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Segunda-Feira, 1 de Julho de 2024

  • ICC 2024 - Jul: Início
  • ICCOP 2024 - Jul: Início
  • ICGRAM 2024 - Jun: Início
  • ICIT 2024 - Jul: Início
  • ICS 2024 - Jul: Início
  • IMA 2024 - Jun: Início
  • IMAAC 2024 - Jun: Início
  • IMAMI 2024 - Jun: Início
  • IMAOC 2024 - Jun: Início
  • IMGA 2024 - Jun: Início
  • IMLV 2024 - Jun: Início
  • IMPI 2024 - Jun: Início
  • IMTM 2024 - Jun: Início
  • IMVC 2024 - Jun: Início
  • INTRA-CH 2024 - Jul: Início
  • INTRA-EX 2024 - Jul: Início
  • IPCAMP 2024 - Jun: Início
  • IPCOL 2024 - Jun: Início
  • IPHH 2024 - Jun: Início
  • IPPSCAC 2024 - 2º Trim: Início
  • IPPSTRM 2024 - 3º Trim: Início
  • IREPEXP 2024 - Jul: Início
  • IREPIMP 2024 - Jul: Início
  • ITF 2024 - Jun: Início
  • ITPMPA 2024 - 2º Trim: Início
  • ITPPA 2024 - 2º Trim: Início
  • ITRM 2024 - 25ª Semana: Últ. dia
  • IVNE 2024 - Jun: Início

Sexta-Feira, 5 de Julho de 2024

  • ITENF 2024 - 2º Trim: Início

Segunda-Feira, 8 de Julho de 2024

  • ITRM 2024 - 26ª Semana: Últ. dia

Quarta-Feira, 10 de Julho de 2024

  • ICC 2024 - Jul: Últ. dia
  • ICCOP 2024 - Jul: Últ. dia
  • ICIT 2024 - Jul: Últ. dia
  • ICS 2024 - Jul: Últ. dia
  • IMPI 2024 - Jun: Últ. dia
  • IPCAMP 2024 - Jun: Últ. dia
  • IPCOL 2024 - Jun: Últ. dia
  • IPHH 2024 - Jun: Últ. dia
  • IPPSAET 2024 - 1º Trim: Início
  • IVAFO 2023: Últ. dia
  • IVNE 2024 - Jun: Últ. dia

Segunda-Feira, 15 de Julho de 2024

  • INTRA-CH 2024 - Jun: Últ. dia
  • INTRA-EX 2024 - Jun: Últ. dia
  • IPMC 2024 - Jul: Início
  • IPPI 2024 - Jul: Início
  • IPPSCAC 2024 - 2º Trim: Últ. dia
  • IPPSTRM 2024 - 3º Trim: Últ. dia
  • IREPEXP 2024 - Jun: Últ. dia
  • IREPIMP 2024 - Jun: Últ. dia
  • ITF 2024 - Jun: Últ. dia
  • ITPMPA 2024 - 2º Trim: Últ. dia
  • ITPPA 2024 - 2º Trim: Últ. dia
  • ITRM 2024 - 27ª Semana: Últ. dia
  • SIOURM 2024 - Jun: Últ. dia

Quinta-Feira, 18 de Julho de 2024

  • IPPSAET 2024 - 1º Trim: Últ. dia

Sexta-Feira, 19 de Julho de 2024

  • IMGA 2024 - Jun: Últ. dia
  • IMLV 2024 - Jun: Últ. dia

Sábado, 20 de Julho de 2024

  • IMAMI 2024 - Jun: Últ. dia
  • IMAOC 2024 - Jun: Últ. dia

Segunda-Feira, 22 de Julho de 2024

  • IMTM 2024 - Jun: Últ. dia
  • ITRM 2024 - 28ª Semana: Últ. dia

Quinta-Feira, 25 de Julho de 2024

  • IMAAC 2024 - Jun: Últ. dia
  • IMVC 2024 - Jun: Últ. dia
  • IPMC 2024 - Jul: Últ. dia
  • IPPI 2024 - Jul: Últ. dia

Segunda-Feira, 29 de Julho de 2024

  • ITRM 2024 - 29ª Semana: Últ. dia

Quarta-Feira, 31 de Julho de 2024

  • IAEC 2023: Últ. dia
  • ITENF 2024 - 2º Trim: Últ. dia

INFORMAÇÕES

O conhecimento de informação estatística fiável, pertinente e atual é indispensável à tomada de decisão a todos os níveis. A sua colaboração na resposta aos inquéritos do INE é decisiva para a produção e difusão das estatísticas oficiais.

EM DESTAQUE

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Imagem sobre O caminho que percorrem os dados no INE 15-12-2023

O caminho que percorrem os dados no INE

O caminho que percorrem os dados no INE

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Imagem sobre Mortalidade aumenta 3,8% em relação ao mês homólogo de 2023 12-07-2024

Mortalidade aumenta 3,8% em relação ao mês homólogo de 2023

Em junho de 2024, registaram-se 9 174 óbitos, valor inferior ao registado em maio de 2024 (menos 418 óbitos; -4,4%), mas superior ao registado em junho de 2023 (mais 338 óbitos; +3,8%).

Em maio de 2024, registaram-se 7 028 nados-vivos, número que cresceu 3,1% relativamente a abril de 2024 (6 817), mas que decresceu 4,0% relativamente a maio de 2023 (7 322).

Naquele mês, o saldo natural foi -2 540, agravando-se em relação ao do mês homólogo de 2023, quando registou o valor de -1 891.

Em maio de 2024, celebraram-se 3 597 casamentos, o que corresponde a um acréscimo de 57,3% em relação ao número de casamentos realizados em abril de 2024 (mais 1 310 casamentos), e a um acréscimo de 0,4% em relação a maio de 2023 (mais 15).

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Imagem sobre Volume de Negócios nos Serviços cresceu 3,3% 11-07-2024

Volume de Negócios nos Serviços cresceu 3,3%

Em maio, o índice de volume de negócios nos serviços registou uma variação homóloga de 3,3%, traduzindo uma aceleração de 1,1 pontos percentuais (p.p.) face ao mês anterior.

A variação mensal do índice total aumentou 2,8% em maio, após uma queda de 4,0% no mês anterior.

Os índices de emprego, remunerações e horas trabalhadas ajustado de efeitos de calendário, apresentaram variações homólogas de 3,8%, 10,1% e -0,4%, respetivamente (5,0%, 11,0% e 0,9% em abril).

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Imagem sobre No período 2020-2022, 44,7% das empresas eram inovadoras, 51,9% das quais introduziram 10-07-2024

No período 2020-2022, 44,7% das empresas eram inovadoras, 51,9% das quais introduziram inovações com benefícios ambientais

Entre 2020-2022, 44,7% das empresas tiveram atividades de inovação (48,0% entre 2018-2020 e 32,4% entre 2016-2018). As empresas com 250 ou mais pessoas ao serviço registaram a percentagem mais elevada, com 79,1%. Por setor de atividade, destacaram-se a Informação e comunicação (71,2%) e Atividades financeiras e de seguros (65,6%). As regiões com maior percentagem de empresas inovadoras foram a Grande Lisboa e o Centro, com 50,0% e 45,8%, respetivamente.

Neste período, 22,6% das empresas introduziram inovações de produto, um aumento de 0,3 p.p. em relação ao período anterior, e 40,4% introduziram inovação de processo, registando-se um decréscimo de 2,3 p.p. face ao período de 2018-2020 (42,7%), mas um aumento de 12,4 p.p. em relação ao triénio de 2016-2018.

Em 2022, 15,2% do volume de negócios resultou de produtos novos ou melhorados, com aumentos em relação a 2020 e 2018, destacando-se o setor de Informação e comunicação (30,9%). No mesmo ano, a despesa com atividades de inovação atingiu 3 382,4 milhões de euros, sendo 41,3% desta das empresas da Grande Lisboa.

Entre 2020-2022, 44,7% das empresas eram inovadoras e destas, 51,9% introduziram inovações com benefícios ambientais obtidos na empresa e/ou durante o consumo ou uso dos bens ou serviços pelo utilizador final, independentemente do grau de contribuição para a proteção ambiental (significativo ou insignificante).

Em 2022, as empresas inovadoras despenderam um total de 1 209,1 milhões de euros em inovação com este tipo de benefícios, totalizando 35,7% da despesa total em atividades de inovação.

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC diminuiu para 2,8% 10-07-2024

Taxa de variação homóloga do IPC diminuiu para 2,8%

A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 2,8% em junho, taxa inferior em 0,3 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação de 2,4% (2,7% em maio). A variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 9,4% (7,8% no mês precedente) enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados diminuiu para 1,8% (2,5% no mês anterior). 

A variação mensal do IPC foi nula (0,2% no mês precedente e 0,3% em junho de 2023). A variação média dos últimos doze meses foi 2,5% (2,6% em maio). 

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português apresentou uma variação homóloga de 3,1%, valor inferior em 0,7 p.p. ao registado no mês anterior e superior em 0,6 p.p. ao valor estimado pelo Eurostat para a área do Euro (em maio, a taxa em Portugal tinha sido superior à da área do Euro em 1,2 p.p.). Esta desaceleração deve-se em grande medida à redução dos preços dos hotéis, cuja aceleração registada em maio se deveu essencialmente a um evento cultural de dimensão relevante ocorrido em Lisboa.

Excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, o IHPC em Portugal atingiu uma variação homóloga de 2,7% em junho (3,6% em maio), inferior à taxa correspondente para a área do Euro (estimada em 2,8%).

O IHPC registou uma variação mensal de -0,3% (1,0% no mês anterior e 0,4% em junho de 2023) e uma variação média dos últimos doze meses de 3,2% (3,3% no mês precedente).

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Imagem sobre Exportações e importações diminuíram 1,5% e 3,4% em termos nominais 10-07-2024

Exportações e importações diminuíram 1,5% e 3,4% em termos nominais

Em maio de 2024, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de -1,5% e -3,4%, respetivamente (+15,2% e +13,3%, pela mesma ordem, em abril de 2024).

No mês de maio de 2024, destacaram-se, face ao mês homólogo, as exportações de Material de transporte (-10,0%), sobretudo Automóveis para transporte de passageiros, e as importações de Fornecimentos industriais (-8,6%), principalmente Metais comuns. 

Excluindo Combustíveis e lubrificantes, em maio de 2024, registaram-se decréscimos de 2,4% nas exportações e de 4,2% nas importações (+12,2% e +12,4%, respetivamente, em abril de 2024).

Em maio de 2024, os índices de valor unitário (preços) registaram uma variação nula nas exportações e de -2,0% nas importações (-1,8% e -3,8%, respetivamente, em abril de 2024; -2,8% e -6,9% em maio de 2023). Excluindo os produtos petrolíferos, registaram-se decréscimos de 0,8% nas exportações e de 3,2% nas importações (-2,4% e -4,5%, respetivamente, em abril de 2024; +2,1% e -3,1% em maio de 2023).

O défice da balança comercial atingiu 2 234 milhões de euros em maio de 2024, refletindo uma diminuição de 216 milhões de euros, em termos homólogos. Excluindo Combustíveis e lubrificantes, o défice totalizou 1 695 milhões de euros, refletindo um decréscimo de 194 milhões de euros.

No trimestre terminado em maio de 2024, as exportações e as importações diminuíram 1,2% e 2,6%, respetivamente, em termos homólogos (0,0% e -0,8%, pela mesma ordem, no trimestre terminado em abril de 2024).

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Imagem sobre Volume de Negócios na Indústria diminuiu 2,6% 09-07-2024

Volume de Negócios na Indústria diminuiu 2,6%

O Índice de Volume de Negócios na Indústria registou uma variação homóloga nominal de -2,6% em maio (0,0% no mês anterior). Sem o agrupamento Energia, o volume de negócios diminuiu 1,9% (-1,6% em abril). As variações dos índices relativos ao mercado nacional e ao mercado externo situaram-se em -3,6% e -0,9% (-2,6% e 4,2% no mês precedente), respetivamente.

O emprego e as horas trabalhadas registaram variações homólogas de -0,1% e -1,7% (0,2% e 0,8% no mês precedente), respetivamente, enquanto as remunerações tiveram um aumento de 6,4% (7,0% em abril).

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Imagem sobre Custos de construção aumentaram 3,4% 09-07-2024

Custos de construção aumentaram 3,4%

Em maio de 2024, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 3,4% em termos homólogos, mais 0,1 pontos percentuais (p.p.) que o observado no mês anterior. O preço dos materiais apresentou uma variação homóloga de -0,3% e o custo da mão de obra de 8,5%.

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Imagem sobre Estatísticas do Turismo 2023: atividade turística superou níveis de 2019 08-07-2024

Estatísticas do Turismo 2023: atividade turística superou níveis de 2019

Em 2023, estima-se que o número de chegadas de turistas não residentes a Portugal tenha atingido 26,5 milhões, correspondendo a um acréscimo de 19,2% face a 2022 (+7,7% do que em 2019). O mercado espanhol manteve-se como principal mercado emissor de turistas internacionais (quota de 25,2%), tendo crescido 16,7% face ao ano anterior.

A generalidade dos meios de alojamento turístico registou 32,5 milhões de hóspedes, em 2023, que proporcionaram 85,1 milhões de dormidas, correspondendo a variações de +12,5% e +10,3%, respetivamente, valores que refletem crescimentos médios anuais de 2,4% e 2,3%, pela mesma ordem, desde 2019, evidenciando a retoma da atividade do setor depois da crise gerada pela pandemia de COVID-19. O mercado interno gerou 1/3 das dormidas em 2023, 28,1 milhões, mais 2,1% do que no ano anterior, e os mercados externos deram origem a 57,1 milhões de dormidas, refletindo um crescimento anual de 14,9%. 

As dormidas de não residentes representaram 67,0% das dormidas na generalidade dos meios de alojamento, tendo este sido o ano, desde 2013, em que se observou uma maior dependência dos mercados internacionais, apenas superado pelo ano de 2017, em que estes mercados totalizaram 67,8% do total.

A taxa de sazonalidade diminuiu para 36,9% e atingiu o valor mais baixo desde 2013. Este indicador foi mais elevado nos residentes (41,3%) do que nos não residentes (34,8%).

Nos estabelecimentos de alojamento turístico, os proveitos totais ascenderam a 6,0 mil milhões de euros (+20,0%) e os de aposento a 4,6 mil milhões (+21,4%). O rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) atingiu 64,8 euros (+15,4%) e o rendimento médio por quarto ocupado foi de 113,0 euros (+9,1%). O índice de Herfindahl–Hirschman (IHH) revela uma trajetória de redução da concentração dos proveitos totais (e, portanto, um aumento da concorrência), com pequenas oscilações no período da pandemia de COVID-19, tendo atingido em 2023 o valor mais baixo desde 2013. 

As deslocações turísticas dos residentes atingiram 23,7 milhões, refletindo uma variação anual de 4,6%, mas ficando ainda aquém dos valores de 2019 (-3,2%). As viagens em território nacional aumentaram 2,4% face ao ano anterior, mas ficaram ainda abaixo dos níveis pré-pandemia (-4,3% face a 2019), atingindo 20,4 milhões. Pelo contrário, as deslocações para o estrangeiro alcançaram 3,2 milhões em 2023 (+21,5% em comparação com 2022) e superaram os números de 2019 (+4,1%).

Em 2023, a despesa média por turista em cada viagem teve um acréscimo de 4,3% face ao valor de 2022, fixando-se em 242,4 euros (+23,9% face a 2019). Nas deslocações em território nacional, os residentes gastaram, em média, 164,3 euros por turista/viagem, +1,1 euros que em 2022 e +31,3 euros em comparação com 2019. Nas deslocações para o estrangeiro, o gasto médio por turista/viagem decresceu -2,1% em 2023 (+17,5% do que em 2019), tendo atingido 736,6 euros.

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Imagem sobre Despesa corrente em saúde aumentou 4,7% em 2023, ritmo inferior ao do PIB 05-07-2024

Despesa corrente em saúde aumentou 4,7% em 2023, ritmo inferior ao do PIB

Em 2023, a despesa corrente em saúde aumentou 4,7%, em termos nominais, menos 4,9 p.p. que a variação nominal do PIB (9,6%). A despesa corrente pública (variação de 3,7%) e privada (6,6%) continuou a aumentar devido ao crescimento da atividade dos hospitais (públicos e privados) e dos prestadores privados de cuidados de saúde em ambulatório. 

No ano 2021, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) dos prestadores de cuidados de saúde aumentou 9,3% e representou 6,0% do total da FBCF da economia nacional. Os maiores aumentos foram registados pelas entidades do resto da economia (13,2%), com destaque para as que desenvolvem projetos de Investigação e Desenvolvimento (I&D) na área da saúde, e pelos prestadores privados de cuidados de saúde em ambulatório (11,6%). Ao nível dos prestadores públicos destacou-se o aumento do investimento dos hospitais públicos (6,7%) em construção e produtos de propriedade intelectual. 

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Imagem sobre Produção industrial diminuiu 2,1%, em termos nominais, refletindo a estabilização dos p 04-07-2024

Produção industrial diminuiu 2,1%, em termos nominais, refletindo a estabilização dos preços

De acordo com os resultados provisórios do Inquérito Anual à Produção Industrial, em 2023, o total da venda de produtos e prestação de serviços nas Indústrias transformadoras (Divisões 10 a 33, 35 e 38 da CAE Rev.3) diminuiu 2,1%, em termos nominais, fixando-se em 117,1 mil milhões de euros (+23,6% e 119,6 mil milhões de euros em 2022). 

Parte significativa desta variação é justificada pelo efeito de estabilização dos preços, dado que o índice de preços na produção industrial (IPPI) não registou variação face a 2022.

Os maiores contributos para a evolução negativa do total da venda de produtos e prestação de serviços verificaram-se nas atividades de Fabricação de coque, de produtos petrolíferos refinados e de aglomerados de combustíveis (Div.19), com -2,1 p.p., seguindo-se a Fabricação de produtos químicos e de fibras sintéticas ou artificiais, exceto produtos farmacêuticos (Div.20), com -1,4 p.p., e a Fabricação de pasta, de papel, cartão e seus artigos (Div.17), com -0,9 pontos percentuais. De acordo com o IPPI, estas divisões encontram-se entre as que registaram as maiores reduções de preços na produção industrial em 2023 face a 2022, destacando-se a diminuição de 12,1% na Div.20.

A Divisão 10 – Indústrias alimentares manteve-se como a divisão com maior peso relativo no total da venda de produtos e prestação de serviços (14,7%), tendo crescido 8,4% face a 2022. Seguiram-se a Divisão 29 – Fabricação de veículos automóveis (peso de 9,5%; +3,2% face a 2022) e a Divisão 19 – Fabricação de coque, de produtos petrolíferos refinados e de aglomerados de combustíveis (peso de 8,2%; -20,4% face a 2022).

Entre os produtos com maior valor de vendas destacaram-se os Gasóleos e Marine Diesel, as Outras partes e acessórios para veículos automóveis, tratores e veículos para usos especiais (…) e Eletricidade hidráulica (…).

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Imagem sobre Produção Industrial registou um crescimento homólogo de 0,9% 02-07-2024

Produção Industrial registou um crescimento homólogo de 0,9%

O Índice de Produção Industrial apresentou uma variação homóloga de 0,9%, em maio (5,6% em abril). Excluindo o agrupamento de Energia esta variação foi de -1,1% (-0,5% no mês precedente). A secção das Indústrias Transformadoras registou uma diminuição de 0,7% (-0,1% em abril). A variação mensal do índice agregado foi -3,2% (-2,2% no mês anterior).

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Imagem sobre Taxa de desemprego situou-se em 6,5% e taxa de subutilização do trabalho em 11,1% 01-07-2024

Taxa de desemprego situou-se em 6,5% e taxa de subutilização do trabalho em 11,1%

Abril de 2024 (estimativas definitivas):

A população ativa (5 359,5 mil pessoas) diminuiu em relação ao mês anterior (0,2%) e aumentou relativamente a três meses antes (0,1%) e a um ano antes (1,6%).

A população empregada (5 016,9 mil) observou um decréscimo em relação a março de 2024 (0,1%) e acréscimos relativamente a janeiro de 2024 (0,3%) e a abril de 2023 (1,8%).

A população desempregada (342,6 mil) registou decréscimos em relação aos três períodos de comparação: 1,1%, 2,7% e 1,3%, respetivamente.

A taxa de desemprego situou-se em 6,4%, valor inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) ao do mês anterior, em 0,2 p.p. ao de três meses antes e em 0,2 p.p.ao do mesmo mês de 2023.

A população inativa (2 443,5 mil) aumentou relativamente a março (0,6%) e a janeiro de 2024 (0,4%), assim como a abril de 2023 (1,5%).

A taxa de subutilização do trabalho situou-se em 11,1%, valor inferior ao dos três períodos de comparação: 0,1 p.p., 0,4 p.p. e 0,9 p.p., respetivamente.

Maio de 2024 (estimativas provisórias):

A população ativa (5 367,6 mil) aumentou relativamente a abril (0,1%) e a fevereiro de 2024 (0,2%), assim como em relação a maio de 2023 (1,5%).

A população empregada (5 016,6 mil) manteve-se praticamente inalterada em relação ao mês anterior, tendo aumentado por comparação com três meses antes (0,3%) e a um ano antes (1,3%).

A população desempregada (351,0 mil) diminuiu em relação a fevereiro de 2024 (0,5%), mas aumentou relativamente a abril desse mesmo ano (2,4%) e a maio de 2023 (3,9%).

A taxa de desemprego situou-se em 6,5%, valor superior em 0,1 p.p. ao de abril de 2024 e ao de maio de 2023 e inferior em 0,1 p.p. ao de fevereiro de 2024.

A população inativa (2 443,4 mil) manteve-se praticamente inalterada em relação ao mês anterior e aumentou em relação a três meses antes (0,1%) e a um ano antes (1,9%).

A taxa de subutilização do trabalho situou-se em 11,1%, o mesmo valor de abril de 2024, mas inferior ao valor de fevereiro do mesmo ano (0,3 p.p.) e ao de maio de 2023 (0,6 p.p.).

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Imagem sobre Vendas no Comércio cresceram 4,1% 28-06-2024

Vendas no Comércio cresceram 4,1%

O Índice de Volume de Negócios no Comércio apresentou uma variação homóloga de 4,1% em maio (2,9% no mês precedente). As vendas no comércio a retalho aumentaram 2,8% (1,8% em abril), enquanto o comércio por grosso aumentou 3,9% (4,5% no mês anterior).

Os índices de emprego, remunerações e horas trabalhadas apresentaram variações homólogas de 1,3%, 7,4% e -0,2% em maio (2,0%, 7,0% e 1,7% no mês precedente), respetivamente.

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 2,8% 28-06-2024

Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 2,8%

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá diminuído para 2,8% em junho de 2024, taxa inferior em 0,3 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 2,3% (2,7% no mês precedente). A variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 9,4% (7,8% no mês precedente) enquanto o índice referente aos produtos alimentares não transformados registou uma variação de 2,0% (2,5% em maio).

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido nula (0,2% em maio e 0,3% em junho de 2023). 

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 2,5% (2,6% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 3,1% (3,8% no mês precedente). Esta desaceleração deve-se em grande medida à redução dos preços dos hotéis, cuja aceleração registada em maio se deveu essencialmente a um evento cultural de dimensão relevante ocorrido em Lisboa.

Os dados definitivos referentes ao IPC do mês de junho de 2024 serão publicados no próximo dia 10 de julho.

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Imagem sobre Estados Unidos posicionam-se como terceiro principal mercado 28-06-2024

Estados Unidos posicionam-se como terceiro principal mercado

O setor do alojamento turístico registou 3,1 milhões de hóspedes e 7,7 milhões de dormidas em maio de 2024, correspondendo a variações de +9,4% e +7,5%, respetivamente (-3,7% e -4,3% em abril de 2024, pela mesma ordem). As dormidas de residentes aumentaram 7,6%, correspondendo a 1,9 milhões, enquanto as de não residentes cresceram 7,5%, totalizando 5,8 milhões.

Nos mercados externos, o britânico foi o principal mercado emissor em maio (quota de 19,1%), tendo registado um crescimento de 2,1%, seguido da Alemanha (peso de 11,8%), que cresceu 10,0%. Seguiu-se o mercado norte americano, na terceira posição (quota de 10,1%), com um aumento 17,3%, ultrapassando o mercado francês (peso de 9,2%), um dos poucos, entre os principais, a apresentar decréscimo (-1,8%).

Todas as regiões registaram acréscimo de dormidas, com maior expressão no Alentejo (+18,0%) e na RA Açores (+17,6%), enquanto os crescimentos mais modestos se registaram no Algarve (+5,2%), na RA Madeira (+5,6%) e na Grande Lisboa (+5,7%).

A ocupação nos estabelecimentos de alojamento turístico aumentou em maio, para 52,4% e 63,7%, nas taxas líquidas de ocupação-cama e ocupação-quarto, respetivamente (+1,8 p.p. e +1,5 p.p., pela mesma ordem). 

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Imagem sobre A renda mediana de novos contratos aumentou 10,5% e o número de novos contratos 0,9% em 27-06-2024

A renda mediana de novos contratos aumentou 10,5% e o número de novos contratos 0,9% em relação ao período homólogo

No 1.º trimestre de 2024 (dados provisórios), a renda mediana dos 25 472 novos contratos de arrendamento em Portugal atingiu 7,46 €/m2. Este valor representa um crescimento homólogo de 10,5%, inferior ao observado no trimestre anterior (11,6%). Quando comparado com o 1.º trimestre de 2023, o número de novos contratos de arrendamento aumentou 0,9%.

Em relação ao trimestre homólogo, a renda mediana aumentou em todas as sub-regiões NUTS III. As rendas mais elevadas registaram-se na Grande Lisboa (12,12 €/m2), Península de Setúbal (9,29 €/m2), Algarve (8,78 €/m2), Região Autónoma da Madeira (8,13 €/m2) e Área Metropolitana do Porto (8,11 €/m2).

No 1.º trimestre de 2024, verificou-se um aumento homólogo da renda mediana nos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes, destacando-se, com crescimentos iguais ou superiores a 15%, Guimarães (19,5%), Vila Nova de Famalicão (18,3%), Coimbra (15,2%) e Braga (15,0%). Lisboa apresentou a maior renda mediana (15,25 €/m2), embora uma taxa de variação homóloga (4,9%) inferior à nacional (10,5%). O número de novos contratos diminuiu, em relação ao trimestre homólogo, em 13 dos 24 municípios com mais de 100 mil habitantes, evidenciando-se o Funchal (-11,5%), Oeiras (-11,4%), Seixal (-10,9%), Guimarães (-10,6%) e Sintra (-10,0%).

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Imagem sobre Em 2022, o VAB da silvicultura diminuiu 3,4% em volume e aumentou 9,6% em valor 27-06-2024

Em 2022, o VAB da silvicultura diminuiu 3,4% em volume e aumentou 9,6% em valor

Em 2022, o Valor Acrescentado Bruto (VAB) da silvicultura diminuiu 3,4% em volume e aumentou, pelo segundo ano consecutivo, em valor (9,6%), refletindo o crescimento dos preços implícitos.

Verificaram-se acréscimos nominais da produção e do consumo Intermédio (CI) (8,3% e 5,8%, respetivamente). Todos os produtos silvícolas apresentaram aumentos nominais.

Em 2023, o saldo da balança comercial dos produtos de origem florestal registou um excedente de 2,9 mil M€, inferior ao observado em 2022 (3,3 mil M€). Os produtos à base de cortiça constituíram o grupo com maior destaque, com um excedente comercial de 1,0 mil M€ em 2023. O peso relativo das exportações de materiais e produtos industriais de origem florestal no total de exportações diminuiu de 9,1% em 2022, para 8,1% em 2023.

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Imagem sobre Indicador de confiança dos Consumidores aumenta e indicador de clima económico diminui 27-06-2024

Indicador de confiança dos Consumidores aumenta e indicador de clima económico diminui

O indicador de confiança dos Consumidores aumentou em junho, após ter diminuído em maio, registando o valor mais elevado desde fevereiro de 2022. O saldo das opiniões dos Consumidores sobre a evolução passada dos preços diminuiu nos últimos dois meses, significativamente em maio, após o aumento registado em abril. O saldo das perspetivas relativas à evolução futura dos preços diminuiu em junho, depois dos aumentos observados nos dois meses precedente.

O indicador de clima económico diminuiu em junho, contrariando o aumento observado no mês anterior. Os indicadores de confiança diminuíram no Comércio e nos Serviços, tendo aumentado moderadamente na Indústria Transformadora e na Construção e Obras Públicas.

O saldo das expectativas dos empresários sobre a evolução futura dos preços de venda diminuiu em junho na Construção e Obras Públicas e nos Serviços, tendo aumentado na Indústria Transformadora e no Comércio, de forma significativa no primeiro caso.

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Imagem sobre Avaliação da habitação aumentou 14 euros, para 1610 por metro quadrado 26-06-2024

Avaliação da habitação aumentou 14 euros, para 1610 por metro quadrado

O valor mediano de avaliação bancária na habitação foi 1 610 euros por metro quadrado em maio de 2024, mais 14 euros que o observado no mês precedente. Em termos homólogos, a taxa de variação fixou-se em 6,6% (7,0% em abril). Refira-se que o número de avaliações bancárias foi cerca de 32,8 mil, o que representa uma subida de 2,9% face ao período anterior e um aumento de 40,5% em termos homólogos. 

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Imagem sobre Mais de metade das pessoas de etnia cigana já sofreram discriminação 24-06-2024

Mais de metade das pessoas de etnia cigana já sofreram discriminação

De acordo com os resultados do Inquérito às Condições de Vida, Origens e Trajetórias da População Residente em Portugal (ICOT), realizado em 2023, 47,5 mil pessoas residentes em Portugal com idade dos 18 aos 74 anos autoidentificaram-se com o grupo étnico cigano.

A população do grupo étnico cigano apresentava uma estrutura etária mais jovem (35,0% tinham idade dos 18 aos 34 anos), do que a população total (25,0%), com uma maior proporção de mulheres (56,6%, para 51,7%, na população total), mas menos escolarizada (91,9% tinham até ao ensino básico 3.º ciclo, o que compara com 45,7% na população total).

A quase totalidade das pessoas de etnia cigana residentes em Portugal (88,1%) não tinham trajetórias imigratórias pessoais e familiares.

As pessoas de etnia cigana privilegiam mais os espaços de maior proximidade, como o bairro (57,7%), a vila ou cidade (63,2%), ou a região onde vivem (66,3%), e nas relações de sociabilidade destacam-se com proporções mais elevadas de amigos da mesma classe social (79,8%) e que vivem no mesmo bairro ou zona (53,1%).

No mercado de trabalho, a população de etnia cigana tinha uma menor proporção de ativos (61,3%, para 70,8% na população total), posicionando-se maioritariamente no primeiro quintil da distribuição de rendimentos, ou seja, nos 20% da população com rendimentos mais baixos (72,6%).

As pessoas de etnia cigana avaliaram genericamente a sua saúde como muito boa ou boa (62,0%), embora com uma maior proporção de doenças crónicas (38,1% para 31,9% na população total).

Este grupo populacional apresentava valores muito abaixo da média nacional na propriedade (30,6% vs. 70,8% na população total) e conforto térmico da habitação (46,8% vs. 72,3%), bem como no acesso à internet (74,2% vs. 91,8%) e a automóvel (55,1% vs. 75,6%).

Mais de metade das pessoas de etnia cigana (51,3%) já sofreram discriminação em Portugal, valor muito superior ao registado na população total (16,1%). Mais de quatro quintos (82,8%) disseram existir discriminação no país e cerca de três quartos (74,3%) consideraram que a discriminação com base na origem étnica é frequente ou muito frequente (48,8% na população total). Mais de metade da população deste grupo étnico (52,7%) já testemunhou situações de discriminação (35,9% na população total).

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Imagem sobre Inquérito Comunitário à Inovação - 2022 10-07-2024

Inquérito Comunitário à Inovação - 2022

A Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência e o Instituto Nacional de Estatística divulgam informação sobre a inovação empresarial, com base nos dados recolhidos no Inquérito Comunitário à Inovação (CIS), com referência ao período 2020-2022.

Na presente edição – CIS 2022 – o inquérito sofreu uma reformulação significativa na sua estrutura, tendo em conta que desagregou em seis módulos a maioria das questões, anteriormente divididas em três módulos, apesar de se manter estável o seu quadro conceptual e a generalidade das questões.

Foram incluídas questões novas relacionadas com o desenvolvimento de atividades de inovação (para as inovadoras sobre mais atividades de inovação e para as não inovadoras sobre a sua não realização), bem como sobre a implementação de alguma mudança fundamental no seu modelo de negócio. De salientar, ainda, que algumas questões sofreram alterações, seja na sua redação ou por aditamento/adição de novas alíneas.

Em comparação com a última edição do CIS, o questionário manteve a definição de inovação empresarial com enfoque nos dois tipos principais:

• inovação de produto é um bem ou serviço novo ou melhorado que difere significativamente dos bens ou serviços anteriores da empresa e que foi implementado no mercado.

• inovação de processo é um processo de negócio novo ou melhorado para uma ou mais funções de negócio que difere significativamente dos processos anteriores da empresa e que foi implementado na empresa.

A apresentação dos resultados dos inquéritos anteriores está também disponível em INE | Dados Estatísticos | Base de dados e em DGEEC | Estatísticas > Ciência, Tecnologia e Inovação > Inovação (CIS)

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Imagem sobre Estatísticas do Turismo - 2023 08-07-2024

Estatísticas do Turismo - 2023

Apresentam-se informações gerais e principais resultados de estatísticas de Turismo de 2023, incluindo:

Enquadramento - contexto económico internacional e nacional, com base em informação de fontes diversas, designadamente a Organização Mundial de Turismo, Eurostat, Fundo Monetário Internacional, Banco de Portugal e Segurança Social. Inclui ainda resultados apurados sobre o Índice de Preços no Consumidor (IPC), movimento de cruzeiros marítimos, chegadas de turistas a Portugal, remuneração bruta mensal por trabalhador nas atividades de Alojamento e uma análise à concentração dos proveitos dos estabelecimentos de alojamento turístico, por segmento e regiões NUTS II. 

Oferta de alojamento turístico e ocupação – resultados da oferta e ocupação para a generalidade dos meios de alojamento (estabelecimentos de alojamento turístico, campismo e colónias de férias e pousadas da juventude) para os principais indicadores: hóspedes, dormidas, estada média e, no caso dos estabelecimentos de alojamento turístico, também taxa de ocupação, proveitos e rendimentos por quarto. No âmbito da oferta turística, apresentam-se ainda duas análises adicionais: a dependência dos meios de alojamento dos principais mercados externos e o padrão de sazonalidade da atividade dos estabelecimentos de alojamento turístico. 

Procura turística dos residentes – resultados detalhados sobre as deslocações dos residentes em Portugal, bem como a caracterização das suas viagens em várias vertentes (motivos das viagens, duração, meios de transporte, modalidade de organização, despesas).

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Maio de 2024 26-06-2024

Boletim Mensal de Estatística - Maio de 2024

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Junho de 2024 25-06-2024

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Junho de 2024

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Orçamentos Familiares - 2022 / 2023 19-06-2024

Orçamentos Familiares - 2022 / 2023

O INE apresenta nesta publicação – Inquérito às Despesas das Famílias  - 2022/2023 – os resultados estatísticos relativos à estrutura das despesas dos agregados familiares residentes em Portugal. Trata-se da edição mais recente da série de inquéritos sobre os orçamentos familiares, iniciada em Portugal na década de 60.

A informação estatística encontra-se organizada em três capítulos: a caracterização dos agregados familiares, a despesa média dos agregados familiares e a evolução temporal da despesa média dos agregados familiares. A publicação integra ainda uma nota metodológica que inclui a descrição das alterações metodológicas, face à edição de 2015/2016, relativas à utilização da COICOP-2018, aos fatores de anualização dos dados recolhidos, ao desenho amostral e ao processo de calibragem dos ponderadores, para além dos conceitos para fins estatísticos e classificações utilizados.

Adicionalmente, disponibilizam-se os quadros com os principais resultados do inquérito e respetivos coeficientes de variação, bem como a despesa anual média dos agregados familiares até ao 4º nível de desagregação (subclasse) da Classificação do Consumo Individual por Objetivo (COICOP).

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Imagem sobre Estatísticas da Pesca - 2023 31-05-2024

Estatísticas da Pesca - 2023

A publicação Estatísticas da Pesca, para o ano de referência 2023, apresenta-se organizada em nove capítulos, com textos de análise e respetivos quadros estatísticos.

Assim, esta publicação associa-se uma vez mais às comemorações do Dia do Pescador - 31 de maio, disponibilizando um conjunto de informação relativa às Pescas em Portugal, bem como a alguns sectores da economia nacional relacionados. Os dados estatísticos divulgados incidem sobre assuntos tão diversificados como: descargas e capturas, desagregados por portos e espécies, mercado dos produtos da pesca e estruturas organizativas, frota de pesca, número de pescadores matriculados, informações relativas à indústria transformadora da pesca e aquicultura, comércio internacional do sector da pesca e atividades correlacionadas e dados relativos aos stocks e níveis de exploração. Nesta edição a desagregação geográfica dos resultados ao nível da região foi efetuada de acordo com a nova configuração das NUTS 2024.

Errata | Texto atualizado em 2024-06-17

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Abril de 2024 28-05-2024

Boletim Mensal de Estatística - Abril de 2024

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Maio de 2024 22-05-2024

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Maio de 2024

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre O parque habitacional - análise e evolução: 2011-2021 08-05-2024

O parque habitacional - análise e evolução: 2011-2021

O Instituto Nacional de Estatística disponibiliza o estudo O Parque Habitacional - análise e evolução: 2011-2021 realizado em colaboração com o Laboratório Nacional de Engenharia Civil.

Nesta publicação apresenta-se uma caraterização do parque habitacional português no período 2011 a 2021. Os principais temas abordados referem-se à evolução da população, famílias e alojamentos; às principais caraterísticas dos edifícios e dos alojamentos; à forma de ocupação, regime de propriedade e encargos com a habitação; à estimativa das carências habitacionais e da disponibilidade de habitação e às necessidades de reabilitação e dinâmica de construção para habitação.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Abril de 2024 19-04-2024

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Abril de 2024

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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