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Wednesday, 1 de February de 2023

Thursday, 2 de February de 2023

Monday, 6 de February de 2023

  • ITRM 2023 - 4ª Semana: Últ. dia

Friday, 10 de February de 2023

  • ICC 2023 - Fev: Últ. dia
  • ICCOP 2023 - Fev: Últ. dia
  • ICIT 2023 - Fev: Últ. dia
  • ICS 2023 - Fev: Últ. dia
  • IMPI 2023 - Jan: Últ. dia
  • IPCAMP 2023 - Jan: Últ. dia
  • IPCOL 2023 - Jan: Últ. dia
  • IPHH 2023 - Jan: Últ. dia
  • IVNE 2023 - Jan: Últ. dia

Monday, 13 de February de 2023

  • ITRM 2023 - 5ª Semana: Últ. dia

Wednesday, 15 de February de 2023

Monday, 20 de February de 2023

Tuesday, 21 de February de 2023

  • IMGA 2023 - Jan: Últ. dia
  • IMLV 2023 - Jan: Últ. dia

Wednesday, 22 de February de 2023

  • IEV 2022: Início
  • IMTM 2023 - Jan: Últ. dia

Saturday, 25 de February de 2023

  • IMAAC 2023 - Jan: Últ. dia
  • IPMC 2023 - Fev: Últ. dia
  • IPPI 2023 - Fev: Últ. dia

Monday, 27 de February de 2023

  • ITRM 2023 - 7ª Semana: Últ. dia

INFORMAÇÕES

O conhecimento de informação estatística fiável, pertinente e atual é indispensável à tomada de decisão a todos os níveis. A sua colaboração na resposta aos inquéritos do INE é decisiva para a produção e difusão das estatísticas oficiais.

EM DESTAQUE

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Imagem sobre Em dezembro, a taxa de desemprego subiu para 6,7% e a taxa de subutilização do trabalho para 12,1% 31-01-2023

Em dezembro, a taxa de desemprego subiu para 6,7% e a taxa de subutilização do trabalho para 12,1%

Novembro de 2022:

A população ativa (5 205,4 mil pessoas) manteve-se, em termos relativos, praticamente idêntica à do mês anterior, tendo aumentado 0,2% em relação a agosto de 2022 e 0,6% relativamente a novembro de 2021.

A população empregada (4 868,5 mil) diminuiu 0,4% em relação ao mês anterior e 0,3% relativamente a três meses antes, tendo aumentado 0,4% relativamente ao mês homólogo do ano anterior.

A população desempregada (336,9 mil) aumentou 6,4% em relação a outubro de 2022, 7,6% relativamente a agosto do mesmo ano e 4,8% por comparação a um ano antes.

A taxa de desemprego situou-se em 6,5%, valor superior em 0,4 pontos percentuais (p.p.) ao do mês anterior, em 0,5 p.p. ao de três meses antes e em 0,3 p.p. ao de um ano antes.

A população inativa (2 454,0 mil) diminuiu em relação aos três períodos de comparação, respetivamente: 0,1%, 0,3% e 2,3%.

A taxa de subutilização do trabalho situou-se em 11,9%, valor superior em 0,4 p.p. ao do mês precedente, em 0,5 p.p. ao de três meses antes e em 0,2 p.p. ao de um ano antes.

Dezembro de 2022:

A população ativa (5 213,5 mil) aumentou em relação ao valor observado no mês anterior (0,2%), a setembro de 2022 (0,3%) e a dezembro de 2021 (0,4%).

A população empregada (4 865,9 mil) diminuiu em relação ao mês anterior (0,1%), a três meses antes (0,3%) e a um ano antes (0,5%).

A população desempregada (347,6 mil) aumentou em relação aos três períodos de comparação (mês anterior, três meses antes e mês homólogo do ano anterior): 3,2%, 9,3% e 14,0%, respetivamente.

A taxa de desemprego situou-se em 6,7%, superior em relação a novembro e a setembro de 2022 (0,2 p.p. e 0,6 p.p., respetivamente) e a dezembro de 2021 (0,8 p.p.).

A população inativa (2 445,4 mil) diminuiu 0,4% em relação ao mês anterior, 0,5% relativamente a três meses antes e 1,9% por comparação com o período homólogo.

A taxa de subutilização do trabalho situou-se em 12,1%, valor superior em 0,2 p.p. ao do mês anterior e em 0,7 p.p. ao de três meses antes e ao do mesmo mês de 2021.

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Imagem sobre Resultados preliminares de 2022: dormidas aumentaram 86,3% face a 2021 e ficaram muito próximo dos níveis de 2019 (-0,9%) 31-01-2023

Resultados preliminares de 2022: dormidas aumentaram 86,3% face a 2021 e ficaram muito próximo dos níveis de 2019 (-0,9%)

O setor do alojamento turístico registou 1,6 milhões de hóspedes e 3,7 milhões de dormidas, em dezembro de 2022, correspondendo a crescimentos de 44,2% e 44,6%, respetivamente (+19,8% e +19,1% em novembro, pela mesma ordem). Face a dezembro de 2019, registaram-se crescimentos de 1,9% e 5,5%, respetivamente.

Em dezembro, o mercado interno contribuiu com 1,4 milhões de dormidas e aumentou 28,3% e os mercados externos totalizaram 2,3 milhões de dormidas (+57,1%).  Face a dezembro de 2019, observaram-se aumentos de 11,4% nas dormidas de residentes e 2,1% nas de não residentes.

Em dezembro, 32,5% dos estabelecimentos de alojamento turístico estiveram encerrados ou não registaram movimento de hóspedes (32,7% em novembro).

No conjunto do ano de 2022 (dados preliminares), os estabelecimentos de alojamento turístico registaram 26,5 milhões de hóspedes e 69,5 milhões de dormidas, que se traduziram em aumentos de 83,3% e 86,3% (+38,6% e +44,7% em 2021, respetivamente). Comparando com 2019, os hóspedes decresceram 2,3% e as dormidas diminuíram 0,9% (+8,6% nos residentes e -5,0% nos não residentes). Em 2022, registaram-se aumentos nas dormidas de residentes em todas as regiões, face a 2019. Nas dormidas de não residentes, os principais crescimentos verificaram-se na RA Açores (+5,1%), RA Madeira (+4,5%) e Norte (+4,3%) e, em sentido contrário, as maiores diminuições observaram-se no Centro (-13,1%) e Algarve (-11,3%). 

O Reino Unido manteve-se como principal mercado emissor em 2022, representando 19,3% das dormidas de não residentes, quase triplicando face a 2021 (+191,9%; -4,0% face a 2019). Seguiram-se os mercados alemão (11,5%), espanhol (10,8%) e francês (9,3%). O maior crescimento registou-se no mercado norte americano (peso de 7,5%), que aumentou 327,4% (+26,9% face a 2019).

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Imagem sobre Produção Industrial registou uma variação homóloga de 2,5% 31-01-2023

Produção Industrial registou uma variação homóloga de 2,5%

O Índice de Produção Industrial apresentou uma variação homóloga de 2,5%, em dezembro (-0,2% em novembro). Excluindo o agrupamento de Energia esta variação foi de -0,5% (-1,8% no mês precedente). A taxa de variação da secção das Indústrias Transformadoras situou-se em 0,5% (-0,3% em novembro). A variação mensal do índice agregado foi de 4,1% (3,8% no mês anterior). No quarto trimestre de 2022, o índice agregado aumentou 0,1% face ao trimestre homólogo (no trimestre anterior, esta variação tinha sido de 1,7%). Em 2022, o índice aumentou 0,4% (3,0% no ano anterior). O índice correspondente à secção das Indústrias Transformadoras cresceu 1,7%, após um aumento de 4,1% em 2021.

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 8,3% 31-01-2023

Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 8,3%

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá diminuído, pelo terceiro mês consecutivo, para 8,3% em janeiro de 2023, taxa inferior em 1,3 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 7,0% (7,3% no mês precedente). A principal contribuição para a desaceleração do IPC foi dada pelo índice relativo aos produtos energéticos, estimando-se que a respetiva taxa de variação homóloga terá diminuído, também pela terceira vez consecutiva, para 6,8% (20,8% no mês anterior), destacando-se a diminuição de preços da eletricidade. Pelo contrário, o índice referente aos produtos alimentares não transformados terá acelerado para uma variação de 18,5% (17,6% em dezembro).

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido -0,9% (-0,3% em dezembro e 0,3% em janeiro de 2022).

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 8,2% (7,8% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 8,6% (9,8% no mês precedente).

Os dados definitivos referentes ao IPC do mês de janeiro de 2023 serão publicados no próximo dia 10 de fevereiro.

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Imagem sobre Produto Interno Bruto em volume cresceu 3,1% em termos homólogos e 0,2% em cadeia no 4º trimestre. No conjunto do ano 2022 aumentou 6,7% 31-01-2023

Produto Interno Bruto em volume cresceu 3,1% em termos homólogos e 0,2% em cadeia no 4º trimestre. No conjunto do ano 2022 aumentou 6,7%

O Produto Interno Bruto (PIB), em termos reais, registou uma variação homóloga de 3,1% no 4º trimestre de 2022 (4,9% no trimestre anterior). O contributo da procura interna para a variação homóloga do PIB diminuiu no 4º trimestre, verificando-se uma desaceleração do consumo privado e uma redução do investimento. O contributo positivo da procura externa líquida também diminuiu, tendo as exportações de bens e serviços em volume desacelerado mais intensamente que as importações. No 4º trimestre de 2022, observou se uma perda dos termos de troca em termos homólogos, mas menos intensa que as perdas observadas desde o 2º trimestre de 2021, em resultado da desaceleração mais pronunciada do deflator das importações que o das exportações.

Comparando com o 3º trimestre de 2022, o PIB aumentou 0,2% em volume (crescimento em cadeia de 0,4% no trimestre anterior), tendo diminuído o contributo positivo da procura interna para a variação em cadeia do PIB, enquanto o contributo da procura externa líquida manteve-se ligeiramente negativo.

No conjunto do ano 2022, o PIB registou um crescimento de 6,7% em volume, o mais elevado desde 1987, após o aumento de 5,5% em 2021 que se seguiu à diminuição histórica de 8,3% em 2020, na sequência dos efeitos adversos da pandemia na atividade económica. A procura interna apresentou um contributo positivo expressivo para a variação anual do PIB, mas inferior ao observado no ano anterior, verificando-se uma aceleração do consumo privado e um abrandamento do investimento. O contributo da procura externa líquida foi positivo em 2022, após ter sido negativo em 2021, tendo-se registado uma aceleração em volume das exportações de bens e serviços e uma desaceleração das importações.

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Imagem sobre Vendas no Comércio a Retalho diminuíram 1,8% em volume 30-01-2023

Vendas no Comércio a Retalho diminuíram 1,8% em volume

O Índice de Volume de Negócios no Comércio a Retalho apresentou variação homóloga negativa de 1,8% em dezembro (-0,9% no mês anterior).

No 4.º trimestre de 2022, as vendas no Comércio a Retalho caíram 0,7% em termos homólogos (4,4% no 3.º trimestre).

No conjunto do ano de 2022, as vendas aumentaram 4,8% (variação média de 4,5% no ano anterior).

Os índices de emprego, remunerações e horas trabalhadas apresentaram taxas de variação homóloga de 2,6%, 6,6% e 2,2% (2,3%, 7,8% e 2,0% em novembro). Em termos de média anual, em 2022, a variação do emprego, das remunerações e das horas trabalhadas (dados brutos) foi 3,3%, 8,1% e 5,5% (0,1%, 4,1% e 2,0% em 2021).

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Imagem sobre Exportações e importações aumentaram 16,0% e 17,1%, respetivamente, em termos nominais 30-01-2023

Exportações e importações aumentaram 16,0% e 17,1%, respetivamente, em termos nominais

No 4º trimestre de 2022, de acordo com a estimativa rápida do Comércio Internacional de bens, as exportações e as importações aumentaram 16,0% e 17,1%, respetivamente, em relação ao mesmo período de 2021. Comparando com o 4º trimestre de 2020, registaram-se acréscimos de 32,0% nas exportações e 51,9% nas importações. Face ao 4º trimestre de 2019, os aumentos foram de 27,8% e 37,5%, respetivamente.

No 3º trimestre de 2022, as taxas de variação homóloga foram +27,9% e +36,5%, pela mesma ordem.

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Imagem sobre O VAB e o emprego do setor de bens e serviços ambientais cresceram, apesar da forte diminuição no total da economia 30-01-2023

O VAB e o emprego do setor de bens e serviços ambientais cresceram, apesar da forte diminuição no total da economia

Em 2020, o setor dos bens e serviços ambientais representou 3,9% da produção, 2,8% do VAB, 4,4% das exportações e 2,5% do emprego da economia portuguesa.

Apesar da pandemia de COVID-19, este setor registou crescimentos da produção (0,6%), do VAB (1,9%) e do emprego (7,2%), contrariamente ao que sucedeu na economia nacional (diminuições de 7,5%, 5,8% e 2,2%, respetivamente). As exportações diminuíram 2,1% em 2020, enquanto as exportações totais da economia nacional diminuíram 20,4%. 

Em 2019, o último ano com informação disponível para a UE, Portugal ocupou a décima segunda posição entre os países com maior peso do VAB do setor dos bens e serviços ambientais no VAB nacional e a quinta entre os países com maior peso das exportações no total nacional.

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Imagem sobre Indicadores de confiança dos Consumidores e de clima económico aumentam 30-01-2023

Indicadores de confiança dos Consumidores e de clima económico aumentam

O indicador de confiança dos Consumidores aumentou em dezembro e janeiro, interrompendo o perfil negativo dos três meses anteriores, que culminou, em novembro, no valor mais baixo desde abril de 2020, no início da pandemia. O saldo das opiniões dos Consumidores sobre a evolução passada dos preços aumentou em janeiro, depois de ter diminuído nos dois meses anteriores e de ter renovado em outubro o valor máximo da série, na sequência da trajetória marcadamente ascendente iniciada em março de 2021. 

O indicador de clima económico aumentou em janeiro, após ter interrompido nos últimos três meses o movimento descendente iniciado em março. Os indicadores de confiança da Indústria Transformadora, da Construção e Obras Públicas, do Comércio e dos Serviços aumentaram relativamente a dezembro.  

Os saldos das expectativas dos empresários sobre a evolução futura dos preços de venda diminuíram entre novembro e janeiro na Indústria Transformadora e no Comércio. Por sua vez, este saldo aumentou nos últimos três meses nos Serviços e aumentou em janeiro na Construção e Obras Públicas, após ter diminuído entre outubro e dezembro.

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Imagem sobre Avaliação bancária na habitação aumentou para 1458 euros por metro quadrado 27-01-2023

Avaliação bancária na habitação aumentou para 1458 euros por metro quadrado

O valor mediano de avaliação bancária na habitação foi 1 458 euros em dezembro, mais 9 euros que o observado no mês precedente. Em termos homólogos, a taxa de variação fixou-se em 13,5% (13,9% em novembro). Refira-se que o número de avaliações bancárias consideradas diminuiu pelo sétimo mês consecutivo, situando-se em cerca de 24,2 mil, o que representa uma redução de 20,2% face mesmo período do ano anterior e menos 27,0% que em maio último, mês em que se registou o máximo da série.

Em 2022, o valor mediano de avaliação situou-se em 1 400 euros/m2, traduzindo um aumento de 13,7% relativamente ao ano anterior.

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Imagem sobre Viagens de residentes ao estrangeiro duplicaram face ao 3º trimestre de 2021, mas ainda abaixo dos níveis de 2019  27-01-2023

Viagens de residentes ao estrangeiro duplicaram face ao 3º trimestre de 2021, mas ainda abaixo dos níveis de 2019

No 3º trimestre de 2022, os residentes em Portugal realizaram 8,2 milhões de viagens, o que correspondeu a um acréscimo de 5,9% (-5,8% face ao 3ºT 2019). As viagens em território nacional corresponderam a 88,4% das deslocações (7,2 milhões), diminuindo 0,6% (-5,2% quando comparado com o 3ºT 2019). As viagens ao estrangeiro cresceram 109,0%, mas ainda 10,6% abaixo dos níveis de 2019, totalizando 950,6 mil viagens. 

O “lazer, recreio ou férias” foi a principal motivação para viajar no 3º trimestre de 2022 (5,5 milhões de viagens, +1,5%; -4,9% face ao 3ºT 2019), apesar da redução de representatividade (66,9% do total, -2,9 p.p. face ao 3ºT 2021). Seguiu-se o motivo “visita a familiares ou amigos”, que cresceu 11,7% (-6,4% em relação ao 3ºT 2019), tendo atingido 2,2 milhões de viagens (26,4% do total, +1,4 p.p.).

Os “hotéis e similares” concentraram 31,0% das dormidas resultantes das viagens turísticas dos residentes no 3º trimestre de 2022, reforçando a sua representatividade (+1,7 p.p.) e superando os níveis pré-pandemia (+3,7 p.p. face ao 3ºT 2019). O “alojamento particular gratuito” manteve-se como a principal opção de alojamento (54,5% das dormidas, -2,2 p.p.).

A internet foi utilizada na organização de 29,9% das deslocações (+4,6 p.p.), tendo este meio sido opção em 66,0% (+0,7 p.p.) das viagens para o estrangeiro e em 25,1% (+2,3 p.p.) das viagens em território nacional.

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Imagem sobre O que nos dizem os censos sobre estruturas familiares 24-01-2023

O que nos dizem os censos sobre estruturas familiares

O Instituto Nacional de Estatística disponibiliza hoje a publicação “O que nos dizem os Censos sobre as estruturas familiares”, preparada com base nos principais resultados do XVI Recenseamento Geral da População e VI Recenseamento Geral da Habitação (Censos 2021) sobre estruturas familiares.

Publica-se, assim, o terceiro número de uma série de estudos que procuram explorar de forma mais aprofundada algumas das dimensões censitárias mais relevantes ao nível da população, dos agregados familiares e da habitação.

Em anexo à Publicação, disponibiliza-se um conjunto de quadros, com desagregação geográfica até NUTS III, com informação detalhada que permite a comparação entre os Censos 2011 e os Censos 2021.

Consulte a Publicação

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Imagem sobre Em 2021, o risco de pobreza diminuiu para 16,4% 20-01-2023

Em 2021, o risco de pobreza diminuiu para 16,4%

O Inquérito às Condições de Vida e Rendimento, realizado em 2022 sobre rendimentos do ano anterior, indica que 16,4% das pessoas estavam em risco de pobreza em 2021, menos 2,0 pontos percentuais (p.p.) do que em 2020. A taxa de risco de pobreza correspondia, em 2021, à proporção de habitantes com rendimentos monetários líquidos (por adulto equivalente) inferiores a 6 608 euros (551 euros por mês).

A diminuição da pobreza abrangeu todos os grupos etários, embora tenha sido mais significativa para a população idosa (menos 3,1 p.p.); o risco de pobreza dos menores de 18 anos diminuiu 1,9 p.p. e o dos adultos em idade ativa diminuiu 1,6 p.p.

O risco de pobreza diminuiu quer para a população empregada, de 11,2% em 2020 para 10,3% em 2021, quer para a população desempregada, de 46,5% em 2020 para 43,4% em 2021.

As transferências sociais, relacionadas com a doença e incapacidade, família, desemprego e inclusão social contribuíram para a redução do risco de pobreza em 5,1 p.p. (de 21,5% para 16,4%), um contributo superior ao do ano anterior (4,6 p.p.).

Em 2022 (rendimentos de 2021), 2 006 milhares de pessoas encontravam-se em risco de pobreza ou exclusão social (pessoas em risco de pobreza ou vivendo em agregados com intensidade laboral per capita muito reduzida ou em situação de privação material e social severa). Consequentemente, a taxa de pobreza ou exclusão social foi 19,4%, menos 3,0 p.p. do que no ano anterior.

A desigualdade diminuiu em 2021: o Coeficiente de Gini registou um valor de 32,0%, menos 1,0 p.p. do que em 2020 (33,0%), e o rácio S80/S20, que compara a soma do rendimento monetário líquido equivalente dos 20% da população com maiores recursos com a soma do rendimento monetário líquido equivalente dos 20% da população com menores recursos, diminuiu, de 5,7 em 2020 para 5,1 em 2021. Este comportamento pode ser explicado pela evolução dos decis da distribuição dos rendimentos: apenas os 30% das pessoas com menores rendimentos registaram um aumento dos rendimentos monetários líquidos entre 2020 e 2021.

Os resultados do Inquérito, relativos a 2022, indicam ainda a melhoria das condições habitacionais dos residentes, em especial da população em risco de pobreza: a taxa de sobrelotação diminuiu 1,4 p.p.; a carga mediana das despesas em habitação foi 10,2%, inferior em 0,3 p.p. à verificada no ano anterior; a taxa de sobrecarga das despesas em habitação atingiu 5,0% da população, menos 0,9 p.p. do que em 2021.

Ainda em 2022, aumentou a percentagem de pessoas que viviam em agregados sem capacidade financeira para manter a casa adequadamente aquecida (17,5%, mais 1,2 p.p. do que em 2021).

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Imagem sobre Taxa de juro subiu para 1,898%, o valor mais elevado desde setembro de 2012. Capital em dívida e prestação aumentaram para 62 004 euros e 299 euros 19-01-2023

Taxa de juro subiu para 1,898%, o valor mais elevado desde setembro de 2012. Capital em dívida e prestação aumentaram para 62 004 euros e 299 euros

A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 1,898% em dezembro, o valor mais elevado desde setembro de 2012, traduzindo uma subida de 30,1 pontos base (p.b.) face a novembro (1,597%). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 2,365% em novembro para 2,715% em dezembro. No mês em análise, o capital médio em dívida aumentou 241 euros, para 62 004 euros. A prestação média fixou-se em 299 euros em dezembro, traduzindo uma subida de 11 euros face a novembro e 46 euros (18,2%) comparativamente com dezembro de 2021. Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio da prestação subiu 29 euros, para 536 euros.

Em 2022, a taxa de juro média anual para o total do crédito à habitação fixou-se em 1,084%, valor superior em 24,2 p.b. ao do ano anterior. O capital médio em dívida aumentou 3 833 euros, para 60 142 euros. A prestação média mensal aumentou 12,9% (31 euros), para 268 euros.

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Imagem sobre Preços no produtor e no consumidor aumentam significativamente no conjunto do ano 2022 18-01-2023

Preços no produtor e no consumidor aumentam significativamente no conjunto do ano 2022

Em 2022, o Índice de Preços no Consumidor (IPC) registou uma taxa de variação média anual de 7,8% (1,3% em 2021), valor mais elevado desde 1992. A variação do indicador de inflação subjacente, medido pelo índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, foi 5,6% em 2022 (0,8% em 2021). O aumento da taxa de variação do IPC entre 2021 e 2022 foi influenciado pelo comportamento da inflação subjacente e pela aceleração dos preços dos produtos alimentares não transformados e dos produtos energéticos, que registaram variações médias anuais de, respetivamente, 12,2% e 23,7% (0,6% e 7,3% em 2021). O aumento dos preços foi ainda mais acentuado na produção industrial, tendo o respetivo índice apresentado uma variação média anual de 21,2% em 2022, o mais elevado da série (6,5% em 2021). Excluindo a componente energética, registou-se uma variação média anual de 14,5%, superior em 9,1 pontos percentuais (p.p.) à observada em 2021. O aumento dos preços na produção de bens de consumo também foi bastante significativo (12,5%) ficando, contudo, mais próximo do verificado ao nível dos preços no consumidor. 

O montante global de levantamentos nacionais, de pagamentos de serviços e de compras em terminais TPA apresentou um crescimento homólogo de 12,8% em dezembro (10,1% no mês anterior). Considerando o conjunto do ano 2022, verificou-se uma variação de 18,8% no valor global das operações realizadas (10,9% em 2021).

Os indicadores de curto prazo, disponíveis para novembro, apontam para uma desaceleração em termos nominais nos serviços e uma ligeira aceleração na indústria, verificando-se, em termos reais, reduções na indústria e na construção. Na perspetiva da despesa, os indicadores quantitativos de síntese de atividade económica e investimento diminuíram em novembro de 2022, tendo o indicador de consumo privado desacelerado. 

De acordo com as estimativas provisórias mensais do Inquérito ao Emprego, a taxa de desemprego (16 a 74 anos), ajustada de sazonalidade, foi de 6,4% em novembro, valor superior em 0,4 p.p. face ao registado no mês anterior (6,0% em agosto e 6,2% em novembro de 2021). A taxa de subutilização do trabalho (16 a 74 anos) situou-se em 11,6%, 0,4 p.p. acima do valor observado em outubro (11,4% em agosto e 11,6% no período homólogo do ano anterior). A população empregada (16 a 74 anos), também ajustada de sazonalidade, aumentou 0,3% em termos homólogos e diminuiu 0,4% face ao mês anterior (variação homóloga de 1,0% em outubro).

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Imagem sobre Preços na Produção Industrial desaceleraram para 10,6% 17-01-2023

Preços na Produção Industrial desaceleraram para 10,6%

O Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) desacelerou 3,4 pontos percentuais, para uma variação homóloga de 10,6% em dezembro, influenciado sobretudo pelo abrandamento dos preços da Energia. Excluindo este agrupamento, os preços na produção industrial registaram uma variação de 12,8% (13,6% no mês anterior).

A variação mensal do índice agregado foi de -2,0% (1,1% em dezembro de 2021).

No 4.º trimestre de 2022, o IPPI aumentou 13,6% (variação de 22,2% no trimestre anterior).

Para o conjunto do ano 2022, a variação média do índice fixou-se em 20,5% (8,9% no ano de 2021), tendo os índices para o mercado interno e externo registado variações de 20,5% e 20,4%, respetivamente (11,0% e 5,2% no ano anterior). Excluindo o agrupamento de Energia, a variação média do índice total foi de 14,5% (5,6% em 2021).

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Imagem sobre Taxas de ocupação no alojamento turístico ao mesmo nível de novembro de 2019 13-01-2023

Taxas de ocupação no alojamento turístico ao mesmo nível de novembro de 2019

Em novembro de 2022, o setor do alojamento turístico  registou 1,7 milhões de hóspedes (+19,7%) e 4,2 milhões de dormidas (+19,4%), correspondendo a 288,6 milhões de euros de proveitos totais (+36,8%) e 214,2 milhões de euros de proveitos de aposento (+40,3%). Comparando com o mesmo mês de 2019, registaram-se aumentos de 25,5% nos proveitos totais e 29,2% nos relativos a aposento (+27,0% e +27,8% em outubro, respetivamente).

As taxas líquidas de ocupação-cama e de ocupação-quarto nos estabelecimentos de alojamento turístico (35,3% e 45,4%, respetivamente) foram semelhantes às registadas em novembro de 2019 (35,2% e 45,6%, pela mesma ordem). 

O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) situou-se em 39,8 euros, em novembro, e o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 87,6 euros (+31,4% e +18,1% face a novembro de 2021, respetivamente). Em relação a novembro de 2019, o RevPAR aumentou 23,8% e o ADR cresceu 24,2%. 

Em novembro, entre os municípios com maior representatividade no total de dormidas, destacou-se Lisboa com uma recuperação face aos níveis de 2019 e Albufeira que apresentou ainda uma redução de dormidas face a 2019, em ambos os casos maioritariamente devido aos não residentes. 

No conjunto dos primeiros onze meses de 2022, os proveitos do setor do alojamento turístico cresceram 118,2% no total e 120,4% nos relativos a aposento (+16,2% e +17,4%, face a igual período de 2019, respetivamente), em resultado de 24,9 milhões de hóspedes (+86,6%) e 65,8 milhões de dormidas (+89,4%).

Considerando a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude), no conjunto dos primeiros onze meses de 2022 registaram-se 27,2 milhões de hóspedes e 73,1 milhões de dormidas, correspondendo a crescimentos de 83,6% e 83,5%, respetivamente. Comparando com o mesmo período de 2019, as dormidas diminuíram 1,3% (+5,2% nos residentes e -4,6% nos não residentes).

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Imagem sobre Movimento de passageiros nos aeroportos nacionais manteve-se acima do nível de 2019 13-01-2023

Movimento de passageiros nos aeroportos nacionais manteve-se acima do nível de 2019

Em novembro de 2022, nos aeroportos nacionais movimentaram-se 4,1 milhões de passageiros e 19,3 mil toneladas de carga e correio, correspondendo a variações homólogas de +31,3% e +0,2%, respetivamente. 

É o segundo mês consecutivo em que o movimento de passageiros superou o nível de 2019 (+3,0% em novembro; +4,0% no mês anterior). O movimento de carga e correio diminuiu 1,5% em novembro (-3,4% no mês anterior).

Em novembro de 2022, registou-se o desembarque médio diário de 65,6 mil passageiros nos aeroportos nacionais (90,7 mil no mês anterior), superando o valor observado em novembro de 2019 (64,2 mil). 

Entre janeiro e novembro de 2022, o número de passageiros movimentados aumentou 129,8% em comparação com o mesmo período de 2021 (-6,2% face a igual período de 2019). O Reino Unido foi o principal país de origem e de destino dos voos, com crescimentos de 228,8% no número de passageiros desembarcados e 228,1% no número de passageiros embarcados. 

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Em 2022, registaram-se 124 755 óbitos em Portugal, menos 0,3% do que em 2021

Em 2022, registaram-se 124 755 óbitos em Portugal, menos 430 (-0,3%) do que em 2021 e mais 1 035 (0,8%) do que em 2020. O número de óbitos por COVID-19 registado em 2022 foi 6 822 (11 988 em 2021 e 6 986 em 2020), correspondendo a 5,5% do total de óbitos.

Em dezembro de 2022, o número de óbitos foi 12 244, valor superior ao registado em novembro de 2022 (mais 2 047 óbitos; +20,1%) e em dezembro de 2021 (mais 772 óbitos; +6,7%). Neste mês, o número de óbitos devido a COVID-19 subiu para 278 (mais 51, relativamente a novembro de 2022), representando 2,3% do total de óbitos. Comparativamente com dezembro de 2021, registou-se uma redução de 241 óbitos devido a COVID-19.

Em novembro de 2022, registaram-se 7 164 nados-vivos, correspondendo a um aumento de 9,1% relativamente a novembro de 2021 (6 565). O número total de nados-vivos registado nos primeiros onze meses de 2022 (76 269) foi superior ao verificado no mesmo período de 2021 (72 869), representando mais 3 400 nados-vivos (+4,7%).

Em novembro de 2022, o saldo natural foi -3 017, desagravando-se ligeiramente em relação ao do mês homólogo de 2021, quando registou o valor de -3 813. Nos primeiros onze meses de 2022, o valor acumulado do saldo natural foi -35 999, apresentando igualmente um desagravamento relativamente ao valor observado no mesmo período de 2021 (-40 701).

Em novembro de 2022, celebraram-se 1 968 casamentos, correspondendo a um aumento de 20,9% relativamente ao número de casamentos realizados em novembro de 2021 (mais 340 casamentos). Nos primeiros onze meses de 2022 foram celebrados 34 685 casamentos, mais 7 338 (+28,7%) do que no período homólogo de 2021.

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Imagem sobre Produção na Construção abrandou para 0,3% 12-01-2023

Produção na Construção abrandou para 0,3%

O Índice de Produção na Construção aumentou 0,3%, em termos homólogos, taxa inferior em 1,3 pontos percentuais (p.p.) à registada em outubro.

O emprego e as remunerações registaram variações de 1,9% e 2,9%, respetivamente (2,0% e 4,5% no mês anterior).

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Imagem sobre Censos - 2021 24-01-2023

Censos - 2021

Esta publicação apresenta uma análise descritiva das estruturas familiares, com base nos dados recolhidos nos Censos 2021-XVI Recenseamento Geral da População, VI Recenseamento Geral da Habitação, nomeadamente:

- breve descrição dos principais conceitos e o motivo da substituição do conceito de família clássica pelo conceito de agregado doméstivo privado;

- caracterizam-se os agregados domésticos privados, com especial enfoque nos agregados domésticos unipessoais;

- e os núcleos familiares nas suas diferentes configurações - de casais com filhos, monoparentais e reconstituídos.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Janeiro de 2023 20-01-2023

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Janeiro de 2023

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Dezembro de 2022 16-01-2023

Boletim Mensal de Estatística - Dezembro de 2022

Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Península Ibérica em Números - 2022 10-01-2023

Península Ibérica em Números - 2022

Os Institutos Nacionais de Estatística de Portugal e de Espanha apresentam a 19.ª edição de Península Ibérica em números | Península Ibérica en cifras, em resultado da cooperação que ambas as instituições estreitaram há quase duas décadas.

Esta publicação visa divulgar e promover o uso crescente das estatísticas oficiais e, em muitos dos indicadores incluídos, entender o posicionamento de ambos no contexto da União Europeia.

Disponível, também, a edição interativa

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Imagem sobre As Pessoas - 2021 06-01-2023

As Pessoas - 2021

Brochura de síntese de informação estatística relativa aos temas: População, Educação, Cultura e Desporto, Saúde, Mercado de Trabalho, Proteção Social e Rendimento e Condições de Vida.

Edição bilingue

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Novembro de 2022 26-12-2022

Boletim Mensal de Estatística - Novembro de 2022

Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Estatísticas do Ambiente - 2021 22-12-2022

Estatísticas do Ambiente - 2021

A publicação Estatísticas do Ambiente - 2021 segue a linha editorial e a estrutura do ano anterior e apresenta uma análise detalhada do setor do ambiente privilegiando-se a divulgação da informação através de quadros com indicadores síntese, figuras e mapas.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Dezembro de 2022 22-12-2022

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Dezembro de 2022

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Censos 19-12-2022

Censos

A presente publicação apresenta uma análise exploratória da população de nacionalidade estrangeira residente em Portugal, baseada nos resultados dos  - Censos 2021 - XVI Recenseamento Geral da População. VI Recenseamento Geral da Habitação -.

Pretende-se caracterizar este grupo populacional nas suas diversas dimensões, nomeadamente ao nível demográfico, socio-económico, mercado de trabalho, bem como os aspetos relativos ao enquadramento familiar e condições habitacionais.

Esta publicação constitui o segundo número da série de estudos publicada pelo INE, no âmbito dos Censos 2021, que procura explorar algumas das temáticas censitárias mais relevantes ao nível da população, dos agregados familiares e da habitação.

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Imagem sobre Estatísticas da Cultura - 2021 15-12-2022

Estatísticas da Cultura - 2021

Na publicação Estatísticas da Cultura - 2021 é disponibilizada informação estatística sobre sobre o sector cultural e criativo, nomeadamnete: ensino; emprego; índice de preços no consumidor de bens e serviços culturais; empresas do sector cultural e criativo; comércio internacional de bens culturais; participação cultural online; património cultural; artes plásticas; materiais impressos e de literatura; cinema; artes do espetáculo; distribuição videográfica; radiodifusão e financiamento público das atividades culturais e criativas.

Nesta edição foi incluída, pela primeira vez, informação referente ao livro impresso, cuja fonte dos dados é a Biblioteca Nacional de Portugal. E também um capítulo com os principais resultados da Conta Satélite da Cultura - 2018/2020.

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