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CALENDÁRIO +Info...

Saturday, 1 de October de 2022

Monday, 3 de October de 2022

  • ITRM 2022 - 38ª Semana: Últ. dia

Wednesday, 5 de October de 2022

  • ITENF 2022 - 3º Trim: Início

Monday, 10 de October de 2022

  • ICC 2022 - Out: Últ. dia
  • ICCOP 2022 - Out: Últ. dia
  • ICIT 2022 - Out: Últ. dia
  • ICS 2022 - Out: Últ. dia
  • IMPI 2022 - Set: Últ. dia
  • IPCAMP 2022 - Set: Últ. dia
  • IPCOL 2022 - Set: Últ. dia
  • IPHH 2022 - Set: Últ. dia
  • ITRM 2022 - 39ª Semana: Últ. dia
  • IVNE 2022 - Set: Últ. dia

Saturday, 15 de October de 2022

Monday, 17 de October de 2022

  • ITRM 2022 - 40ª Semana: Últ. dia

Thursday, 20 de October de 2022

Saturday, 22 de October de 2022

  • IMTM 2022 - Set: Últ. dia

Sunday, 23 de October de 2022

Monday, 24 de October de 2022

  • IMGA 2022 - Set: Últ. dia
  • IMLV 2022 - Set: Últ. dia
  • ITRM 2022 - 41ª Semana: Últ. dia

Tuesday, 25 de October de 2022

  • IMAAC 2022 - Set: Últ. dia
  • IMVC 2022 - Set: Últ. dia
  • IPPI 2022 - Out: Últ. dia
  • ITENF 2022 - 3º Trim: Últ. dia

Monday, 31 de October de 2022

  • ITRM 2022 - 42ª Semana: Últ. dia

INFORMAÇÕES

O conhecimento de informação estatística fiável, pertinente e atual é indispensável à tomada de decisão a todos os níveis. A sua colaboração na resposta aos inquéritos do INE é decisiva para a produção e difusão das estatísticas oficiais.

EM DESTAQUE

2043
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Imagem sobre Produção Industrial registou uma variação homóloga de 4,9% 03-10-2022

Produção Industrial registou uma variação homóloga de 4,9%

O Índice de Produção Industrial apresentou uma variação homóloga de 4,9%, em agosto (-0,2% em julho). Excluindo o agrupamento de Energia, esta variação foi de 5,9% (1,5% no mês precedente). A taxa de variação da secção das Indústrias Transformadoras situou-se em 5,3% (2,0% em julho). A variação mensal do índice agregado foi 3,0% (-0,7% no mês anterior).

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Imagem sobre Empresas perspetivam aumento nominal de 15,6% nas exportações de bens em 2022, revendo 9,1 p.p. em alta a previsão efetuada em novembro 30-09-2022

Empresas perspetivam aumento nominal de 15,6% nas exportações de bens em 2022, revendo 9,1 p.p. em alta a previsão efetuada em novembro

As empresas exportadoras perspetivam um acréscimo nominal de 15,6% nas suas exportações de bens em 2022, revendo 9,1 pontos percentuais (p.p.). em alta a 1ª previsão efetuada em novembro de 2021. Esta revisão resulta da atualização das expetativas para as exportações Intra-UE (+10,1 p.p., para 16,1%) e Extra-UE (+6,8 p.p., para 14,5%). 

Por Grandes Categorias Económicas (CGCE), destacam-se os aumentos esperados nas exportações de Fornecimentos industriais não especificados noutra categoria (+17,4%, correspondendo à maior revisão face à previsão efetuada em novembro, +12,4 p.p.) e de Máquinas, outros bens de capital (exceto o material de transporte) e seus acessórios (+16,4%).

A revisão das previsões de evolução das exportações em 2022 é consistente com a informação do Comércio Internacional de bens (para os primeiros meses do ano), que aponta, aliás, para uma variação nominal ainda mais acentuada (+25,1%), decorrente de um aumento de quantidade mas também, em grande medida, do forte crescimento de preços que se terá intensificado ao longo de 2021 e ampliado nos primeiros meses de 2022, mas sinalizam uma segunda parte do ano menos dinâmica.

Estas perspetivas mais conservadoras das empresas quanto às suas exportações de bens para o resto do ano de 2022, podem refletir uma atitude cautelosa sobre os desenvolvimentos do enquadramento internacional que poderão determinar nomeadamente uma  contração súbita da procura.

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Imagem sobre Vendas no Comércio a Retalho subiram 5,4% em volume 30-09-2022

Vendas no Comércio a Retalho subiram 5,4% em volume

O Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho passou de uma variação homóloga de 5,1% em julho para 5,4% em agosto 2022.

Os índices de emprego, remunerações e horas trabalhadas apresentaram taxas de variação homóloga de 3,7%, 8,8% e 3,9% (3,8%, 9,7% e 2,5% em julho).

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Imagem sobre Total de hóspedes e dormidas atingiram máximos em agosto, mas com ligeira redução nos mercados externos face a 2019 30-09-2022

Total de hóspedes e dormidas atingiram máximos em agosto, mas com ligeira redução nos mercados externos face a 2019

O setor do alojamento turístico registou 3,4 milhões de hóspedes e 9,9 milhões de dormidas em agosto de 2022, os valores mensais mais elevados desde que há registo, correspondendo a aumentos de 33,0% e 31,9%, respetivamente (+85,4% e +90,0% em julho, pela mesma ordem). Face a agosto de 2019, registaram-se aumentos de 1,2% e 2,8%, respetivamente. 

Em agosto, o mercado interno contribuiu com 3,7 milhões de dormidas (-11,4%) e os mercados externos totalizaram 6,2 milhões (+86,9%). Face a agosto de 2019, o mercado interno cresceu 8,2% e os mercados externos diminuíram 0,2%.

No conjunto dos primeiros oito meses de 2022, as dormidas aumentaram 133,8% (+33,7% nos residentes e +278,4% nos não residentes). Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas decresceram 3,0%, como consequência da diminuição das dormidas de não residentes (-7,7%), dado que as de residentes cresceram 7,7%.

Em agosto, 11,8% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (18,6% em agosto de 2021).

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 9,3% 30-09-2022

Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 9,3%

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá aumentado para 9,3% em setembro, taxa superior em 0,4 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior e a mais elevada desde outubro de 1992. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 6,9% (6,5% no mês anterior), registo mais elevado desde fevereiro de 1994. Estima-se que a taxa de variação homóloga do índice relativo aos produtos energéticos se situe em 22,2% (taxa inferior em 1,8 p.p. face ao mês precedente), enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá apresentado uma variação de 16,9% (15,4% em agosto), taxa mais elevada desde julho de 1990. 

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido 1,2% (-0,3% em agosto e 0,9% em setembro de 2021).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 6,0% (5,3% no mês anterior).  

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 9,8% (9,3% no mês anterior). 

Os dados definitivos referentes ao IPC do mês de setembro de 2022 serão publicados no próximo dia 13 de outubro.

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Imagem sobre Renda mediana de novos contratos cresceu 8,6% e número de novos contratos aumentou 2,1% face ao período homólogo 29-09-2022

Renda mediana de novos contratos cresceu 8,6% e número de novos contratos aumentou 2,1% face ao período homólogo

No 2º trimestre de 2022 a renda mediana dos 21 005 novos contratos de arrendamento em Portugal atingiu 6,55 €/m2. Este valor representa um crescimento homólogo de +8,6%, superior ao observado no trimestre anterior (+6,4%). O número de novos contratos de arrendamento também registou um aumento face ao 2º trimestre de 2021 (+2,1%).

Face ao 2º trimestre de 2021, a renda mediana aumentou em todas as sub-regiões NUTS III. As rendas mais elevadas registaram-se na Área Metropolitana de Lisboa (9,95 €/m2), Algarve (7,41 €/m2), Região Autónoma da Madeira (7,35 €/m2) e Área Metropolitana do Porto (7,06 €/m2) e, com exceção do Algarve, estas sub-regiões apresentaram também crescimentos homólogos superiores ao do país.

No 2º trimestre de 2022, verificou-se um aumento homólogo da renda mediana em 23 dos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes. Os municípios com valores de novos contratos de arrendamento mais elevados – Cascais (12,78 €/m2), Lisboa (12,61 €/m2), Oeiras (11,00 €/m2) e Porto (10,15 €/m2) – registaram um crescimento homólogo superior ao do país (+19,6%, +14,6%, +11,3% e +15,7%, respetivamente).

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Imagem sobre Em agosto, a taxa de desemprego situou-se em 6,0% e a taxa de subutilização do trabalho em 11,5% 29-09-2022

Em agosto, a taxa de desemprego situou-se em 6,0% e a taxa de subutilização do trabalho em 11,5%

Julho de 2022:

• A população ativa (5 189,9 mil pessoas) aumentou 0,2% em relação a junho de 2022, 0,1% relativamente a abril do mesmo ano e 0,4% por comparação com julho de 2021.

• A população empregada (4 879,8 mil) aumentou em relação ao mês anterior (0,2%) e ao mesmo mês do ano anterior (1,1%), mas diminuiu em 1,8 mil pessoas em relação a três meses antes (a que corresponde uma relação relativa praticamente nula).

• A população desempregada (310,1 mil) manteve-se praticamente inalterada em relação a junho, aumentou 1,8% em relação a abril e diminuiu 9,0% em relação a julho de 2021.

• A taxa de desemprego situou-se em 6,0%, valor igual ao do mês anterior, superior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao de três meses antes e inferior em 0,6 p.p. ao de um ano antes.

• A população inativa (2 470,6 mil) diminuiu em relação aos três períodos de comparação, respetivamente: 0,4%, 0,2% e 1,6%.

• A taxa subutilização de trabalho situou-se em 11,5%, valor inferior ao mês precedente em 0,1 p.p. e ao de um ano antes em 0,9 p.p., mas superior em 0,1 p.p. ao de três meses antes.

Agosto de 2022:

• A população ativa (5 196,9 mil) aumentou 0,1% em relação a julho, 0,3% relativamente a maio e 0,7% por comparação com agosto de 2021.

• A população empregada (4 884,4 mil) observou também acréscimos em relação aos três períodos de comparação: 0,1%, 0,3% e 1,0%, respetivamente.

• A população desempregada (312,5 mil) aumentou em relação ao mês anterior (0,8%) e a três meses antes (0,4%), tendo diminuído 4,3% relativamente a agosto de 2021.

• A taxa de desemprego situou-se em 6,0%, valor idêntico ao de julho e maio de 2022 e inferior ao do mês homólogo de 2021 (0,3 p.p.).

• A população inativa (2 461,8 mil) diminuiu em relação aos três períodos de comparação, respetivamente: 0,4%, 0,7% e 2,2%.

• A taxa subutilização de trabalho situou-se em 11,4%, menos 0,1 p.p. do que no mês anterior e do que três meses antes e menos 0,7 p.p. do que no mesmo mês do ano anterior.

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Imagem sobre Indicadores de confiança dos Consumidores e de clima económico diminuem 29-09-2022

Indicadores de confiança dos Consumidores e de clima económico diminuem

O indicador de confiança dos Consumidores diminuiu em setembro, atingindo o valor mais baixo desde o início da pandemia em abril de 2020 e situando-se num nível inferior ao observado em março quando se verificou a segunda queda mais intensa da série. O saldo das opiniões dos Consumidores sobre a evolução passada dos preços aumentou ligeiramente em setembro, renovando o valor máximo da série que havia sido registado nos dois meses anteriores, na sequência da trajetória marcadamente ascendente iniciada em março de 2021.

O indicador de clima económico diminuiu em agosto e setembro, afastando-se do nível observado em fevereiro, em que atingiu o máximo desde março de 2019. O indicador de confiança dos Serviços diminuiu expressivamente, tendo aumentado na Construção e Obras Públicas, no Comércio e na Indústria Transformadora, de forma ligeira nos últimos dois casos.  

Os saldos das expectativas dos empresários sobre a evolução futura dos preços de venda aumentaram significativamente no Comércio e na Indústria Transformadora, embora situando-se ainda em níveis inferiores aos máximos das séries observados em março e abril, respetivamente. Este saldo também aumentou nos Serviços e na Construção e Obras Públicas, permanecendo em níveis inferiores aos máximos atingidos em abril e junho.

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Imagem sobre Atividades de inovação nas empresas aumentaram no triénio 2018-2020, principalmente inovação de processo 27-09-2022

Atividades de inovação nas empresas aumentaram no triénio 2018-2020, principalmente inovação de processo

No triénio 2018-2020 verificou-se um aumento das atividades de inovação, tendo sido reportadas em 48,0% das empresas, enquanto no triénio anterior apenas 32,4% das empresas tiveram este tipo de atividades. No entanto, esta expansão foi sobretudo devida a inovação de processo, observada em 42,7% das empresas (28,0% no triénio anterior) dado que a percentagem de empresas em que foi observada inovação de produto se cingiu a 22,3%, um pouco abaixo da percentagem registada no triénio anterior (23,0%). Há fortes indícios de que este aumento na inovação de processo esteja associado, em larga medida, ao impacto da pandemia COVID-19, nomeadamente à implementação do teletrabalho e consequente investimento em tecnologia e equipamentos que o viabilizassem, ao ajustamento dos canais de comunicação (incluindo a implementação de vendas online) e genericamente à adaptação de processos e procedimentos relacionados com a adoção do teletrabalho e a contactos não presenciais, para assegurar a continuidade de negócio.

Em 2020, 13,8% do volume de negócios das empresas resultou da introdução de produtos novos ou melhorados no mercado (+2,6 p.p. face a 2018), totalizando 36,2 mil milhões de euros (ainda assim, menos 968,8 milhões de euros comparativamente com 2018, num contexto em que se observou a diminuição significativa do volume de negócios total das empresas em 2020). Cerca de 9,5% deste volume resultou da introdução de produtos novos para a empresa e 4,3% da introdução de produtos novos para o mercado (7,0% e 4,2% em 2018, respetivamente). Relativamente à despesa total com atividades de inovação, esta atingiu 2 735,8 milhões de euros, um aumento de 137,2 milhões de euros (+5,8%) face a 2018.

Entre 2018 e 2020, 23,9% das empresas eram inovadoras e introduziram inovações com algum tipo de benefício ambiental, destacando-se os benefícios na reciclagem de lixo, água ou materiais para consumo próprio da empresa ou venda.

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Imagem sobre Avaliação bancária diminuiu para 1 414 euros por metro quadrado 27-09-2022

Avaliação bancária diminuiu para 1 414 euros por metro quadrado

O valor mediano de avaliação bancária foi 1 414 euros em agosto, menos 3 euros que o observado no mês precedente. Esta redução resultou da diminuição dos preços de moradias, sendo a variação mensal dos apartamentos ligeiramente positiva. Em termos homólogos, a taxa de variação fixou-se em 15,8% (16,1% em julho). Refira-se que o número de avaliações bancárias consideradas diminuiu pelo terceiro mês consecutivo, situando-se em cerca de 26 mil, o que representa uma redução de 10,4% face mesmo período do ano anterior e menos 20,7% que em maio último, mês em que registou o máximo da série.

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Imagem sobre Esperança de vida à nascença diminuiu em todas as regiões do Continente - 2019-2021 26-09-2022

Esperança de vida à nascença diminuiu em todas as regiões do Continente - 2019-2021

A esperança de vida à nascença em Portugal, em 2019-2021, foi estimada em 80,72 anos, sendo de 77,67 anos para os homens e de 83,37 anos para as mulheres, correspondendo, relativamente a 2018-2020, a uma diminuição de cerca de 4,8 meses para os homens e de 3,6 meses para as mulheres.

No triénio 2019-2021, em resultado do aumento do número de óbitos no contexto da pandemia da doença COVID-19, registaram-se, também, reduções na esperança de vida para a maioria das regiões NUTS II e III. O impacto da pandemia COVID-19 nas regiões foi, todavia, diferenciado.

Por NUTS II, registaram-se reduções na esperança de vida à nascença em todas as regiões, com exceção das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira. A maior redução observou-se no Alentejo (cerca de 7 meses).

Por NUTS III, registaram-se reduções em todas as regiões do Continente, a maior na Lezíria do Tejo (-7,44 meses) e a menor no Alto Tâmega (cerca de 1 mês).

A esperança de vida aos 65 anos em Portugal, no período 2019-2021, foi estimada em 19,35 anos. Aos 65 anos, os homens podiam esperar viver 17,38 anos e as mulheres 20,80 anos, o que correspondeu a uma redução de, respetivamente, 4,6 e 3,7 meses relativamente a 2018-2020.

Por NUTS II, no triénio 2019-2021, registaram-se reduções na esperança de vida aos 65 anos em todas as regiões, com exceção da Região Autónoma da Madeira, em que aumentou ligeiramente. A maior redução observou-se no Alentejo (cerca de 7 meses).

Por NUTS III, registaram-se reduções na esperança de vida aos 65 anos em todas as regiões, com exceção da Região Autónoma da Madeira, onde se registaram ligeiros ganhos na esperança de vida, de cerca de meio mês. A maior redução observou-se no Alto Alentejo (-1,12 anos).

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Imagem sobre Principais Agregados das Administrações Públicas - 2021 23-09-2022

Principais Agregados das Administrações Públicas - 2021

A receita total das AP aumentou 10,6% (cerca de +9,2 mil milhões de euros) entre 2020 e 2021 e a receita corrente aumentou 8,9% (aproximadamente, +7,7 mil milhões de euros). As três grandes componentes da receita corrente aumentaram a ritmos diferentes, salientando-se o acréscimo dos impostos sobre a produção e a importação, que atingiu 11,0%.

A despesa total das AP registou um aumento de 3,8% entre 2020 e 2021, em consequência dos efeitos conjugados do acréscimo da despesa corrente (+5,1%) e da diminuição da despesa de capital (-8,3%). No aumento da despesa corrente, há a salientar os acréscimos registados nas remunerações (+4,3%) e nas prestações sociais, exceto transferências sociais em espécie (+3,5%), verificando-se um decréscimo de 10,7% na despesa em juros. A despesa de capital diminuiu 8,2% em 2021 em consequência da redução das transferências de capital concedidas, uma vez que a formação bruta de capital aumentou 16,0%.

Em 2021, o setor das AP apresentou um saldo negativo (necessidade líquida de financiamento) de 6 215 milhões de euros, correspondente a -2,9% do PIB (-5,8% em 2020 e +0,1% em 2019).

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Imagem sobre Procedimento dos Défices Excessivos - 2ª Notificação de 2022 23-09-2022

Procedimento dos Défices Excessivos - 2ª Notificação de 2022

Nos termos dos Regulamentos da União Europeia, o INE envia ao Eurostat, até ao final do mês corrente, a segunda notificação de 2022 relativa ao Procedimento dos Défices Excessivos (PDE). De acordo com os resultados provisórios obtidos neste exercício, o saldo das Administrações Públicas (AP) atingiu -6 215,5 milhões de euros em 2021, o que correspondeu a -2,9% do PIB (-5,8% em 2020). A dívida bruta das AP terá diminuído para 125,5% do PIB em 2021 (134,9% no ano anterior).

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Imagem sobre Em 2021, o Produto Interno Bruto (PIB) ascendeu a 214,5 mil milhões de euros 23-09-2022

Em 2021, o Produto Interno Bruto (PIB) ascendeu a 214,5 mil milhões de euros

Em 2021, o PIB ascendeu a 214,5 mil milhões de euros, o que representou um crescimento nominal de 7,0%, depois da forte contração (-6,5%) registada em 2020, ano marcado pelos efeitos da pandemia COVID-19. Todas as grandes componentes da despesa aumentaram significativamente em 2021, destacando-se o crescimento em volume das Exportações de Bens e Serviços que atingiu 13,5%. 

O Valor Acrescentado Bruto (VAB) aumentou 6,3% em termos nominais e 4,9% em volume, compensando parcialmente as evoluções negativas observadas em 2020 (-5,8% e -7,8%, pela mesma ordem). São de destacar os ramos do Alojamento e Restauração e Transportes e Armazenagem que apresentaram as maiores taxas de crescimentos em volume (+11,1% e +9,4%, respetivamente), ainda assim insuficientes para recuperarem das fortes quebras registadas em 2020 (-43,1% e -27,6%) – para uma comparação do desempenho dos vários ramos face ao período pré-pandemia (2019), ver caixa no fim da primeira secção deste destaque.  

O Rendimento Nacional Bruto (RNB) aumentou 7,3% em 2021, após uma diminuição de 5,5% em 2020. A taxa de poupança das famílias decresceu para 9,8%, menos 2,1 p.p. do que no ano anterior, refletindo a forte recuperação do consumo privado. A economia apresentou uma capacidade de financiamento de 0,5% do PIB, que contrasta com a necessidade de financiamento de -0,2% registada em 2020.

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Imagem sobre Saldo externo da economia diminui para -0,8% do PIB 23-09-2022

Saldo externo da economia diminui para -0,8% do PIB

A economia portuguesa registou um agravamento da necessidade de financiamento no 2º trimestre de 2022, que passou de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no 1º trimestre de 2022 para 0,8%. O Rendimento Nacional Bruto (RNB) e o Rendimento Disponível Bruto (RDB) aumentaram, respetivamente, 2,7% e 2,3% (crescimentos em cadeia de 2,9% e 2,8% no trimestre anterior). A redução do saldo externo da economia reflete a diminuição dos saldos de todos os setores internos, com exceção das Administrações Públicas (AP).   

O Rendimento Disponível Bruto (RDB) das Famílias aumentou 1,2% face ao trimestre anterior, verificando-se crescimentos de 1,9% e 1,4% das remunerações e do Valor Acrescentado Bruto (VAB), respetivamente. A despesa de consumo final aumentou 2,7% (4,0% no trimestre anterior), determinando a redução da taxa de poupança para 5,9% (7,3% no trimestre anterior) o que, em conjunto com o aumento do investimento, conduziu à redução da capacidade de financiamento em 1,0 pontos percentuais (p.p.), para 0,4% do PIB. 

O saldo das Sociedades Não Financeiras (SNF) fixou-se em -2,7% do PIB, menos 0,7 p.p. que no trimestre anterior. O VAB deste setor registou um aumento de 3,8%, superior ao crescimento das remunerações pagas (taxa de variação de 2,4%), enquanto a FBCF cresceu 2,1%. 

O saldo das Sociedades Financeiras diminuiu 0,3 p.p. para 1,4% do PIB no 2º trimestre de 2022.

O saldo do setor das AP aumentou 1,8 p.p. no ano terminado no 2º trimestre de 2022, passando de uma necessidade de financiamento de 1,6% do PIB no 1º trimestre para uma capacidade de financiamento de 0,2% do PIB.  Tomando como referência os valores trimestrais e não o ano acabado no trimestre, o saldo das AP no 2º trimestre de 2022 atingiu 1 104,6 milhões de euros, correspondendo a 1,9% do PIB, o que compara com  5,6% no período homólogo. Considerando valores para o conjunto do 1º semestre de 2022, o saldo das AP foi também positivo (0,8% do PIB), registando-se uma melhoria expressiva deste indicador face não só aos semestres homólogos de 2020 e 2021, marcados pela pandemia COVID-19, mas igualmente face a 2019.

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Imagem sobre Preços da Habitação aumentaram 13,2% 22-09-2022

Preços da Habitação aumentaram 13,2%

No 2º trimestre de 2022, o Índice de Preços da Habitação (IPHab) aumentou 13,2% em termos homólogos, 0,3 pontos percentuais (p.p.) acima do observado no trimestre anterior. O aumento dos preços foi mais expressivo nas habitações existentes (14,7%) que nas habitações novas (8,4%).

Em relação ao trimestre anterior, o IPHab aumentou 3,1% (3,8% no 1º trimestre de 2022). Também neste caso, a taxa de variação do índice relativo aos alojamentos existentes (3,9%) superou a registada nos alojamentos novos (0,6%).

Entre abril e junho de 2022, foram transacionadas 43 607 habitações pelo valor total de 8,3 mil milhões de euros, o que representa um aumento, face ao mesmo período do ano anterior, de 4,5% e 19,5%, respetivamente.

No 2º trimestre de 2022, 38 181 habitações (87,6% do total) foram adquiridas por compradores pertencentes ao setor institucional das Famílias, totalizando 7,2 mil milhões de euros (86,7% do total). No trimestre de referência, os compradores com um domicílio fiscal fora do Território Nacional foram responsáveis por 6,4% do número total de transações (2 783 habitações), correspondendo a 11,9% do valor total transacionado.

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Imagem sobre Taxa de juro subiu para 1,011%, capital em dívida e prestação mensal aumentaram, fixando-se em 60 750 euros e 268 euros, respetivamente 20-09-2022

Taxa de juro subiu para 1,011%, capital em dívida e prestação mensal aumentaram, fixando-se em 60 750 euros e 268 euros, respetivamente

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 1,011% em agosto, subindo 9,9 pontos base (p.b.) face a julho (0,912%). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 1,289% em julho para 1,523% em agosto. No mês em análise, o capital médio em dívida aumentou 345 euros, fixando-se em 60 750 euros. A prestação média subiu 4 euros, para 268 euros. Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio da prestação subiu 20 euros, para 445 euros. 

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Imagem sobre Preços na Produção Industrial aumentaram 22,4% 19-09-2022

Preços na Produção Industrial aumentaram 22,4%

O Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) registou um aumento homólogo de 22,4% em agosto (24,6% em julho), em grande medida explicado pelos agrupamentos de Energia e Bens Intermédios, sem os quais o índice aumentou 11,3% (10,8% no mês anterior). O IPPI, excluindo o agrupamento de Energia, apresentou um crescimento de 15,3% (idêntico ao observado em julho). A variação mensal do índice agregado foi -1,0% (0,8% em agosto de 2021).

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Imagem sobre Preços na produção e no consumidor desaceleram ligeiramente mas mantêm crescimentos elevados 19-09-2022

Preços na produção e no consumidor desaceleram ligeiramente mas mantêm crescimentos elevados

Considerando a informação disponível para setembro (primeiros catorze dias), o preço médio do petróleo (Brent) fixou-se em 91,3 euros, o que representa uma diminuição de 7,9% face ao valor médio de agosto que, por sua vez, tinha já diminuído 5,3% relativamente ao valor médio de julho, embora as variações homólogas tenham persistido em níveis muito elevados (72,9% e 90,2% em agosto e julho, respetivamente).

O índice de preços na produção da indústria transformadora apresentou, em agosto, uma taxa de variação homóloga de 23,4%, inferior em 2,5 p.p. à observada no mês anterior, quando atingira o crescimento mais elevado da atual série. Excluindo a componente energética, este índice manteve um crescimento homólogo de 15,4%. O índice relativo aos bens de consumo continuou a acelerar, passando de uma variação homóloga de 13,2%, em julho, para 13,8% em agosto.

Refletindo em grande medida este aumento de preços, os indicadores de curto prazo da atividade económica na perspetiva da produção, disponíveis até julho de 2022, continuaram a revelar crescimentos elevados em termos nominais. O índice de volume de negócios na indústria apresentou um crescimento homólogo de 24,3% (31,6% no mês anterior).

A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 8,9% em agosto de 2022, taxa inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) manteve a tendência de subida dos meses anteriores, registando uma variação de 6,5% (6,2% em julho). Na vertente externa, continuou a verificar-se um aumento mais expressivo dos preços implícitos das importações de bens comparativamente às exportações (variações de 22,8% e 18,3% em julho, respetivamente), traduzindo perdas dos termos de troca, contribuindo para a deterioração do saldo externo de bens. 

Em agosto, as vendas de automóveis ligeiros de passageiros registaram uma variação homóloga de 42,4%, acelerando face ao aumento de 17,7% no mês anterior (35,8% em agosto de 2021). O montante global de levantamentos nacionais, de pagamentos de serviços e de compras em terminais TPA apresentou um crescimento homólogo de 17,1% em agosto (19,9% no mês anterior).

De acordo com as estimativas provisórias mensais do Inquérito ao Emprego, a taxa de desemprego (16 a 74 anos), ajustada de sazonalidade, foi 5,9% em julho, menos 0,1 p.p. que no mês anterior (5,9% em abril e 6,6% em julho de 2021). A taxa de subutilização do trabalho (16 a 74 anos) situou-se em 11,5%, menos 0,1 p.p. que em junho (12,4% em julho de 2021). Em julho, a população empregada (16 a 74 anos), também ajustada de sazonalidade, diminuiu 0,1% face ao mês anterior e aumentou 0,9% em termos homólogos (variação homóloga de 1,3% em junho).

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No mês de agosto, a mortalidade voltou a valores de 2021

No mês de agosto de 2022, o número de óbitos foi 9 257, valor inferior ao registado em julho de 2022 (menos 1 462 óbitos; -13,6%) e próximo do valor observado em agosto de 2021 (mais 39 óbitos; +0,4%). De janeiro a agosto de 2022 registaram-se 83 971 óbitos, menos 1 366 do que no período homólogo de 2021 (-1,6%).

Em agosto de 2022, o número de óbitos devido a COVID-19 diminuiu para 227 (menos 233, relativamente a julho de 2022), representando 2,5% do total de óbitos. Comparativamente com agosto de 2021, registou-se uma diminuição de 155 óbitos devido a COVID-19.

Em julho de 2022, registaram-se 7 150 nados-vivos, correspondendo a um aumento de 2,0% relativamente a junho de 2021 (7 009). O número total de nados-vivos registado nos primeiros sete meses de 2022 (45 835) foi superior ao verificado no mesmo período de 2021 (45 059), representando mais 776 (+1,7%) nados-vivos.

No mês de julho de 2022, o saldo natural foi -3 555, agravando-se relativamente ao do mês homólogo de 2021, quando registou o valor de -1 788. Nos primeiros sete meses de 2022, o valor acumulado do saldo natural foi -28 730, apresentando um desagravamento relativamente ao valor observado no mesmo período de 2021 (-31 027).

Em julho de 2022, celebraram-se 4 868 casamentos, correspondendo a um aumento de 14,8% relativamente ao número de casamentos realizados no mês de julho de 2021 (mais 626 casamentos). Nos primeiros sete meses de 2022 foram celebrados 18 818 casamentos, mais 5 903 do que no período homólogo de 2021.

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Imagem sobre Inquérito Comunitário à Inovação - 2020 27-09-2022

Inquérito Comunitário à Inovação - 2020

A Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) e o Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgam informação sobre a inovação empresarial, com base nos dados recolhidos no Inquérito Comunitário à Inovação (CIS), com referência ao período 2018-2020.

O CIS, com frequência bienal, tem como objetivo a produção e atualização de indicadores estatísticos sobre a inovação nas empresas através de um inquérito harmonizado ao nível europeu, que permite a comparação internacional dos dados, bem como responder a compromissos nacionais e internacionais de recolha, tratamento e disseminação das estatísticas oficiais de Ciência e Tecnologia, nomeadamente os compromissos assumidos com o Eurostat para a produção de estatísticas sobre Inovação.

Em comparação com a última edição do ICI, o questionário mantém a definição de inovação empresarial com enfoque nos dois tipos principais, a inovação de produto e a inovação de processo:

• Uma inovação de produto é um bem ou serviço novo ou melhorado que difere significativamente dos bens ou serviços anteriores da empresa e que foi implementado no mercado.

• Uma inovação de processo é um processo de negócio novo ou melhorado para uma ou mais funções de negócio que difere significativamente dos processos anteriores da empresa e que foi implementado na empresa.

A apresentação dos resultados dos inquéritos anteriores está disponível em INE | Dados Estatísticos | Base de dados e em DGEEC | Estatísticas > Ciência, Tecnologia e Inovação > Inovação (CIS)

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Setembro de 2022 21-09-2022

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Setembro de 2022

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Agosto de 2022 19-09-2022

Boletim Mensal de Estatística - Agosto de 2022

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Agosto de 2022 22-08-2022

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Agosto de 2022

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Julho de 2022 12-08-2022

Boletim Mensal de Estatística - Julho de 2022

Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

Disponível, também, a edição interativa

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Imagem sobre REVSTAT - Statistical Journal - Julho de 2022 01-08-2022

REVSTAT - Statistical Journal - Julho de 2022

Publicação de artigos de relevante conteúdo científico, abrangendo todos os ramos da Probabilidade e da Estatística, e que oferece um contributo efetivo para o esclarecimento e a divulgação de métodos estatísticos inovadores fundamentados em problemas reais.

Todos os artigos estão disponíveis em REVSTAT-Statistical Journal

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Imagem sobre Estatísticas do rendimento ao nível local - 2020 26-07-2022

Estatísticas do rendimento ao nível local - 2020

O INE divulga as Estatísticas do Rendimento ao nível local com base em dados fiscais anonimizados da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) relativos à Nota de liquidação do imposto sobre o Rendimento das pessoas Singulares (IRS – Modelo 3), obtidos no âmbito de um protocolo celebrado entre as duas entidades.

Os resultados apresentados nesta publicação baseiam-se nos valores do rendimento bruto declarado, do IRS liquidado e da variável derivada rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por agregado fiscal e por sujeito passivo. O ano em que se centra a análise é 2020, último ano com informação disponibilizada ao INE, embora se apresentem dados para 2018 e 2019. 

Os resultados encontram-se estruturados em fichas de síntese para os municípios com 2 mil ou mais sujeitos passivos deste imposto e para as 25 sub-regiões NUTS III do país.

Esta iniciativa insere-se no quadro de desenvolvimento da Infraestrutura Nacional de Dados (IND) no INE, que corresponde ao corolário de um caminho que tem sido prosseguido nos últimos anos de integração de dados provenientes de fontes diversas. As Estatísticas do Rendimento ao nível local, resultantes do aproveitamento de fontes administrativas, pretendem contribuir para a leitura da diversidade territorial da distribuição do rendimento à escala local.

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Imagem sobre Estatísticas Agrícolas - 2021 22-07-2022

Estatísticas Agrícolas - 2021

A publicação Estatísticas Agrícolas - 2021, está organizada em 12 capítulos, com textos de análise e respetivos quadros estatísticos. A informação divulgada cobre a atividade agrícola e alguns setores da economia nacional com ligações ao setor agrícola, incluindo temas tão diversificados como a produção vegetal, animal e florestal; a economia agrícola, analisada através das contas económicas da agricultura, da silvicultura e preços e índices de preços na agricultura, bem como o comércio internacional de produtos agrícolas e florestais, entre outros.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Julho de 2022 21-07-2022

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Julho de 2022

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Portugal em números - 2021 20-07-2022

Portugal em números - 2021

A publicação Portugal em Números apresenta informação estatística de síntese sobre Portugal organizada em quatro áreas: o Território, as Pessoas, a Atividade económica e o Estado.

Edição bilingue

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