famílias aumentou 1,4% face ao trimestre anterior, verificando-se crescimentos de 1,7% e 2,4% das remunerações e do Valor Acrescentado Bruto (VAB), respetivamente. A despesa de consumo final aumentou 4,1% (2,3% no trimestre anterior), determinando a redução da taxa de poupança para 8,3% (10,7% no trimestre anterior), o que, em conjunto com o aumento do investimento, conduziu à redução da capacidade de financiamento em 1,9 pontos percentuais (p.p.), para 2,4% do PIB. 

O saldo das Sociedades Não Financeiras (SNF) fixou-se em -2,8% do PIB, menos 0,5 p.p. que no trimestre anterior. O VAB do setor registou um aumento de 3,0%, que foi parcialmente anulado pelo aumento das remunerações pagas e do investimento (taxas de variação de 2,1% e 4,9%, respetivamente), e pela diminuição dos subsídios de exploração (-27,7%). 

A capacidade de financiamento das Sociedades Financeiras estabilizou em 1,5% do PIB no 1º trimestre de 2022.

A necessidade de financiamento do setor das AP diminuiu 1,3 p.p. no ano terminado no 1º trimestre de 2022, representando 1,5% do PIB. Tomando como referência os valores trimestrais e não o ano acabado no trimestre, o saldo das AP no 1º trimestre de 2022 atingiu -233,6 milhões de euros, correspondendo a -0,4% do PIB, o que compara com -6,0% no período homólogo.

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Imagem sobre Preços da habitação aceleram para 12,9% 23-06-2022

Preços da habitação aceleram para 12,9%

No 1º trimestre de 2022, o Índice de Preços da Habitação (IPHab) cresceu 12,9% em termos homólogos, mais 1,3 pontos percentuais (p.p.) que no trimestre anterior. Neste período, os preços das habitações existentes aumentaram a um ritmo superior ao das habitações novas, 13,6% e 10,9%, respetivamente.

Em relação ao trimestre anterior, o IPHab aumentou 3,8% (2,7% no trimestre precedente). Por categoria, os preços dos alojamentos existentes aumentaram 4,4%, acima do observado nos alojamentos novos (1,8%).

Entre janeiro e março de 2022, transacionaram-se 43 544 habitações, o que representa uma taxa de variação homóloga de 25,8% (17,2% no trimestre anterior) e uma redução em cadeia de 5,1% (redução de 11,6% em igual período de 2021). No trimestre de referência, o valor das habitações transacionadas foi aproximadamente 8,1 mil milhões de euros, mais 44,4% face a idêntico período de 2021. 

No trimestre de referência, as habitações adquiridas por compradores pertencentes ao setor institucional das Famílias corresponderam a 37 840 unidades (86,9% do total), totalizando 7,0 mil milhões de euros (86,1% do total). Neste período, 5,9% do número total de transações (2 556 habitações) envolveram compradores com um domicílio fiscal fora do Território Nacional, percentagem que sobe para os 10,4% se se considerar o valor transacionado. 

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Imagem sobre Instalação das culturas de primavera decorre com normalidade apesar da conjuntura 22-06-2022

Instalação das culturas de primavera decorre com normalidade apesar da conjuntura

As previsões agrícolas, em 31 de maio, apontam para a normal instalação das culturas de primavera, numa conjuntura fortemente marcada pela seca, pela escalada dos custos com os meios de produção, pela subida dos preços dos produtos agrícolas e pela suspensão das transações comerciais com a Rússia e a Ucrânia. No milho, cereal fundamental na produção pecuária, prevê-se um aumento de 5% na área semeada, o que terá um impacto reduzido na satisfação das necessidades de abastecimento (em média, a produção nacional representa 25% do consumo interno). O abastecimento externo de milho a Portugal era assegurado em 41% pelas importações da Ucrânia (média 2012-2021), país que era o principal fornecedor nacional, obrigando à procura de alternativas no mercado mundial. Nos dois primeiros meses de guerra, as importações de milho provenientes do Canadá, Brasil e Polónia aumentaram significativamente, atingindo 140 mil toneladas e compensando a suspensão das transações comerciais com a Ucrânia.

Apesar do agravamento da situação de seca meteorológica, com 98,5% do território em seca severa e extrema, apenas existem restrições de rega nos aproveitamentos hidroagrícolas beneficiados pelas albufeiras do Monte da Rocha e da Bravura. O volume de água armazenado nas principais albufeiras com aproveitamento hidroagrícola encontrava se a 67% da capacidade total, não tendo sido um fator limitante para a instalação das culturas anuais de regadio. A diminuição de 5% na área de arroz deveu-se exclusivamente às obras de manutenção dos canais de rega de Alcácer e Grândola. A área contratada de tomate para indústria aumentou 4%, ao qual não será alheio a perspetiva de subida do preço do tomate para a indústria aquando da celebração dos contratos. Na batata de regadio, o decréscimo de 10% na área é, em parte, explicado pela proibição de utilização de antiabrolhantes de síntese à base de clorprofame.

Nos cereais de outono-inverno prevê-se que o impacto da seca nas produtividades corresponda a um decréscimo entre 10% a 15% o que, aliado a uma área semeada historicamente baixa, agravará a dependência do abastecimento externo.

Nas fruteiras, em particular nas prunóideas, as condições meteorológicas não foram favoráveis, prevendo-se decréscimos de produtividade de 15% na cereja e de 10% no pêssego.

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Imagem sobre Em 2020, o VAB da silvicultura diminuiu 6,5% em volume e 8,5% em valor 21-06-2022

Em 2020, o VAB da silvicultura diminuiu 6,5% em volume e 8,5% em valor

Em 2020, o Valor Acrescentado Bruto (VAB) da silvicultura decresceu em volume e em valor (-6,5% e -8,5%, respetivamente), mantendo a tendência decrescente registada desde 2015. 

A produção diminuiu em termos nominais e reais (5,8% e 7,2%, respetivamente), em resultado do decréscimo generalizado em todos os produtos silvícolas, com exceção da madeira para energia.

O saldo da balança comercial dos produtos de origem florestal atingiu um máximo em 2021, tendo aumentado de 2,4 mil milhões de euros, em 2020, para 2,7 mil milhões de euros. Os produtos à base de cortiça continuam a apresentar o maior excedente comercial (997,2 milhões de euros), tendo alcançado o valor mais elevado dos últimos cinco anos (mais 101,9 milhões de euros do que em 2020). 

O peso relativo das exportações de materiais e produtos industriais de origem florestal no total de exportações aumentou de 8,6% em 2020 para 8,8% em 2021.

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Imagem sobre Preços na produção e no consumidor mantêm trajetória marcadamente ascendente 21-06-2022

Preços na produção e no consumidor mantêm trajetória marcadamente ascendente

Considerando a informação disponível para junho, o preço do petróleo (Brent) manteve o movimento ascendente, registando um valor médio de 119,3 euros nos primeiros dezasseis dias, o que representa um aumento de 11,3% face ao valor médio de maio.

O índice de preços na produção da indústria transformadora apresentou em maio uma taxa de variação homóloga de 22,9% (22,8% no mês anterior), registando o crescimento mais elevado da atual série. Excluindo a componente energética, este índice aumentou 16,3% em termos homólogos, apresentando também o crescimento mais elevado da atual série (15,7% em abril). Por sua vez, a variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 8,0% em maio, atingindo a taxa mais elevada desde fevereiro de 1993. O indicador de inflação subjacente (IPC total excluindo bens energéticos e alimentares não transformados) registou uma variação homóloga de 5,6% (5,0% em abril), a mais elevada desde outubro de 1994. 

Refletindo em grande medida a aceleração dos preços, os indicadores de curto prazo da atividade económica na perspetiva da produção, disponíveis até abril de 2022, continuaram a revelar crescimentos elevados em termos nominais, ainda que em desaceleração face ao mês anterior. Na indústria, o índice de volume de negócios aumentou 19,7% em abril (26,1% em março), crescimentos nominais indissociáveis do atual ciclo de aumento de preços na indústria (24,7% em abril). Note-se que abril teve 19 dias úteis, menos dois que em 2021 e menos três que em março de 2022, o que poderá ter influenciado os resultados obtidos.

Na vertente externa, o aumento mais expressivo dos preços implícitos das importações de bens comparativamente às exportações traduz perdas dos termos de troca, que se têm agravado nos últimos meses devido sobretudo aos preços dos bens energéticos, contribuindo para a deterioração do saldo externo de bens. 

De acordo com as estimativas provisórias mensais do Inquérito ao Emprego, a taxa de desemprego (16 a 74 anos), ajustada de sazonalidade, foi 5,8% em abril, idêntica aos valores definitivos registados no mês anterior e há três meses (6,9% em abril de 2021). A taxa de subutilização do trabalho (16 a 74 anos) situou-se em 11,2%, mantendo-se inalterada face a março (13,0% em abril de 2021). A população empregada (16 a 74 anos), também ajustada de sazonalidade, diminuiu 0,1% face ao mês anterior e aumentou 3,5% em termos homólogos (variação homóloga de 4,0% em março).

De acordo com a edição de maio de 2022 do Inquérito Rápido e Excecional às Empresas - COVID-19, 56% das empresas respondentes referiram que já tinham alcançado ou ultrapassado o nível de atividade pré-pandemia em maio de 2022. No Alojamento e restauração esta proporção era inferior (37%). Por outro lado, 54% das empresas perspetivam um aumento do volume de negócios em 2022 face ao ano anterior e apenas 14% preveem uma redução. No Alojamento e restauração, esta percentagem de empresas sobe para 75%.

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Imagem sobre Preços na Produção Industrial aumentaram 24,5% 17-06-2022

Preços na Produção Industrial aumentaram 24,5%

O Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) registou um aumento homólogo de 24,5% em maio (24,7% em abril). O resultado observado manteve-se fortemente influenciado pela evolução dos preços da Energia e dos Bens Intermédios, sem os quais o índice cresceu 10,3% (9,5% no mês precedente).

A variação mensal do índice agregado foi 1,4% (1,6% em maio de 2021).

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Imagem sobre Número de óbitos aumentou 19,7% comparativamente com maio de 2021 17-06-2022

Número de óbitos aumentou 19,7% comparativamente com maio de 2021

No mês de maio de 2022, o número de óbitos foi 10 323, valor superior ao registado em abril de 2022 (mais 161 óbitos; +1,6%) e ao observado em maio de 2021 (mais 1 697; +19,7%). De janeiro a maio de 2022 registaram-se 53 698 óbitos, menos 6 721 do que no período homólogo de 2021 (-9,1%).

Em maio de 2022, o número de óbitos devido a COVID-19 aumentou para 869 (mais 277, relativamente a abril de 2022), representando 8,4% do total de óbitos. Comparativamente com maio de 2021, registou-se um aumento de 820 óbitos devido a COVID-19.

Em abril de 2022, registaram-se 6 066 nados-vivos, representando uma redução de 3,8% relativamente ao mesmo mês de 2021. No entanto, o número total de nados-vivos registado nos primeiros quatro meses de 2022 (25 140) foi superior ao verificado no mesmo período de 2021 (24 694), representando mais 446 (1,8%) nados-vivos.

No mês de abril de 2022, o saldo natural foi -4 075, agravando-se relativamente ao do mês homólogo de 2021, quando registou o valor de -2 128. Nos primeiros quatro meses de 2022, o valor acumulado do saldo natural foi -18 145, apresentando um desagravamento acentuado relativamente ao valor observado no mesmo período de 2021 (-25 769).

Em abril de 2022, celebraram-se 2 175 casamentos, correspondendo a 1,6 vezes o número de casamentos realizados no mês de abril de 2021 (+793 casamentos). De janeiro a abril de 2022 foram celebrados 6 402 casamentos, mais 3 585 do que no período homólogo de 2021.

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Imagem sobre Taxa de juro subiu para 0,826%, capital em dívida e prestação mensal fixaram-se em 59 614 euros e 260 euros, respetivamente 15-06-2022

Taxa de juro subiu para 0,826%, capital em dívida e prestação mensal fixaram-se em 59 614 euros e 260 euros, respetivamente

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 0,826% em maio (0,805% no mês anterior). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 0,857% em abril para 0,970% em maio. No mês em análise, o capital médio em dívida aumentou 372 euros, fixando-se em 59 614 euros. A prestação média subiu 3 euros, para 260 euros.

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Imagem sobre Pela primeira vez atividade turística ultrapassou os níveis de 2019 15-06-2022

Pela primeira vez atividade turística ultrapassou os níveis de 2019

O setor do alojamento turístico registou 2,4 milhões de hóspedes e 6,0 milhões de dormidas em abril de 2022, correspondendo a aumentos de 424,6% e 548,4%, respetivamente (+462,6% e +540,6% em março, pela mesma ordem). Face a abril de 2019, registaram-se crescimentos de 1,6% e 1,1%, respetivamente. É a primeira vez, desde o início da pandemia, que se registam crescimentos face ao período homólogo anterior à pandemia.

Em abril, o mercado interno contribuiu com 1,9 milhões de dormidas e os mercados externos com 4,1 milhões, o maior valor desde o início a pandemia. Face a abril de 2019, o mercado interno cresceu 15,0% e os mercados externos diminuíram 4,4%. 

Os proveitos totais atingiram 389,2 milhões de euros e cresceram 726,2% e os proveitos de aposento corresponderam a 291,0 milhões de euros (+728,5%). Comparando com abril de 2019, registaram-se aumentos de 16,2% e 16,8%, respetivamente. 

O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 51,6 euros em abril e o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 92,2 euros. Em relação a abril de 2019, quer o RevPAR quer o ADR aumentaram 13,3%. 

No conjunto dos primeiros quatro meses de 2022, as dormidas aumentaram 449,2% (+181,0% nos residentes e +1 022,1% nos não residentes), mas continuam abaixo (-11,9%) dos níveis do mesmo período de 2019, como consequência da diminuição dos não residentes (-18,4%), tendo as dormidas de residentes aumentado 3,4%. Os proveitos acumulados de janeiro a abril de 2022 cresceram 607,4% no total e 591,2% nos relativos a aposento (-4,2% e -2,9%, face a igual período de 2019, respetivamente).

No conjunto dos primeiros quatro meses de 2022, considerando a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude), registaram-se 6,4 milhões de hóspedes e 16,1 milhões de dormidas, correspondendo a crescimentos de 376,8% e 395,4%, respetivamente.

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Imagem sobre Estimativas de População Residente, Portugal, NUTS I, II e III e Municípios. Exercício Ad hoc 2020 e 2021 15-06-2022

Estimativas de População Residente, Portugal, NUTS I, II e III e Municípios. Exercício Ad hoc 2020 e 2021

O INE divulga as primeiras Estimativas pós-censitárias de População Residente em Portugal relativas aos anos de 2020 e 2021, assentes nos resultados provisórios dos Censos 2021, de acordo com o anunciado no Destaque de 14 de junho de 2021, relativo às Estimativas de População Residente em Portugal 2020. 

Trata-se de um exercício ad hoc de estimativas de população residente, as quais serão revistas após a disponibilização dos resultados definitivos dos Censos 2021.

A população residente em Portugal, em 31 de dezembro de 2021, foi estimada em 10 352 042 pessoas, menos 19 578 pessoas do que em 2020.

O decréscimo populacional em 2021 resultou de um saldo migratório de 25 642 pessoas, que não compensou o saldo natural negativo, agravado em 2021 para -45 220 (-38 828 em 2020). Estes resultados traduziram-se em taxas de crescimento efetivo, migratório e natural de -0,19%, +0,25% e -0,44%, respetivamente.

Em 2021, o índice de envelhecimento, que compara a população com 65 e mais anos (população idosa) com a população dos 0 aos 14 anos (população jovem), atingiu o valor de 184,9 idosos por cada 100 jovens (180,6 em 2020).

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Imagem sobre Movimento de passageiros perto dos níveis de 2019 15-06-2022

Movimento de passageiros perto dos níveis de 2019

Em abril de 2022, nos aeroportos nacionais movimentaram-se 4,9 milhões de passageiros e 18,3 mil toneladas de carga e correio, correspondendo a variações homólogas de +569,2% e +30,9%, respetivamente, (+725,1% e +27,0% em março, pela mesma ordem). Comparando com abril de 2019, o movimento de passageiros diminuiu 6,5% e o movimento de carga e correio aumentou 7,1% (-16,1% e +8,7% no mês anterior, respetivamente).

Em abril de 2022, registou-se o desembarque médio diário de 83,8 mil passageiros nos aeroportos nacionais (59,4 mil no mês anterior), aproximando-se do observado em abril de 2019 (89,6 mil).

Nos primeiros quatro meses de 2022, o número de passageiros aumentou 500,3% (-19,4% face a igual período de 2019), continuando a tendência de aproximação aos níveis registados no período pré-pandémico. 

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC aumenta para 8,0% 14-06-2022

Taxa de variação homóloga do IPC aumenta para 8,0%

A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 8,0% em maio de 2022, taxa superior em 0,8 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior e a mais elevada desde fevereiro de 1993. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) também acelerou, registando uma variação de 5,6% (5,0% em abril). A variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 27,3% (26,7% no mês precedente), valor mais elevado desde fevereiro de 1985, enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados apresentou uma variação de 11,6% (9,4% em abril).

A variação mensal do IPC foi 1,0% (2,2% no mês precedente e 0,2% em maio de 2021). A variação média dos últimos doze meses foi 3,4% (2,8% em abril). 

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português apresentou uma variação homóloga de 8,1%, novo valor mais elevado registado desde o início da série do IHPC, em 1996. Esta taxa é superior em 0,7 p.p. à do mês anterior e idêntica ao valor estimado pelo Eurostat para a área do Euro (em abril, esta diferença foi também nula). Excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, o IHPC em Portugal atingiu uma variação homóloga de 5,8% em maio (5,3% em abril), superior à taxa correspondente para a área do Euro (estimada em 4,4%), mantendo o perfil marcadamente ascendente verificado nos últimos meses.

O IHPC registou uma variação mensal de 1,0% (2,4% no mês anterior e 0,3% em maio de 2021) e uma variação média dos últimos doze meses de 3,3% (2,6% no mês precedente).

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Imagem sobre Produção na Construção cresceu 3,7% 14-06-2022

Produção na Construção cresceu 3,7%

O Índice de Produção na Construção  aumentou 3,7% em abril, em termos homólogos, taxa 0,7 pontos percentuais (p.p.) inferior à registada em março. O emprego e as remunerações apresentaram crescimentos de 2,5% e de 8,8% (2,3% e 8,7%, em março), respetivamente.

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Imagem sobre Volume de Negócios nos Serviços cresceu 23,6% 09-06-2022

Volume de Negócios nos Serviços cresceu 23,6%

O índice de volume de negócios nos serviços registou uma variação homóloga nominal de 23,6% em abril, desacelerando 9,1 pontos percentuais (p.p.) face a março. É de destacar a secção do Alojamento, restauração e similares que, apesar de desacelerar, apresentou uma taxa de crescimento de 122,0% em termos homólogos. 

Os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas ajustado de efeitos de calendário, apresentaram variações homólogas de 7,9%, 12,5% e 13,4%, respetivamente (7,6%, 9,5% e 18,4% em março, pela mesma ordem).

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Imagem sobre Licenciamento de edifícios com pequeno crescimento homólogo, mas a um nível significativamente superior ao observado antes da pandemia 09-06-2022

Licenciamento de edifícios com pequeno crescimento homólogo, mas a um nível significativamente superior ao observado antes da pandemia

No 1º trimestre de 2022 foram licenciados 6,8 mil edifícios, +0,6% que no mesmo trimestre do ano anterior (-3,3% no 4º trimestre de 2021) e +7,1% que no 1º trimestre de 2019. Os edifícios licenciados em construções novas cresceram 4,1% (+1,2% no 4º trimestre de 2021), correspondendo a um nível 16,5% superior ao observado no 1º trimestre de 2019. O licenciamento para reabilitação diminuiu 9,1% (-11,4% no 4º trimestre de 2021), correspondendo a um decréscimo de 14,1% relativamente ao 1º trimestre de 2019. Estima-se que tenham sido concluídos 3,8 mil edifícios no 1º trimestre de 2022, mais 1,8% que no mesmo período de 2021 (+2,0% no 4º trimestre de 2021) e mais 15,2% que no 1º trimestre de 2019.

Comparativamente com o trimestre anterior, o número de edifícios licenciados cresceu 20,6% (-8,9% no 4º trimestre de 2021) e o número de edifícios concluídos reduziu-se em 3,1% (+1,3% no 4º trimestre de 2021).

Numa análise mensal, salienta-se o decréscimo de 6,5% no licenciamento de edifícios em março de 2022, face ao mês homólogo de 2021. Comparando com março de 2019, o número de edifícios licenciados cresceu 19,8%.

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Imagem sobre Exportações e importações aumentaram 17,3% e 29,2%, em termos nominais 09-06-2022

Exportações e importações aumentaram 17,3% e 29,2%, em termos nominais

Em abril de 2022, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de +17,3% e +29,2%, respetivamente (+13,7% e +30,8%, pela mesma ordem, em março de 2022). São de salientar os acréscimos nas exportações e importações de Fornecimentos industriais (+26,7% e +29,7%, respetivamente) e de Combustíveis e lubrificantes (+95,5% e +128,4%, pela mesma ordem).

Excluindo Combustíveis e lubrificantes, as exportações e as importações aumentaram 13,1% e 18,5%, respetivamente (+12,3% e +21,0%, pela mesma ordem, em março de 2022)

O défice da balança comercial de bens agravou-se em 1 039 milhões de euros face ao mesmo mês de 2021, atingindo 2 445 milhões de euros. Excluindo Combustíveis e lubrificantes, o défice foi 1 493 milhões de euros, aumentando 465 milhões de euros relativamente a abril de 2021.

No trimestre terminado em abril de 2022, as exportações e as importações cresceram 16,9% e 33,9%, respetivamente, em relação ao mesmo período de 2021 (+18,2% e +37,0%, pela mesma ordem, no 1º trimestre de 2022). Comparando com o trimestre terminado em abril de 2020, as exportações e as importações aumentaram 53,4% e 56,1%, respetivamente (+25,4% e +31,4%, pela mesma ordem, face ao trimestre terminado em abril de 2019).

No 1º trimestre de 2022, os índices de valor unitário das exportações e das importações continuaram a registar fortes variações positivas, de 16,0% e 20,3%, respetivamente, mantendo-se a perda de termos de troca (no 4º trimestre de 2021, os aumentos destes índices tinham atingido 12,5% e 16,8%, respetivamente). Excluindo os produtos petrolíferos, os índices de valor unitário registaram variações homólogas de +13,0% e +14,4%, pela mesma ordem (+10,9% e +11,2%, no 4º trimestre de 2021).

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Imagem sobre O impacto da atual conjuntura internacional na atividade das empresas em Portugal - Edição de maio 2022 08-06-2022

O impacto da atual conjuntura internacional na atividade das empresas em Portugal - Edição de maio 2022

Em maio de 2022, 56% das empresas  referem que já tinham alcançado ou ultrapassado o nível de atividade pré-pandemia. No Alojamento e restauração esta proporção é inferior (37%).

54% das empresas perspetivam um aumento do volume de negócios em 2022 face ao ano anterior e apenas 14% preveem uma redução. No Alojamento e restauração, a percentagem de empresas que perspetivam um aumento do volume de negócios é mais significativa (75%).

Para 83% das empresas, a atual conjuntura internacional  tem um impacto negativo ou muito negativo na evolução do volume de negócios em 2022, realçando-se a Indústria e energia, com uma proporção de 90%. Quase 60% das empresas consideram que o aumento dos custos energéticos e de outras matérias-primas/ bens intermédios são fatores muito relevantes com potencial impacto negativo na sua atividade.

67% das empresas preveem aumentar os preços de venda em 2022, sendo que 48% antecipam aumentos de pelo menos 5%. Das empresas que esperam subir os preços em 2022, 60% assinalam o aumento dos custos com matérias-primas/bens intermédios (não energéticos) como principal motivo. 

As empresas apontam para um crescimento anual dos salários médios de 4,2% em 2021 e  perspetivam um aumento de 5,2% para 2022. Entre os motivos assinalados como muito relevantes para o aumento salarial em 2022 estão o aumento do salário mínimo e a necessidade de reter os trabalhadores (28% e 27%, respetivamente).

27% das empresas (correspondendo a 47% do emprego total) estimam um aumento do número de pessoas ao serviço em 2022 face a 2021. Quanto ao recurso ao teletrabalho, 24% das empresas referem ter, em maio de 2022, uma proporção superior de pessoas ao serviço nesta situação face ao período pré-pandemia.

A flexibilização dos pagamentos fiscais e diferimento das contribuições para a segurança social é a medida de apoio público referida por uma maior proporção de empresas como relevante ou muito relevante (37%). Na ausência de medidas de política adicionais, 82% das empresas afirmam conseguir permanecer em atividade sem restrições em 2022.

A evolução da inflação e da guerra na Ucrânia são os fatores mais referidos pelas empresas com impacto negativo ou muito negativo na sua atividade em 2022 (82% e 75% das empresas). Em contraste, 52% das empresas espera um impacto positivo ou muito positivo da evolução da procura dirigida à empresa.

Consulte a infografia

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Imagem sobre Volume de Negócios na Indústria desacelerou para 19,7% 08-06-2022

Volume de Negócios na Indústria desacelerou para 19,7%

O Índice de Volume de Negócios na Indústria registou uma variação homóloga nominal de 19,7% em abril (26,1% no mês anterior), crescimentos indissociáveis do atual ciclo de aumento de preços na indústria (24,6% em abril). Excluindo o agrupamento de Energia, as vendas na indústria cresceram 11,9% (17,1% em março). Os índices relativos ao mercado nacional e ao mercado externo apresentaram aumentos de 19,8% e 19,5% (26,3% e 25,7% no mês anterior, pela mesma ordem). Note-se que o mês de abril teve 19 dias úteis, menos dois que em 2021 e menos três que março de 2022, o que poderá influenciar os resultados obtidos.

As variações homólogas do emprego e das remunerações situaram-se em 3,1% e 6,8%, respetivamente, taxas idênticas às observadas no mês precedente. As horas trabalhadas passaram de um aumento de 2,1% em março para uma quebra de 0,2% em abril.

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Imagem sobre Custos de construção aumentam 14,3% em termos homólogos 07-06-2022

Custos de construção aumentam 14,3% em termos homólogos

Em abril de 2022, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 14,3% em termos homólogos, mais 2,7 pontos percentuais (p.p.) que o observado no mês anterior, consequência da aceleração da variação dos preços na componente de materiais, tendo abrandado na mão-de-obra. O preço dos materiais e o custo da mão de obra apresentaram, respetivamente, variações homólogas de 20,5% e de 5,8%.

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Imagem sobre Em 2020 registou-se a maior disparidade inter-regional na competitividade e a menor disparidade na coesão, desde 2011 07-06-2022

Em 2020 registou-se a maior disparidade inter-regional na competitividade e a menor disparidade na coesão, desde 2011

Em 2020, primeiro ano da pandemia COVID-19, verificou-se, face ao ano anterior, uma diminuição da disparidade territorial dos resultados dos índices de qualidade ambiental e de coesão – atingindo-se o valor mais baixo de toda a série nesta última dimensão – e um aumento da disparidade no índice de competitividade – o valor mais elevado desde 2011.

Em 2020, de acordo com o índice sintético de desenvolvimento regional, cinco das 25 sub-regiões NUTS III superavam a média nacional em termos de desenvolvimento regional global – as áreas metropolitanas de Lisboa (105,96) e do Porto (103,06), a Região de Aveiro (101,76), o Cávado (101,23) e a Região de Coimbra (100,50).

No índice de competitividade apenas três sub-regiões superavam a média nacional: a Área Metropolitana de Lisboa (113,45), com posição destacada, a Região de Aveiro (107,09) e a Área Metropolitana do Porto (105,56). A competitividade apresentava a maior disparidade regional entre as três dimensões de desenvolvimento regional.

No índice de coesão, sete NUTS III, maioritariamente do Litoral do Continente, superavam a média nacional. Nesta dimensão destacavam-se a Região de Coimbra (106,86), o Cávado (106,56) e a Área Metropolitana de Lisboa (105,51) com os índices mais elevados. 

Com valores mais elevados do índice de qualidade ambiental salientavam-se sub-regiões do Interior e as regiões autónomas. A média nacional era superada por 17 NUTS III, verificando-se uma disparidade regional menor que a observada para as restantes dimensões. A Região Autónoma da Madeira (110,98) era a sub-região com maior índice de qualidade ambiental.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Junho de 2022 24-06-2022

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Junho de 2022

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Maio de 2022 21-06-2022

Boletim Mensal de Estatística - Maio de 2022

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

Disponível, também, a edição interativa

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Imagem sobre Objetivos de Desenvolvimento Sustentável | Agenda 2030 - 2015 - 2021 03-06-2022

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável | Agenda 2030 - 2015 - 2021

O INE apresenta os indicadores disponíveis para Portugal, decorrentes do quadro global de indicadores adotado pelas Nações Unidas para acompanhar os progressos realizados no âmbito dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030.

É apresentado um exercício ilustrativo simplificado do sinal de todos os indicadores disponíveis no período de referência, abrangendo os 17 ODS. São analisados com maior detalhe nesta publicação 41 indicadores e, sempre que disponível e relevante, incluindo dados com desagregação geográfica a nível II e III da NUTS e a nível de município. São também divulgadas notas de enquadramento sobre a Agenda 2030 e sobre o ponto de situação do seu acompanhamento e implementação em Portugal.

 Os indicadores apresentados são maioritariamente produzidos ou divulgados no contexto do Sistema Estatístico Nacional, permitindo uma leitura estatística do desempenho nacional em relação aos ODS, desde 2015 até ao ano mais recente disponível, também disponíveis em formato .xlsx. e em articulação com o Dossiê temático.

[Página 140 a 143 - No objetivo 14 (Proteger a vida marinha) a 20/06/2022 foi acrescentado um novo indicador (14.4.1)]

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Imagem sobre Estatísticas da Pesca - 2021 31-05-2022

Estatísticas da Pesca - 2021

A publicação Estatísticas da Pesca - 2021 apresenta-se organizada em 9 capítulos, com textos de análise e respetivos quadros estatísticos.

Esta edição associa-se, uma vez mais, às comemorações do Dia do Pescador (31 de maio), disponibilizando um conjunto de informação relativa às pescas em Portugal, bem como a alguns sectores da economia nacional relacionados.

Os dados estatísticos divulgados incidem sobre assuntos tão diversificados como descargas e capturas por portos, espécies e NUTS II, mercado dos produtos da pesca e estruturas organizativas, frota de pesca, número de pescadores matriculados, informações relativas à indústria transformadora da pesca e aquicultura, comércio internacional do sector da pesca e atividades correlacionadas e dados relativos aos stocks e níveis de exploração.

Está disponível, também, uma síntese da informação sobre as Estatísticas da Pesca - 2021 em vídeo.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Maio de 2022 20-05-2022

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Maio de 2022

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Abril de 2022 16-05-2022

Boletim Mensal de Estatística - Abril de 2022

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

Disponível, também, a edição interativa

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Imagem sobre REVSTAT - Statistical Journal - Abril de 2022 03-05-2022

REVSTAT - Statistical Journal - Abril de 2022

Publicação de artigos de relevante conteúdo científico, abrangendo todos os ramos da Probabilidade e da Estatística, e que oferece um contributo efetivo para o esclarecimento e a divulgação de métodos estatísticos inovadores fundamentados em problemas reais.

Todos os artigos estão disponíveis em REVSTAT-Statistical Journal

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Abril de 2022 22-04-2022

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Abril de 2022

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Março de 2022 18-04-2022

Boletim Mensal de Estatística - Março de 2022

Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

Disponível, também, a edição interativa

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Imagem sobre Estatísticas da Saúde - 2020 06-04-2022

Estatísticas da Saúde - 2020

A presente publicação apresenta os dados estatísticos sobre saúde relativos a Portugal e principalmente ao ano de 2020, abrangendo seis subtemas, em geral com desagregação geográfica ao nível III da NUTS: estado de saúde, hospitais, farmácias e medicamentos, pessoal de saúde inscrito, partos e Conta Satélite da Saúde. 

Inclui ainda uma breve descrição das operações estatísticas que estão na origem dos dados publicados, bem como dos conceitos e classificações utilizados.

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