CALENDÁRIO +Info...

Sábado, 1 de Agosto de 2020

Segunda-Feira, 3 de Agosto de 2020

  • ITRM 2020 - 30ª Semana: Últ. dia

Segunda-Feira, 10 de Agosto de 2020

  • IMPI 2020 - Jul: Últ. dia
  • ITRM 2020 - 31ª Semana: Últ. dia
  • IVNE 2020 - Jul: Últ. dia

Quinta-Feira, 13 de Agosto de 2020

  • ICC 2020 - Ago: Últ. dia
  • ICCOP 2020 - Ago: Últ. dia
  • ICIT 2020 - Ago: Últ. dia
  • ICS 2020 - Ago: Últ. dia

Sábado, 15 de Agosto de 2020

Segunda-Feira, 17 de Agosto de 2020

  • ITRM 2020 - 32ª Semana: Últ. dia

Quinta-Feira, 20 de Agosto de 2020

Sábado, 22 de Agosto de 2020

  • IMTM 2020 - Jul: Últ. dia

Segunda-Feira, 24 de Agosto de 2020

  • ITRM 2020 - 33ª Semana: Últ. dia

Terça-Feira, 25 de Agosto de 2020

  • IMAAC 2020 - Jul: Últ. dia
  • IMVC 2020 - Jul: Últ. dia

Segunda-Feira, 31 de Agosto de 2020

  • ITRM 2020 - 34ª Semana: Últ. dia

INFORMAÇÕES

16-03-2020

Atendimento WebInq - Devido ao COVID-19 estão previstas algumas limitações no serviço de atendimento do WebInq. Sugere-se que privilegie o contacto através do  email: webinq@ine.pt. Agradecemos a vossa compreensão, em particular nestas circunstâncias atípicas e bastante incertas.

13-03-2020

Atenção - Dadas as circunstâncias atuais do COVID-19, o INE decidiu suspender as entrevistas presenciais devido ao risco para os inquiridos e entrevistadores. Manterá a inquirição por via telefónica ou via internet, para os quais apela à boa colaboração dos inquiridos.
 

EM DESTAQUE

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INE - Informar, Saber, Decidir
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Imagem sobre Especial INE COVID-19 21-04-2020

Especial INE COVID-19

Estatísticas oficiais para acompanhamento do impacto social e económico da Pandemia COVID-19

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Imagem sobre Produção na Construção diminuiu 8,5% 07-08-2020

Produção na Construção diminuiu 8,5%

O Índice de Produção na Construção diminuiu 8,5% em junho, variação idêntica à observada em maio. Os índices de emprego e de remunerações registaram variações homólogas de -1,6% e -2,6%, respetivamente (variações de -2,4% e -5,9% no mês anterior).

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração, que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre As exportações e as importações diminuíram 10,1% e 23,1%, respetivamente, em termos nominais 07-08-2020

As exportações e as importações diminuíram 10,1% e 23,1%, respetivamente, em termos nominais

Em junho de 2020, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de -10,1% e -23,1%, respetivamente (-38,7% e -39,8% em maio de 2020, pela mesma ordem). A maioria das categorias de produtos apresentou decréscimos, destacando-se nas exportações os Fornecimentos industriais (-13,0%) e nas importações o Material de transporte e os Combustíveis e lubrificantes (-49,4% e -65,5%, respetivamente).
Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, as exportações e as importações diminuíram 7,6% e 17,2%, respetivamente (-34,8% e -34,7%, pela mesma ordem, em maio de 2020).
O défice da balança comercial de bens diminuiu 1 049 milhões de euros face ao mês homólogo de 2019, atingindo 828 milhões de euros em junho de 2020. Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, a balança comercial atingiu um saldo negativo de 665 milhões de euros, correspondente a uma diminuição do défice em 664 milhões de euros em relação a junho de 2019.
No 2º trimestre de 2020, as exportações e as importações de bens diminuíram respetivamente 30,6% e 34,4% face ao 2º trimestre de 2019 (-31,0% e -30,7%, pela mesma ordem, no trimestre terminado em maio de 2020).
No 1º semestre de 2020, verificaram-se decréscimos de 17,1% nas exportações e 19,7% nas importações, o que representa uma inversão da tendência de crescimento registada em ambos os fluxos no 2º semestre de 2019 (+4,0% e +4,3%, pela mesma ordem). Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, as diminuições foram de 16,5% e 18,2%, respetivamente (+4,2% e +5,3%, no 2º semestre de 2019).

A informação deste destaque, respeitante a junho, reflete os efeitos da pandemia COVID-19, quer no comportamento da atividade económica, quer na quantidade de informação primária disponível na compilação dos resultados apresentados. Apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas, apesar das dificuldades, na resposta às solicitações do INE. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração, que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Custos de construção aumentam 1,1% em termos homólogos 07-08-2020

Custos de construção aumentam 1,1% em termos homólogos

Em junho, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 1,1%, mais 0,4 pontos percentuais (p.p.) que o observado no mês anterior. O preço dos materiais e o custo da mão de obra apresentaram, respetivamente, variações de 0,6% e de 1,8% face ao período homólogo.

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre A remuneração bruta mensal média aumentou 1,6% no trimestre terminado em junho de 2020, para 1326 Euros, menos que no trimestre terminado em março (3,2%) 06-08-2020

A remuneração bruta mensal média aumentou 1,6% no trimestre terminado em junho de 2020, para 1326 Euros, menos que no trimestre terminado em março (3,2%)

A remuneração bruta mensal média por trabalhador (posto de trabalho) aumentou 1,6% no trimestre terminado em junho (2.º trimestre) de 2020, em relação ao mesmo período de 2019, para 1 326 Euros. O mesmo sucedeu com a componente regular daquela remuneração (2,6%), bem como com a remuneração base (3,0%), que atingiram, respetivamente, 1 065 e 1 005 Euros. Em termos reais, tendo em consideração a taxa de variação do Índice de Preços do Consumidor, no mesmo período, as remunerações médias por trabalhador aumentaram 1,8% (total), 2,8% (regular) e 3,3% (base), respetivamente. Estes resultados dizem respeito a cerca 4,0 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações.
A dinâmica recente das remunerações médias no trimestre terminado em junho de 2020 foi significativamente influenciada pela instituição do regime de layoff simplificado. Efetivamente, entre as empresas que recorreram a este regime a variação nominal homóloga das remunerações médias total, regular e base situou-se, respetivamente, em -2,0%, -0,1% e +0,7%, enquanto no conjunto das restantes empresas se fixou em +5,5%, +5,5% e +5,6%, pela mesma ordem.

STATSLAB - Estatísticas em desenvolvimento

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Imagem sobre Acompanhamento do impacto social e económico da pandemia - 18.º reporte semanal 05-08-2020

Acompanhamento do impacto social e económico da pandemia - 18.º reporte semanal


O INE disponibiliza o 18.º reporte semanal para acompanhamento do impacto social e económico da pandemia COVID-19, que apresenta, de forma sintética, alguns dos resultados estatísticos mais relevantes sobre esta matéria divulgados nos últimos dias.
O presente reporte versa sobre os destaques relativos a:
- Procura Turística dos Residentes – 1.º trimestre 2020, publicado em 27de julho;
- Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação – junho 2020, publicado em 28 de julho;
- Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – junho 2020, publicado em 29 de julho;
- Inquérito Rápido e Excecional às Empresas - COVID-19 – 1.ª quinzena de julho 2020, publicado em 29 de julho;
- Inquéritos de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – julho 2020, publicado em 30 de julho;
- Índice de Produção Industrial – junho de 2020, publicado em 30 de julho;
- Índice de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas no Comércio a Retalho – junho 2020, publicado em 30 de julho;
- Contas Nacionais Trimestrais – 2.º trimestre 2020, estimativa rápida a 30 dias, publicado em 31 de julho;
- Perspetivas de Exportação de Bens – 2020, 2.ª previsão, publicado em 31 de julho;
- Estimativa Rápida do IPC/IHPC – julho 2020, publicado em 31 de julho;
- Inquérito à Identificação das Necessidades de Qualificações nas Empresas – 2020, publicado em 31 de julho.
Para maior detalhe, consulte os links, para informação relacionada, disponíveis ao longo do destaque.

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Imagem sobre Horas trabalhadas diminuiram 26,1% em relação ao trimestre homólogo de 2019 05-08-2020

Horas trabalhadas diminuiram 26,1% em relação ao trimestre homólogo de 2019

No 2.º trimestre de 2020, observou-se uma diminuição trimestral de 22,7% e uma redução homóloga de 26,1% do volume de horas efetivamente trabalhadas. Estas variações são as maiores desde 2011.
A redução do volume de horas trabalhadas está sobretudo associada ao aumento da população empregada ausente do trabalho, que ascendeu a 1 078,2 mil pessoas (22,8% da população empregada), mais do dobro da observada no trimestre anterior e quase o quádruplo da existente no trimestre homólogo. O aumento ficou a dever-se quase exclusivamente à redução ou falta de trabalho por motivos técnicos ou económicos da empresa (que inclui a suspensão temporária do contrato e o layoff), razão apontada por 680,1 mil daquelas pessoas (cerca de dez vezes o número do trimestre anterior).
A população inativa com 15 e mais anos, estimada em 3 886,7 mil pessoas, aumentou 5,7% relativamente ao trimestre anterior e 7,5% em relação ao trimestre homólogo. Nunca antes, na série de dados iniciada em 2011, se havia registado variações trimestrais e homólogas tão elevadas. Estes acréscimos são explicados, essencialmente, pelo aumento da população inativa que, embora disponível, não procurou trabalho, estimada em 312,1 mil pessoas. Esta população aumentou 87,6% em relação ao trimestre anterior e 85,6% relativamente ao período homólogo. O aumento desta população resultou, em parte, de 41,8% dos desempregados no 1.º trimestre de 2020 terem transitado para a situação de inatividade no 2.º trimestre de 2020.
No 2.º trimestre de 2020, a taxa de desemprego foi 5,6%, valor inferior em 1,1 pontos percentuais (p.p.) ao do trimestre anterior e em 0,7 p.p. ao do trimestre homólogo de 2019. Pelo contrário, a taxa de subutilização do trabalho, estimada em 14,0%, aumentou 1,1 p.p. relativamente ao trimestre precedente e 1,6 p.p. por comparação com um ano antes.

A informação deste Destaque é influenciada pela situação atual determinada pela pandemia COVID-19, seja pela natural perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária, seja pelas alterações comportamentais decorrentes das medidas de salvaguarda da saúde pública adotadas (ver explicação na página 14).
Apesar das circunstâncias, o INE tentará manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação. Reforçamos o nosso apelo à melhor colaboração dos cidadãos e das entidades públicas e privadas na resposta às solicitações do INE. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Trabalho a partir de casa devido à pandemia abrangeu um milhão de pessoas 05-08-2020

Trabalho a partir de casa devido à pandemia abrangeu um milhão de pessoas

No 2.º trimestre de 2020, a população empregada que indicou ter exercido a sua profissão sempre ou quase sempre em casa na semana de referência ou nas três semanas anteriores foi estimada em 1 094,4 mil pessoas, o que representou 23,1% do total da população empregada. Destas, 998,5 mil pessoas (91,2%) indicaram que a razão principal para ter trabalhado em casa se deveu à pandemia COVID-19.
Comparando as horas trabalhadas na semana de referência, não há grande diferença entre trabalhar em casa ou fora de casa. Efetivamente, quem não esteve ausente e trabalhou fora de casa trabalhou em média 36 horas nessa semana e quem não esteve ausente e trabalhou a partir de casa trabalhou 35 horas.
Observou-se ainda que 1 038,0 mil pessoas utilizaram tecnologias de informação e comunicação para poderem exercer a sua profissão em casa, o que representou 21,9% do total da população empregada e 94,8% das que trabalharam sempre ou quase sempre em casa no período de referência.
643,8 mil pessoas empregadas não trabalharam no emprego principal durante o período de referência, nem em casa, nem noutro local, 76,3% (491,5 mil) das quais devido à pandemia COVID-19.

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Imagem sobre Atividade turística com ligeira melhoria em junho, maioritariamente devido aos residentes 03-08-2020

Atividade turística com ligeira melhoria em junho, maioritariamente devido aos residentes

De acordo com a estimativa rápida, em junho de 2020 o setor do alojamento turístico deverá ter registado 500,5 mil hóspedes e 1,1 milhões de dormidas, o que corresponde a variações de -81,7% e -85,1%, respetivamente (-94,2% e -95,3% em maio, pela mesma ordem). As dormidas de residentes terão diminuído 59,8% (-85,9% em maio) e as de não residentes terão decrescido 96,0% (-98,4% no mês anterior).
Em junho, 45,2% dos estabelecimentos de alojamento turístico terão estado encerrados ou não registaram movimento de hóspedes.
De acordo com os resultados de um questionário específico adicional que o INE promoveu durante os meses de junho e julho, 62,6% dos estabelecimentos de alojamento turístico respondentes (representando 78,6% da capacidade de oferta) assinalaram que a pandemia COVID-19 motivou o cancelamento de reservas agendadas para os meses de junho a outubro de 2020, maioritariamente dos mercados nacional e espanhol.
A maioria dos estabelecimentos que planeava estar em atividade nos meses de junho a outubro previa registar taxas de ocupação inferiores a 50% em cada um desses meses.
A maioria dos estabelecimentos (57,0%) não prevê alterar os preços praticados face ao ano anterior. Cerca de um terço dos estabelecimentos (34,9%) admite vir a reduzir os preços, encontrando-se maioritariamente localizados na AM Lisboa e no Algarve (58,8% e 54,5% dos estabelecimentos, respetivamente).
Em função da aplicação de medidas necessárias de distanciamento social, de higiene e limpeza dos estabelecimentos, 49,1% dos estabelecimentos referiram que a capacidade oferecida iria ser reduzida, principalmente decorrente do aumento do intervalo de tempo entre o check-out e o check-in dos hóspedes (55,9% dos estabelecimentos) e da redução do número de quartos (48,6%).

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Imagem sobre Empresas perspetivam uma diminuição nominal de 13,0% nas exportações de bens 31-07-2020

Empresas perspetivam uma diminuição nominal de 13,0% nas exportações de bens

As empresas exportadoras de bens perspetivam um decréscimo nominal de 13,0% nas suas exportações em 2020, revendo 15,1 pontos percentuais (p.p.) em baixa a 1ª previsão indicada em novembro de 2019. Esta revisão resulta da atualização em baixa das expetativas para as exportações Intra-UE (-14,7 p.p., para -12,3%) e Extra-UE (de -16,1 p.p., para -15,0%).
Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, as perspetivas reveladas pelas empresas indicam um decréscimo de 11,8% em 2020 (-13,5 p.p. face à 1ª previsão).
Das empresas que apresentaram revisões nas exportações face à 1ª previsão (56,7% das empresas respondentes), mais de metade (53,0%) referiram que essa revisão se deveu na totalidade à pandemia COVID-19, correspondendo a 98% da revisão em baixa face à 1ª previsão.
14,2% das empresas respondentes alteraram ou pretendem alterar a sua estratégia de produção e de exportação, em resultado da pandemia COVID-19, nomeadamente diversificando os mercados de destino (31,7%), recentrando as exportações nos mercados da UE (13,8%) e diversificando fornecedores (11,0%).

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Imagem sobre Que qualificações procuram as empresas? 31-07-2020

Que qualificações procuram as empresas?

Pela primeira vez, em colaboração com a ANQEP e a DGEEC, o INE promoveu o Inquérito à Identificação das Necessidades de Qualificações nas Empresas (IINQE). O período de resposta eletrónica a este inquérito iniciou-se, conforme planeado em 13 de março passado, ou seja uma semana antes da declaração do estado de emergência e prolongou-se até ao final de junho. Assim, embora a taxa de resposta tenha sido relativamente elevada (73,2%), os resultados obtidos devem em parte refletir o ambiente excecional que a atividade económica tem enfrentado.
Nos próximos dois anos (2021-2022), as empresas pretendem recrutar 345 584 trabalhadores, o que corresponderá a um acréscimo bruto de 10,8% do seu pessoal ao serviço.
Dos trabalhadores a recrutar, 49,9% deverão ter curso de ensino não superior (profissional), 32,2% curso de ensino superior e para 17,9% não é apontado um nível de qualificação específico. Essas intenções de recrutamento correspondem a aumentos brutos de 17,8% de trabalhadores com curso de ensino superior e de 9,1% dos trabalhadores sem qualificações de nível superior.
Não obstante o contexto da pandemia, as qualificações de nível não superior mais indicadas pelas empresas nas suas necessidades de recrutamento foram Empregado/a de restaurante/bar (9.º ano + certificação profissional), Técnico de comércio (12.º ano + certificação profissional) e Técnico/a de restaurante/bar (12.º ano + certificação profissional), correspondendo a 9,0%, 6,4% e 5,9%  do total de trabalhadores a recrutar com este nível de qualificação, respetivamente.
Por sua vez, os cursos de ensino superior mais referidos foram Engenharia informática, de computadores, telecomunicações e sistemas de informação; Engenharia de software e sistemas de informação e Gestão comercial e vendas (11,5%, 6,7% e 6,3% do total de trabalhadores com qualificação de nível superior, respetivamente).
Em 2020, cerca de 71% das qualificações em que se registam dificuldades de recrutamento não requeriam mais que cursos de ensino não superior (profissional), sendo as mais referidas Pedreiro/a, Empregado/a de restaurante/bar e Eletricista de instalações. Cerca de 27% das dificuldades de recrutamento, assinaladas ao nível do ensino superior, corresponderam às áreas de Engenharia civil e do ambiente, Administração e gestão de empresas e Turismo.

Este trabalho integra o STATSlab - Estatísticas em desenvolvimento 

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 0,2% 31-07-2020

Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 0,2%

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá sido 0,2% em julho de 2020, taxa superior em 0,1 ponto percentual (p.p.) à registada em junho. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 0,1%, taxa inferior em 0,1 p.p. à registada no mês anterior. A taxa de variação homóloga do índice relativo aos produtos energéticos terá sido -5,3% (-7,4% em junho).
Relativamente ao mês anterior o IPC terá tido uma variação de -1,3% (em junho, a variação mensal foi 0,9% e em julho de 2019 tinha sido de -1,3%).
Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 0,1%, valor igual ao registado no mês precedente.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga nula (valor inferior em 0,2 p.p. ao registado em junho).
Os dados definitivos referentes ao IPC do mês de julho serão publicados no próximo dia 12 de agosto.

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Produto Interno Bruto em volume registou uma variação de -16,5% em termos homólogos e de -14,1% em cadeia 31-07-2020

Produto Interno Bruto em volume registou uma variação de -16,5% em termos homólogos e de -14,1% em cadeia

Refletindo o impacto económico da pandemia, o Produto Interno Bruto (PIB) registou uma forte contração em termos reais no 2º trimestre de 2020, tendo diminuído 16,5% em termos homólogos, após a redução de 2,3% no trimestre anterior. Este resultado é explicado em larga medida pelo contributo negativo da procura interna para a variação homóloga do PIB, que foi consideravelmente mais negativo que o observado no trimestre anterior, refletindo a expressiva contração do consumo privado e do Investimento. O contributo negativo da procura externa líquida também se acentuou no 2º trimestre, traduzindo a diminuição mais significativa das Exportações de Bens e Serviços que a observada nas Importações de Bens e Serviços devido em grande medida à quase interrupção do turismo de não residentes.
Comparativamente com o 1º trimestre de 2020, o PIB diminuiu 14,1% em termos reais (variação em cadeia de -3,8% no trimestre anterior). Este resultado é também explicado, em larga medida, pelo contributo negativo da procura interna para a variação em cadeia do PIB, verificando-se também um maior contributo negativo da procura externa líquida.

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Imagem sobre Produção Industrial diminuiu 14,6% 30-07-2020

Produção Industrial diminuiu 14,6%

O Índice de Produção Industrial apresentou uma variação homóloga de -14,6% em junho (-27,3% em maio). A taxa de variação do índice da secção das Indústrias Transformadoras situou-se em -15,7% (-30,2% no mês anterior). 

No segundo trimestre de 2020, o índice agregado diminuiu 23,7% face ao trimestre homólogo (no trimestre anterior, esta variação tinha sido -1,3%).

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Imagem sobre Indicador de confiança dos Consumidores diminui e indicador de clima económico continua a recuperar 30-07-2020

Indicador de confiança dos Consumidores diminui e indicador de clima económico continua a recuperar

Em julho, o indicador de confiança dos Consumidores diminuiu, após ter recuperado parcialmente nos dois meses anteriores da maior redução face ao mês anterior registada em abril.
O indicador de clima económico aumentou entre maio e julho, após ter atingido em abril o valor mínimo da série. Os indicadores de confiança recuperaram em todos os setores, com destaque para a Indústria Transformadora, que prolongou o maior aumento da série verificado no mês anterior, depois de ter registado o mínimo da série em maio. Na Construção e Obras Públicas e no Comércio, os indicadores recuperaram parcialmente entre maio e julho. O indicador de confiança nos Serviços aumentou em junho e julho, após ter apresentado em maio o valor mais baixo da série.

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Em maio, a população empregada diminuiu 2,0%, a taxa de desemprego diminuiu 0,4 pontos percentuais e a taxa de subutilização do trabalho aumentou 1,2 pontos percentuais 29-07-2020

Em maio, a população empregada diminuiu 2,0%, a taxa de desemprego diminuiu 0,4 pontos percentuais e a taxa de subutilização do trabalho aumentou 1,2 pontos percentuais

Maio de 2020 – resultados finais:
• A população empregada registou variações de -2,0% relativamente ao mês anterior e de -3,8% em relação a três meses antes e ao mesmo mês de 2019.
• A taxa de desemprego (conceito da Organização Internacional do Trabalho, OIT) situou-se em 5,9%, menos 0,4 pontos percentuais (p.p.) que no mês precedente, menos 0,5 p.p que há três meses e menos 0,7 p.p. que há um ano.
• A taxa subutilização de trabalho situou-se em 14,6%, mais 1,2 p.p. que no mês precedente, mais 2,2 p.p. que há 3 meses e mais 1,6 p.p. que há um ano.
Junho de 2020 – resultados provisórios:
• A população empregada registou variações de +0,1% relativamente ao mês anterior, de -3,2% em relação a três meses antes e de -3,6% por comparação com o mesmo mês de 2019.
• A taxa de desemprego (conceito OIT) situou-se em 7,0%, mais 1,1 p.p. que no mês precedente, mais 0,8 p.p que há três meses e mais 0,4 p.p. que há um ano.
• A taxa subutilização de trabalho situou-se em 15,4%, mais 0,8 p.p. que no mês precedente, mais 3,0 p.p. que há 3 meses e mais 2,4 p.p. que há um ano.
• Para o aumento mensal da taxa de subutilização do trabalho neste mês, ao contrário do sucedido nos meses anteriores, contribuiu exclusivamente o aumento do número de desempregados e do subemprego de trabalhadores a tempo parcial, já que diminuiu o número dos inativos à procura de emprego mas não disponíveis para trabalhar e o de inativos disponíveis mas que não procuram emprego (ver secção 3, pag. 7).

A informação deste Destaque é influenciada pela situação atual determinada pela pandemia COVID-19, seja pela natural perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária, seja pelas alterações comportamentais decorrentes das medidas de salvaguarda da saúde pública adotadas (ver explicação na página 7). Por este motivo, o INE alerta para o especial cuidado a ter na análise das estimativas provisórias apresentadas.
Apesar das circunstâncias, o INE tentará manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação. Reforçamos o nosso apelo à melhor colaboração dos cidadãos e das entidades públicas e privadas na resposta às solicitações do INE. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre COVID-19: acompanhamento do impacto da pandemia nas empresas 29-07-2020

COVID-19: acompanhamento do impacto da pandemia nas empresas

Na primeira quinzena de julho, 99% de empresas estavam em funcionamento (+3 p.p. que na quinzena anterior e +16 p.p. que em abril). No setor do Alojamento e restauração esta percentagem foi inferior (93%, representando um aumento de 11 p.p. face à quinzena anterior).
Face à situação que seria expectável sem pandemia, 58% das empresas reportaram uma redução do volume de negócios na primeira quinzena de julho (66% na quinzena anterior e 80% em abril). No Alojamento e restauração e Transportes e armazenagem esta percentagem assume maior expressão (88% e 76%, respetivamente).
Na primeira quinzena de julho, entre 23% a 31% das empresas respondentes já tinham beneficiado das medidas de apoio governamentais, incluindo o layoff simplificado, avaliando-as como muito importantes para a sua situação de liquidez.
A situação de liquidez das empresas melhorou face a abril. Na primeira quinzena de julho, 59% das empresas referiram conseguir manter-se em atividade por um período superior a seis meses sem medidas adicionais de apoio à liquidez (compara com 26% em abril). Apenas 15% referiu não ter condições para se manter em atividade por mais de dois meses (47% na semana de 20 a 24 abril).
Na primeira quinzena de julho, 24% das empresas registaram uma redução do pessoal ao serviço efetivamente a trabalhar face à situação expectável sem pandemia (36% na quinzena anterior e 59% em abril). O Alojamento e restauração foi o setor onde mais empresas referiram uma redução no pessoal ao serviço na primeira quinzena de julho (58%, -6 p.p. que na quinzena anterior).
Foram incluídas nesta edição questões sobre a variação observada no emprego desde o início da pandemia e sobre as expectativas para a evolução dos postos de trabalho até ao final de 2020. 17% das empresas referiram ter reduzido o número de postos de trabalho desde o início da pandemia e 76% não registaram qualquer impacto no total de pessoas empregadas. A larga maioria de empresas (83%) planeia manter os postos de trabalho até ao final do ano, sendo que nas restantes existe um relativo equilíbrio entre as que perspetivam aumentos e reduções.
Às empresas que beneficiaram do layoff simplificado, foi questionado quanto teria variado o emprego na ausência de recurso à medida. 77% das empresas teriam diminuído o número de pessoas empregadas desde o início da pandemia na ausência do recurso ao layoff, o que compara com 30% das empresas que reportaram redução efetiva do emprego nesse período. Quando questionadas sobre as opções relativas às novas medidas de apoio ao emprego, 38% das empresas pretendem recorrer ao incentivo extraordinário à normalização da atividade na sequência do termo do layoff simplificado em agosto, enquanto 30% deverão optar por manter o recurso ao layoff simplificado ou recorrer ao apoio à retoma progressiva.

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Imagem sobre Vendas no Comércio a Retalho diminuíram 6,6% 29-07-2020

Vendas no Comércio a Retalho diminuíram 6,6%

O Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho passou de uma redução homóloga de 11,9% em maio para uma variação de -6,6% em junho.
Os índices de emprego e remunerações apresentaram, ambos, taxas de variação homóloga de -3,2% e o índice de horas trabalhadas diminuiu 10,7% (variações de -3,5% e -4,0% e -22,1% em maio, pela mesma ordem).
No segundo trimestre de 2020, as vendas no comércio a retalho decresceram 13,6% em termos homólogos (aumento de 2,2% no primeiro trimestre).

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da presente crise sanitária na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Rendimento ao nível local: Desigualdades Inter e Intramunicipais 29-07-2020

Rendimento ao nível local: Desigualdades Inter e Intramunicipais


Em 2018, o valor mediano do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo foi 9 067 € em Portugal, o que correspondeu a um aumento de +4,4% face ao ano anterior. Um quinto dos municípios apresentou valores medianos do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo maiores que a referência nacional: os 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa (AML), 18 municípios no Centro, 13 no Alentejo, 6 no Norte, 5 na Região Autónoma dos Açores, 2 na Região Autónoma da Madeira e 1 no Algarve. Os três municípios com valores mais elevados foram Oeiras (13 527 €), Lisboa (11 499 €), Cascais (11 488 €). Por outro lado, em 55 municípios, sobretudo localizados na região Norte, o valor mediano do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo não atingia 7 500 €.
Em 2018, o rácio P80/P20 do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo – indicador que traduz o número de vezes que o rendimento do sujeito passivo situado no percentil 80 é superior ao rendimento do sujeito passivo do percentil 20 – era 2,95 em Portugal e 43 municípios apresentaram um valor superior a este referencial. Deste conjunto, 15 registaram também valores medianos de rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo superiores à referência nacional, destacando-se com maior disparidade Lisboa (4,11) e Porto (3,68). Os municípios com menor rácio P80/P20 foram Borba (2,15), Alandroal (2,12) e Vizela (2,05).

Este trabalho integra o STATSlab - Estatísticas em desenvolvimento

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Imagem sobre Avaliação bancária na habitação: 1 115 euros por metro quadrado 28-07-2020

Avaliação bancária na habitação: 1 115 euros por metro quadrado

O valor mediano de avaliação bancária foi 1 115 euros em junho, mais um euro que o observado no mês precedente. Este valor representou uma desaceleração em termos homólogos, tendo a taxa de variação passado de 8,9% em maio para 8,3% em junho. Refira-se que o número de avaliações bancárias diminuiu de forma acentuada, ascendendo a cerca de 16 mil em junho de 2020, menos 27,5% que no mesmo período do ano anterior.

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia Covid19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Viagens turísticas de residentes diminuíram 20,0% 27-07-2020

Viagens turísticas de residentes diminuíram 20,0%

No 1º trimestre de 2020, os residentes em Portugal realizaram 3,7 milhões de viagens, o que correspondeu a um decréscimo de 20,0%, após +9,3% no 4ºT 2019. O impacto da pandemia COVID-19 e a declaração do Estado de Emergência no mês de março contribuíram para o decréscimo de 70,0% nesse mês, que justificou a diminuição observada no trimestre, dado que em janeiro e fevereiro as deslocações tinham aumentado 8,4% e 5,2%, respetivamente. Apesar desse decréscimo, verificou-se um aumento muito significativo do número de noites passadas fora do ambiente habitual pelos turistas em março: 9,2 noites, face a 3,96 em fevereiro e 3,86 em janeiro.
No 1º trimestre de 2020, 88,1% das viagens decorreram em território nacional, diminuindo 19,6%. As viagens turísticas com destino ao estrangeiro (11,9% do total) totalizaram 444,2 mil (-22,9% no total do trimestre), tendo diminuído 81,9% no mês de março (+18,3% em fevereiro e +5,3% em janeiro).
O “lazer, recreio ou férias” foi a principal motivação para viajar no 1º trimestre de 2020 (1,5 milhões de viagens, -14,6%), reforçando a sua representatividade (40,8% do total, face a 38,2% no trimestre homólogo). O motivo “visita a familiares ou amigos” correspondeu a 1,5 milhões de viagens (39,3% do total, -5,0 p.p.), diminuindo 29,1%.
Os “hotéis e similares” concentraram 21,2% das dormidas resultantes das viagens turísticas no 1º trimestre de 2020, perdendo peso no total (-3,7 p.p.). O “alojamento particular gratuito” manteve-se como a principal opção de alojamento (73,9% das dormidas), sendo o único tipo de alojamento a reforçar a sua representatividade.

A informação deste destaque, respeitante ao 1º trimestre de 2020, reflete os efeitos da pandemia COVID-19, quer no comportamento da atividade económica, nomeadamente na Procura Turística, quer na obtenção de informação primária. Apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas, apesar das dificuldades, na resposta às solicitações do INE. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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