CALENDÁRIO +Info...

Segunda-Feira, 1 de Junho de 2020

Quinta-Feira, 4 de Junho de 2020

  • IPMC 2020 - Mai: Últ. dia
  • IPPI 2020 - Mai: Últ. dia

Segunda-Feira, 8 de Junho de 2020

  • ITRM 2020 - 22ª Semana: Últ. dia

Quinta-Feira, 11 de Junho de 2020

Segunda-Feira, 15 de Junho de 2020

Quinta-Feira, 18 de Junho de 2020

Sexta-Feira, 19 de Junho de 2020

  • ICC 2020 - Jun: Últ. dia
  • ICCOP 2020 - Jun: Últ. dia
  • ICIT 2020 - Jun: Últ. dia
  • ICS 2020 - Jun: Últ. dia
  • IECOM 2019: Últ. dia
  • IFAC 2019: Últ. dia

Sábado, 20 de Junho de 2020

  • IMAMI 2020 - Mai: Últ. dia
  • IMAOC 2020 - Mai: Últ. dia
  • IMGA 2020 - Mai: Últ. dia
  • IMPI 2020 - Mai: Últ. dia
  • IVNE 2020 - Mai: Últ. dia

Domingo, 21 de Junho de 2020

  • ITRM 2020 - 27ª Semana: Início
  • ITRM 2020 - 35ª Semana: Início
  • ITRM 2020 - 32ª Semana: Início
  • ITRM 2020 - 30ª Semana: Início
  • ITRM 2020 - 36ª Semana: Início
  • ITRM 2020 - 34ª Semana: Início
  • ITRM 2020 - 28ª Semana: Início
  • ITRM 2020 - 39ª Semana: Início
  • ITRM 2020 - 29ª Semana: Início
  • ITRM 2020 - 33ª Semana: Início
  • ITRM 2020 - 37ª Semana: Início
  • ITRM 2020 - 31ª Semana: Início
  • ITRM 2020 - 38ª Semana: Início

Segunda-Feira, 22 de Junho de 2020

Quinta-Feira, 25 de Junho de 2020

  • IMAAC 2020 - Mai: Últ. dia
  • IMVC 2020 - Mai: Últ. dia

Segunda-Feira, 29 de Junho de 2020

  • ITRM 2020 - 25ª Semana: Últ. dia

INFORMAÇÕES

16-03-2020

Atendimento WebInq - Devido ao COVID-19 estão previstas algumas limitações no serviço de atendimento do WebInq. Sugere-se que privilegie o contacto através do  email: webinq@ine.pt. Agradecemos a vossa compreensão, em particular nestas circunstâncias atípicas e bastante incertas.

13-03-2020

Atenção - Dadas as circunstâncias atuais do COVID-19, o INE decidiu suspender as entrevistas presenciais devido ao risco para os inquiridos e entrevistadores. Manterá a inquirição por via telefónica ou via internet, para os quais apela à boa colaboração dos inquiridos.
 

EM DESTAQUE

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INE - Informar, Saber, Decidir
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Imagem sobre Especial INE COVID-19 21-04-2020

Especial INE COVID-19

Estatísticas oficiais para acompanhamento do impacto social e económico da Pandemia COVID-19

SABER +
Imagem sobre Índice de Produção Industrial diminuiu 25,9% em termos homólogos 01-06-2020

Índice de Produção Industrial diminuiu 25,9% em termos homólogos

O índice de produção industrial apresentou uma variação homóloga de -25,9%, em abril (-6,8% em março). A taxa de variação da secção das Indústrias Transformadoras situou-se em -29,0% (-10,2% no mês anterior).

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia Covid19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Interrupção quase total da atividade turística em abril de 2020 29-05-2020

Interrupção quase total da atividade turística em abril de 2020

De acordo com a estimativa rápida, em abril de 2020 o setor do alojamento turístico deverá ter registado 68,0 mil hóspedes e 193,8 mil dormidas, o que corresponde a variações de -97,1% e -96,7%, respetivamente (-62,3% e -58,7% em março, pela mesma ordem). As dormidas de residentes terão diminuído 92,7% (-57,6% em março) e as de não residentes terão decrescido 98,3% (-59,2% no mês anterior).
Em abril, no contexto do estado de emergência, cerca de 80,6% dos estabelecimentos de alojamento turístico terão estado encerrados ou não registaram movimento de hóspedes.
De acordo com os resultados de um questionário específico adicional que, durante os meses de abril e maio, o INE promoveu e que obteve respostas de cerca de 5 000 estabelecimentos, sobre as perspetivas para a atividade turística nos próximos meses até agosto, 78,4% dos estabelecimentos de alojamento turístico respondentes (representando 90,4% da capacidade de oferta) assinalaram que a pandemia COVID-19 motivou o cancelamento de reservas agendadas para os meses de março a agosto de 2020. Esta percentagem varia inversamente com a extensão do horizonte temporal: 74,4% reportaram cancelamentos para junho, 63,6% para julho e 57,5% para agosto.

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Imagem sobre Vendas no Comércio a Retalho diminuíram 21,6% 29-05-2020

Vendas no Comércio a Retalho diminuíram 21,6%

O Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho registou uma variação homóloga negativa de 21,6% em abril, (redução de 5,6% no mês anterior).
Os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas apresentaram taxas de variação homóloga de -1,9%, -7,4% e -28,3%, respetivamente (1,8% e 2,9% e -1,2% em março, pela mesma ordem).

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia Covid19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Produto Interno Bruto em volume registou uma variação de -2,3% em termos homólogos e de -3,8% em cadeia 29-05-2020

Produto Interno Bruto em volume registou uma variação de -2,3% em termos homólogos e de -3,8% em cadeia

No 1º trimestre de 2020, o Produto Interno Bruto (PIB) registou uma taxa de variação homóloga de -2,3%, em volume, após o aumento de 2,2% no trimestre anterior. A contração da atividade económica refletiu o impacto da pandemia COVID-19 que se fez sentir de forma significativa no último mês do trimestre. O contributo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB passou de positivo no 4º trimestre a negativo (de 1,1 pontos percentuais (p.p.) para -1,3 p.p.), observando-se uma diminuição mais intensa das Exportações de Bens e Serviços (-4,9%) que a observada nas Importações de Bens e Serviços (-2,0%). A procura interna apresentou um contributo negativo (-1,1 p.p.), pela primeira vez desde o 3º trimestre de 2013, em resultado da diminuição do consumo privado e do Investimento.
Comparativamente com o 4º trimestre de 2019, o PIB diminuiu 3,8% em termos reais (variação em cadeia de +0,7% no trimestre anterior), verificando-se um contributo negativo da procura externa líquida (-1,8 p.p.) para a variação em cadeia do PIB, após ter sido positivo (1,5 p.p.) no trimestre anterior. A procura interna registou um contributo mais negativo que no trimestre anterior, passando de -0,7 p.p. para -2,0 p.p. no 1º trimestre.

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia Covid19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Negociação de quotas pesqueiras com Espanha permitiram a Portugal duplicar as possibilidades de pesca do espadarte 29-05-2020

Negociação de quotas pesqueiras com Espanha permitiram a Portugal duplicar as possibilidades de pesca do espadarte

O espadarte é uma espécie migratória capturada pela frota pesqueira nacional, cujas capturas quase duplicaram ao longo da última década, atingindo 3 362 toneladas em 2019. A receita proveniente da venda em lota, das capturas descarregadas em portos nacionais, seguiu a mesma tendência e mais que duplicou, passando de 2,2 milhões de euros em 2009 para 5,4 milhões de euros em 2019. No entanto, o espadarte capturado destina-se maioritariamente ao mercado externo, com a maior parte das capturas a serem descarregadas em portos não nacionais (desde 2014 que, em média, só 1/5 das capturas é descarregada em portos nacionais). O saldo da balança comercial do espadarte é positivo, tendo crescido ao longo da última década a um ritmo médio anual de 8,2%, atingindo 32 milhões de euros em 2019.
O aumento de capturas pela frota portuguesa está associado às negociações de troca de quotas com Espanha. A transferência de quota de Espanha, que em 2009 representava 4,2% (correspondente a 78 toneladas) da quota atribuída a Portugal, atingiu em 2019 um recorde (1 360 toneladas), o que permitiu duplicar as possibilidades de pesca da frota nacional.

Consulte a Publicação e a Infografia

 

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC estimada em -0,7% 29-05-2020

Taxa de variação homóloga do IPC estimada em -0,7%

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá sido -0,7% em maio de 2020, taxa inferior em 0,5 pontos percentuais (p.p.) à registada em abril. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de -0,4%, taxa inferior em 0,2 p.p. à registada no mês anterior. A taxa de variação homóloga do índice relativo aos produtos energéticos terá sido -11,2%, traduzindo uma variação ainda mais negativa que em abril (taxa de -9,4%).
Relativamente ao mês anterior o IPC terá diminuído 0,4% (em abril, a variação mensal foi 0,3% e em maio de 2019 foi 0,1%).
Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 0,1%, valor inferior em 0,1 p.p. ao registado no mês precedente.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de -0,6% (valor inferior em 0,5 p.p. ao registado em abril).
Os dados definitivos referentes ao IPC do mês de maio serão publicados no próximo dia 12 de junho.

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Avaliação bancária subiu um euro, para 1 111 euros por metro quadrado 28-05-2020

Avaliação bancária subiu um euro, para 1 111 euros por metro quadrado

O valor mediano de avaliação bancária foi 1 111 euros em abril, mais 1 euro que o observado no mês precedente. Este valor representa uma subida de 0,1% relativamente a março e um aumento de 9,5% face ao mesmo mês do ano anterior. Refira-se que, não obstante as circunstâncias excecionais, o número de avaliações bancárias reportado ascendeu a cerca de 22 mil, ligeiramente inferior (-2%) ao reportado no mesmo mês do ano anterior.

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia Covid19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Esperança de vida atingiu 80,93 anos à nascença e 19,61 anos aos 65 anos 28-05-2020

Esperança de vida atingiu 80,93 anos à nascença e 19,61 anos aos 65 anos

A esperança de vida à nascença foi estimada em 80,93 anos, sendo 77,95 anos para os homens e 83,51 anos para as mulheres no período 2017-2019. Estes valores representam, relativamente a 2016-2018, um aumento de cerca de 2 meses para os homens e de 1 mês para as mulheres.
No espaço de uma década verificou-se um aumento de 1,99 anos de vida para o total da população, 2,11 anos para os homens e 1,64 anos para as mulheres. Enquanto nas mulheres esse aumento resultou sobretudo da redução na mortalidade em idades iguais ou superiores a 60 anos, nos homens esse acréscimo foi maioritariamente proveniente da redução da mortalidade em idades inferiores a 60 anos.
A esperança de vida aos 65 anos atingiu 19,61 anos para o total da população. Aos 65 anos os homens podem esperar viver mais 17,70 anos e as mulheres mais 21,00 anos, o que representa ganhos de 1,22 anos e de 1,26 anos, respetivamente, nos últimos dez anos.

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Imagem sobre Indicadores de confiança dos Consumidores e de clima económico recuperam parcialmente em maio após fortes reduções em abril 28-05-2020

Indicadores de confiança dos Consumidores e de clima económico recuperam parcialmente em maio após fortes reduções em abril

Em maio, o indicador de confiança dos Consumidores recuperou parcialmente, registando o maior aumento da série, após ter apresentado em abril a maior redução face ao mês anterior e o valor mínimo desde maio de 2013.
O indicador de clima económico apresentou um ligeiro aumento em maio após ter atingindo o valor mínimo da série no mês anterior. Os indicadores de confiança aumentaram de forma moderada na Construção e Obras Públicas e no Comércio e diminuíram novamente na Indústria Transformadora e nos Serviços, prolongando as quedas abruptas registadas em abril e atingindo novos mínimos. Nos Serviços, destacaram-se as secções de “Alojamento, restauração e similares” e de “Atividades artísticas, de espetáculo, desportivas e recreativas” que apresentaram os valores mais baixos dos respetivos indicadores de confiança.


Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. Na verdade a qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia Covid19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Preços dos imóveis comerciais aumentaram 1,9% 27-05-2020

Preços dos imóveis comerciais aumentaram 1,9%

Em 2019, o Índice de Preços das Propriedades Comerciais (IPPCom) registou uma variação média anual de 1,9%, menos 3,0 pontos percentuais (p.p.) que em 2018.
À semelhança do que sucedeu nos últimos três anos, em 2019, os preços das propriedades comerciais cresceram a um ritmo inferior ao observado no mercado das propriedades residenciais (9,6%).

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Imagem sobre Acompanhamento do impacto social e económico da pandemia - 8.º reporte semanal 25-05-2020

Acompanhamento do impacto social e económico da pandemia - 8.º reporte semanal

O INE disponibiliza de forma sintética o 8.º reporte semanal de alguns dos resultados estatísticos mais relevantes divulgados nos últimos dias para acompanhamento do impacto social e económico da pandemia COVID-19.
O presente reporte versa sobre o Índice de Preços na Produção Industrial (abril) publicado a 19 de maio e apresenta uma análise sintética dos resultados da primeira quinzena do “Inquérito Rápido e Excecional às Empresas - COVID-19”, realizado em colaboração com o Banco de Portugal, divulgado na mesma data.
Apresenta informação sobre as Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação (abril) e sobre a Síntese Económica de Conjuntura (abril), ambas publicadas a 20 de maio.
Divulga alguns Indicadores de contexto para análise de impacto da Pandemia, sobre os dados da DGS relativos a infetados e óbitos, integrando território e demografia, tomando como unidade de referência o município e os dados disponíveis a 20 de maio (mais 2 semanas que no destaque anterior sobre o mesmo tema), em Destaque publicado em 22 de maio. Enquadrados no domínio do STATSLAB do INE (estatísticas em desenvolvimento), este destaque apresenta ainda dados sobre mobilidade da população ao nível regional proporcionados pela iniciativa “Data for Good” do Facebook.
Para maior detalhe consulte os links, para informação relacionada, disponíveis ao longo do destaque.

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Imagem sobre COVID-19: uma leitura territorial do contexto demográfico e do impacto socioeconómico - Dados até 20 de maio 22-05-2020

COVID-19: uma leitura territorial do contexto demográfico e do impacto socioeconómico - Dados até 20 de maio

Apesar da progressiva disseminação da pandemia pelo território nacional, o seu impacto continua a ser caracterizado por uma elevada heterogeneidade regional particularmente quando se tem em conta, além dos números absolutos de casos e óbitos, indicadores relativos em função da dimensão e densidade demográfica por km2 das unidades territoriais consideradas na análise. Tomando como unidade de referência o município, os dados de casos confirmados de COVID-19 referentes a 20 de maio (mais 2 semanas que no destaque anterior sobre o mesmo tema), verifica-se que:
• Em Portugal, por cada 10 mil habitantes existiam 29,1 casos confirmados de COVID-19. O número de casos confirmados com a doença COVID-19 por 10 mil habitantes foi acima do valor nacional em 53 municípios e deste conjunto, 36 pertenciam à região Norte.
• A leitura da relação entre o número de casos confirmados por 10 mil habitantes e a densidade populacional destaca um conjunto de 36 municípios com valores acima da média nacional em ambos os indicadores.
• A pandemia afetou o mercado habitacional de forma também diferenciada no território. A Área Metropolitana de Lisboa e o Algarve, regiões com maior dinamismo no mercado de aquisição de habitação, registaram uma diminuição no número de vendas de alojamentos familiares em março 2020, face ao período homólogo.
Enquadrados no domínio do Statslab do INE, este destaque apresenta ainda dados sobre mobilidade da população ao nível regional proporcionados pela iniciativa “Data for Good” do Facebook.

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Imagem sobre 3ª edição da publicação sobre Indicadores dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em Portugal 22-05-2020

3ª edição da publicação sobre Indicadores dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) em Portugal

O Instituto Nacional de Estatística disponibiliza hoje a terceira edição da publicação nacional de acompanhamento estatístico da Agenda 2030 da ONU, intitulada “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: Indicadores para Portugal | Agenda 2030”. A partir da monitorização dos indicadores disponíveis é possível ter uma noção sobre o desempenho do país em relação aos ODS, verificando-se progressos em alguns deles, nomeadamente nos domínios da redução da pobreza, do acesso à saúde e das energias renováveis.

A informação deste destaque não reflete ainda a situação atual determinada pela pandemia Covid19. É de esperar que as tendências aqui analisadas se alterem substancialmente. De qualquer modo, a informação hoje disponibilizada é útil para estabelecer uma referência para avaliar desenvolvimentos futuros. Apesar das circunstâncias, tentaremos manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia Covid19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

Consulte a Publicação

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Imagem sobre No 1.º trimestre de 2020, o Índice de Custo do Trabalho aumentou 6,5% em relação ao mesmo trimestre de 2019 21-05-2020

No 1.º trimestre de 2020, o Índice de Custo do Trabalho aumentou 6,5% em relação ao mesmo trimestre de 2019

O Índice de Custo do Trabalho (ICT) ajustado de dias úteis registou um acréscimo homólogo de 6,5% no 1.º trimestre de 2020. No trimestre anterior, esta variação tinha sido de 0,8%.
Aquela variação homóloga foi explicada pelo acréscimo de 3,1% no custo médio por trabalhador conjugado com o decréscimo de 3,2% no número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador. O acréscimo da primeira componente e o decréscimo da componente horas ocorreram em todas as atividades económicas analisadas. O decréscimo na componente horas contrasta com o acréscimo observado no trimestre anterior, justificando a aceleração do ICT no 1.º trimestre de 2020.
As duas principais componentes dos custos do trabalho – custos salariais e outros custos (por hora efetivamente trabalhada) – aumentaram 6,3% e 7,6%, respetivamente, em relação ao mesmo período do ano anterior.

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Imagem sobre Taxa de juro desceu para 0,947%, capital em dívida e prestação mensal fixaram-se em 53 886 euros e 237 euros, respetivamente 20-05-2020

Taxa de juro desceu para 0,947%, capital em dívida e prestação mensal fixaram-se em 53 886 euros e 237 euros, respetivamente

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 0,947% em março (0,998% no mês anterior). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro desceu de 1,118% em março para 0,891% em abril. No mês em análise, o capital médio em dívida aumentou 46 euros, fixando-se em 53 886 euros. A prestação média desceu 12 euros, para 237 euros, correspondendo à maior redução mensal observada desde junho de 2009.

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Imagem sobre Informação já disponível para abril revela uma forte contração da atividade económica 20-05-2020

Informação já disponível para abril revela uma forte contração da atividade económica

Na Área Euro (AE), o PIB em termos reais registou uma variação homóloga de -3,2% no 1º trimestre de 2020 (aumento de 1,0% no trimestre anterior), traduzindo a diminuição mais intensa verificada desde o 3º trimestre de 2009. Em Portugal, o PIB registou uma redução homóloga de 2,4% em volume no 1º trimestre, após o crescimento de 2,2% no trimestre anterior. O contributo da procura externa líquida para a variação homóloga do PIB foi negativo no 1º trimestre (-1,4 pontos percentuais), após ter sido positivo no trimestre anterior, em resultado da diminuição mais intensa das Exportações de Bens e Serviços que das Importações de Bens e Serviços. A procura interna registou um contributo negativo (-1,0 pontos percentuais), pela primeira vez desde o 3º trimestre de 2013, verificando-se uma diminuição do Consumo privado e do Investimento.
Não considerando médias móveis de três meses (ver secção seguinte), a informação já disponível revela uma forte contração da atividade económica em abril, agravando-se face ao observado em março. O indicador de confiança dos Consumidores atingiu o valor mínimo desde maio de 2013 e o indicador de clima económico apresentado a redução mais acentuada da série e atingindo o valor mínimo. Todos os indicadores de confiança setoriais diminuíram de forma abrupta face ao mês anterior, principalmente no caso dos Serviços, destacando-se as secções de “Atividades artísticas, de espetáculo, desportivas e recreativas” e de “Alojamento, restauração e similares”. A informação quantitativa já disponível para abril revela que o montante global de levantamentos nacionais, de pagamentos de serviços e de compras em terminais de pagamento automático na rede multibanco apresentou a diminuição mais intensa da série em abril (-38,6%), após ter caído 17,0% no mês anterior. As vendas de veículos automóveis diminuíram fortemente em abril, observando-se taxas de -87,0% nos automóveis ligeiros de passageiros, -69,9% nos comerciais ligeiros e -72,7% nos veículos pesados.
De acordo com o Inquérito Rápido e Excecional às Empresas (COVID-IREE), promovido pelo INE e Banco de Portugal, os resultados apurados partir das respostas válidas obtidas até ao final do dia 15 de maio indicaram que a proporção de empresas em funcionamento na primeira quinzena de maio aumentou para 90%, face a 84% na quinzena anterior, salientando-se o setor do Comércio, onde a percentagem aumentou de 84% para 92%. Face à situação que seria expectável sem pandemia, 77% das empresas continuaram a reportar um impacto negativo no volume de negócios.
No 1º trimestre de 2020, a taxa de desemprego fixou-se em 6,7%, valor idêntico ao do trimestre anterior e 0,1 pontos percentuais abaixo da verificada no período homólogo de 2019. A taxa de subutilização do trabalho situou-se em 12,9%, mais 0,4 p.p. que no trimestre precedente e menos 0,7 p.p. que no trimestre anterior. O emprego total apresentou uma diminuição homóloga de 0,3% (variação de 0,5% no 4º trimestre) e uma diminuição de 0,9% relativamente ao trimestre anterior. O número de horas efetivamente trabalhadas no 1º trimestre de 2020 diminuiu 5,2% face ao trimestre anterior e 5,3% em termos homólogos.
A variação homóloga mensal do Índice de Preços no Consumidor (IPC) fixou-se em -0,2% em abril (variação nula em março), observando-se uma taxa de variação de -1,2% na componente de bens (-0,5% no mês anterior) e de 1,2% na de serviços (0,9% no mês precedente).


Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. Na verdade a qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia Covid19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Preços na Produção Industrial diminuíram 5,5% 19-05-2020

Preços na Produção Industrial diminuíram 5,5%

O Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) registou uma taxa de variação homóloga de -5,5% em abril (-2,1% no mês anterior). Excluindo o agrupamento de Energia, esta taxa fixou-se em -1,0% (variação de -0,8% em março). A variação mensal do índice agregado foi -2,8% (0,6% em igual mês de 2019).

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. Na verdade a qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia Covid19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre COVID-19: acompanhamento do impacto da pandemia nas empresas 19-05-2020

COVID-19: acompanhamento do impacto da pandemia nas empresas

A proporção de empresas em funcionamento na 1ª quinzena de maio aumentou para 90%, face a 84% na quinzena anterior, salientando-se o setor do Comércio, onde a percentagem aumentou de 84% para 92%.
Face à situação que seria expectável sem pandemia, 77% das empresas continuaram a reportar um impacto negativo no volume de negócios. Quando se compara a 1ª quinzena de maio com a 2ª quinzena de abril, a larga maioria das empresas aponta para uma estabilização (41%) ou uma variação pequena (41%) do volume de negócios. A evolução das encomendas/clientes foi o principal fator referido pelas empresas com redução do volume de negócios neste período, enquanto a alteração das medidas de contenção foi o motivo mais citado pelas empresas que reportaram aumentos.
50% das empresas referiram reduções do pessoal ao serviço efetivamente a trabalhar na 1ª quinzena de maio (58% na quinzena anterior). Relativamente à 2ª quinzena de abril, a maioria das empresas não reportou alteração no número de pessoas ao serviço (70%), sendo que entre as restantes a percentagem que referiu um aumento foi ligeiramente superior à percentagem que registou uma diminuição. O Comércio foi onde se registou a maior percentagem de empresas com aumento no pessoal ao serviço (22%).
A retoma da atividade está condicionada pelos requisitos de higiene e segurança exigidos às empresas. Neste contexto, uma nova questão do inquérito aponta para que a indisponibilidade de material de proteção individual, as restrições no espaço físico e os custos elevados sejam os fatores que mais dificultam o cumprimento destes requisitos.

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Imagem sobre Acompanhamento do impacto social e económico da pandemia - 7.º reporte semanal 18-05-2020

Acompanhamento do impacto social e económico da pandemia - 7.º reporte semanal

O INE disponibiliza de forma sintética o 7.º reporte semanal de alguns dos resultados estatísticos mais relevantes divulgados nos últimos dias para acompanhamento do impacto social e económico da pandemia COVID-19.
O presente reporte versa sobre os Índices de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas nos Serviços (março) publicado a 12 de maio. Apresenta os resultados do Índice de Preços no Consumidor (abril) publicado a 13 de maio e a Estimativa Rápida das Contas Nacionais Trimestrais (1.º trimestre de 2020) e da Atividade turística em Portugal (março), ambos publicados a 15 de maio.
Para maior detalhe consulte os links, para informação relacionada, disponíveis ao longo do destaque.

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Imagem sobre Forte redução da atividade turística em março com o impacto da Pandemia COVID-19 15-05-2020

Forte redução da atividade turística em março com o impacto da Pandemia COVID-19

O setor do alojamento turístico registou 697,7 mil hóspedes e 1,9 milhões de dormidas em março de 2020, correspondendo a variações de -62,3% e -58,7%, respetivamente (+15,2% e +14,8% em fevereiro, pela mesma ordem). As dormidas de residentes recuaram 57,6% (+26,6% em fevereiro) e as de não residentes decresceram 59,2% (+9,5% no mês anterior).
Em março de 2020, a estada média (2,72 noites) aumentou 9,6% (+11,4% no caso dos residentes e +9,2% no de não residentes). A taxa líquida de ocupação (17,0%) recuou 21,8 p.p. (+1,8 p.p. em fevereiro).
Os proveitos totais registaram uma variação de -60,2% (+13,4% em fevereiro), situando-se em 98,9 milhões de euros. Os proveitos de aposento fixaram-se em 71,8 milhões de euros, diminuindo 59,7% (+15,5 % no mês anterior).
O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) decresceu 57,4% para 14,4 euros (+6,3% no mês anterior). O rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 66,1 euros, recuando 6,2% (+2,4% em fevereiro).
Em março, considerando a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude), registaram-se 746,1 mil hóspedes e 2,1 milhões de dormidas, correspondendo a evoluções de -61,8% e -57,1%, respetivamente (+15,6% e +15,2% em fevereiro, pela mesma ordem). As dormidas de residentes diminuíram 56,6% (+26,6% em fevereiro) e as de não residentes decresceram 57,3% (+9,9% no mês anterior).
Através de um questionário específico adicional que, durante o mês de abril e primeira semana de maio, o INE promoveu e que obteve respostas de cerca de 4 600 estabelecimentos, sobre as perspetivas para a atividade turística nos próximos meses até agosto, 78,9% dos estabelecimentos de alojamento turístico respondentes assinalaram que a pandemia COVID-19 motivou o cancelamento de reservas agendadas para os meses de março a agosto de 2020 (estes estabelecimentos representam 90,9% da capacidade da oferta dos estabelecimentos que responderam).

A informação deste destaque, respeitante a março, reflete já efeitos da pandemia COVID-19, quer no comportamento da atividade turística, quer na quantidade de informação primária disponível para a compilação dos resultados apresentados. Apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas, apesar das dificuldades, na resposta às solicitações do INE. A qualidade das estatísticas oficiais depende crucialmente dessa colaboração, que o INE antecipadamente agradece.

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