Para poder prestar um serviço personalizado, funcional e de qualidade aos utilizadores do nosso serviço WEBINQ, o INE utiliza cookies próprios, imprescindíveis ao bom funcionamento do site.
Mais informação
RESPONDER
CALENDÁRIO +Info...
Quinta-Feira, 1 de Outubro de 2026
- ICC 2026 - Out: Início
- ICCOP 2026 - Out: Início
- ICGRAM 2026 - Set: Início
- ICIT 2026 - Out: Início
- ICS 2026 - Out: Início
- IEARPMRAM 2026 - 1º Trim: Início
- IEARPMRAM 2026 - 2º Trim: Início
- IEARPMRAM 2026 - 3º Trim: Início
- IEMICEATRAM 2026 - 1º Trim: Início
- IEMICEATRAM 2026 - 2º Trim: Início
- IEMICEATRAM 2026 - 3º Trim: Início
- IMA 2026 - Set: Início
- IMAAC 2026 - Set: Início
- IMAMI 2026 - Set: Início
- IMAOC 2026 - Set: Início
- IMGA 2026 - Set: Início
- IMLV 2026 - Set: Início
- IMPI 2026 - Set: Início
- IMTM 2026 - Set: Início
- IMVC 2026 - Set: Início
- INTRA-CH 2026 - Out: Início
- INTRA-EX 2026 - Out: Início
- IPCAMP 2026 - Set: Início
- IPCOL 2026 - Set: Início
- IPHH 2026 - Set: Início
- IPPSCAC 2026 - 3º Trim: Início
- IPPSTRM 2026 - 4º Trim: Início
- IREPEXP 2026 - Out: Início
- IREPIMP 2026 - Out: Início
- ITF 2026 - Set: Início
- ITPMPA 2026 - 3º Trim: Início
- ITPPA 2026 - 3º Trim: Início
- IVNE 2026 - Set: Início
- SIOURM 2026 - Out: Início
Sexta-Feira, 2 de Outubro de 2026
- IPCE 2026: Início
Segunda-Feira, 12 de Outubro de 2026
- ITRM 2026 - 40ª Semana: Últ. dia
Quinta-Feira, 15 de Outubro de 2026
- INTRA-CH 2026 - Set: Últ. dia
- INTRA-EX 2026 - Set: Últ. dia
- IPCE 2026: Últ. dia
- IPPSAET 2026 - 3º Trim: Últ. dia
- IPPSCAC 2026 - 3º Trim: Últ. dia
- IPPSTRM 2026 - 4º Trim: Últ. dia
- IREPEXP 2026 - Set: Últ. dia
- IREPIMP 2026 - Set: Últ. dia
- ITF 2026 - Set: Últ. dia
- ITPMPA 2026 - 3º Trim: Últ. dia
- ITPPA 2026 - 3º Trim: Últ. dia
- SIOURM 2026 - Set: Últ. dia
Segunda-Feira, 19 de Outubro de 2026
- ITRM 2026 - 41ª Semana: Últ. dia
Quarta-Feira, 21 de Outubro de 2026
- IASM 2025: Últ. dia
Sábado, 24 de Outubro de 2026
- IMA 2026 - Set: Últ. dia
Domingo, 25 de Outubro de 2026
- IMAAC 2026 - Set: Últ. dia
Segunda-Feira, 26 de Outubro de 2026
- ITRM 2026 - 42ª Semana: Últ. dia
Sábado, 31 de Outubro de 2026
- IEARPMRAM 2026 - 1º Trim: Últ. dia
- IEARPMRAM 2026 - 2º Trim: Últ. dia
- IEARPMRAM 2026 - 3º Trim: Últ. dia
- IEMICEATRAM 2026 - 1º Trim: Últ. dia
- IEMICEATRAM 2026 - 2º Trim: Últ. dia
- IEMICEATRAM 2026 - 3º Trim: Últ. dia
- ITENF 2026 - 3º Trim: Últ. dia
INDICADORES DO WEBINQ
INFORMAÇÕES
25-06-2025
EM DESTAQUE
Porque são obrigatórios os Inquéritos do INE ?
12-10-2026
Volume de Negócios nos Serviços cresceu 5,3%
Em agosto, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços registou uma variação homóloga nominal de 5,3%, correspondendo a uma aceleração de 2,3 pontos percentuais (p.p.) face ao mês anterior. Em termos reais, o índice deflacionado aumentou 1,0% (em julho, tinha diminuído 1,8%).
Na comparação mensal, o índice nominal cresceu 1,5%, após a contração de 1,0% observada em julho.
Os índices de emprego, remunerações e horas trabalhadas, ajustados de efeitos de calendário, apresentaram variações homólogas de 0,7%, 6,2% e 0,6%, respetivamente (1,4%, 7,2% e 0,4%, em julho).
09-10-2026
Exportações e importações aumentaram
Em agosto de 2026, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de, respetivamente, +6,8% e +2,8% (+7,8% e +0,7%, pela mesma ordem, em julho de 2026). Quando excluídas as transações sem transferência de propriedade (TTE), isto é, transações com vista a ou na sequência de trabalhos por encomenda, os crescimentos foram mais expressivos em ambos os fluxos: +11,6% nas exportações e +7,7% nas importações (+8,2% e +5,7%, respetivamente, em julho de 2026). Com as exportações a crescerem mais do que as importações, o défice da balança comercial de bens registou um desagravamento de 115 milhões de euros face a agosto de 2025, situando-se em 2 991 milhões de euros. No entanto, quando excluídas as TTE, o défice comercial registou um agravamento de 47 milhões de euros, totalizando 3 024 milhões de euros.
Em agosto de 2026, o índice de valor unitário (preços) das exportações manteve a trajetória de crescimento iniciada em março, registando uma variação homóloga positiva de 6,8% (+5,6% em julho de 2026 e -1,8% em agosto de 2025). Nas importações, o índice registou uma variação homóloga idêntica à do mês anterior (+5,1%), correspondendo à quinta variação positiva consecutiva (-3,0% em agosto de 2025).
09-10-2026
Volume de Negócios na Indústria aumentou 2,9%
Em agosto, o Índice de Volume de Negócios na Indústria apresentou uma variação homóloga nominal de 2,9% (4,6% no mês anterior). Excluindo o agrupamento da Energia, o volume de negócios diminuiu 1,0% (aumento de 2,6% em julho). O índice relativo ao mercado nacional desacelerou 1,6 pontos percentuais (p.p.), para uma taxa de variação de 4,7% em agosto, enquanto o referente ao mercado externo passou de um crescimento de 1,7% em julho, para um decréscimo de 0,1% no mês em análise.
O emprego e as horas trabalhadas registaram diminuições homólogas de 0,5% e 1,4% (-0,3% e -1,7% em julho), enquanto as remunerações aumentaram 4,0% (4,6% no mês anterior).
09-10-2026
Custos de construção de habitação nova aumentaram 7,5%
Em agosto, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 7,5% em termos homólogos, situando-se 1,0 pontos percentuais (p.p.) acima da variação observada no mês anterior. O preço dos materiais registou uma variação de 7,1% e o custo da mão de obra aumentou 8,0%.
09-10-2026
Quase um quinto das pessoas dos 25 aos 34 anos recorreram a pelo menos uma consulta com um profissional de saúde mental
O Instituto Nacional de Estatística divulgou os principais resultados do Inquérito Nacional de Saúde (INS), realizado no 4.º trimestre de 2025, no dia 24 de junho de 2026. Neste Destaque, aprofunda-se a informação relacionada com a saúde mental da população residente nas dimensões seguintes:
• em 2025, a depressão afetava quase um décimo (9,8%) das pessoas com 85 ou mais anos;
• quase um quinto (19,3%) das pessoas dos 25 aos 34 anos recorreram a pelo menos uma consulta com um profissional de saúde mental;
• o consumo regular de medicamentos para a insónia, a ansiedade e a depressão era mais frequente nas mulheres (20,0%, 16,4% e 12,9%, respetivamente) do que nos homens (9,1%, 7,5% e 5,5%);
• a literacia em saúde mental aumentava com o nível de escolaridade: a proporção da população com ensino superior que classificou como fácil ou muito fácil a sua capacidade em ‘saber mais sobre atividades boas para o bem-estar mental’ e em ‘encontrar informações para lidar com problemas de saúde mental’ foi de 88,7% e 74,6%, respetivamente, que compara com 66,3% e 53,5% para a população com ensino básico;
• o índice de bem-estar mental era mais baixo para as mulheres (68 contra 75 para os homens) e para os mais idosos (62 para as pessoas com 85 ou mais anos e 79 para as pessoas dos 15 aos 24 anos);
• o grau de satisfação com a vida aumentava com o nível de escolaridade: 84,9% da população com ensino superior manifestava-se bastante satisfeita, satisfeita ou razoavelmente satisfeita com a vida.
06-10-2026
Preços na Produção de Serviços aumentaram 3,2%
No 2.º trimestre de 2026, o Índice de Preços na Produção de Serviços (IPPS) registou uma variação homóloga de 3,2%, o que representa uma desaceleração de 0,8 pontos percentuais (p.p.) face à taxa observada no 1.º trimestre de 2026.
Em relação ao trimestre anterior, o IPPS aumentou 3,9% (variação de 0,1% no período precedente e de 4,7% no período homólogo).
A taxa de variação média do ano terminado no 2.º trimestre de 2026 situou-se em 3,5% (idêntica à do 1.º trimestre de 2026).
01-10-2026
45,9% dos idosos têm dificuldade na realização de pelo menos uma atividade doméstica e 16,9% têm dificuldade na realização de cuidados pessoais
O Instituto Nacional de Estatística divulgou os principais resultados do Inquérito Nacional de Saúde (INS) realizado no 4.º trimestre de 2025 no dia 24 de junho de 2026. Neste Destaque, aprofunda-se a informação relacionada com a saúde da população residente com 65 ou mais anos nas dimensões seguintes:
• dificuldades sensoriais ou físicas, com os resultados a evidenciar que as dificuldades em morder ou mastigar (17,1% dos idosos) e subir ou descer 12 degraus sem ajuda (16,9%) eram as mais referidas pelas pessoas idosas;
• barreiras à participação em aspetos específicos da vida devido a problemas de saúde prolongados, com a população idosa a referir sobretudo os obstáculos à mobilidade: na utilização de meios de transporte (16,9% dos idosos), no acesso e utilização de edifícios e instalações (16,0%) e na mobilidade fora de casa (15,7%);
• dificuldades nos cuidados pessoais e na realização das atividades domésticas, com 45,9% dos idosos a referirem dificuldade em pelo menos uma atividade doméstica, enquanto 16,9% dos idosos referiam ter pelo menos uma dificuldade na realização de cuidados pessoais;
• cuidados informais, com 22,4% dos idosos a referirem ter recebido apoio ou assistência informal e 11,9% dos idosos a terem prestado cuidados informais a outras pessoas;
• suporte social, com mais de um terço dos idosos (34,3%) a beneficiar de um suporte social forte;
• vacinação, observando-se taxas de vacinação contra a gripe e a COVID-19 mais elevadas do que registadas para a pneumonia e, em geral, proporções de população idosa vacinada mais reduzidas nas Regiões Autónomas;
• doenças crónicas, com os resultados a revelarem que a hipertensão arterial afeta 55,5% dos idosos e que metade daquele segmento populacional sofre com dores lombares ou outros problemas crónicos nas costas;
• consumo de medicamentos, destacando-se a maior expressão do consumo habitual de medicamentos prescritos associados à hipertensão arterial, à diabetes e a níveis elevados de gordura no sangue na população idosa do que nas pessoas dos 15 aos 64 anos; verifica-se ainda que a população idosa recorria habitualmente menos ao consumo de medicamentos para tratar a depressão e a ansiedade do que as pessoas dos 15 aos 64 anos;
• acidentes domésticos ou de lazer, confirmando-se que a ocorrência de acidentes domésticos ou de lazer com lesão aumenta com a idade, atingindo 9,7% das pessoas com 85 ou mais anos, o que compara com 6,4% para a população com 65 ou mais anos e com 3,2% para as pessoas dos 15 aos 64 anos.
01-10-2026
Produção Industrial diminuiu 3,8%
O Índice de Produção Industrial apresentou uma variação homóloga de -3,8%, em agosto (-0,8% em julho). Excluindo o agrupamento de Energia esta variação foi de -3,6% (-0,8% no mês precedente). A taxa de variação da secção das Indústrias Transformadoras situou-se em -5,0% (-1,9% em julho). A variação mensal do índice agregado foi de -2,0% (0,4% no mês anterior).
30-09-2026
Taxa de variação homóloga do IPC terá aumentado para 3,6%
Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá aumentado para 3,6% em setembro de 2026, taxa superior em 0,3 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. A aceleração do IPC é explicada em grande medida pelo aumento do preço dos combustíveis. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 2,7%, taxa superior em 0,1 p.p. à do mês precedente. A variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 15,4% (12,2% no mês anterior) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados registou uma variação de 3,6% (3,4% em agosto).
Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá aumentado para 1,2% (nula em agosto e 0,9% em setembro de 2025).
Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 2,8% (2,7% no mês anterior).
O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 3,6% (valor idêntico em agosto).
Os dados definitivos referentes ao IPC do mês de setembro serão publicados no próximo dia 13 de outubro.
30-09-2026
Crescimento das dormidas de residentes abrandou e de não residentes acelerou
Em agosto de 2026, o setor do alojamento turístico registou 3,9 milhões de hóspedes (+1,9%) e 10,9 milhões de dormidas (+1,7%). Os proveitos totais ascenderam a 1,1 mil milhões de euros e os proveitos de aposento a 846,6 milhões de euros, correspondendo a um crescimento de 4,6% em ambos os indicadores.
O crescimento das dormidas foi sustentado tanto pelos residentes como pelos não residentes. As dormidas dos residentes aumentaram 1,5% para 3,9 milhões, abrandando face a julho (+4,1%). Em sentido contrário, as dormidas de não residentes aceleraram, crescendo 1,9% para 7,0 milhões (+0,8% em julho).
Entre os dez principais mercados emissores, destacaram-se os mercados polaco e canadiano com os maiores crescimentos (+11,7% e +11,2%, respetivamente). Em contrapartida, o mercado francês continuou a registar o maior decréscimo (-7,6%).
No mesmo mês, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) fixou-se em 119,1 euros (+1,5%), enquanto o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 163,2 euros (+3,0%).
30-09-2026
Vendas no Comércio cresceram 1,7%
O Índice de Volume de Negócios no Comércio registou, em agosto, uma variação homóloga de 1,7%, superior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. Esta evolução refletiu comportamentos distintos entre o comércio a retalho, que cresceu 2,4% (desaceleração de 0,2 p.p. face a julho), e o comércio por grosso, que aumentou 1,5%, após contração de 0,3% observada no mês precedente. Por sua vez, o comércio, manutenção e reparação de veículos automóveis registou um abrandamento de 3,3 p.p., para uma taxa de variação de 0,8%.
Os índices de emprego, remunerações e horas trabalhadas ajustado de efeitos de calendário, apresentaram variações homólogas de 0,9%, 5,8% e 1,4% em agosto, respetivamente (1,0%, 6,3% e 1,3% em julho).
30-09-2026
A taxa de desemprego situou-se em 5,7% e a taxa de subutilização do trabalho em 9,7%
Julho de 2026 (estimativas definitivas):
• A taxa de desemprego situou-se em 5,7%, valor igual ao de abril e de junho de 2026 e inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) ao de julho de 2025.
• A taxa de subutilização do trabalho situou-se em 9,6%, valor superior ao do mês anterior (0,3 p.p.) e inferior ao de três meses antes (0,1 p.p.) e ao do mês homólogo de 2025 (0,4 p.p.).
• A taxa de desemprego de homens situou-se em 4,9%, alcançando o valor mais baixo desde fevereiro de 1998.
Agosto de 2026 (estimativas provisórias):
• A taxa de desemprego situou-se em 5,7%, valor igual ao de julho de 2026, superior ao de maio do mesmo ano (0,1 p.p.) e inferior ao de agosto de 2025 (0,2 p.p.).
• A taxa de subutilização do trabalho foi estimada em 9,7%, valor superior ao do mês anterior (0,1 p.p.) e ao de três meses antes (0,2 p.p.), mas inferior ao do mesmo mês do ano anterior (0,4 p.p.).
As estimativas mensais de emprego e desemprego divulgadas no presente Destaque têm ainda por referência as estimativas de população residente calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2021. No seguimento da divulgação das estimativas anuais de população residente de base administrativa para o ano de 2025 e da revisão para o período de 2021 a 2024, as estimativas mensais de emprego e desemprego serão revistas em 4 de março de 2027.
29-09-2026
A renda mediana de novos contratos de arrendamento atingiu 10,17 €/m2, tendo aumentado 10,2% em relação ao período homólogo
No 2.º trimestre de 2026, a renda mediana dos 35 407 novos contratos de arrendamento em Portugal atingiu 10,17 €/m2. Este valor representa um crescimento homólogo de 10,2%, superior ao observado no trimestre anterior (9,1%). Quando comparado com o 2.º trimestre de 2025, o número de novos contratos de arrendamento aumentou 0,4%.
A renda mediana aumentou em todas as sub-regiões NUTS III. As rendas mais elevadas registaram-se na Grande Lisboa (15,24 €/m2), na Região Autónoma da Madeira (12,78 €/m2), na Península de Setúbal (11,99 €/m2), no Algarve (11,56 €/m2) e na Área Metropolitana do Porto (10,83 €/m2).
No 2.º trimestre de 2026, verificou-se um aumento homólogo da renda mediana nos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes, destacando-se Guimarães (20,7%) com a maior variação homóloga e Lisboa com a maior renda mediana (17,79 €/m2), embora com uma taxa de variação homóloga (5,1%) inferior à nacional (10,2%). Dez dos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes apresentaram taxas de variação homóloga do número de novos contratos superiores à nacional (0,4%), destacando-se a Almada (17,2%), com a maior variação.
29-09-2026
Indicadores de confiança dos Consumidores e de clima económico diminuem
O indicador de confiança dos Consumidores diminuiu em agosto e setembro, após ter aumentado nos três meses anteriores. A evolução do último mês resultou dos contributos negativos das perspetivas sobre a evolução futura da situação económica do país e da situação financeira do agregado familiar, assim como das opiniões sobre a evolução passada da situação financeira do agregado familiar. Em sentido contrário, as expectativas sobre a evolução futura da realização de compras importantes por parte das famílias registaram um contributo positivo.
O saldo das apreciações sobre a evolução passada dos preços diminuiu nos últimos cinco meses, após ter registado em abril o maior aumento desde maio de 2008. Por sua vez, o saldo das expectativas sobre a evolução futura dos preços aumentou em agosto e setembro, depois de ter diminuído entre abril e julho.
O indicador de clima económico diminuiu em setembro, após ter aumentado no mês anterior. Os indicadores de confiança aumentaram na Indústria Transformadora e nos Serviços, tendo diminuído no Comércio e na Construção e Obras Públicas.
Na Indústria Transformadora, o indicador aumentou em setembro, após ter diminuído no mês precedente, devido ao contributo positivo das apreciações relativas aos stocks de produtos acabados e, de forma mais expressiva, das perspetivas de produção. O indicador de confiança dos Serviços também aumentou em agosto e setembro, após ter diminuído em julho, refletindo os contributos positivos das apreciações sobre a atividade da empresa e das opiniões sobre a evolução da carteira de encomendas. Em sentido oposto, o indicador de confiança no Comércio diminuiu nos últimos três meses, apenas tenuemente em setembro, após ter aumentado em junho, refletindo os contributos negativos das apreciações sobre o volume de stocks atual e das opiniões sobre o volume de vendas. O indicador da Construção e Obras Públicas também diminuiu em setembro, após ter aumentado em julho e agosto, em resultado dos contributos negativos de ambas as componentes: perspetivas de emprego e apreciações sobre a carteira de encomendas.
Os saldos de respostas das expectativas dos empresários sobre a evolução futura dos preços de venda aumentaram em todos os setores, de forma expressiva na Indústria Transformadora, nos Serviços e no Comércio, e moderadamente na Construção.
24-09-2026
Avaliação da habitação aumentou 14,7% em termos homólogos
O valor mediano de avaliação bancária na habitação foi 2 254 euros por metro quadrado em agosto, mais 14 euros que o observado no mês precedente. Em termos homólogos, a taxa de variação fixou-se em 14,7% (15,2% no mês anterior). Refira-se que o número de avaliações bancárias considerado foi cerca de 32,7 mil, o que representa uma descida de 4,1% face ao mês anterior e uma subida de 3,1% face ao período homólogo.
23-09-2026
Procedimento dos Défices Excessivos
Nos termos dos Regulamentos da União Europeia, o INE envia ao Eurostat, até ao final do mês corrente, a segunda notificação de 2026 relativa ao Procedimento dos Défices Excessivos (PDE). De acordo com os resultados provisórios obtidos neste exercício, as Administrações Públicas (AP) apresentaram um saldo positivo de 2 045,4 milhões de euros em 2025, o que correspondeu a 0,7% do PIB (0,7% em 2024). A dívida bruta das AP terá diminuído para 89,2% do PIB (93,0% no ano anterior).
A receita total das AP ascendeu a 132,7 mil milhões de euros, tendo aumentado 6,3% entre 2024 e 2025 (mais 7,9 mil milhões de euros), impulsionada pelo aumento da receita corrente (variação de 5,6%, correspondendo a mais 6,8 mil milhões de euros).
A despesa total das AP cresceu 6,5% em 2025 (mais 7,9 mil milhões de euros), para 130,6 mil milhões de euros, tendo a despesa corrente aumentado 6,3 mil milhões de euros (5,6%) em consequência do crescimento das remunerações dos empregados (+7,5%) e das prestações sociais, exceto transferências sociais em espécie (+5,7%). A despesa de capital aumentou 15,6% face ao ano anterior, com uma variação de +1,6 mil milhões de euros.
Em 2025, as receitas fiscais das AP aumentaram 6,8% em termos nominais, atingindo 108,8 mil milhões de euros. O indicador de carga fiscal, correspondente ao rácio entre as receitas fiscais e o PIB, aumentou para 35,3% (35,0% no ano anterior).
23-09-2026
O saldo da economia fixou-se em 2,3 pontos percentuais do PIB
A economia portuguesa registou uma capacidade de financiamento de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) no 2º trimestre de 2026, traduzindo uma diminuição de 0,1 pontos percentuais (p.p.) face ao trimestre anterior. O Rendimento Nacional Bruto (RNB) e o Rendimento Disponível Bruto (RDB) aumentaram 1,5%. A ligeira diminuição do saldo da economia foi determinada pela redução dos saldos das Famílias e das Sociedades Financeiras.
O RDB das Famílias aumentou 1,4% face ao trimestre anterior, como resultado do crescimento de 1,6% das remunerações, secundado pelos aumentos do Valor Acrescentado Bruto (VAB) e das prestações sociais recebidas. O crescimento do RDB, conjugado com o aumento de 1,7% da despesa de consumo final (1,3% no trimestre precedente), determinou uma taxa de poupança das Famílias de 12,1%. A capacidade de financiamento das Famílias fixou-se em 4,1% do PIB (menos 0,2 p.p. que no trimestre precedente), refletindo a redução da Poupança e o aumento da Formação Bruta de Capital (FBC).
O saldo das Sociedades Não Financeiras (SNF) aumentou em 0,3 p.p. no 2º trimestre de 2026, fixando-se em -3,0% do PIB. O VAB e as remunerações pagas aumentaram 1,8% e 1,7%, respetivamente, enquanto a FBC cresceu 2,1%. A capacidade de financiamento das Sociedades Financeiras fixou-se em 0,7% do PIB (menos 0,2 p.p. que no trimestre anterior).
O saldo do setor das Administrações Públicas (AP) manteve-se positivo no ano acabado no trimestre, fixando-se em 0,5% do PIB no 2º trimestre de 2026, idêntico ao observado no trimestre anterior. Considerando os valores trimestrais e não o ano acabado no trimestre, o saldo das AP no 2º trimestre de 2026 fixou-se em 1 325 milhões de euros, correspondendo a 1,6% do PIB, o que compara com 1,7% no período homólogo. Face ao mesmo período do ano anterior, verificou-se um aumento de 6,9% da receita total e de 7,0% da despesa total.
23-09-2026
Em 2025 o Produto Interno Bruto ascendeu a 308,5 mil milhões de euros
O Produto Interno Bruto (PIB) atingiu 308,5 mil milhões de euros em 2025, o que representou um crescimento nominal de 6,0%, após o aumento de 7,7% registado em 2024. Em termos reais, o PIB aumentou 1,9% em 2025 (2,7% no ano anterior) e o deflator 4,0%, após a variação de 4,9% verificada em 2024. Todos os principais agregados da despesa aumentaram, destacando-se o investimento, com uma taxa de variação de 6,5% em volume.
Em 2025, o Valor Acrescentado Bruto (VAB) aumentou 5,7% em termos nominais e 1,7% em volume, após variações de 7,6% e 2,5%, respetivamente, em 2024.
O Rendimento Nacional Bruto (RNB) aumentou 6,2% em 2025, após um aumento de 8,7% em 2024. A capacidade de financiamento da economia atingiu 2,5% do PIB em 2025, o que representa uma redução do saldo em 0,8 p.p. face ao ano anterior. A taxa de poupança das famílias atingiu 12,3%, menos 0,6 p.p. (pontos percentuais) do que no ano anterior, refletindo o aumento do Consumo Final superior ao do Rendimento Disponível Bruto das famílias (RDB) (6,3% e 5,7%, respetivamente).
22-09-2026
Preços da habitação aumentaram 16,5% e o número de transações diminuiu 6,4%
No 2.º trimestre de 2026, a taxa de variação homóloga do IPHab foi 16,5%, menos 1,3 pontos percentuais (p.p.) relativamente ao trimestre anterior. No trimestre de referência, os preços das habitações existentes aumentaram a um ritmo superior ao das habitações novas, 18,0% e 12,3%, respetivamente.
Em relação ao trimestre anterior, o IPHab cresceu 3,6% (3,8% no 1.º trimestre de 2026). Por categoria, os preços dos alojamentos existentes aumentaram 3,6%, uma variação próxima da observada nos alojamentos novos (3,5%).
Entre abril e junho de 2026, foram transacionadas 40 142 habitações, o que representa uma diminuição de 6,4% por comparação com o mesmo trimestre de 2025. Nos meses referidos, o valor dos alojamentos transacionados fixou-se em 10,7 mil milhões de euros, mais 4,2% que em idêntico período do ano anterior.
No trimestre de referência, as aquisições de habitação pelo setor institucional das Famílias corresponderam a 34 935 unidades (87,0% do total), as quais perfizeram um total de 9,3 mil milhões de euros (86,6% do total). No 2.º trimestre de 2026, os compradores com domicílio fiscal fora do Território Nacional adquiriram 1 890 alojamentos (4,7% do total), o que representa uma redução homóloga de 10,3%.
22-09-2026
Tráfego rodoviário estimado em 80,7 mil milhões de veículos-quilómetro
O INE divulga, pela primeira vez, estimativas anuais sobre tráfego rodoviário realizado por veículos de matrícula portuguesa. Esta divulgação deixa de se enquadrar no âmbito dos estudos publicados no StatsLab – estatísticas em desenvolvimento – e passa a integrar a produção estatística regular do Instituto. A nova informação disponibiliza uma série com início em 2015, permitindo analisar a evolução do tráfego rodoviário ao longo da última década, por tipo de veículo e tipo de combustível.
Os resultados agora divulgados permitem caracterizar a evolução do tráfego realizado pelos diferentes tipos de veículos de matrícula portuguesa sujeitos a inspeção periódica e constituem uma nova fonte de informação para o acompanhamento da mobilidade rodoviária em Portugal.
Em 2025, estima-se que tenham sido percorridos 80,7 mil milhões de veículos-quilómetro (vkm), pelo parque nacional de veículos (+2,0% face a 2024; +10,2% face a 2015, primeiro ano da série disponível). Os movimentos de veículos ligeiros de passageiros representaram 75,2% do tráfego total (+0,7 p.p. face a 2024 e +5,3 p.p. face a 2015), enquanto os veículos ligeiros de mercadorias representaram 16,8% (-0,8 p.p.; -5,7 p.p. face a 2015).
O movimento de veículos a combustão registou uma redução, tanto no gasóleo (-0,7%), para 56,7 mil milhões de veículos-km, como na gasolina (-1,0%), para 16,3 mil milhões de veículos-km. Estes valores corresponderam, respetivamente, a 70,2% (-1,9 p.p.) e 20,1% (-0,6 p.p.) do total de veículos-km.
REVSTAT - Statistical Journal - Julho de 2026
Publicação de artigos de relevante conteúdo científico, abrangendo todos os ramos da Probabilidade e da Estatística, e que oferece um contributo efetivo para o esclarecimento e a divulgação de métodos estatísticos inovadores fundamentados em problemas reais.
Todos os artigos estão disponíveis em REVSTAT-Statistical Journal
Anuário Estatístico de Portugal - 2025
O Instituto Nacional de Estatística apresenta a 117.ª edição do Anuário Estatístico de Portugal (AEP), a qual dá continuidade a uma longa tradição iniciada em 1877 (AEP 1875).
O AEP2025 apresenta uma análise global que permite uma visão abrangente dos fenómenos registados em 2025 em termos sociais, económicos e demográficos.
A atual edição está organizada em 30 subcapítulos, distribuídos em 4 grandes temas: O Território, As Pessoas, A Atividade Económica e O Estado. Cada subcapítulo consiste numa análise estatística sintética acompanhada de uma infografia, permitindo uma rápida apreensão dos fenómenos salientados. Os dados estatísticos, que acompanham esta publicação, apresentam séries temporais desagregadas ao nível de NUTS I e II, possibilitando uma comparação cronológica e espacial dos fenómenos retratados.
Boletim Mensal de Estatística - Agosto de 2026
O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.
Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Setembro de 2026
O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.
Boletim Mensal de Estatística - Julho de 2026
O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.
Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Agosto de 2026
O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.
Estatísticas do rendimento ao nível local - 2024
O Instituto Nacional de Estatística divulga as Estatísticas do Rendimento ao nível local com base em dados fiscais anonimizados da AT-Autoridade Tributária e Aduaneira, obtidos no âmbito de um protocolo celebrado entre as duas entidades, relativos à nota de liquidação do imposto sobre o rendimento das pessoas singulares (IRS – Modelo 3), apresentando um contributo para a leitura da diversidade territorial da distribuição do rendimento à escala local.
Os resultados apresentados baseiam-se nos valores do rendimento bruto declarado, do IRS liquidado e do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por agregado fiscal e por sujeito passivo. A análise centra-se em 2024, último ano com informação disponibilizada ao INE, embora também se apresentem dados para 2022 e 2023. Os resultados encontram-se estruturados em fichas de síntese para os municípios com dois mil ou mais sujeitos passivos deste imposto e para as 26 sub-regiões NUTS III do país.
Esta iniciativa insere-se no quadro de desenvolvimento da Infraestrutura Nacional de Dados do INE, que corresponde ao corolário de um caminho que tem sido prosseguido nos últimos anos de integração de dados provenientes de fontes administrativas.
Estatísticas em desenvolvimento
Estatísticas Agrícolas - 2025
A publicação Estatísticas Agrícolas - 2025 está organizada em 10 capítulos, com textos de análise e respetivos quadros estatísticos. A informação divulgada cobre a atividade agrícola e alguns setores da economia nacional com ligações ao setor agrícola, incluindo temas tão diversificados como a produção vegetal, animal e florestal; a economia agrícola, analisada através das contas económicas da agricultura, da floresta e preços e índices de preços na agricultura, bem como o comércio internacional de produtos agrícolas e florestais, entre outros.
Boletim Mensal de Estatística - Junho de 2026
O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.
Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Julho de 2026
O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.