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CALENDÁRIO +Info...

Sexta-Feira, 1 de Maio de 2026

  • ICC 2026 - Mai: Início
  • ICCOP 2026 - Mai: Início
  • ICGRAM 2026 - Abr: Início
  • ICIT 2026 - Mai: Início
  • ICS 2026 - Mai: Início
  • IMAAC 2026 - Abr: Início
  • IMAMI 2026 - Abr: Início
  • IMAOC 2026 - Abr: Início
  • IMGA 2026 - Abr: Início
  • IMLV 2026 - Abr: Início
  • IMPI 2026 - Abr: Início
  • IMTM 2026 - Abr: Início
  • IMVC 2026 - Abr: Início
  • INTRA-CH 2026 - Mai: Início
  • INTRA-EX 2026 - Mai: Início
  • IPCAMP 2026 - Abr: Início
  • IPCOL 2026 - Abr: Início
  • IPHH 2026 - Abr: Início
  • IREPEXP 2026 - Mai: Início
  • IREPIMP 2026 - Mai: Início
  • ITF 2026 - Abr: Início
  • IVNE 2026 - Abr: Início

Segunda-Feira, 4 de Maio de 2026

  • ITRM 2026 - 17ª Semana: Últ. dia

Domingo, 10 de Maio de 2026

  • ICC 2026 - Mai: Últ. dia
  • ICCOP 2026 - Mai: Últ. dia
  • ICIT 2026 - Mai: Últ. dia
  • ICS 2026 - Mai: Últ. dia
  • IMPI 2026 - Abr: Últ. dia
  • IPCAMP 2026 - Abr: Últ. dia
  • IPCOL 2026 - Abr: Últ. dia
  • IPHH 2026 - Abr: Últ. dia
  • IVNE 2026 - Abr: Últ. dia

Segunda-Feira, 11 de Maio de 2026

  • ILO 2025: Últ. dia
  • ITRM 2026 - 18ª Semana: Últ. dia

Sexta-Feira, 15 de Maio de 2026

Segunda-Feira, 18 de Maio de 2026

  • ITRM 2026 - 19ª Semana: Últ. dia

Quarta-Feira, 20 de Maio de 2026

  • IECOM 2025: Últ. dia
  • IEDCB 2025: Últ. dia
  • IMAMI 2026 - Abr: Últ. dia
  • IMAOC 2026 - Abr: Últ. dia
  • IMVC 2026 - Abr: Últ. dia

Sexta-Feira, 22 de Maio de 2026

  • IMGA 2026 - Abr: Últ. dia
  • IMLV 2026 - Abr: Últ. dia
  • IMTM 2026 - Abr: Últ. dia

Segunda-Feira, 25 de Maio de 2026

  • IMAAC 2026 - Abr: Últ. dia
  • IPMC 2026 - Mai: Últ. dia
  • IPPI 2026 - Mai: Últ. dia
  • ITRM 2026 - 20ª Semana: Últ. dia

Sexta-Feira, 29 de Maio de 2026

  • IPPIME 2026 - Mai: Últ. dia
  • UCDR 2025: Últ. dia

INFORMAÇÕES

EM DESTAQUE

  • 1 de 31
Imagem sobre O caminho que percorrem os dados no INE 15-12-2023

O caminho que percorrem os dados no INE

O caminho que percorrem os dados no INE

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Imagem sobre Preços na Produção Industrial cresceram 3,8% 19-05-2026

Preços na Produção Industrial cresceram 3,8%

O Índice de Preços na Produção Industrial (IPPI) registou um aumento homólogo de 3,8% em abril, (variação nula no mês anterior), conduzindo à maior aceleração dos últimos três anos. Esta evolução foi sobretudo explicada pela variação de 17,2% verificada no agrupamento da Energia, sem a qual o IPPI teria apresentado um crescimento de 1,4% (0,1% em março).

A variação mensal situou-se em 2,4%, em contraste com a redução de 1,4% registada em abril de 2025.

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Imagem sobre Em termos reais, a remuneração bruta mensal média por trabalhador aumentou 2,7%. 15-05-2026

Em termos reais, a remuneração bruta mensal média por trabalhador aumentou 2,7%.

A remuneração bruta total mensal média por trabalhador (por posto de trabalho) aumentou 5,0%, para 1 611 Euros, no trimestre terminado em março de 2026 (correspondente ao 1.º trimestre do ano), em relação ao mesmo período de 2025. A componente regular e a componente base daquela remuneração aumentaram, ambas, 5,1%, situando-se em 1 428 Euros e 1 335 Euros, respetivamente. Em termos reais, tendo por referência a variação do Índice de Preços do Consumidor, a remuneração bruta total mensal média aumentou 2,7%, enquanto as componentes regular e base aumentaram, ambas, 2,8%. Estes resultados abrangem 4,8 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações, mais 1,9% do que no mesmo período de 2025.

Em relação a março de 2025, a remuneração bruta total mensal média aumentou em quase todas as dimensões de análise deste Destaque (atividade económica, dimensão de empresa, sector institucional, intensidade tecnológica e intensidade de conhecimento). Os maiores aumentos foram observados nas atividades de “Agricultura, floresta e pesca” (secção A; 10,0%), nas empresas de 10 a 19 trabalhadores (6,0%), no sector privado (5,3%) e nas empresas de “Alta tecnologia industrial” (7,2%).

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Imagem sobre Dormidas mantiveram crescimento 15-05-2026

Dormidas mantiveram crescimento

O setor do alojamento turístico registou 5,8 milhões de hóspedes e 13,6 milhões de dormidas no 1.º trimestre de 2026, correspondendo a variações de +1,5% e de +1,3%, respetivamente (+2,9% e +1,9%, pela mesma ordem, no 4.º trimestre de 2025). Os proveitos totais atingiram 1,0 mil milhões de euros e os de aposento totalizaram 734,5 milhões de euros, traduzindo acréscimos de 5,5% e 5,1%, respetivamente (+5,5% e +4,5% no trimestre anterior). 

Os mercados externos mantiveram-se predominantes (68,0% do total), ao atingirem 9,2 milhões de dormidas (+1,4%). Por sua vez, as dormidas de residentes aumentaram 1,2%, totalizando 4,3 milhões.

No 1.º trimestre do ano, a dependência dos mercados externos, medida pela proporção de dormidas de não residentes, foi mais elevada na RA Madeira (85,9% do total), seguida do Algarve (80,9%) e da Grande Lisboa (78,6%). Em contraste, o Centro e o Alentejo apresentaram menor dependência dos mercados externos (23,5% e 32,1%, respetivamente).

A Grande Lisboa foi a região com maior concentração de dormidas no 1.º trimestre de 2026 (28,6% do total), seguida do Norte (18,9%) e do Algarve (18,5%). As dormidas de residentes concentraram-se sobretudo no Norte (24,6% do total), enquanto as dos não residentes ocorreram, principalmente, na Grande Lisboa (33,1% do total).

De acordo com a informação da Declaração Mensal de Remunerações transmitida pelas empresas à Segurança Social (DMR/SS) e da Relação Contributiva dos subscritores da Caixa Geral de Aposentações (RC/CGA), a remuneração bruta mensal por trabalhador ao serviço (por posto de trabalho) nas atividades de Alojamento (divisão 55 da CAE-Rev.3) aumentou 5,0% no 1.º trimestre de 2026, face ao período homólogo, fixando-se em 1 351 euros. Este valor situou-se 259 euros abaixo do registado no total da economia, em que a remuneração bruta mensal aumentou também 5,0% no mesmo período.

Importa assinalar que os resultados do 1.º trimestre poderão ter sido influenciados pela estrutura móvel do calendário, ou seja, pelo efeito associado ao período da Páscoa.

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Imagem sobre Em março de 2026 número de nados-vivos aumentou 2,7% em relação a março de 2025 15-05-2026

Em março de 2026 número de nados-vivos aumentou 2,7% em relação a março de 2025

Em abril de 2026, registaram-se 9 289 óbitos, menos 1 279 (-12,1%) do que no mês precedente. Comparativamente com o mês homólogo de 2025, registou-se um decréscimo de 560 óbitos (-5,7%). O número de óbitos de crianças com menos de 1 ano foi de 21, mais oito do que em abril de 2025.

Em março de 2026, registaram-se 7 195 nados-vivos, mais 703 (+10,8%) do que em fevereiro de 2026 e mais 188 (+2,7%) do que no mês homólogo de 2025.

Em março de 2026, o saldo natural foi de -3 360, tendo-se desagravado em relação ao do mês homólogo de 2025, quando registou o valor de -4 070.

Em março de 2026, celebraram-se 2 077 casamentos, mais 476 (+29,7%) do que em fevereiro de 2026 e mais 127 (+6,5%) do que em março de 2025.

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Imagem sobre Movimento de passageiros nos aeroportos aumentou 4,3% 14-05-2026

Movimento de passageiros nos aeroportos aumentou 4,3%

Em março de 2026, os aeroportos nacionais movimentaram 5,6 milhões de passageiros e 22,8 mil toneladas de carga e correio, correspondendo a variações homólogas de +4,3% e -0,01%, respetivamente (+3,3% e +0,6% no mês anterior, pela mesma ordem).

Nesse mês, desembarcaram, em média, 92,0 mil passageiros por dia, acima dos 88,2 mil registados em março de 2025, o que representa um crescimento de 4,4%.

No primeiro trimestre de 2026, o Reino Unido foi o principal país de origem e de destino dos voos com passageiros. Espanha e França ocuparam a 2ª e 3ª posições, respetivamente, entre os principais países de origem, invertendo esta ordem nos países de destino. Alemanha e Brasil completaram o grupo dos cinco principais países.

Consulte a informação através da Aplicação Interativa das Estatísticas do Transporte Aéreo.

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Imagem sobre Do 4.º trimestre de 2025 para o 1.º trimestre de 2026, 22,5% dos desempregados transita 13-05-2026

Do 4.º trimestre de 2025 para o 1.º trimestre de 2026, 22,5% dos desempregados transitaram para o emprego

Do total de pessoas que estavam desempregadas no 4.º trimestre de 2025, 61,1% (199,3 mil) permaneceram nesse estado no 1.º trimestre de 2026, 22,5% (73,4 mil) transitaram para o emprego e 16,4% (53,6 mil) transitaram para a inatividade.

No mesmo período, 25,1% (37,1 mil) dos homens desempregados e 20,4% (36,3 mil) das mulheres desempregadas transitaram para o emprego.

Do 4.º trimestre de 2025 para o 1.º trimestre de 2026, 27,1% (56,6 mil) dos desempregados de curta duração e 12,0% (13,1 mil) dos inativos pertencentes à “força de trabalho potencial” transitaram para o emprego.

Ao mesmo tempo, transitaram para um trabalho por conta de outrem 9,3% (73,7 mil) das pessoas que tinham um trabalho por conta própria e 20,1% (65,4 mil) das pessoas que se encontravam desempregadas.

Do total de trabalhadores por conta de outrem que, no 4.º trimestre de 2025, tinham um contrato de trabalho com termo ou outro tipo de contrato, 22,6% (147,8 mil) passaram a ter um contrato sem termo no 1.º trimestre de 2026.

Do número de pessoas que, no 4.º trimestre de 2025, tinham um emprego a tempo parcial, 19,8% (87,0 mil) passaram a trabalhar a tempo completo no 1.º trimestre de 2026.

A percentagem de pessoas que permaneceram empregadas entre o 4.º trimestre de 2025 e o 1.º trimestre de 2026, mas que mudaram de emprego, fixou-se nos 3,2% (164,0 mil).

No mesmo período, 3,6% (187,4 mil) das pessoas que permaneceram empregadas continuaram a ter dois ou mais empregos e 1,7% (88,7 mil) das pessoas que tinham um emprego passaram a ter dois ou mais empregos.

Do total de jovens dos 16 aos 34 anos que, no 4.º trimestre de 2025, não estavam empregados, nem em educação ou formação (NEEF), 18,4% (34,2 mil) transitaram para o emprego no 1.º trimestre de 2026, enquanto 15,0% (27,8 mil) passaram a frequentar o ensino ou formação.

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Imagem sobre Produção na Construção cresceu 2,9% 13-05-2026

Produção na Construção cresceu 2,9%

O Índice de Produção na Construção aumentou 2,9% em março, variação superior em 2,2 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior.

Os índices de emprego e de remunerações apresentaram crescimentos de 1,7% e 10,1%, respetivamente (2,0% e 7,6% em fevereiro). 

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC aumentou para 3,3% 13-05-2026

Taxa de variação homóloga do IPC aumentou para 3,3%

A variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) foi 3,3% em abril de 2026, taxa superior em 0,6 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. Tal como verificado no mês anterior, a aceleração do IPC é maioritariamente explicada pelo aumento do preço dos combustíveis. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação de 2,2% (2,0% em março). A variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 11,7% (5,7% no mês anterior) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados registou uma variação de 7,4% (6,4% em março). 

A variação mensal do IPC foi 1,3% (2,0% no mês precedente e 0,7% em abril de 2025). A variação média dos últimos doze meses foi 2,4% (2,3% no mês anterior). 

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português apresentou uma variação homóloga de 3,3% (2,7% no mês anterior), taxa superior em 0,3 p.p. ao valor estimado pelo Eurostat para a área do Euro (em março, esta diferença tinha sido de 0,1 p.p.). 

Excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos, o IHPC em Portugal atingiu uma variação homóloga de 2,3% em abril (2,0% em março), taxa superior à da área do Euro (estimada em 2,1%).

O IHPC registou uma variação mensal de 1,9% (2,3% no mês anterior e 1,3% em abril de 2025) e uma variação média dos últimos doze meses de 2,3% (2,2% no mês precedente).

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Imagem sobre O Índice de Custo do Trabalho aumentou 4,9% 13-05-2026

O Índice de Custo do Trabalho aumentou 4,9%

No 1.º trimestre de 2026, o Índice de Custo do Trabalho (ICT) registou um acréscimo homólogo de 4,9%. No trimestre anterior, tinha aumentado 7,6%.

Os custos salariais (por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 5,0% e os outros custos (também por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 4,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.

A evolução homóloga do ICT resultou também da conjugação do acréscimo de 4,9% no custo médio por trabalhador e do decréscimo de 0,1% no número de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador. O acréscimo do custo médio por trabalhador foi transversal a todas as atividades económicas, tendo os aumentos sido maiores na Construção (6,7%) e menores na Administração Pública (4,5%). Com exceção da Construção, que apresentou um acréscimo maior do que o registado no trimestre anterior, as restantes atividades registaram aumentos menores. As horas efetivamente trabalhadas por trabalhador diminuíram 1,1 % na Indústria e 0,3% na Construção e na Administração Pública e aumentaram 0,6% nos Serviços. Em resultado destas variações, o ICT aumentou em todas as atividades económicas, tendo o maior acréscimo sido observado na Construção (7,0%).

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Imagem sobre Volume de Negócios nos Serviços cresceu 4,9% 12-05-2026

Volume de Negócios nos Serviços cresceu 4,9%

Em março, o Índice de Volume de Negócios nos Serviços registou uma variação homóloga nominal de 4,9%, traduzindo uma aceleração de 4,1 pontos percentuais (p.p.) face ao mês anterior. Em termos reais, o índice deflacionado apresentou um crescimento de 0,5%, após a redução de 2,4% observada em fevereiro. 

No 1.º trimestre de 2026, o índice agregado cresceu 2,1% face ao mesmo período de 2025 (3,6% no trimestre anterior).

Na comparação mensal, o índice nominal aumentou 3,0%, contrariando a queda de 0,6% registada no mês precedente.

Os índices de emprego, remunerações e horas trabalhadas ajustados de efeitos de calendário, apresentaram variações homólogas de 1,3%, 6,8% e 2,0%, respetivamente (2,0%, 8,5% e -0,5 % em fevereiro).

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Imagem sobre Volume de Negócios na Indústria registou crescimento de 10,7% 11-05-2026

Volume de Negócios na Indústria registou crescimento de 10,7%

Em março, o Índice de Volume de Negócios na Indústria apresentou um aumento homólogo nominal de 10,7%, após a redução de 4,3% observada em fevereiro. Excluindo o agrupamento da Energia, a variação do volume de negócios situou-se em 10,6% (-2,5% no mês anterior). Os índices relativos ao mercado nacional e ao mercado externo passaram de reduções de 2,4% e 7,5% em fevereiro, respetivamente, para aumentos de 12,8% e 7,2% no mês de referência. No primeiro trimestre de 2026, as vendas na indústria cresceram 1,5% em termos homólogos (1,2% no trimestre anterior).

O emprego registou uma variação homóloga nula em março (idêntica à observada no mês anterior), enquanto as remunerações e as horas trabalhadas registaram variações de 4,0% e 2,1% (5,7% e -4,8% em fevereiro), respetivamente.

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Imagem sobre Custos de construção de habitação nova aumentaram 5,8% 11-05-2026

Custos de construção de habitação nova aumentaram 5,8%

Em março, estima-se que os custos de construção de habitação nova tenham aumentado 5,8% em termos homólogos, situando-se 1,0 pontos percentuais (p.p.) acima do mês anterior. O preço dos materiais registou uma variação de 3,7% e o custo da mão de obra aumentou 8,2%. 

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Imagem sobre Exportações e importações aumentaram 08-05-2026

Exportações e importações aumentaram

Em março de 2026, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de, respetivamente, +10,6% e +11,6% (-14,5% e -4,2%, pela mesma ordem, em fevereiro de 2026). Quando excluídas as transações sem transferência de propriedade (TTE), isto é, transações com vista a ou na sequência de trabalhos por encomenda, os aumentos foram mais expressivos: +14,6% nas exportações e +11,9% nas importações (-6,1% e -2,0%, respetivamente, em fevereiro de 2026). O défice da balança comercial de bens atingiu 2 863 milhões de euros, agravando-se em 356 milhões de euros face a março do ano anterior. Excluindo as TTE, o défice comercial aumentou 155 milhões de euros, totalizando 2 907 milhões de euros.

Em março de 2026, o índice de valor unitário (preços) das exportações interrompeu a trajetória de decréscimo iniciada em fevereiro de 2025, registando uma variação positiva (+0,3%; -2,3% em fevereiro de 2026 e -1,5% em março de 2025). Nas importações, continuou a registar-se uma variação negativa (-2,7%; -3,2% em fevereiro de 2026 e -1,0% em março de 2025). 

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Imagem sobre A taxa de desemprego situou-se em 6,1% 06-05-2026

A taxa de desemprego situou-se em 6,1%

No 1.º trimestre de 2026, a população empregada (5 300,8 mil pessoas) diminuiu 0,7% (38,7 mil) em relação ao trimestre anterior e aumentou 2,3% (119,4 mil) relativamente ao trimestre homólogo de 2025.

A proporção da população empregada em teletrabalho, isto é, que trabalhou a partir de casa com recurso a tecnologias de informação e comunicação, foi de 21,1% (1 118,9 mil pessoas), inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) à do 4.º trimestre de 2025 e superior em 0,2 p.p. à do 1.º trimestre do mesmo ano.

A população desempregada, estimada em 346,3 mil pessoas, aumentou 6,1% (20,0 mil) em relação ao trimestre anterior e diminuiu 5,3% (19,5 mil) relativamente ao trimestre homólogo.

A taxa de desemprego foi estimada em 6,1%, valor superior em 0,3 p.p. ao do trimestre anterior e inferior em 0,5 p.p. por comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.

A subutilização do trabalho abrangeu 588,0 mil pessoas, valor superior em 2,9% (16,8 mil) ao do trimestre anterior e inferior em 6,4% (40,4 mil) ao do período homólogo. A taxa de subutilização do trabalho, estimada em 10,2%, aumentou 0,3 p.p. relativamente ao trimestre anterior e diminuiu em 0,9 p.p. em termos homólogos.

A população inativa com 16 e mais anos (3 738,8 mil) aumentou 0,2% (8,7 mil) em relação ao trimestre anterior e diminuiu 0,3% (12,0 mil) relativamente ao homólogo.

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Imagem sobre Vendas no Comércio aceleraram para 5,3% 04-05-2026

Vendas no Comércio aceleraram para 5,3%

O Índice de Volume de Negócios no Comércio registou, em março, uma variação homóloga de 5,3% (0,2% mês anterior). As vendas no comércio a retalho aumentaram 5,5% (2,8% em fevereiro). O comércio por grosso passou de uma queda de -1,4% em fevereiro para 4,2% no mês em análise, tendo o comércio e reparação automóvel crescido 8,2%, após a diminuição de 1,3% no mês precedente.

No primeiro trimestre de 2026, as vendas no comércio registaram um crescimento homólogo de 2,1%, acelerando ligeiramente (0,2 pontos percentuais (p.p.)) face ao trimestre anterior.

Os índices de emprego, remunerações e horas trabalhadas ajustadas de efeitos de calendário, apresentaram variações homólogas de 0,3%, 5,8% e 3,6% em março, respetivamente (0,3% e 6,8% e -0,2% em fevereiro).

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Imagem sobre Produção Industrial registou um crescimento homólogo de 3,2% 04-05-2026

Produção Industrial registou um crescimento homólogo de 3,2%

O Índice de Produção Industrial apresentou uma variação homóloga de 3,2%, em março (-3,9% em fevereiro). Excluindo o agrupamento de Energia, esta variação foi de 4,9% (-7,1% no mês precedente). A secção das Indústrias Transformadoras passou de uma redução de 8,0% em fevereiro, para um aumento de 4,1% no mês em análise. A variação mensal do índice agregado foi 3,2% (-0,3% no mês anterior). No primeiro trimestre de 2026, o índice agregado registou uma variação nula face ao trimestre homólogo (no trimestre anterior, esta variação tinha sido 0,6%).

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Imagem sobre A subutilização do trabalho é mais elevada nas mulheres e nos jovens 30-04-2026

A subutilização do trabalho é mais elevada nas mulheres e nos jovens

No Dia Internacional do Trabalhador, o INE compara Portugal com os demais países da União Europeia numa análise centrada nos indicadores suplementares de desemprego, que permitem captar situações de subutilização da força de trabalho. A taxa de desemprego é um indicador central do mercado de trabalho, mas não reflete toda a realidade. Estes indicadores alertam para a dimensão da força de trabalho potencial que não está a ser aproveitada por fenómenos de desajuste entre oferta e procura de trabalho ou outros constrangimentos de acesso ao mercado de trabalho. Esta realidade afeta de forma particular os jovens e as mulheres, grupos onde o trabalho a tempo parcial involuntário e as ligações marginais ao mercado de trabalho continuam a ser mais frequentes.

No Dia Internacional do Trabalhador, esta análise comparada com a União Europeia reforça a importância de políticas focadas não apenas na criação de emprego, mas também na sua adequação às características da força de trabalho potencial.

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Imagem sobre Saldo natural agrava-se, mas a região Grande Lisboa regista saldo natural positivo pelo 30-04-2026

Saldo natural agrava-se, mas a região Grande Lisboa regista saldo natural positivo pelo terceiro ano consecutivo

Em 2025, nasceram 87 764 nados-vivos de mães residentes em Portugal, mais 3 122 (+3,7%) do que em 2024. Cerca de um terço eram filhos de mães de naturalidade estrangeira (mães que não nasceram em Portugal). 

O número de óbitos de residentes em território nacional foi de 121 817, mais 3 421 (+2,9%) do que em 2024. Destes, 246 óbitos foram de crianças com menos de 1 ano (menos oito do que em 2024). A diminuição dos óbitos infantis e o aumento do número de nados-vivos traduziu-se na diminuição da taxa de mortalidade infantil para 2,8 óbitos por mil nados-vivos (3,0‰ em 2024).

O agravamento do saldo natural, em 2025, para -34 053 (-33 754 em 2024) foi, assim, determinado pelo aumento do número de óbitos. A Grande Lisboa foi a única região NUTS II onde se registou, pelo terceiro ano consecutivo, um saldo natural positivo (+414).

Em 2025, foram celebrados 37 714 casamentos em Portugal, mais 1 081 (+3,0%) do que em 2024, dos quais 36 651 entre pessoas de sexo oposto e 1 063 entre pessoas do mesmo sexo.

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Imagem sobre Não residentes impulsionam atividade turística 30-04-2026

Não residentes impulsionam atividade turística

Em março de 2026, o setor do alojamento turístico registou 2,3 milhões de hóspedes (+0,9% ) e 5,6 milhões de dormidas (+1,4%). Estes resultados traduziram-se em 432,9 milhões de euros de proveitos totais e 319,2 milhões de euros de proveitos de aposento (+6,6% e +5,9%, respetivamente).

O crescimento das dormidas foi sustentado exclusivamente pelo mercado externo, tendo as dormidas dos não residentes aumentado 2,9% (-0,2% em fevereiro), atingindo 4,0 milhões, enquanto as dormidas de residentes diminuíram 2,3% (após +2,6% em fevereiro), totalizando 1,6 milhões.

Entre os dez principais mercados emissores, destacaram-se os mercados irlandês e espanhol, com os maiores crescimentos (+16,2 e +14,0%, respetivamente), enquanto o mercado brasileiro registou o decréscimo mais acentuado (-7,0%). 

No mesmo mês, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) fixou-se em 49,7 euros (+1,9%) e o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 98,6 euros (+2,9%). 

Importa assinalar que os resultados de março poderão ter sido influenciados pela estrutura móvel do calendário, ou seja, pelos efeitos associados aos períodos de Carnaval e da Páscoa. 

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Imagem sobre Taxa de variação homóloga do IPC terá aumentado para 3,4% 30-04-2026

Taxa de variação homóloga do IPC terá aumentado para 3,4%

Tendo por base a informação já apurada, a taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) terá aumentado para 3,4% em abril de 2026, taxa superior em 0,7 pontos percentuais (p.p.) à observada no mês anterior. Tal como verificado no mês anterior, a aceleração do IPC é maioritariamente explicada pelo aumento do preço dos combustíveis. O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) terá registado uma variação de 2,2%, taxa superior em 0,2 p.p. à do mês precedente. A variação do índice relativo aos produtos energéticos aumentou para 11,7% (5,7% em março) e o índice referente aos produtos alimentares não transformados registou uma variação de 7,5% (6,4% no mês anterior). 

Comparativamente com o mês anterior, a variação do IPC terá sido 1,4% (2,0% em março e 0,7% em abril de 2025). 

Estima-se uma variação média nos últimos doze meses de 2,4% (2,3% no mês anterior).

O Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português terá registado uma variação homóloga de 3,3% (2,7% no mês precedente). 

Os dados definitivos referentes ao IPC do mês de abril serão publicados no próximo dia 13 de maio.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Março de 2026 24-04-2026

Boletim Mensal de Estatística - Março de 2026

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Abril de 2026 22-04-2026

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Abril de 2026

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Estatísticas da Saúde - 2024 06-04-2026

Estatísticas da Saúde - 2024

A publicação Estatísticas da Saúde - 2024 apresenta os dados estatísticos sobre saúde relativos a Portugal, principalmente ao ano de 2024, abrangendo dez subtemas com desagregação geográfica, em geral, ao nível III da NUTS 2024: estado de saúde, hospitais, farmácias e medicamentos, pessoal de saúde inscrito, partos, mortalidade geral, mortalidade infantil, mortalidade neonatal, mortalidade fetal e Conta Satélite da Saúde. 

Inclui uma breve descrição das operações estatísticas que estão na origem dos dados publicados, bem como dos conceitos para fins estatísticos e classificações utilizados.

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Imagem sobre Classificação Portuguesa das Actividades Económicas 06-04-2026

Classificação Portuguesa das Actividades Económicas

A Classificação Portuguesa das Atividades Económicas - Revisão 4 (CAE-Rev.4) estabelece o quadro comum de aplicação obrigatória para a classificação das atividades económicas a adotar a nível nacional a partir de 1 de janeiro de 2025.

Os objectivos de utilização da CAE-REv.4 abrangem:

• classificar as unidades estatísticas produtoras de bens e serviços (com ou sem fins lucrativos), segundo a sua atividade económica;

• agrupar e organizar, de forma coordenada e sistemática, a informação estatística, por atividade económica, em diversos domínios (produção, emprego, energia, investimento, etc.);

• permitir a comparabilidade estatística a nível nacional, comunitário e mundial.

As alterações em relação à versão anterior (CAE-Rev.3) permitem uma organização da informação estatística económica e social mais ajustada à atual realidade económica nacional, bem como refletir os mais recentes desenvolvimentos estruturais, científicos e tecnológicos e em harmonização com as correspondentes classificações europeias (NACE Rev. 2.1) e das Nações Unidas (ISIC/CITA-Rev.5).

Pode consultar a edição em Produtos>Sistema de Metainformação>Classificações

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Imagem sobre Desporto em Números - 2025 02-04-2026

Desporto em Números - 2025

O Instituto Nacional de Estatística divulga a publicação Desporto em números – 2025, com informação relativa a um conjunto de indicadores sobre o desporto em Portugal obtidos a partir de diversas fontes, seja de operações estatísticas do INE ou de dados de natureza administrativa. A informação reporta aos anos de 2020 a 2025, quando disponível.

A publicação encontra-se organizada em oito capítulos: ensino, emprego, empresas, remunerações, comércio internacional de bens, preços no consumidor dos bens e serviços, financiamento público e desporto federado, percorrendo um conjunto de indicadores síntese relativos à dimensão social e económica do desporto.

Disponível, também, a edição interativa

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Fevereiro de 2026 01-04-2026

Boletim Mensal de Estatística - Fevereiro de 2026

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Março de 2026 20-03-2026

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Março de 2026

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre REVSTAT - Statistical Journal - Janeiro de 2026 16-03-2026

REVSTAT - Statistical Journal - Janeiro de 2026

Publicação de artigos de relevante conteúdo científico, abrangendo todos os ramos da Probabilidade e da Estatística, e que oferece um contributo efetivo para o esclarecimento e a divulgação de métodos estatísticos inovadores fundamentados em problemas reais.

Todos os artigos estão disponíveis em REVSTAT-Statistical Journal

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Imagem sobre Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Fevereiro de 2026 23-02-2026

Boletim Mensal da Agricultura e Pescas - Fevereiro de 2026

O Boletim Mensal da Agricultura e Pescas divulga um conjunto de informação conjuntural relativa ao sector primário. A estrutura desta publicação proporciona, através de dados, gráficos e tabela disponibilizados, uma oportunidade de acompanhar estas temáticas e analisar a evolução através das séries cronológicas apresentadas. A análise qualitativa é acompanhada por alguns elementos gráficos.

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Imagem sobre Boletim Mensal de Estatística - Janeiro de 2026 20-02-2026

Boletim Mensal de Estatística - Janeiro de 2026

O Boletim Mensal de Estatística contém os principais dados estatísticos mensais e trimestrais organizados nos seguintes capítulos: Contas Nacionais Trimestrais; População e Condições Sociais; Agricultura, Produção Animal e Pesca; Indústria e Construção; Comércio Interno e Internacional; Serviços; Finanças e Empresas; Comparações Internacionais.

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