CALENDÁRIO +Info...

Quarta-Feira, 1 de Julho de 2020

Domingo, 5 de Julho de 2020

Segunda-Feira, 6 de Julho de 2020

  • IATM 2019: Últ. dia
  • IPMC 2020 - Jun: Últ. dia
  • IPPI 2020 - Jun: Últ. dia
  • ITRM 2020 - 26ª Semana: Últ. dia

Sexta-Feira, 10 de Julho de 2020

Domingo, 12 de Julho de 2020

  • ICC 2020 - Jul: Últ. dia

Segunda-Feira, 13 de Julho de 2020

  • ITRM 2020 - 27ª Semana: Últ. dia

Quarta-Feira, 15 de Julho de 2020

Segunda-Feira, 20 de Julho de 2020

  • IMAMI 2020 - Jun: Últ. dia
  • IMAOC 2020 - Jun: Últ. dia
  • ITRM 2020 - 28ª Semana: Últ. dia

Sábado, 25 de Julho de 2020

Segunda-Feira, 27 de Julho de 2020

  • IMGA 2020 - Jun: Últ. dia
  • IMLV 2020 - Jun: Últ. dia
  • ITRM 2020 - 29ª Semana: Últ. dia

INFORMAÇÕES

16-03-2020

Atendimento WebInq - Devido ao COVID-19 estão previstas algumas limitações no serviço de atendimento do WebInq. Sugere-se que privilegie o contacto através do  email: webinq@ine.pt. Agradecemos a vossa compreensão, em particular nestas circunstâncias atípicas e bastante incertas.

13-03-2020

Atenção - Dadas as circunstâncias atuais do COVID-19, o INE decidiu suspender as entrevistas presenciais devido ao risco para os inquiridos e entrevistadores. Manterá a inquirição por via telefónica ou via internet, para os quais apela à boa colaboração dos inquiridos.
 

EM DESTAQUE

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Imagem sobre Especial INE COVID-19 21-04-2020

Especial INE COVID-19

Estatísticas oficiais para acompanhamento do impacto social e económico da Pandemia COVID-19

SABER +
Imagem sobre Volume de Negócios nos Serviços contraiu 31,2% 10-07-2020

Volume de Negócios nos Serviços contraiu 31,2%

O índice de volume de negócios nos serviços apresentou uma variação homóloga nominal de -31,2% em maio, depois de ter diminuído 37,3% no mês precedente.
Os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas ajustado de efeitos de calendário, apresentaram variações homólogas de -8,5%, -13,2% e -27,8%, respetivamente (-6,3%, -10,7% e -28,7% em abril, pela mesma ordem).

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC subiu para 0,1% 10-07-2020

Taxa de variação homóloga do IPC subiu para 0,1%

A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 0,1% em junho de 2020, taxa superior em 0,8 pontos percentuais (p.p.) à registada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação homóloga de 0,2%, taxa superior em 0,6 p.p. à registada em maio. 

A variação mensal do IPC foi 0,9% (-0,4% no mês precedente e nula em junho de 2019). A variação média dos últimos doze meses foi 0,1%, taxa idêntica à registada no mês anterior. 

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português registou uma variação homóloga de 0,2%, taxa superior em 0,8 p.p. à do mês anterior e inferior em 0,1 p.p. à estimativa do Eurostat para a área do Euro (em maio de 2020, esta diferença foi 0,7 p.p.). 

O IHPC registou uma variação mensal de 1,2% (-0,2% no mês anterior e 0,4% em junho de 2019) e uma variação média dos últimos doze meses de 0,0% (valor inferior em 0,1 p.p. ao registado no mês precedente).

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre As exportações e as importações diminuíram 39,0% e 40,2%, respetivamente, em termos nominais 10-07-2020

As exportações e as importações diminuíram 39,0% e 40,2%, respetivamente, em termos nominais

Em maio de 2020, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de -39,0% e -40,2%, respetivamente (-40,1% e -39,5% em abril de 2020, pela mesma ordem). Todas as categorias de produtos apresentaram decréscimos significativos, destacando-se as exportações e importações de Material de transporte (-54,0% e -66,6%, respetivamente).
Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, as exportações e as importações diminuíram 35,2% e 35,1%, respetivamente (-39,2% e -38,3%, pela mesma ordem, em abril de 2020).
O défice da balança comercial de bens diminuiu 722 milhões de euros face ao mês homólogo de 2019, atingindo 908 milhões de euros em maio de 2020. Excluindo os Combustíveis e lubrificantes, a balança comercial atingiu um saldo negativo de 778 milhões de euros, correspondente a uma diminuição do défice em 420 milhões de euros em relação a maio de 2019.
No trimestre terminado em maio de 2020, as exportações e as importações de bens diminuíram respetivamente 30,8% e 30,6% face ao trimestre terminado em maio de 2019 (-17,7% e -16,7%, pela mesma ordem, no trimestre terminado em abril de 2020).

A informação deste destaque, respeitante a maio, reflete os efeitos da pandemia COVID-19, quer no comportamento da atividade económica, quer na quantidade de informação primária disponível na compilação dos resultados apresentados. Apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas, apesar das dificuldades, na resposta às solicitações do INE. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração, que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Investimento empresarial deverá diminuir 8,9% em termos nominais em 2020 09-07-2020

Investimento empresarial deverá diminuir 8,9% em termos nominais em 2020

De acordo com as intenções manifestadas pelas empresas no Inquérito de Conjuntura ao Investimento de abril de 2020 (com período de inquirição entre 1 de abril e 25 de junho de 2020), o investimento empresarial em termos nominais deverá diminuir 8,9% em 2020, o que compara com a previsão inicial de aumento de 3,6% no inquérito de outubro de 2019 sobre as intenções para 2020 (ver caixa no final do destaque para mais detalhe). Esta alteração reflete o impacto da pandemia COVID-19 na atividade económica e nas expectativas das empresas. Os resultados deste inquérito apontam ainda para um crescimento nominal de 4,3% do investimento em 2019, revendo em alta o resultado apurado no inquérito de outubro (3,8%).
Relativamente a 2020, oito das treze secções apresentam taxas de variação negativas da FBCF empresarial. Destacaram-se com contributos negativos mais acentuados as Indústrias Transformadoras (contributo de -6,0 p.p. e variação de -21,5%) e o Comércio por Grosso e a Retalho; Reparação de Veículos Automóveis e Motociclos (contributo de -3,0 p.p. e variação de -18,2%).
Em sentido inverso, as secções de Transportes e Armazenagem e de Atividades Financeiras e de Seguros registam os contributos positivos mais significativos para a variação do investimento total em 2020 (+3,1 p.p. e +0,7 p.p., respetivamente), correspondentes a taxas de crescimento de 39,6% e 9,8%, pela mesma ordem.
O principal fator limitativo do investimento empresarial identificado pelas empresas em 2019 e 2020 foi a deterioração das perspetivas de venda, seguindo-se, em 2019, a incerteza sobre a rentabilidade dos investimentos e em 2020 outros fatores limitativos. Entre 2019 e 2020 prevê-se um aumento do peso relativo da deterioração das perspetivas de venda e uma redução do peso relativo da dificuldade em contratar pessoal qualificado.

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia, depende crucialmente dessa colaboração que o INE agradece.

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Imagem sobre Dezanove municípios registaram preços de habitação superiores a 1 500 €/m2 09-07-2020

Dezanove municípios registaram preços de habitação superiores a 1 500 €/m2

No primeiro trimestre de 2020 (últimos 12 meses) 46 municípios localizados maioritariamente no Algarve (1 668 €/m2) e na Área Metropolitana de Lisboa (1 515 €/m2) – as duas sub-regiões com preços mais elevados do país – apresentaram um preço mediano da habitação superior ao valor nacional (1 117 €/m2).
Lisboa (3 333 €/m2) registou o preço mediano mais elevado do país e, com valores superiores a 1 500 €/m2, destacaram se ainda Cascais (2 681 €/m2), Oeiras (2 257 €/m2), Loulé (2 221 €/m2), Lagos (1 967 €/m2), Albufeira (1 939 €/m2), Porto (1 873 €/m2), Tavira (1 864 €/m2), Odivelas (1 847 €/m2), Loures (1 672 €/m2), Faro (1 663 €/m2), Funchal (1 621 €/m2), Vila Real de Santo António (1 594 €/m2), Aljezur (1 592 €/m2), Lagoa (1 591 €/m2), Almada (1 576 €/m2), Amadora (1 563 €/m2), Silves (1 528 €/m2) e Matosinhos (1 520 €/m2).
A cidade de Vila Nova de Gaia registou o maior crescimento homólogo (+20,1%) e o Funchal o maior crescimento face ao período anterior (+5,0%), entre as sete cidades com mais de cem mil habitantes. Duas freguesias de Lisboa registaram preços inferiores a 2 500 €/m2: Santa Clara (2 393 €/m2) e Olivais (2 463 €/m2). A União de freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde foi a freguesia da cidade do Porto que registou o maior preço mediano de alojamentos vendidos (2 593 €/m2).

Esta informação, dada a sua referência temporal, não traduz ainda o impacto da pandemia COVID 19 no mercado habitacional e como tal pode distanciar-se das condições e tendências mais atuais do mercado. No entanto, os resultados apurados até ao 1º trimestre de 2020 são relevantes para estabelecer um ponto de partida para avaliar o impacto da pandemia.

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Imagem sobre Produção na Construção contraiu 8,8% 09-07-2020

Produção na Construção contraiu 8,8%

O Índice de Produção na Construção diminuiu 8,8% em maio, após uma redução de 5,6% em abril. Os índices de emprego e de remunerações registaram variações homólogas de -2,4% e -6,4%, respetivamente (variações de -2,6% e -8,8% no mês anterior).

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração, que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Volume de Negócios na Indústria diminuiu 31,2% 08-07-2020

Volume de Negócios na Indústria diminuiu 31,2%

Em termos homólogos e nominais, o Índice de Volume de Negócios na Indústria apresentou uma variação de -31,2% em maio (-33,3% no mês anterior). Os índices relativos ao mercado nacional e ao mercado externo tiveram descidas de 23,3% e 42,0% (diminuições de 26,5% e 42,9% em abril), respetivamente.
O emprego e as remunerações registaram variações homólogas de -3,3% e -6,3% (-3,1% e -6,1% em abril, pela mesma ordem), enquanto as horas trabalhadas  diminuíram 21,4% (redução de 24,7% no mês anterior).
 
Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração, que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Custos de construção com uma variação homóloga de 0,9% 07-07-2020

Custos de construção com uma variação homóloga de 0,9%

Em maio, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 0,9%, mais 0,6 pontos percentuais (p.p.) que o observado no mês anterior. O preço dos materiais e o custo da mão de obra apresentaram, respetivamente, variações de 0,6% e de 1,4% face ao período homólogo.

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia Covid19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Acompanhamento do impacto social e económico da pandemia - 14.º reporte semanal 07-07-2020

Acompanhamento do impacto social e económico da pandemia - 14.º reporte semanal

O INE disponibiliza o 14.º reporte semanal para acompanhamento do impacto social e económico da pandemia COVID-19, que apresenta, de forma sintética, alguns dos resultados estatísticos mais relevantes sobre esta matéria divulgados nos últimos dias.
O presente reporte versa sobre os destaques relativos a:
- Inquéritos de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores – junho 2020, publicado em 29 de junho;
- Avaliação Bancária – maio 2020, publicado em 29 de junho;
- Índice de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas no Comércio a Retalho – maio 2020, publicado em 29 de junho;
- Índice de Preços no Consumidor/Índice Harmonizado de Preços no Consumidor, Estimativa rápida – junho 2020, publicado em 30 de junho;
- Atividade Turística, Estimativa rápida – maio 2020, publicado em 30 de junho;
- Índice de Produção Industrial – maio 2020, publicado em 30 de junho;
- Inquérito Rápido e Excecional às Empresas - COVID-19 – 2.ª quinzena de junho 2020, publicado em 1 de julho;
- Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego – maio 2020, publicado em 1 de julho;
- Indicadores de contexto relativos à evolução da pandemia COVID-19 em Portugal (inclui dados – enquadrados no domínio do Statslab do INE – sobre mobilidade da população ao nível regional,proporcionados pela iniciativa “Data for Good” do Facebook) – 2.ª quinzena de junho, publicado em 3 de julho.
Para maior detalhe, consulte os links, disponíveis ao longo do destaque.

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Imagem sobre COVID-19: uma leitura territorial do contexto demográfico e do impacto socioeconómico - Dados até 01 de julho 03-07-2020

COVID-19: uma leitura territorial do contexto demográfico e do impacto socioeconómico - Dados até 01 de julho

A expressão da pandemia continua a ser caracterizada por uma elevada heterogeneidade territorial. Alguns dos resultados apurados foram os seguintes:
• O número preliminar de óbitos entre 1 de março e 21 de junho de 2020 foi superior em 2 745 relativamente a igual período de 2019. Esta variação resultou sobretudo do acréscimo dos óbitos de pessoas com 75 e mais anos (+ 2 509). Em 155 municípios os óbitos entre 25 de maio e 21 de junho superaram os registados no período homólogo de referência (média do número de óbitos no mesmo período em 2018 e 2019)
• Por cada 10 mil habitantes existiram 41,6 casos confirmados de COVID-19 em Portugal, mais 12% em relação ao dia 17 de junho (13% entre 17 e 3 de junho). O número de casos confirmados com a doença por 10 mil habitantes foi superior ao valor nacional em 44 municípios.
• A 1 de julho, a leitura da relação entre o número de casos confirmados e o número de novos casos confirmados (últimos 7 dias) por 10 mil habitantes evidenciava 10 municípios da Área Metropolitana de Lisboa com valores acima da média nacional em ambos os indicadores: Amadora, Moita, Sintra, Oeiras, Loures, Cascais, Lisboa, Odivelas, Vila Franca de Xira e Barreiro. Estes municípios concentraram 64% do total de novos casos do país e 89% do total da AML.
O aliviamento progressivo das restrições à mobilidade e ao contato social por razões de saúde pública desde a declaração do estado de emergência, fez-se sentir nas condições socioeconómicas cuja expressão territorial é explorada neste destaque tomando como referência: (i) as compras através de terminais de pagamento automático por habitante e (ii) a informação ao nível municipal dos centros emprego. Salienta-se a este respeito os seguintes resultados gerais:
• Em maio de 2020, em todas as regiões NUTS II, aumentou o valor das compras através de terminais de pagamento automático por habitante face ao mês anterior e a redução face ao mês homólogo do ano anterior foi inferior à verificada em abril.
• Em maio de 2020 e em todas regiões NUTS II do Continente, houve um aumento das colocações de emprego e uma diminuição dos novos desempregados inscritos nos centros de emprego face a abril.

Mais informação territorial com atualização diária sobre o contexto demográfico e o impacto socioeconómico da pandemia COVID-19 em Portugal encontra-se disponível na aplicação Dashboard | Contexto e Impacto

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Imagem sobre Em abril, a população empregada diminuiu 1,3%, a taxa de desemprego aumentou 0,1 pontos percentuais e a taxa de subutilização do trabalho aumentou 1,0 pontos percentuais 01-07-2020

Em abril, a população empregada diminuiu 1,3%, a taxa de desemprego aumentou 0,1 pontos percentuais e a taxa de subutilização do trabalho aumentou 1,0 pontos percentuais

Abril de 2020 – resultados finais:
• A população empregada registou variações de -1,3% relativamente ao mês anterior, de -2,2% em relação a três meses antes e de -1,8% comparativamente com o mesmo mês de 2019.
• A taxa de desemprego (conceito da Organização Internacional do Trabalho, OIT) situou-se em 6,3%, mais 0,1 pontos percentuais(p.p.) que no mês precedente, menos 0,5 p.p que há três meses e menos 0,3 p.p. que há um ano.
• A taxa subutilização de trabalho situou-se em 13,4%, mais 1,0 p.p. que no mês precedente, mais 0,9 p.p. que há 3 meses e mais 0,4 p.p. que há um ano.
Maio de 2020 – resultados provisórios:
• A população empregada registou variações de -2,2% relativamente ao mês anterior e de -4,0% em relação a três meses antes e ao mesmo mês de 2019.
• A taxa de desemprego (conceito OIT) situou-se em 5,5%, menos 0,8 p.p. que no mês precedente, menos 0,9 p.p que há três meses e menos 1,1 p.p. que há um ano.
• A taxa subutilização de trabalho situou-se em 14,2%, mais 0,8 p.p. que no mês precedente, mais 1,8 p.p. que há 3 meses e mais 1,2 p.p. que há um ano.

A informação deste Destaque é influenciada pela situação atual determinada pela pandemia COVID-19, seja pela natural perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária, seja pelas alterações comportamentais decorrentes das medidas de salvaguarda da saúde pública adotadas (ver explicação na página 7). Por este motivo, o INE alerta para o especial cuidado a ter na análise das estimativas provisórias apresentadas.
Apesar das circunstâncias, o INE tentará manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação. Reforçamos o nosso apelo à melhor colaboração dos cidadãos e das entidades públicas e privadas na resposta às solicitações do INE. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre COVID-19: acompanhamento do impacto da pandemia nas empresas 01-07-2020

COVID-19: acompanhamento do impacto da pandemia nas empresas

Os resultados do inquérito apontam para uma melhoria ligeira da situação das empresas na segunda quinzena de junho. A percentagem de empresas em funcionamento foi 96% (+1 p.p. que na quinzena anterior), salientando-se o setor do Alojamento e restauração, onde a percentagem aumentou 5 p.p., fixando-se nos 82%. Comparando os resultados ao longo do segundo trimestre, a melhoria é mais notória, com a percentagem de empresas em funcionamento a aumentar de 83% em abril para 96% em junho.
Face à situação que seria expectável sem pandemia, 66% das empresas reportaram um impacto negativo no volume de negócios (compara com 68% na quinzena anterior). O Alojamento e restauração e os Transportes e armazenagem foram os setores com mais empresas a reportarem reduções no volume de negócios (87% e 80%, respetivamente). Ao longo do segundo trimestre, a percentagem de empresas respondentes com redução no volume de negócios, face à situação expectável sem pandemia, decresceu de 80% em abril para 67% em junho.
Comparativamente com a quinzena anterior, 37% das empresas referiram uma estabilização do volume de negócios, sendo que, entre as restantes, a percentagem que assinala aumentos foi superior à proporção que assinala reduções (34% e 28%, respetivamente).
Na 2ª quinzena de junho, 36% das empresas assinalaram uma redução do pessoal ao serviço efetivamente a trabalhar face à situação que seria expectável sem pandemia (39% na quinzena anterior). As empresas do Alojamento e restauração destacaram-se com 64% a referirem um impacto negativo no pessoal ao serviço (-3 p.p. que na quinzena anterior). Comparando os resultados ao longo do segundo trimestre, observou-se também uma diminuição da percentagem de empresas que referiram um impacto negativo no pessoal ao serviço efetivamente a trabalhar face à situação expectável sem pandemia (de 59% em abril para 38% em junho).
Em comparação com a 1ª quinzena de junho, a maioria das empresas não reportou alteração no número de pessoas ao serviço (72%). O Alojamento e restauração foi o setor que registou a maior percentagem de empresas com aumento no pessoal ao serviço face à quinzena anterior (33%), na maioria dos casos devido à redução do número de pessoas em layoff.
46% das empresas respondentes tinham pessoas em teletrabalho na segunda quinzena de junho (-1 p.p. face à quinzena anterior) e mais de 55% das empresas não preveem o recurso às medidas de apoio do Governo excluindo o layoff simplificado.

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Imagem sobre Produção Industrial registou uma variação homóloga de -26,0% 30-06-2020

Produção Industrial registou uma variação homóloga de -26,0%

O Índice de Produção Industrial apresentou uma variação homóloga de -26,0%, em maio (-27,4% em abril). A taxa de variação da secção das Indústrias Transformadoras situou-se em -28,7% (-30,7% no mês anterior).

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia Covid19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Atividade turística manteve interrupção quase total em maio 30-06-2020

Atividade turística manteve interrupção quase total em maio

De acordo com a estimativa rápida, em maio de 2020 o setor do alojamento turístico deverá ter registado 157,8 mil hóspedes e 324,3 mil dormidas, o que corresponde a variações de -93,9% e -95,0%, respetivamente (-97,4% e -97,0% em abril, pela mesma ordem). As dormidas de residentes terão diminuído 85,6% (-93,0% em abril) e as de não residentes terão decrescido 98,1% (-98,6% no mês anterior).
Em maio, cerca de 69,7% dos estabelecimentos de alojamento turístico terão estado encerrados ou não registaram movimento de hóspedes.

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Imagem sobre Acompanhamento do impacto social e económico da pandemia - 13.º reporte semanal 30-06-2020

Acompanhamento do impacto social e económico da pandemia - 13.º reporte semanal

O INE disponibiliza o 13.º reporte semanal para acompanhamento do impacto social e económico da pandemia COVID-19, que apresenta, de forma sintética, alguns dos resultados estatísticos mais relevantes sobre esta matéria divulgados nos últimos dias.
O presente reporte versa sobre os destaques relativos a:
- Índice de Preços na Habitação – 1.º trimestre 2020, publicado em 23 de junho;
- Contas Nacionais Trimestrais por Setor Institucional – 1.º trimestre 2020, publicado em 24 de junho.
Para maior detalhe, consulte os links, disponíveis ao longo do destaque.

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 0,2% 30-06-2020

Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 0,2%


Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá sido 0,2% em junho de 2020, taxa superior em 0,9 pontos percentuais (p.p.) à registada em maio. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 0,3%, taxa superior em 0,7 p.p. à registada no mês anterior. A taxa de variação homóloga do índice relativo aos produtos energéticos terá sido -7,6% (-10,9% em maio).
Relativamente ao mês anterior o IPC terá aumentado 0,9% (em maio, a variação mensal foi -0,4% e em junho de 2019 tinha sido nula).
Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 0,1%, valor igual ao registado no mês precedente.
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 0,3% (valor superior em 0,9 p.p. ao registado em maio).
Os dados definitivos referentes ao IPC do mês de junho serão publicados no próximo dia 10 de julho.

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece. 

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Imagem sobre Avaliação bancária subiu três euros, para 1 114 euros por metro quadrado 29-06-2020

Avaliação bancária subiu três euros, para 1 114 euros por metro quadrado

O valor mediano de avaliação bancária foi 1 114 euros em maio, mais 3 euros que o observado no mês precedente. Este valor representa uma subida de 0,3% relativamente a abril e um aumento de 8,9% face ao mesmo mês do ano anterior. Refira-se que, dadas as circunstâncias excecionais, o número de avaliações bancárias consideradas ascendeu a cerca de 19 mil, menos 21% que no mesmo período do mês do ano anterior.

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia Covid19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Vendas no Comércio a Retalho diminuíram 13,1% 29-06-2020

Vendas no Comércio a Retalho diminuíram 13,1%

O Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho registou uma variação homóloga negativa de 13,1% em maio, (redução de 22,2% no mês anterior).
Os índices de emprego, de remunerações e de horas trabalhadas apresentaram taxas de variação homóloga de -3,1%, -7,1% e -22,2%, respetivamente (-2,1% e -5,2% e -30,8% em abril, pela mesma ordem).

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da presente crise sanitária na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia Covid19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Indicadores de confiança dos Consumidores e de clima económico voltam a recuperar parcialmente após fortes reduções em abril 29-06-2020

Indicadores de confiança dos Consumidores e de clima económico voltam a recuperar parcialmente após fortes reduções em abril

Em junho, o indicador de confiança dos Consumidores continuou a recuperar parcialmente, após ter apresentado em abril a maior redução face ao mês anterior e o valor mínimo desde maio de 2013.
O indicador de clima económico aumentou em maio e junho, sobretudo no último mês, após ter atingindo em abril o valor mínimo da série. Os indicadores de confiança recuperaram em todos os setores, com destaque para a Indústria Transformadora, que registou o maior aumento da série, depois de ter registado o mínimo da série no mês anterior. Na Construção e Obras Públicas e no Comércio, os indicadores recuperaram parcialmente em maio e junho. O indicador de confiança nos Serviços aumentou em junho, após ter apresentado no mês anterior o valor mais baixo da série.

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE irá procurar manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia Covid19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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Imagem sobre Inquérito Nacional de Saúde: Há menos fumadores, mas aumentou o consumo arriscado de bebidas alcoólicas 26-06-2020

Inquérito Nacional de Saúde: Há menos fumadores, mas aumentou o consumo arriscado de bebidas alcoólicas

Mais de metade da população com 18 e mais anos (4,6 milhões) continuava a ter excesso de peso (36,6%) ou obesidade (16,9%) em 2019, verificando-se um ligeiro aumento em relação a 2014 (36,4% de excesso de peso e 16,4% de obesidade).
A maioria da população com 15 ou mais anos (65,6%) não praticava qualquer atividade desportiva de forma regular, sendo apenas 13,6% os que referiram praticar exercício físico em um ou dois dias por semana, menos 1,8 p.p. que em 2014. Aumentou contudo o número dos que se deslocavam a pé diariamente (de 2,5 milhões em 2014 para 3,0 milhões em 2019).
66,4% da população com 15 ou mais anos referiu consumir fruta diariamente, e 41,7% consumiam diariamente legumes ou saladas.
Apenas 0,5% referiram não consumir carne, peixe, nem quaisquer produtos derivados; e 2,8% não consumiam carne ou produtos derivados.
Em 2019, 17,0% da população com 15 ou mais anos era fumadora, menos 3,0 p.p. que em 2014; 1,3 milhões de pessoas (14,2%) fumavam diariamente e 248 mil (2,8%) faziam-no ocasionalmente. O consumo regular de tabaco registava um rácio de 2,0 homens por cada mulher.
Cerca de 6,2 milhões de pessoas referiram ter consumido bebidas alcoólicas nos 12 meses anteriores à entrevista: destes, 1,8 milhões fizeram-no diariamente (menos 14 p.p. que em 2014). Por outro lado, 2,6 milhões (mais de 40% da população em análise) referiram ter consumido 6 ou mais bebidas alcoólicas numa única ocasião ou evento (consumo arriscado) pelo menos uma vez nos 12 meses anteriores, um aumento relativamente a 2014 (33,2%).
8,0% da população residente com 15 e mais anos (716 mil pessoas) apresentava sintomas depressivos e 1,9% (cerca de 170 mil pessoas) não tinham a quem recorrer em caso de problema pessoal grave.

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